What is love?
18 "...I'm lucky i'm in love with my best friend..."
Notas iniciais
Rachel pov
– Está na hora. — ela disse e respirei fundo. Ajeitei o vestido, e me levantei. – Você está bem?
– Tudo ótimo – disse pegando o buquê.
– Ok, vamos.
– Vamos. — disse por fim, ao sair do quarto.
Entramos na limousine e fomos a caminho da igreja.
– Vou chamar um de seus pais. Ou os dois. Sei la. — Santana disse entrando na igreja. Ela voltou com eles.
– Vamos querida. — Hiram falou e eu sorri. Ambos me seguraram pelo braço e entramos na igreja. Ouvi a marcha nupcial tocar e dei um suspiro longo.
“Calma Rachel Berry. Respire fundo.” — nem meus pensamentos estavam ajudando.
Vi Jesse sorrindo no altar e me deu um aperto no coração. Todos me olhavam e cochichavam que eu estava linda, e eu apenas sorria para as pessoas. Quando chegamos no altar, meu coração já acelerava. Meus pais me beijaram e me entregaram para Jesse, que sussurrou que eu estava perfeita.
– Estamos aqui reunidos para celebrar a união matrimonial de Rachel Barbra Berry e Jesse James Hudson. — meu coração saltou ao ouvir esse maldito sobrenome. — Reunidos no amor de Cristo, vamos testemunhar diante de Deus, a decisão de Rachel e Jesse de viverem unidos pelo sagrado matrimônio. O amor só é amor quando o entregamos a alguém. Mais do que um sentimento, o amor é uma decisão que tomamos para vivermos unidos, e, sermos pessoas felizes e realizadas. Estamos aqui para testemunhar que o amor é presente. O amor é mistério que se revela. É força que se rende, é luz que reflete. Com muita alegria, iniciaremos nossa celebração.
Meu corpo estava lá, mas minha cabeça estava em outro lugar. Meus pensamentos só se focavam em Finn Hudson.
– Jesse, você aceita Rachel em casamento, prometendo amá-la, respeitá-la e ser fiel, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe?
“O que? Já estava nessa parte? Quando tempo eu fiquei pensando?”
– Sim, eu aceito. — ele disse olhando fixamente para mim.
– Rachel, você aceita Jesse em casamento, prometendo amá-lo, respeitá-lo e ser fiel, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe?
Congelei. Olhei para Santana, para Jesse, e por fim, para o chão.
– Jesse – disse com a voz fraca e sua cara de felicidade se transformou em decepção. Ele abaixou a cabeça. — Eu preciso falar com você.
– Agora? Só agora Rachel Berry? — ele levantou a cabeça e olhou nos meus olhos. Seus olhos estavam vermelhos e com lágrimas.
– Como você sabe...Eu estou grávida.
– Sim, eu sei Rachel.
Engoli seco. Era horrível ter que contar pra ele naquele exato momento.
– O bebê não é seu. — a igreja inteira fez um coro, estavam todos surpresos.
– O que? — ele disse e seu rosto ficou vermelho de raiva. — Você teve todo esse tempo para contar isso, e no dia do casamento você me conta, fazendo eu pagar o maior mico.
– Me desculpe. — lágrimas caiam no meu rosto. — Eu preciso sair daqui. Eu tenho pouco tempo. Eu juro que eu te explico um dia, mas agora não dá tempo.
– Eu nunca mais quero ver você na minha vida. — ele disse num tom de fúria.
– Um dia você vai me agradecer – disse olhando em seus olhos e logo desviei o olhar. — Santana, vamos. — gritei.
– Pra onde? — ela disse perguntou confusa.
– Buscar o pai do meu bebê. — segurei o vestido, fazendo com que ele se erguesse e comecei a correr. Santana me seguia.
– Você é doida Rachel Berry.
– Doida pelo Finn. — saímos da igreja e precisávamos chegar no aeroporto urgente. — TÁXI! — gritei e um parou na minha frente. — Para o aeroporto, por favor.
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