Notas iniciais
Keet, sua linda, muito obrigada por ter recomendado a fic! Eu amei *-* Então gente, querem saber por que eu demorei ? Simplesmente porque esse é o último capítulo de "What Is Love ?" e isso me deixou muito nervosa. Então eu trabalhei pesado nisso aqui, viram ? Eu estou chorando muito mas deixo pra fazer o meu texto nas notas finais. Capítulo dedicado para cada um de vocês que não me abandonaram nem nunca desistiram dessa estória. Se tiver algum erro, nossa, me matem, porque eu revisei tanto ... P.S.: All Night é o nome do capítulo simplesmente porque a letra é linda e acho que combina muito. Novo single da R5 e se vocês ainda não ouviram, recomendo que façam isso já. Podem ler ouvindo, se quiserem.

Pov. Ally

Por que isso parecia com um final ?

Talvez por ter um baile, o que era bastante comum em qualquer filme adolescente que não fazia muito o meu tipo. Talvez por eu estar me sentindo perfeitamente como a mocinha de uma história romântica estúpida. Mas que, eu precisava admitir agora: Tinham os seus valores.

Naquela noite, me arrumando — meio forçada mas muito feliz — para o baile de formatura, me peguei pensando no quanto eu tinha mudado. Droga, quem era aquela garota me olhando de volta pelo reflexo do espelho ? Ela tinha a mesma aparência que eu, estava usando um vestido vermelho como eu, tinha os mesmos cabelos ondulados especialmente para a noite do baile. Sem falar no salto alto e bonito mas extremamente desconfortável. Seus olhos eram da mesma cor, mas tinha algo de diferente neles. Os olhos daquela garota tinham brilho, vida, algo a mais que não deveria estar presente. E ela sorria. Sorria de verdade, simplesmente por querer.

E aquela garota é quem eu sou agora.

Mudei o peso de uma perna para outra, ficando de lado para olhar até o final do vestido. Austin tinha o escolhido e comprado pra mim, o que levou a uma disussão que tinha sido logo controlada por alguns sorrisos irrecusáveis, respostas bobas e beijos. É, isso soava bastante como um filme adolescente que eu repudiava.

Tudo bem, era um vestido bonito, tenho que admitir. Mas vestidos, saltos, bailes ... Tudo isso não se parecia nada comigo. Eu ainda preferia minhas roupas velhas de ficar em casa, mas aceitei todas essas coisas fácil demais. É, tinha mesmo algo de errado comigo.

O dia de hoje tinha sido um dos melhores da minha vida. Eu acordei cedo, com batidas fortes na porta do meu quarto e assim que comecei a raciocinar um pouco, deixando a preguiça de lado, percebi que minha mãe me chamava, gritando animada e fiquei um pouco zangada por ela ter me acordado. Demorei alguns minutos pra conseguir levantar, já que os braços de um certo loiro me prendiam ao seu corpo e de volta a cama, que era pequena para nós dois, mas não nos importávamos.

Quando finalmente levantei e abri a porta, pronta para reclamar por ainda ser consideravelmente cedo, me deparei com um sorriso enorme nos lábios de Penny. Ela demonstrava orgulho mas estava bastante ansiosa.

Abri minha boca para perguntar, mas ela falou primeiro:

– É uma carta da Columbia. — Notei que suas mãos estavam tremendo em volta do envelope.

Peguei a carta rápido, sendo naturalmente contagiada por toda aquela ansiedade e logo o nervosismo tomou conta de mim. Eu deveria abrir desse jeito ? Deveria esperar, fazendo um suspense básico ? Não, isso provavelmente me mataria.

E então mais um motivo por tudo aquilo parecer como um final tinha surgido. Eu. Tinha. Sido. Aceita. Eu tinha conseguido! É difícil descrever o quanto eu havia ficado feliz, gritei algo qual nem me lembro mais, abraçando minha mãe com força e fazendo Austin acordar, confuso e perguntando o que tinha acontecido.

Depois disso, foram mais abraços. Meu pai e Lindsay também tinham ficado muito contentes por mim. Meus olhos lacrimejaram mas as lágrimas só começaram a escorrer depois que minha mãe começou a chorar.

Devo acrescentar que aquele tinha sido um momento de família, daqueles que não tínhamos a anos e que eu não esperava ter novamente.

– Eu sabia que você ia conseguir, princesa — Austin sussurrou em meu ouvido, depois que toda a nossa comemoração improvisada em família tinha acabado.

Voltando para o meu momento de reflexão em frente ao espelho, suspirei, me perguntando se tudo aquilo era mesmo real. Estava tudo dando certo. E pra mim, que sempre fui azarada em qualquer coisa, era mais do que um milagre.

