What You Mean To Me
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Mais um, aê! Hahahahahaha
As coisas vão melhorar, continuem comentando pra mim ver o que vocês acham ;)
As coisas vão melhorar, continuem comentando pra mim ver o que vocês acham ;)
Logo depois o filme acabou.
– Eu odeio filme de terror — disse Elena ainda assustada – Nada demais, me deu até sono. Você que é medrosa. -rolei os olhos- – eu disse que eu tinha medo – Quer que eu durma com você? -sorri maliciosamente- – sonha Dei risada. – Sério, aqui na sala! – eu durmo no meu quarto mesmo, de luz acesa – não reclame se vierem te pegar, a escolha foi sua -ela fez careta e eu soltei uma gargalhada- – ta rindo de que? – da sua cara! quando ela ia questionar um barulho de trovão aparece e ela grita Me joguei pra trás no sofá rindo sem parar, até que ela gritou um "PARA" – Escandalosa -falei recuperando o ar- – só faltava essa, chover – isso é um manifesto do filme por você não querer dormir comigo – daqui a pouco o pessoal chega, eu durmo no quarto do Jeremy com ele Rolei os olhos e fiquei trocando de canal até achar algo interessante. – pq sera que eles tão demorando tanto? – Não sei, vai ver o cara do filme foi fazer uma visita a eles -dei de ombros- – aaaaaaaaaaah que horror Dei risada. – Daqui a pouco eles chegam, calma. e de novo da a trovoada mas dessa vez começa a chover – ah pqp, só falta isso – para de reclamar Elena! – eu to com medo, você quer que eu faça o que?? – Pare de reclamar! -rolei os olhos e ela bufou.- Ficamos vendo uma coisa idiota na TV e a chuva ia aumentando cada vez mais, até que virou um temporal enorme, raios rasgando o céu em intervalos de poucos minutos, a Elena só faltava entrar pra dentro da almofada de tanto que apertava ela, até que o telefone tocou. Ela deu um pulo, rolei os olhos e fui atender. – Alô? Oi Jenna .. Hã? T .. Tá cortando Jenna .. Alô? .. Fala! .. Casa de quem? .. Tá ... Hã? .. Tá, tudo bem! .. Tá bom Jenna .. T-tchau! Desliguei e me sentei de novo. – Quer a notícia boa ou a ruim? – o que aconteceu?? – A boa ou a ruim? – boa – Você vai passar a noite comigo -sorri e ela rolou os olhos- – Mas não vou mesmo!! O que aconteceu? – Seu tio não vai se arriscar a andar de carro nessa tempestade né Elena! Eles vão parar na casa de um amigo perto de onde eles estão e passar a noite ali, amanhã de manhã quando as estradas estiverem melhores eles vem! – e agora? – agora a gente fica aqui, ou você quer sair nessa chuva? – vou pro meu quarto — ela falou irritada – EU NÃO TENHO CULPA – eu sei, mas eu já to irritada e vc fica fazendo esses comentários irônicos – Ops, desculpa -falei ironicamente, erquendo as mãos.- juro que parei! – to saindo — ela disse e tudo ficou escuro, tinha acabado a luz – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah — ela da aqueles gritos estéricos Fiquei bem, BEM quieto. Ela parou de gritar e começou a falar "Damon? Cadê você? Não tem graça, fala alguma coisa!" Tava LOUCO pra rir mais fiquei quieto. Uma vantagem de ser vampiro é que você pode se aproximar de alguém sem que ela perceba, só sinta um vulto passando perto dela. E no escuro, ah, fácil. Fui pra perto da Elena e ela paralisou, parecia que tinha dado pane, ficou congelada, o coração dela tava acelerado, a respiração ofegante. – Damon? Não respondi, esperei um pouco e agarrei ela. Ela começou a gritar e eu tapei a boca dela, ela começou a se debater. Segurei meu riso até não poder mais, depois soltei uma gargalhada alta e não consegui mais parar de rir, ela começou a me soquear, me chamar de tudo quanto era coisa, e