Notas iniciais
Mais um! Tô amando os comentários, continuem dizendo o que vocês acham, vou começar a responder vocês, antes tava sem tempo. Hahahahahah, comentem bastante, nhom.

[...]

Eram 7 horas quando eu fui pra tal rua atrás do shopping, não demorou muito a moreninha gostosa chegou.

— Achei que não ia vir.

— você pediu e eu vim

— Hmmm, gosto assim -sorri puxando ela pela cintura- AH! Qual seu nome?

— Aria

— Diferente, Aria. -falei e beijei o pescoço dela. fui subindo a "trilha" dos beijos até alcançar a boca dela e a beijar. ela me afastou quando tava ficando sem ar.- hmmm -resmunguei-

— que foi? — ela perguntou

— esquece, olha pra mim -segurei o rosto dela- quero que você fique bem quietinha agora! -ela assentiu, tirei o lenço que ela já usava como todas as atendentes da loja e inclinei a cabeça dela pro lado, a mordendo logo em seguida. quando terminei, passei as costas da mão na boca e coloquei o lenço de volta nela- não tira esse lenço por nada, ok?

— não tirarei por nada

— ótimo, agora vem cá -puxei ela mais pra perto e a beijei de novo. continuamos nos pegando ali até que ouvi umas risadas meio distantes, mas que não me eram estranhas.- a hora da diversão acabou lindinha, tenho que ir. -dei um ultimo beijo nela e fui pra perto de onde vinham as risadas, me escondendo atrás de um carro. fiquei PUTO com o que vi, a Elena e o Kol estavam praticamente transando no estacionamento. Não aguentei ver aquilo muito tempo, tive que ir lá.- Oi pessoal, posso participar da festinha?

— Damon?? O que ta fazendo aqui? — Elena falou assustada

— Tava passando perto do shopping e resolvi parar pra comer batata frita como todo ser humano -sorri ironicamente-

— então pode sair daqui por favor? — Kol fala com um sorriso irônico

— É claro que .. Não! Vamos Elena, tá tarde e amanhã você tem escola.

— me deixa damon — Elena falou, já pude perceber que ela tava irritada

— Elena, você VAI comigo!

— não vou nada

— Você vai nem que eu tenha que te tirar daqui a força!

— se você encostar nela, eu mato você — kol falou

— Kol, porque você não cala a boca? Vamos Elena, eu to ficando irritado, e isso não é bom.

— aaaai ok. Tchau amor, fala com você depois — ela deu um selinho nele

— ótimo, vamos. -peguei ela pelo braço e saí andando-

— pq ta fazendo isso?

— porque .. porque ele tava praticamente te engolindo no estacionamento e você tava deixando Elena -falei irritado-

— ele só tava me beijando

— aham, e eu sou assistente do papai noel

— e se tivesse acontecendo algo a mais, o que você teria a ver com isso?

Fui responder mas tive que ficar quieto, porque ela tinha razão. Eu odeio, com todas as minhas forças: ODEIO quando ela faz isso, quando ela fica com a razão, quando ela me contraria, quando ela faz coisas pra me irritar, odeio quando ela tá com ele, odeio o jeito mimado dela, odeio.

— me leva pra casa logo

— dá pra você ficar quieta? -falei batendo a mão no volante-

— ta irritado pq? quem devia ta irritada aqui era eu

— porque você me tira do sério Elena, você faz DE TUDO pra me irritar

— Eu faço tudo pra te irritar? Olha o que você acabou de fazer comigo e com o Kol

— Eu fiz o que era certo, sabe-se lá o que ia acontecer se eu não tivesse visto vocês dois ali!

— não ia acontecer nada, muito mais num estacionamento

— se dependesse do Kol -falei ironicamente-

— para com isso, não sei pq você não gosta dele

— bota uma coisa nessa sua cabeça, o Kol NÃO É esse "príncipe" que você imagina!

— pra mim ele é isso tudo

Ri ironicamente.

— desculpa informar mas você vai cair do cavalo.

— você nem conhece ele direito

— muito mais do que você imagina

— ah sei — falou irritada cruzando os braços

— acredite no que quiser.

— pq você não gosta dele?

— tenho meus motivos -falei mais "calmo"-

— quais motivos?

— não vem ao caso, não agora.

— eu tenho que saber pelo menos o motivo por você não gostar dele

— um dia você vai saber, não tá muito longe.

— não entendo você

— um dia você pega o jeito -sorri de canto-

— pegar o jeito de que?

— de me entender

— acho que nunca vou entender

— eu não sou tão difícil assim, um pouco de boa vontade ajuda

— aah é sim

— você não me conhece pra falar tão mal assim de mim

— já é a pratica

— muito mal costume, isso sim

chegamos em casa estacionei o carro e quando entramos não tinha ninguém — cade todo mundo? — elena me perguntou

— e eu sei?! -dei de ombros, coloquei a chave do carro na mesinha de centro e me joguei no sofá-

— sera que eles vão demorar?

— acho que não, já tá tarde

— vou ir subindo pro meu quarto então

— não, fica aí

— pra que?

— pra gente conversar, você vive fugindo de mim

— a gente conversando não vai acabar bem

— porque?

— a gente sempre briga

— é só você se controlar um pouco, prometo que vou tentar fazer o mesmo -ergui as mãos, sorrindo ironicamente-

ela da uma risada gostosa e senta

— Vamos ver um filme?

— qual?

— "Arraste-me para o inferno"

— eu tenho medo de filme de terroe — ela fez bico

— ah, para! se você ficar com medo pode se abraçar em mim, eu deixo

ela começou a rir — pode deixar que eu não vou fazer isso — ela diz

— quem vai tá perdendo é você -dei risada- quer cobertas?

— quero

— vou lá pegar, quero pipoca -falei fazendo voz de inocente hahaha-

— eu não sei fazer pipoca, na verdade não sei fazer nada

— nossa hein -fiz careta- pega as cobertas

— ok — ela saiu pra pegar

Fui pra cozinha fazer a tal pipoca, quando ela voltou de lá de cima chamei ela.

— oi?

— pega alguma coisa pra gente tomar? to quase acabando.

— coca cola?

— pode ser

— ok — ela fala abrindo a geladeira

peguei umas pipocas na mão e toquei nela

— para, eu não gosto

— você é muito sem graça -toquei de novo, pra irritar ela, e coloquei a pipoca que tava na panela dentro do pote-

depois famos pra sala e eu botei o filme

O Filme mal tinha começado e ela já tava com a cabeça praticamente toda coberta e os olhos arregalados pra tv. Tava sentado do lado dela, coloquei a mão em volta dos ombros da mesma sem encostar nela e ela nem percebeu de tão concentrada que tava, quando consegui alcançar o "outro" lado fui aproximando a minha mão de vagar do pescoço dela e dei um "bote" agarrando o mesmo e dando um grito. Ela deu um pulo do sofá e começou a gritar, quase morri rindo.

— PQ VC FEZ ISSO?

— Você .. tinha que .. ver .. a sua .. cara -falei com dificuldade, de tanto rir-

— não achei graça nenhuma — falou de bico

— ahhhhhhh que bonitinha -falei rindo mais- vou parar, juro!

— to com mais medo agora

— senta aqui -puxei ela pra perto e passei o braço em volta dela-

— ta tentando fazer o que?

— que mania chata que você tem de ver maldade em tudo, to quieto.

— com você tudo se espera

— mas agora eu to quieto, poxa -me fiz de vítima e ela rolou os olhos- vamos ver o filme, vai.

— ok — ela bufou

Sorri e seguimos vendo o filme.