– Você acha que eu mudei ? — Perguntei para Trish, que estava praticamente pronta também. Por poucos minutos, enquanto encarava aquela nova versão de mim no espelho, havia quase me esquecido de que ela estava ali. Acho que ela tinha vindo só pra garantir que eu não daria um jeito de fugir do baile.

– Da água para o vinho. Com certeza. — Respondeu, sem hesitar. Franzi a testa, me virando para ela que estava terminando de pôr seu salto, sentada na minha cama. — Que foi ? É verdade. Você já foi bem mais rabugenta.

Dei uma risada.

– Isso é verdade — murmurei, quase sem escolha. Não tinha como discordar daquilo, de qualquer jeito. Será que eu era mesmo tão insuportável ? Eu já sabia da resposta e pela primeira vez naquela noite e provavelmente em toda a minha vida, me senti um pouco melhor por ter mudado. — Eu não sei o que aconteceu comigo.

– Mas eu sei. E o motivo disso vai chegar logo, você já está pronta ? — Dei uma última olhada no espelho em minha frente, aprovando de vez a imagem que via. Eu gostava daquela pessoa, ela era melhor e estava mais feliz.

– Sim. Estou pronta. — Respondi para minha amiga e para o meu reflexo, aceitando com prazer aquela mudança.

( ... )

– Você está linda — Austin disse pela mileonésima vez ou perto disso. Encostou os lábios em meu pescoço, o beijando suavemente.

Estávamos na limousine, junto com Dez e Trish que, por ironia do destino, acabaram sem seus pares, o que os levou a precisar ir um com o outro. O que levava a um longo caminho até a escola cheio de brigas e discussões imbecis.

Sorri para Austin. Quando ele chegou em minha casa para me buscar, a primeira coisa que fez foi me elogiar e falar de como o vestido tinha ficado perfeito, exatamente como ele tinha imaginado quando o comprou pra mim. Eu odiava ter que admitir que ficava sem graça com esse tipo de coisa. A velha eu não se deixaria abalar, mas eu estava feliz por ter uma reação normal agora. Mesmo que fosse bem mais vulnerável.

– Por que você tem que ser tão idiota ? — Trish gritou, exasperada.

Dez deu de ombros, não parecendo se abalar.

– Por que você tem que ser tão mandona ? — O ruivo perguntou.

E eles continuaram com a discussão até finalmente chegarmos. Eu não imaginava que o caminho poderia ser tão longo.

Bailes eram bailes.

Tinham muitas pessoas dançando, luzes para todo o lado, o som alto me fazendo desejar tampar os ouvidos. Á oito meses atrás, teria sido insuportável e se eu ao menos tivesse me dado o trabalho de vir, teria dado meia volta assim que botasse um pé dentro daquele ginásio.

Se eu me sentia deslocada ? Sim, bastante, mas podia lidar com isso agora. Agradeci mentalmente por Trish e Dez terem se misturado em meio toda aquela gente. Ouvir os dois discutindo durante toda a noite não estava em meus planos. Austin foi pegar bebidas para nós, e fiquei parada esperando por ele perto de uma mesa, quase no canto do lugar.

Me peguei observando as pessoas que estavam dançando. Todos pareciam tão felizes, aquele clima de libertação e de novos planos, um novo capítulo.

Kira parecia outra pessoa. Eu sabia que tinha algo de diferente com ela desde o seu discurso ontem na formatura, como eu havia dito, ela não soava como uma vadia e agora, a olhando dançar com quem sejá lá o seu parceiro (que eu reconheci mais ou menos da aula de espanhol, mas não me lembrava o nome), também não parecia com uma cobra.

Grandes mudanças não apenas para mim.

Por mais que eu tenha ficado surpresa com isso, posso dizer que talvez tenha ficado um pouquinho mais quando avistei Elliot. Ele não estudava aqui então só podia ter sido convidado por alguém.

Por favor não me veja, por favor não me veja ... Me virei de costas, fingindo estar olhando a decoração quando seu olhar encontrou o meu. Mas era tarde demais, ele já tinha me visto. Suspirei, colocando o mais próximo de um sorriso no rosto para poder o olhar.

Não me leve a mal, Elliot era um cara legal, mas a última coisa que eu queria nessa noite era entrar em uma briga com Austin e todo aquele ciúmes.

Quem diria que eu iria me importar com isso algum dia, não ?

– Ally — o moreno disse, sorrindo simpático, como sempre. — Tudo bem ?

– Sim, claro — disse, tentando soar simpática também. Como Trish tinha dito, eu já tinha sido bem mais rabugenta. — O que está fazendo aqui ?

Aquilo deveria ter soado grosseiro, pelo menos foi o que eu pensei assim que perguntei, mas ele não pareceu achar, apenas continuou sorrindo e percebi que segurava um copo com bebida em uma das mãos.

