What You Mean To Me
16 Capítulo 16
Notas iniciais
Mais um! Tô amando os comentários, continuem dizendo o que vocês acham, vou começar a responder vocês, antes tava sem tempo. Hahahahahah, comentem bastante, nhom.
[...]
Eram 7 horas quando eu fui pra tal rua atrás do shopping, não demorou muito a moreninha gostosa chegou. — Achei que não ia vir. — você pediu e eu vim — Hmmm, gosto assim -sorri puxando ela pela cintura- AH! Qual seu nome? — Aria — Diferente, Aria. -falei e beijei o pescoço dela. fui subindo a "trilha" dos beijos até alcançar a boca dela e a beijar. ela me afastou quando tava ficando sem ar.- hmmm -resmunguei- — que foi? — ela perguntou — esquece, olha pra mim -segurei o rosto dela- quero que você fique bem quietinha agora! -ela assentiu, tirei o lenço que ela já usava como todas as atendentes da loja e inclinei a cabeça dela pro lado, a mordendo logo em seguida. quando terminei, passei as costas da mão na boca e coloquei o lenço de volta nela- não tira esse lenço por nada, ok? — não tirarei por nada — ótimo, agora vem cá -puxei ela mais pra perto e a beijei de novo. continuamos nos pegando ali até que ouvi umas risadas meio distantes, mas que não me eram estranhas.- a hora da diversão acabou lindinha, tenho que ir. -dei um ultimo beijo nela e fui pra perto de onde vinham as risadas, me escondendo atrás de um carro. fiquei PUTO com o que vi, a Elena e o Kol estavam praticamente transando no estacionamento. Não aguentei ver aquilo muito tempo, tive que ir lá.- Oi pessoal, posso participar da festinha? — Damon?? O que ta fazendo aqui? — Elena falou assustada — Tava passando perto do shopping e resolvi parar pra comer batata frita como todo ser humano -sorri ironicamente- — então pode sair daqui por favor? — Kol fala com um sorriso irônico — É claro que .. Não! Vamos Elena, tá tarde e amanhã você tem escola. — me deixa damon — Elena falou, já pude perceber que ela tava irritada — Elena, você VAI comigo! — não vou nada — Você vai nem que eu tenha que te tirar daqui a força! — se você encostar nela, eu mato você — kol falou — Kol, porque você não cala a boca? Vamos Elena, eu to ficando irritado, e isso não é bom. — aaaai ok. Tchau amor, fala com você depois — ela deu um selinho nele — ótimo, vamos. -peguei ela pelo braço e saí andando- — pq ta fazendo isso? — porque .. porque ele tava praticamente te engolindo no estacionamento e você tava deixando Elena -falei irritado- — ele só tava me beijando — aham, e eu sou assistente do papai noel — e se tivesse acontecendo algo a mais, o que você teria a ver com isso? Fui responder mas tive que ficar quieto, porque ela tinha razão. Eu odeio, com todas as minhas forças: ODEIO quando ela faz isso, quando ela fica com a razão, quando ela me contraria, quando ela faz coisas pra me irritar, odeio quando ela tá com ele, odeio o jeito mimado dela, odeio. — me leva pra casa logo — dá pra você ficar quieta? -falei batendo a mão no volante- — ta irritado pq? quem devia ta irritada aqui era eu — porque você me tira do sério Elena, você faz DE TUDO pra me irritar — Eu faço tudo pra te irritar? Olha o que você acabou de fazer comigo e com o Kol — Eu fiz o que era certo, sabe-se lá o que ia acontecer se eu não tivesse visto vocês dois ali! — não ia acontecer nada, muito mais num estacionamento — se dependesse do Kol -falei ironicamente- — para com isso, não sei pq você não gosta dele — bota uma coisa nessa sua cabeça, o Kol NÃO É esse "príncipe" que você imagina! — pra mim ele é isso tudo Ri ironicamente. — desculpa informar mas você vai cair do cavalo. — você nem conhece ele direito — muito mais do que você imagina — ah sei — falou irritada cruzando os braços — acredite no que quiser. — pq você não gosta dele? — tenho meus motivos -falei mais "calmo"- — quais motivos? — não vem ao caso, não agora. — eu tenho que saber pelo menos o motivo por você não gostar dele — um dia você vai saber, não tá muito longe. — não entendo você — um dia você pega o jeito -sorri de canto- — pegar o jeito de que? — de me entender — acho que nunca vou entender — eu não sou tão difícil assim, um pouco de boa vontade ajuda — aah é sim — você não me conhece pra falar tão mal assim de mim — já é a pratica — muito mal costume, isso sim chegamos em casa estacionei o carro e quando entramos não tinha ninguém — cade todo mundo? — elena me perguntou — e eu sei?! -dei de ombros, coloquei a chave do carro na mesinha de centro e me joguei no sofá- — sera que eles vão demorar? — acho que não, já tá tarde — vou ir subindo pro meu quarto então — não, fica aí — pra que? — pra gente conversar, você vive fugindo de mim — a gente conversando não vai acabar bem — porque? — a gente sempre briga — é só você se controlar um pouco, prometo que vou tentar fazer o mesmo -ergui as mãos, sorrindo ironicamente- ela da uma risada gostosa e senta — Vamos ver um filme? — qual? — "Arraste-me para o inferno" — eu tenho medo de filme de terroe — ela fez bico — ah, para! se você ficar com medo pode se abraçar em mim, eu deixo ela começou a rir — pode deixar que eu não vou fazer isso — ela diz
— quem vai tá perdendo é você -dei risada- quer cobertas? — quero — vou lá pegar, quero pipoca -falei fazendo voz de inocente hahaha- — eu não sei fazer pipoca, na verdade não sei fazer nada — nossa hein -fiz careta- pega as cobertas — ok — ela saiu pra pegar Fui pra cozinha fazer a tal pipoca, quando ela voltou de lá de cima chamei ela. — oi? — pega alguma coisa pra gente tomar? to quase acabando. — coca cola? — pode ser — ok — ela fala abrindo a geladeira peguei umas pipocas na mão e toquei nela — para, eu não gosto — você é muito sem graça -toquei de novo, pra irritar ela, e coloquei a pipoca que tava na panela dentro do pote- depois famos pra sala e eu botei o filme O Filme mal tinha começado e ela já tava com a cabeça praticamente toda coberta e os olhos arregalados pra tv. Tava sentado do lado dela, coloquei a mão em volta dos ombros da mesma sem encostar nela e ela nem percebeu de tão concentrada que tava, quando consegui alcançar o "outro" lado fui aproximando a minha mão de vagar do pescoço dela e dei um "bote" agarrando o mesmo e dando um grito. Ela deu um pulo do sofá e começou a gritar, quase morri rindo. — PQ VC FEZ ISSO? — Você .. tinha que .. ver .. a sua .. cara -falei com dificuldade, de tanto rir- — não achei graça nenhuma — falou de bico — ahhhhhhh que bonitinha -falei rindo mais- vou parar, juro! — to com mais medo agora — senta aqui -puxei ela pra perto e passei o braço em volta dela- — ta tentando fazer o que? — que mania chata que você tem de ver maldade em tudo, to quieto. — com você tudo se espera — mas agora eu to quieto, poxa -me fiz de vítima e ela rolou os olhos- vamos ver o filme, vai. — ok — ela bufou Sorri e seguimos vendo o filme.
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