Notas iniciais
Oi gente. Vou começar narrando como se sente Helena.
Eram 7 da manhã quando o dispertador tocou.

Aghhh, eu nao quero ir para a escola, mas.... Não tem jeito!

O que me animou foi pensar foi que eu ia encontrar o Harry, o meu melhor amigo e quem eu gostava de estar perto. Com ele, eu sentia que alguém, naquele inferno, gostava de mim.

Minha aula começava em vinte minutos, então corri: me troquei, engoli um pedaço de pão e um copo de suco, escovei os dentes, peguei minha mala, chave do carro e de casa e saí

— Tchau mãe. Eu te amo!

— Te amo também, filha. Boa aula. Bom dia na escola, viu?.- ela berrou da cozinha.

— Valeu. Pra você também: bom dia no trabalho.

Quando estava indo para a garagem, um carro embicou na calçada.

— Madame, por favor.- disse Harry enquanto saía do carro para abrir a porta para mim.

— Hahahaha, ai Hazza, não precisa.- disse, abraçando e lhe dando um beijo na bochecha.

— Ah entra logo, vai? Nao discuta comigo.

— Pois não, capitão Hazza. — respondi, entrando no veículo.- A propósito, obrigada. Adorei a surpresa. Queria mesmo uma carona hoje.

— Tá vendo? Eu leio pensamentos.

Fomos conversando, e rindo o tempo todo. Só perto do Hazza e da minha família eu me sentia assim: alegre.

Quando chegamos, ele percebeu que minha expressão mudou.

— Calma Lih ( é assim que ele me chama mesmo), vai dar tudo certo. Quer que eu te acompanhe até sua classe?

Eu respondi que nao era becessário, que ele já estava atrasado para aula e que a sala dele era logo na entrada ( a minha era no piso superior), mas ele fez questão de me levar.

Estava na aula de matemática e, assim que Hazza saiu, as meninas começaram a cochichar, como sempre, e a mandar mensagens para o meu twitter, me chamando de baranga, loira azeda, e outras coisas que prefiro nem lembrar.

Quando bateu o sinal, saí correndo, chorando muito, e ainda ouvi:" cara, tem gente que, além de muito feia, age feito retardada: chora sempre. Hahahahaha... ela devia se matar". Nesse momento, Harry, ao me ver chorar, correu em minha direção e eu o abraçei muito forte e, claro, chorei muito.

— Calma, meu bem, calma. Não ouça elas. Você não é o que elas falam. E quer saber: eu, particularmente, acho você bonita.

Eu dei um sorriso, mas não havia me convencido.

Quando acabou a aula, Hazza me deixou em casa e disse que ia me logar mais tarde para combinar alguma coisa para hoje à noite.

Notas finais
Gente, façam seus comentarios, com sugestões, por favor;)