Notas iniciais
* Vai essa fotenha porque eu achei muito amorzinho! ♥ * Desculpem qualquer erro YAY! Primeiro capítulo do ano (hehe), desculpem a demora para atualizar e MUITO obrigada pelos comentários, prometo respondê-los assim que acabar de postar isso aqui :v Me ajudem na divulgações das minhas duas novas fanfics no Wattpad (Sim, eu realmente não paro.) https://www.wattpad.com/story/93531259-mia https://www.wattpad.com/story/95820612-with-love-mom

Observei os dois por um tempinho, mas logo voltei para o quarto, joguei-me sobre a cama e adormeci.

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—Ally? —Austin chamou e eu corcei os olhos, virando-me para o mesmo. —Oi... —falei manhosa e bocejei. —Alguém está chorando por sua causa. —murmurou o loiro e fez careta, acenando com a cabeça em direção da garotinha, que me olhava com um beiço nos lábios.

—Oi princesa. —murmurei ao sentar-me na cama, logo a pegando dos braços de seu tio. A criança imediatamente começou a bater palminhas desengonçadamente. Eu ri baixo e ela se esticou, babando minha bochecha pálida.

—Vocês já comeram? —Indaguei e voltei meu olhar para o loiro, que mordia levemente o lábio. —Hm, então, vamos lá. —falei e levantei com cuidado, logo aninhando a bebê em meus braços.

—Eu não sabia direito o que fazer para ela... —murmurou Austin por trás de mim enquanto descíamos as escadas. Eu apenas balancei a cabeça assentindo e fui até á cozinha com os dois, entreguei a pequena a Aus e peguei a mamadeira da mesma, começando a preparar seu leite.

—Mas e então, o que pretende fazer quando chegar segunda-feira? —murmurei ao pegar a massa de panqueca do armário. —Eu não faço a mínima ideia. —murmurou o louro e eu assenti com a cabeça, soltando um suspiro frustrado. —Eu iria sugerir a Trish, mas ela não gosta muito de crianças e também estuda... —murmurei e fiz um coque frouxo em meus fios castanhos com madeixas louras, logo voltando a me concentrar nas panquecas.

—Eu não sei se tenho dinheiro para botá-la numa creche ou algum do tipo. —Austin murmurou e observou sua sobrinha por poucos segundos. —Isso não devia ser assim... —murmurou o garoto e logo lágrimas brotaram em seus olhos. Suspirei e caminhei até o mesmo, o abraçando.

Eu havia lido ontem á noite, em algum lugar, que se mostrar presente em situações como essa é fundamental, entretanto... Austin tem a mania de se aproveitar de certas situações, o que me faz ficar em duvida entre confortá-lo ou mandá-lo ir se foder.

—Acho que a Kath ficaria com ela... —murmurei ao lembrar-me de uma antiga amiga. —Se quiser, falo com ela.

—Uh, seria ótimo! —falou Austin, estranhamente animado e eu sorri.

Terminei as panquecas e as pus num prato, em seguida entreguei a mamadeira de Alasca á Austin e sentei-me, começando a comer as panquecas.

Austin sentou-se numa poltrona da sala e começou a dar a mamadeira á pequena, mas logo ouvimos batidas na porta, caminhei até a mesma e a atendi. —Ahn... Oi. —murmurei ao ver um casal de terno. —Olá, gostaríamos de falar com o Sr. Moon. —falou a mulher e eu assenti, virando o olhar para Austin. —Me dê ela. —pedi e ele me entregou Alasca. Eu suspirei e subi com a criança em meus braços.

—Então, Sr. Moon... —o homem começou.

AUSTIN MOON

—Pois não? —murmurei ao sentar-me sobre o sofá.

—Queremos falar da guarda da menor Alasca Marie Moon —falou o homem de cabelos grisalhos.

Eu apenas fiquei em silêncio e assenti com a cabeça.

—Mesmo você sendo maior de idade não pode adotar Alasca sozinho. —murmurou o homem. —Não teria chances. —disse por fim e eu passei os dedos por meus fios dourados, soltando um suspiro cansado. —O que sugere que eu faça? —falei enquanto o encarava. O pânico dominava minha mente, eu não poderia perder minha sobrinha para a justiça, não poderia deixar que eles a levassem de mim.

—Se case. —falou e eu respirei fundo. —O mais rápido possível. —falou e em seguida correu os olhos pelos lados. —A garota que atendeu a porta parece uma ótima pretendente, e pelo visto a criança gosta dela.

—Ela é minha ex-namorada... —murmurei e levantei o olhar para o moço.

—Bom, dê o seu jeito. —falou entre um suspiro cansado e a mulher apenas assentiu com a cabeça, enquanto mexia em uns papéis.

—Não temos nenhuma outra condição? —perguntei já me levantando. —Infelizmente não. —falou e levantou-se rapidamente. —Me dê uma resposta até sexta-feira, meu caro. —falou e estendeu seu cartão de visitas, eu apenas assenti com a cabeça e peguei de sua mão, o guiando até a porta.

Eu estava simplesmente fodido

—O que eles queriam? —Ally falou ao descer as escadas com a pequena nos braços.

—Falar sobre a guarda da Sky. —murmurei ao começar a brincar com a criança.

—Quer falar sobre isso? — Indagou Ally e eu neguei com a cabeça. —Okay. —murmurou.

ALLYSON DAWSON

—Desculpa, mas eu realmente não vou poder. —resmunguei contra o celular. —Tudo bem, eu também amo você, mas não vai dá. —puxei o ar com dificuldade. —Mamãe! —a repreendi e comecei a andar de um lado para o outro, tentando acalmar Alasca, que havia acordado irritada após a soneca da tarde. —Não, só estou ajudando a cuidar da sobrinha do meu amigo... —suspirei. —Eu sei, namoro depois dos vinte e seis. —balancei levemente a cabeça. —Não, eu ainda tenho dezenove... —murmurei cabisbaixa. —Okay, eu tenho que ir. Dá tchau, bebê. —falei para Alasca, mas antes que ela pudesse vir ao telefone minha mãe encerrou a ligação.

—Minha mãe é oficialmente um saco! —esbravejei.

—O que ela fez agora? — falou o loiro encostado no batente da porta, enquanto bebia o restinho do refrigerante que havia numa garrafinha.

—Queria que eu passasse o feriadão com ela,mas eu já tenho planos com as garotas, e aí...-

Ele me cortou.

—O quê? Você não vai passar o feriado com a gente? —murmurou e eu apertei os olhos. —Por mais que eu adore a Alasca, eu continuo tendo minha vida, Austin. —falei, e de fato aquilo pareceu lhe afetar.

—Oh, tudo bem. —disse e balançou a cabeça, vindo até mim e tomando a criança de meus braços, que entrou em desespero.

Eu respirei fundo e observei o loiro, logo puxando a criança.

—Vamos fazer assim, eu fico com ela dois dias, e você dois dias, entretanto não serão consecutivos. —propus e ele assentiu com a cabeça, estendendo a mão, como se estivéssemos selando um acordo.

—Certo. —ambos dissemos em uníssono e logo eu desci ás escadas com a bebê nos braços, caminhei em direção á sala e liguei o televisor, pondo num desenho qualquer, ao qual já havia visto a menor assistindo.

Ficamos ali por um tempo, mas logo o momento foi interrompido pela campainha, a qual eu fui obrigada atender, pois Austin deveria ter morrido lá por cima, mas no mesmo instante em que me deparei com Piper apoiada no batente, eu queria estar morta.

—Ahn... Oi.