por mais que eu nem sentisse, os socos dela estavam me incomodando. Segurei as mãos da mesma e a empurrei de vagar até ela encostar na parede. – eu não achei graça – Eu achei. -suspirei de tanto rir- você grita hein! – Para com isso, eu não gosto – Foi engraçado poxa! – pois eu não achei. E agora nem vou conseguir dormir já que ta sem luz – ótimo, ficaremos acordados -falei escorregando de vagar as mãos dela até encostá-las na parede também- – eu tenho escola amanha cedo, vou virada? – Você que sabe .. – vou ficar acordada, to com medo de dormir no escuro – Vem cá -peguei ela pela mão e a desastrada quase caiu um tombo. Rolei os olhos, a peguei no colo e subi até o quarto dela. Conheço BEM aquela casa, até no escuro. Coloquei ela sentada em cima da cama.- pronto, acho que agora não corre o risco de quebrar nada, né? – eu to com medo de dormir, vc sabe que eu tenho medo de escuro – Eu vou ficar aqui, até você dormir. – ok então Ela se deitou e se tapou. Tirei meus sapatos e fiz o mesmo. – eu já tenho medo de escuro, e quem mandou eu ver aquele filme?? – vai dizer que você nunca viu um filme de terror na vida?! – já, mas não com chuva – nossa -rolei os olhos- – não to conseguindo dormir Segurei o pulso dela e a puxei, fazendo com que ela deitasse a cabeça no meu peito, ela sussurrou um "ai" e eu dei um beijo de leve no pulso dela, senti o sangue pulsar nela e todos os meus sentidos se aguçaram, minha respiração acelerou, e eu comecei a sentir a garganta secar, puta merda. Abaixei o pulso dela e respirei fundo, voltando ao normal.
Poucos minutos depois ela se aconchegou ali, e eu fiquei em silêncio esperando ela dormir por um tempo. Quando achei que ela já havia dormido, tentei me levantar devagar e ela segurou meu braço. – fica aqui Dei um leve sorriso e deitei de novo, ela se deitou do mesmo jeito que tava antes, suspirei e fiquei acariciando o rosto dela com a ponta dos dedos por um tempo até que segurei o queixo dela e levantei o rosto da mesma com calma. – o que você ta fazendo? – Shhhh .. Dei um selinho nela, depois outro, e outro .. Quando ela se "acostumou" com a idéia, a beijei de verdade. No início ela não queria, mas depois retribuiu colocando as mãos gélidas no meu pescoço. A puxei pra cima de mim e continuamos nos beijando, ela dava um sorriso de canto no meio dos beijos, o que me fazia rir baixinho. Depois de um tempo subi a minha mão que segurava a cintura dela pra debaixo de sua blusa, ela protestou baixando minha mão, mas eu coloquei de novo e ela cravou as unhas no meu ombro. – Ai -reclamei baixinho, mordendo o lábio inferior dela. Ela sorriu e eu continuei com a mão embaixo da blusa dela, alisando suas costas. Quando eu tava quase, QUASE chegando lá em cima, parece que houve um flash e ela imediatamente colocou a mão no rosto. Segundos depois quando me acostumei com aquilo, percebi que era a luz que tinha voltado. – Puta merda -grunhi e ela saiu de cima de mim, se jogando do meu lado na cama com as mãos no rosto. – É... — ela não sabia o que falar – É. -ri baixo- Eu acho que .. Vou pro meu quarto, é. – ok... Olhei pra ela e sorri, me sentei na beirada da cama, me estiquei e dei um beijo no canto da boca dela. – Boa noite. Peguei meus sapatos e saí. Entrei no quarto em êxtase, paralisado, não sabendo o que pensar. Se a porra da luz não tivesse voltado, a gente .. puta que pariu! Sorri me olhando no espelho, olhando pra marca vermelha nos meus ombros. Tirei a camisa, as calças e me deitei, sem saber se ia conseguir dormir depois daquilo.
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