What You Mean To Me
23 Capítulo 23
Notas iniciais
Mais um capítulo lindo pra vocês, desculpa a demora pra postar e quero ver os comentários de todas, ok? xx
Povs Elena:
A semana passou rápido. Passei quase esse tempo todo ignorando o Damon, só as vezes que falava com o Kol. As coisas não estavam lá tão fáceis, vendo pelo ponto que eu tava sendo praticamente obrigada a sair de férias com o Damon. Não obrigada, mas dava a impressão de que o tio Ric tava praticamente me expulsando de casa, ouvi até a tia Jenna falando que ele tava exagerando. Mas segundo ele, vai ser "melhor pra mim". Tava conversando com a Caroline sobre essas férias aí, quando o Kol chegou perguntando se podia me levar em casa. — pode — sorrio Ele sorriu, e fomos até em casa conversando. Quando chegamos e eu ia me despedir, ele me interrompeu. — O Damon tá em casa? -sim, pq? — Tenho que falar com ele, pode chamar? -claro — sai do carro e chamei o damon POV's Damon: O que o Kol quer agora? Tava demorando. Desci e fui falar com ele. — O que você quer? — Descobri que você e a Elena vão sair em férias e que você tava esquecendo de me avisar esse pequeno detalhe -ele sorriu ironicamente- — nem namorado dela você é mais, pq iria de avisar — Eu já fui muito nobre em não te matar, não me faça perder a paciência. Você sabe muito bem que eu quero ir junto! — eu to justamente protegendo a Elena, e o que você tem a ver com isso? — Você acha mesmo que pode com o Klaus? -ele deu risada- — eu farei o possível pra proteger ela, e vê se não se mete Ele respirou fundo, deu um sorriso ironico e me segurou pela gola da camisa. — Olha só, o nosso interesse em proteger a Elena é totalmente mútuo, então acho melhor você parar de querer dar uma de fodão e aceitar que AQUI, quem tem mais a perder é você, e me deixar logo ajudar. Caso contrário eu faço você sair do meu caminho -ele deu um sorriso irônico- então, qual vai ser? vai me deixar ajudar de boa vontade ou eu vou ter que te forçar? — não posso confiar em você Ele rolou os olhos, me soltou com força e tirou de dentro do casaco uma estaca de carvalho branco. — Toma -ele tocou pra mim- isso serve? Mas antes que você tente fazer alguma gracinha com isso, fique sabendo que tem gente que sabe que eu te dei essa forma de confiar em mim, e se alguma coisa acontecer a mim, virão atrás de você. — se você fizer eu me arrepender .. — Sem gracinhas Damon -ele disse ironicamente- — você sabe que temos que contar a verdade pra ela né? — Sei, mas depois damos um jeito de fazer isso. Se contarmos antes da viagem ela não vai querer ir. — na viagem então? — Não né. -ele rolou os olhos- o que a gente tem que se preocupar em fazer é tirar ela daqui, ou você acha que o Klaus vai esperar a chegada do inverno pra vir atrás dela? -ele balançou a cabeça- — idiota, o que a gente vai falar pra ela? Ela acharia estranho vc ir também — você é um vampiro ou o que? -ele rolou os olhos- é só compelir ela ou inventar qualquer desculpa, pronto. — se o Ric não tiver dado verbena pra ela — tá brincando né? COMO VOCÊ DEIXA UMA COISA DESSAS SEU ANIMAL? — a culpa não é minha. Mas posso fazer ela parar — Não. É melhor deixar ela com verbena, mas alguma coisa que saia a hora que a gente quiser, um anel, um colar, uma pulseira. Sei lá. Ela precisa de verbena caso a gente trombe com o Klaus por aí. — o que? A tempos não vejo nada de verbena — Se o Ric tem verbena é óbvio que ele deve ter guardado em algum lugar, dá um jeito. Ou será que nem isso você faz sozinho?! — vou perguntar a ele — tá -ele rolou