What They Do To Guys Like Us In Prison.
11 Home Sweet Home.
Notas iniciais
Boa leitura.
Acordei no outro dia com o barulho insuportável do despertador que marcava 08:00 em ponto.
-Desliga isso. — Gerard pediu, colocando a cabeça embaixo do travesseiro.
Levantei rápido, parei o despertador e fui pra prateleira do banheiro, onde eu guardava os remédios. Peguei o comprimido e engoli. Fui pra cozinha preparar o café, deixei a água e o leite fervendo e fui lavar a louça que tinha deixado ontem. Terminando de lavar a louça, fiz o café e fui tomar banho. Tomei um banho demorado e me vesti, decidi acordar Gerard.
-Gee, acorda. — Falei, dando um beijo em seu rosto.
-Só mais 5 minutinhos. — Pediu.
-Vem, levanta.
Gerard levantou e foi para o banheiro enquanto eu fui pra cozinha tomar meu café. Quando sentei na mesa e me servi, ouvi a campainha tocar. Quem seria? Levantei e fui atender, eram Alicia e Mikey.
-Acordei você, papai? — Perguntou Alicia, me cumprimentando.
-Não, eu tava tomando café. Tudo bem Mikey?
-Sim, Gerard tá aí? — Disse Mikey, entrando.
-Tá, tomando banho. Querem café? — Ofereci.
-Não, obrigado, já comemos antes de sair. — Alicia disse.
-Sentem, vou tomar café e já podemos ir. — Falei.
Mikey e Alicia foram para a sala, tomei meu café e fui para o quarto ver se Gerard tinha terminado o banho. Ele estava de toalha escolhendo uma roupa.
-Gee, seu irmão e a Alicia estão aí.
-Ah, só vou me vestir e já tô indo. — Falou. — É que eu ainda não trouxe minhas coisas, só tenho essa calça e preciso de uma blusa.
-Pega uma minha.
-Vai ficar curta.
-Mas tá meio frio, coloca minha blusa por baixo e seu casaco encima. — Sugeri.
-Tá bem.
Gerard terminou de se trocar e fomos para a sala, onde estavam Mikey e Alicia.
-Gerard parece uma mulher, demora um ano pra se vestir. — Disse Mikey.
-Enfim podemos ir pegar as bebês, acho que estou mais ansiosa que você, Frank. — Alicia falou.
-Vamos? — Falei.
-Preciso tomar meu café. — Gerard disse.
-Então vai logo. — Mikeu falou, empurrando Gerard.
Enquanto Gerard tomava café, eu Alicia e Mikey resolvemos colocar o papo em dia. Falamos sobre o delegado, o que tinha acontecido, como foram meus dias terríveis na prisão e Jamia.
-Foi uma fatalidade, coisas assim acontecem todos os dias. — Mikey disse. — Ela só quer te ver feliz, mostre que você pode ser.
-Eu sei, agora eu e Gerard...
-Você e o Gee resolveram ficar juntos? — Disse Alicia, com um sorriso enorme do rosto, super animada.
-Sim, ele agora é o papai Gee. — Falei.
-Eu sou tio e nem sabia. Por que eu sou sempre o último a saber das coisas? — Mikey cruzava os braços.
-Isso aconteceu ontem, esse foi o momento certo pra contar Miks. — Eu disse.
-Awn, felicidades pra vocês. — Falou Alicia. — VAMOS SAIR DESSA CASA HOJE OU NÃO GERARD? — Gritou com Gerard, que estava na cozinha.
-CALMA, ESTOU GUARDANDO AS COISAS. — Gerard gritou também.
-Gee, estamos indo pro carro, feche a porta quando sair. — Falei.
Fomos para o carro e alguns minutos depois Gerard apareceu, tomando seu lugar no banco de trás comigo, enquanto Alicia estava no banco da frente e Mikey dirigia. O hospital ficava bem perto de casa, alguns minutos e já estávamos lá. Mikey estacionou, eu e Gerard nos identificamos na recepção e pegamos o elevador para o berçário, enquanto Alicia e Mikey ficaram na sala de espera. Chegando no berçário, a mesma enfermeira estava lá, nos recebeu e antes de nos levar até as bebês queria nos auxiliar, por sermos pais de primeira viagem.
-Antes de buscar as bebês, vocês tem alguma dúvida? — Perguntou.
-Sim, várias. — Falei.
-Pode perguntar. — Ela disse.
-O leite, como eu faço?
-Vocês podem ir até o mercado e ver de acordo com a faixa etária e preços qual vocês querem comprar. Leite em pó, sempre. — Avisou.
-Como eu preparo a mamadeira? — Perguntei, confuso.
-Como elas são recém-nascidas, elas só vão tomar leite, daqui uns dias água, mas não agora. Então, junto com o leite, vem uma conchinha que ajuda a medir o tanto de leite, para elas, são 3 conchinhas e 150 ml de água. Açúcar não.
-Ah, tudo bem. — Respondi.
-Na hora de colocá-las no berço, nunca coloque pra dormir de barriga pra cima, o certo é de lado ou barriga pra baixo. Os bebês podem gorfar, então sempre de lado ou barriga pra baixo. — Explicou. -Na hora do banho, primeiro lavar a cabeça com cuidado, sempre segurando envolta do corpo e pagando em um dos braços da criança. Como eu já ensinei ao senhor Way. As fraldas vocês sabem trocar?
-Isso sim. — Gerard disse.
-Então já estão prontos para levá-las pra casa. Vamos? — A enfermeira disse, entrando no berçário.
Ela pegou Cherry primeiro, que estava com um macacão rosa escrito: ''Sou do papai'' e depois Lily que estava com um macacão roxo de florzinhas. Cherry sempre de rosa, Lily sempre de roxo.
-Tome senhor Way, essa é a... — Olhou na pulseirinha de identificação no braço da bebê. — Essa é a Cherry. A mamãe deixou as roupas separadas, essa mala e da Cherry e essa outra da Lily. — Mostrou. — Agora a Lily, pronto senhor Iero?
-Sim, claro. — Falei.
Ela me entregou Lily, que dormia.
-Vou deixar as pulseirinhas de identificação para que os senhores não confundam. — Avisou.
-Tudo bem, muito obrigado. — Gerard agradeceu.
-De nada, boa sorte.
-Obrigado. — Falei.
-Eu levo as bolsas até a recepção. — Disse ela.
Fomos até a recepção onde estavam Mikey e Alicia. A enfermeira entregou as bolsas à Mikey, nos desejou boa sorte e deu as costas, saindo. Dali pra frente era eu e elas.
-Awwwwwn, que coisinha mais linda da tia. — Disse Alicia, acariciando Lily. — E você em Cherry, que linda.
-Posso segurar? — Pediu Mikey.
-Claro, tome. — Falei, passando Lily para ele.
-Ela é tão frágil, pegue Frank, estou com medo de machucar. — Mikey disse, me dando Lily. — Não estou pronto para ser pai.
-Como não Michael? — Perguntou Alicia.
-Não sei, é muita responsabilidade. — Mikey respondeu.
-Acho bom você ir se preparando. — Alicia disse, rindo.
-Vamos? — Disse Gerard.
Fomos para o carro, quando entramos Lily começou a chorar e eu entrei em desespero.
-Gerard, o que ela quer? — Perguntei, aflito.
-Calma Frank, ela só acordou. — Gerard respondeu.
-E o que eu faço?
-Nada, ela vai dormir novamente quando chegar em casa. — Alicia falou.
-Meu Deus, isso é terrível, elas são dizem o que querem. — Falei.
-É, você tem que interpretar. — Disse Mikey.
-Elas vão pedir o que precisarem, calma Fran. — Gerard falou.
Chegamos em casa, Lily tinha dormido outra vez e Cherry nem tinha acordado. Mikey e Alicia resolveram ir embora, para meu desespero. Sem Alicia? Sem nenhuma mulher para ajudar ali. O que seria de mim?
-Frank, Gee, boa sorte. — Alicia disse, se despedindo.
-Tchau Gerard, tchau Frank. — Disse Mikey, acenando.
-Tchau, obrigado. — Falei, fechando a porta.
Subimos as escadas e Gerard sugeriu que colocássemos elas no berço. Colocamos e ficamos observando-as dormirem.
-Gee, estou desesperado. — Sussurrei.
-Eu percebi. — Riu. — Elas vão pedir o que precisarem. Eu estou aqui, tudo vai dar certo.
-Não sei o que seria de mim sem você. — Confessei.
-Nem eu sei o que seria de mim sem você. Te amo. — Falou, acariciando meu rosto.
-Nossa rotina muda à partir daqui. Eu tirei uma folga dos livros pra cuidar delas. — Gerard era escritor, tinha parado de escrever para me ajudar.
-Valeu. — Agradeci. — Eu faço o almoço dessa vez.
-Eu vou no mercado comprar o leite delas, você fica bem sozinho?
-Não Gee, não posso ficar sozinho com elas ainda. Eu vou no mercado e compro o leite, meu cigarro e alguma coisa pro almoço. O que você quer comer hoje?
-Tô com vontade de comer panqueca. — Falou.
-Tá bem, fica de olho nas meninas, eu volto rápido.
Peguei dinheiro e fui a pé no supermercado, comprei os ingredientes pras panquecas e o leite. Voltei rápido, não queria deixar Gerard sozinho.
Quando cheguei em casa, Gerard estava cochilando na poltrona do quarto das meninas e as duas dormindo como anjinhos. Fui preparar o almoço.
Terminando, fui chamar Gerard para almoçar.
-Gee, o almoço tá pronto. — Falei, cutucando seu ombro.
-Tá, já tô indo. Você comprou o leite? — Perguntou.
-Comprei sim, vem comer.
Eu e Gerard fomos para a cozinha.
-Hmmm, tá uma delícia. — Falou.
-Ainda bem, dorminhoco.