os olhos- — era só isso? — era — então tchau — Tchau Saio e fecho a porta Ele saiu com o carro e eu fui até o Ric, aproveitando que ele tava sozinho olhando umas papeladas do escritório. — Ric, você já deu verbena pra Elena? — ainda não, Pq? — Porque você não pode fazer ela tomar, tem que dar verbena pra ela de outro jeito! — mas como? — Você nunca ouviu falar que se você colocar verbena em qualquer acessório ou roupa da pessoa ela protege da mesma maneira que se você der pra ela beber? — eu acho que tenho um colar — ótimo, então vai ser isso. Ele vai até a gaveta e pega uma caixinha — aqui Abri a caixinha e dei um sorriso de canto. Não era um daqueles colares desses cheios de frufru que você compra na primeira loja da esquina, ele tinha um ar sofisticado, antigo. — Era de quem? -perguntei tirando o mesmo da caixinha e o olhando- — era muito antigo da minha antiga esposa — Ah -sorri- como era mesmo o nome dela? Isobel, não?! — era sim — Você não devia guardar coisas da sua ex esposa por aqui -falei ironicamente e Ric franziu a testa- — só guardei as coisas importantes — Ah -rolei os olhos- vou lá falar com ela. Ele assentiu e eu subi, indo até o quarto da Elena e batendo na porta do mesmo. Do jeito que ela tá de uns dias pra cá todo cuidado é pouco. — que foi? — Preciso falar com você! — sobre? — Que diabos Elena, posso entrar ou não? — entra
Rolei os olhos e entrei. — Então, tenho uma coisa pra você -me aproximei olhando no fundo dos olhos dela- eu não quero que você tire esse colar ou deixe que tirem de você, você só pode tirá-lo quando eu ou o Kol pedirmos. Ela assentiu. Sorri satisfeito e então entreguei a caixinha pra ela. — mas Pq isso?? — É um presente .. Especial. Seu tio quer que você use. Eu quero. — mas pq eu tenho que usar? — Quando for a hora você vai saber. — hora do que?? — A hora certa, simples. Você pergunta demais. — ok então — Já arrumou suas coisas pra amanhã? — tenho que ir mesmo? — Tem! -falei num tom duro- — ta né. Vou arrumar agora Abri um sorriso de canto respirando fundo. Ela tava sendo .. fácil?! Hm. — que foi? — Nada ué -dei de ombros- — hm — Posso saber porque você anda tão má comigo? -disfarcei um sorriso com um beicinho mal feito- — eu to normal com você — ahhhhh não tá não! — to sim — vou fingir que acredito -bufei- — Pq acha que eu to estranha — Porque toda vez que eu fico num mesmo ambiente que você, você fecha a cara ou foge de mim. Fora que quando eu tô aqui você tá sempre trancada no quarto, e se fala comigo são respostas curtas e grossas. — eu sempre fui assim — Esqueceu que eu te conheço? — que saco cara, eu to normal Rolei os olhos. — Ok Elena. Virei as costas pra ela e saí. Ela anda realmente insuportável. Acho que a Elena não muda nunca, ela sempre vai ter esse jeito revoltado, prefere mesmo que eu a trate mal. Ok, é isso que ela vai ter. O Damon sínico, frio e irritante. Fui pro meu quarto e tomei um banho pra ver se tirava essa garota da cabeça, saí do mesmo, me arrumei e me joguei na cama, logo peguei no sono. [...] O dia passou voando, eram 19:30 e a gente tava se despedindo de todo mundo. Resolvi sair mais cedo pra chegar no "final da noite" na casa. Era uma casa dos Gilbert. Fui lá algumas vezes a anos atrás. Eram 9 horas de viagem, iríamos chegar lá pelas 4 ou 5 horas da manhã na casa. Sei que era melhor se eu saísse de madrugada, mas gosto de dirigir a noite. Elena tava agarrada na Jenna, tentando me enrolar pra passar o tempo. As malas já estavam no porta-malas e eu só tava esperando ela. Iriamos passar