Fomos interrompidos por um choro fino que vinha do quarto.
-Frank, corre, vai ver o que é. — Gerard disse.
Saí rápido da mesa, fui até o quarto. Quem estava chorando era Cherry, que acabou acordando Lily que por sua vez começou a chorar junto.
-Gerard! As duas estão chorando, vem aqui. — Chamei.
Gerard chegou no quarto e disse:
-Elas querem mamar, eu acho.
-E agora? — Perguntei.
-Você quer ficar com elas e eu faço a mamadeira?
-Não, você fica com elas, eu faço. — Falei.
Gerard foi acalmando as meninas enquanto eu fui para a cozinha. Li o rótulo do leite e vi exatamente como deveria fazer. Fervi a água e coloquei o leite na medida exata. Esperei que esfriasse um pouco e levei até o quarto.
-Pronto Gee.
-Que demora. — Ele disse.
-Eu tava lendo o rótulo, não quero fazer nada errado. — Respondi.
-Tá, pega a Lily que eu pego a Cherry.
-Mas eu não sei dar de mamar. — Falei.
-Elas fazem isso, é só dar a mamadeira.
Peguei Lily, ela estava mesmo com fome, tomou todo o leite. Fiquei orgulhoso de mim mesmo, eu estava me saindo bem. Gerard deu a mamadeira para Cherry que também tomou tudo.
Até que não era tão difícil, o dia passou rápido e elas só dormiam e comiam. Troquei as fraldas duas ou três vezes, mas o difícil mesmo foi o banho, eu tinha ficado morrendo de medo de derrubar Cherry. Eu estava tão feliz por tê-las ali comigo.
Quando anoiteceu eu estava realmente cansado e com sono devido ao remédio, colocamos as bebês pra dormir e fomos pro quarto. Eu senti que estava preparado e que estava na hora, Gerard tinha saído do banho, estava só de cueca no quarto o que me excitou e me fez sentir que realmente eu estava preparado. Ele estava sentado na cama, virado de costas secando seu cabelo com uma toalha. Cheguei de surpresa, sussurrando em seu ouvido:
-Acho que tô preparado.
-A é? Eu também. — Falou.
-Ótimo. — Senti Gerard se arrepiar por inteiro.
Levantei para tirar a calça e Gerard se levantou junto, assim que tirei a calça ele me prensou na parede com força, fazendo nossos corpos colarem. Ele começou a me beijar, quando senti sua língua penetrar minha boca, Gerard num passo rápido me virou e me jogou na cama, subiu encima de mim e tirou minha camiseta rapidamente. Agora ele começava como sempre com os beijos que me enlouqueciam e vinham de cima para baixo, e ao chegar em minha cintura arrancou minha boxer. Gerard parecia ter um roteiro pra transar, ele sempre repetia os mesmo atos, mas sempre inovava em alguma coisa, que seja algo que diz, algo que faz, etc. Ele subiu novamente até meu pescoço dando uma mordida forte, depois beijando no mesmo local. Gerard foi descendo até o ponto que eu queria que chegasse, meu membro já estava rígido, esperando um toque, mas ainda abandonado. Gerard foi se aproximando de minha virilha sem dar se quer uma palavra, o único som que se ouvia era de nossas respirações ofegantes e alguns gemidos que eu deixava escapar às vezes. Gerard finalmente chegou onde eu queria, abocanhou meu membro rígido sem mais enrolação, deixei escapar um gemido e ele sorrindo pra si mesmo começou com movimentos já bem fortes e então.... AAAAAH NÃO! Um choro interrompeu e quebrou todo o clima.
-Gee, awwwn, Gerard! — Falei entre gemidos.
Gerard parou tudo que estava fazendo e se jogou na cama.
-Vai ver o que é Frank. — Disse, ofegante. — Mas tinha que ser bem agora?
Ainda bem excitando e ofegante, vesti rápido só a boxer e corri até o quarto. Era Lily.
-Mas bem agora, meu amor? — Falei, pegando-a nos braços.
O choro agudo entrando em meus ouvidos poderia parecer irritante, mas depois de tudo que eu tinha passado, eu estava feliz. Gerard chegou no quarto.
-Vem Frank, vamos sair daqui antes que vocês acordem a Cherry.
Não pude deixar de ver a elevação entre suas pernas, Gerard riu ao ver que eu estava observando.
-Ela só queria ser mimada um pouquinho, pode colocar no berço outra vez.
Coloquei Lily no berço, apaguei a luz e voltamos pro quarto.
-Quer... Continuar? — Perguntei.
-É melhor não. Agora vai tomar um banho gelado pra baixar isso aí.
-Vem tomar também. — Sugeri.
-Ah, mas eu já tomei, deixa que eu me... Alivio do meu jeito. — Falou.
-Tá bem.
-Eu disse bem, meu amor. Nossa rotina muda à partir de hoje.
Minha rotina com certeza mudou, estava muito melhor, enfim eu estava com quem eu amava em casa. Lar doce lar.
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