na casa do Kol pra pegar ele. — Vem Elena! — to indo, calma Rolei os olhos. Ric veio até mim. — Cuida dela hein Damon, e você sabe .. -o interrompo- — Nada do que aconteceu pode acontecer de novo. -falo impaciente. Ele sorri- — Obrigado. Dou um meio sorriso. — É o que qualquer amigo faria. — Estou certo que não. Faço uma cara de convencido e ele me abraça, dando um tchau e indo se despedir da Elena pela milésima vez. Quinze minutos depois consigo colocar ela a força dentro do carro, e partimos. Ela parecia emburrada. — Ânimo Elena, suas férias estão começando -falo com um sorriso malicioso no rosto- — preferia ficar em casa Rolei os olhos e preferi não responder. Pouco depois chegamos na frente da casa do Kol. Ele parou do lado da minha janela, desci a mesma e joguei a chave nele. Ele rolou os olhos e foi abrir o porta-malas pra por as coisas dele. Assim que fez, entrou na parte de trás do carro, fechou a porta e me tocou as chaves de volta. — Demorou -ele falou se atirando pra trás no banco- Oi Elena! -sorriu- — Eu já tô fazendo demais em te levar, e ainda reclama? -falo ligando o carro- — ooi — ela responde sorrindo Olhei pra ele pelo espelho e o mesmo deu um sorriso sínico. Filho da puta. Franzi a testa e ele voltou a falar com a Elena. Essa viagem vai ser longa, com certeza. [...] Umas horas depois de termos saído paramos numa lanchonete pra jantar e pegar algumas coisas pra viagem. Não era necessariamente de hambúrgueres que eu precisava, mas .. Descemos do carro e lá fora o vento tava frio, tanto que Elena abraçou a si mesma esfregando os braços. Kol aproveitou a oportunidade e a abraçou, os dois entraram na lanchonete conversando, abraçados e rindo. Tem coisa mais ridícula, nojenta?? Sentamos em uma mesa perto da janela e ficamos um tempo olhando o cardápio, até que pedimos os três. — odeio parar em qualquer lugar durante a viagem — Prefere morrer de fome? — larga de ser grosso — EU? -falo arregalando os olhos- que eu saiba tudo que eu tenho feito até agora tá sendo pra te agradar, a mal agradecida da história é você, docinho. — eu não tava fazendo nada Rolo os olhos. Kol tava no banheiro enquanto esperávamos as comidas chegarem. — Você tem noção do quanto é difícil? — difícil o que? — Aguentar essa sua troca de humor instantânea. — o bipolar da historia é vc meu amor Franzo a testa. — Você me provoca e quando eu entro na brincadeira se faz de ofendida, como eu ainda te aguento? — onde eu te provoquei? — Você vive me provocando, docinho. -sorrio ironicamente- — me fala uma coisa em que eu te provoquei — Seu ponto alto de se fazer de santa foi o dia em que a gente tava fazendo não me lembro o que e você me provocou, eu te beijei e depois você me tratou como se eu fosse um psicopata que tinha te agarrado e abusado de você. — mas eu não pedi pra você me beijar — você me provocou! — não provoquei, só perguntei o que era se distrair — Ora Elena, vai dizer que não sabe a minha forma de diversão? -falo me aproximando dela- — não imaginava que você fosse me beijar — disse nervosa por conta da muito aproximação — Vai dizer que não gostou?! -falo sem me afastar- — isso não vem ao caso... — Claro que vem -falo tirando o cabelo do rosto dela e o colocando atrás de sua orelha, enquanto ela respira fundo pelo toque.- Você sabe que eu posso repetir, é só dizer que sim .. Falo olhando pra ela, observando sua reação, quando alguém pigarreia do nosso lado, imediatamente me afasto olhando quem era. Kol. Argh! — Então, a comida já chegou? — Não -falo me jogando pra trás na cadeira, impaciente. Ele tinha que atrapalhar???- — Kol? — hum?! — tudo bem? — tudo -ele dá de ombros- ainda tá com frio? — muito Ele dá um sorriso e senta mais perto dela a abraçando e esfregando os braços dela. Ela deita a cabeça no ombro dele e o mesmo beija o topo da cabeça dela, a fazendo sorrir. Eu bufo. — isso é gostoso — ela diz. Ele sorri pra ela e me encara com um olhar irônico. — Animada pelas férias? Ele pergunta baixinho pra ela, é claro que eu ouço. — preferia ficar em casa — Não fala assim, tenho certeza que vai se divertir. Rolo os olhos. — como? não tem nada pra fazer lá — A gente arruma, tenho certeza. Ele sorri. Mas que diabos .. Quando abro a boca pra falar o garçom chega com a comida e eles se afastam pra comer. Pelo menos isso. logo comemos e depois voltamos pro carro — Kol vou ficar atras com você, to com sono e frio Ele assente e entramos no carro. Horas depois o silêncio reina, olho pra trás e Elena dorme com a cabeça deitada nas pernas do Kol. Volto a olhar pra estrada. — logo logo ela terá que saber a verdade — Kol fala — Eu sei. Suspiro. — pretende contar quando? — A gente tem que esperar ela se acostumar com a casa. — ela viveu naquela casa a vida toda — Mas ela não queria vir! — vamos contar antes que ela descubra sozinha e fique com raiva da gente. Não iria aguentar ela triste comigo — A gente tá fazendo isso tudo justamente pra proteger ela, é diferente. Ela vai ter que aceitar que não é tudo tão simples. — eu sei... — Uma semana, ok? Uma semana e a gente conta que somos vampiros, contamos do Klaus e você fala tudo o que quiser. Apenas a deixe sem essa preocupação por uma semana. Eu conheço a Elena, ela não vai conseguir nem dormir direito depois que descobrir tudo! — vocês são o que? — ela fala com voz de sono O Kol me olha e eu balanço a cabeça negativamente pra ele não falar nada. — Somos .. Vampiros. Ele só pode tá tirando com a minha cara! Vou matar o Kol, ele chega a ser patético. Espero que a Elena não acredite nisso. — Ava — Ah o que? Kol pergunta e eu prendo o riso. — AVA — ela fala rindo, parece que ela não tava acreditando graças a deus — Kol, porque você não cala a boca e vem dirigir? -falo sorrindo ironicamente- — Porque eu? — Porque eu to cansado, to a quase 5 horas dirigindo. Ele bufa. — Damon, fala pra ela! — Kol, a Elena não acredita nessas coisas, perdeu a graça a brincadeira -falo sorrindo ironicamente disfarçando minha vontade de matar ele, enquanto encosto o carro- vem.
Desço assim como ele e passo pro banco de trás com a Elena enquanto ele assume a direção. — Não dá bola, o Kol realmente não é bom humorista. — percebi... — Você é ridículo, Damon. -ele rola os olhos e acho que se dá por vencido- — Você não fica longe Mikaelson. — Não vão brigar agora não né? — Por mim -dou de ombros- — falta muito pra chegar? — Umas quatro horas. — que saco — A gente podia aproveitar enquanto isso -sussurro no ouvido da Elena e percebo que o Kol me olhou pelo espelho- — larga se ser idiota Dou uma mordida na orelha dela e a mesma me empurra, me fazendo rir. — Calma docinho, não fiz nada! — não me irrite — Eu adoraria te ver irritada mas em outro lugar -solto uma gargalhada e ela bufa- ok, não tá mais aqui quem falou — Kol, para o carro? quero passar pra frente — Não ouse! -falo e o desgraçado sorri- Eleeeeeena! — que?? — Não vou incomodar, juro -faço beiço- — ta bom Dou um sorriso de canto e ela volta a ouvir música no celular, como fazia antes de dormir. [...]
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