– Fui convidado — respondeu, o que já era meio óbvio pra mim. — Não acho que vou ir no baile da minha escola, de qualquer jeito. E você ? Sei que não gosta de bailes.

Assenti.

– Não gosto. Mas não poderia perder. — Falei, apenas, me sentindo desconfortável com aquela conversa.

Ele assentiu também, talvez percebendo que já estava na hora de encerrar o assunto desnecessário. Dei graças quando ele disse que precisava voltar para onde seu par estava, principalmente porque Austin já estava voltando e eu não estava no clima para mais momentos desconfortáveis.

– O que ele está fazendo aqui ? — Austin perguntou, chegando segundos depois que Elliot já havia saído do meu campo de visão. Podia sentir seu tom de voz mais áspero. Ele me entregou a bebida.

– Foi convidado por alguém.

– Quem convidaria ele ?

Revirei os olhos, tomando um gole do ponche.

– Muitas garotas daqui — respondi.

– Não entendo o porquê. — Eu até ia responder que era porque elas o achavam bonito, mas decidi não falar nada. — Também não entendo por que ele insiste em dar em cima de você.

Ergui um dedo, o silenciando antes que a conversa tivesse um outro rumo.

– Ele não estava fazendo isso. — Beijei sua bochecha. — Será que podemos esquecer isso ? É o baile de formatura, não é ? Deveríamos aproveitar.

Ele sorriu, segurando minha cintura para me beijar.

– Dança comigo ? — Perguntou, assim que uma música lenta tinha começado a tocar. Sorri, questionando um pouco minhas capacidades de dança, mas assentindo. Deixamos nossas bebidas em cima de uma mesa e ele me levou até a pista de dança. Passou um braço pela minha cintura, me apertando de encontro a ele enquanto nossas mãos se entrelaçavam. Eis um fato interessante: Eu detestava dançar. Mas podia esquecer isso facilmente se estivesse com ele, daquele jeito. Encostei minha cabeça em seu ombro sentindo aquela estranha sensação de segurança que eu adorava.

– Eu realmente não sei dançar — sussurrei, escondendo minha cabeça em seu peito.

Ele riu.

– Não está indo tão mal.

Aquele momento parecia perfeito. Droga, eu o amava. Não sei se foi o clima de baile, o simples fato de nossos corpos se encontrarem tão bem durante aquela melodia suave ou só mais um motivo para tudo aquilo parecer com um final, mas consegui entender o que ele tanto sempre quis me explicar. Eu consegui entender o motivo de tudo aquilo, a explicação para todos os momentos, por ele não ter desistido de mim.

Me afastei um pouco para poder olhá-lo, ansiosa para compartilhar minha descoberta mas não tendo certeza se deveria fazer isso no meio de tanta gente.

– Tenho que te contar uma coisa — ele disse, me surpreendendo um pouco por ser justamente as palavras que estavam na ponta da minha língua. Paramos de dançar um pouco, suas mãos agora apenas em meus quadris enquanto as minhas entrelaçavam seu pescoço. Ele riu um pouco, mordendo os lábios e tive a certeza de que seja o que fosse, era muito bom.

– Fala logo — falei, me sentindo completamente curiosa.

Juilliard – ele falou. — Eu fui aceito.

Arregalei meus olhos, realmente surpresa. Eu não tinha dúvidas de que ele ia conseguir, achei que fosse demorar um pouco ainda para ter o resultado, mas saber disso justamente nessa noite só aumentavam minhas expectativas. O abracei forte, sentindo que eu poderia chorar de felicidade, na verdade, as lágrimas já estavam em meus olhos, mas fiz um enorme esforço para não derramá-las.

– Eu sabia! — Exclamei. — Estou tão feliz por você.

O beijei de novo, notando que a música já estava sendo trocada para uma mais agitada. Isso não nos impediu de continuar do mesmo jeito de antes, apenas parados balançando nossos corpos completamente.

– Isso significa que estamos oficialmente começando nosso futuro juntos, não é ? — Sorri apenas pelo brilho nos olhos do loiro. Eu provavelmente devia estar assim também.

Assenti, sentindo um alívio no peito por ter essa certeza agora.

– Será que já podemos ir embora agora ? — Perguntei. Queria falar sobre a minha recente descoberta, queria compartilhar aquilo com ele também.

– O que você quiser, princesa. — Falou, colando sua testa com a minha.

Precisei ir ao banheiro para me livrar da maior parte do vestido, a de baixo que cobria todas as minhas pernas e que eu sabia que dependendo do lugar para onde formos, iria me fazer tropeçar.

Quando entrei, Kira estava retocando o batom no espelho. Ela se virou para me olhar dos pés á cabeça, quase não tive tempo para me sentir mal por isso porque foi rápido. Ou ela estava tentando ser discreta ou simplesmente não tinha nenhum interesse. Porém, em vez de me ignorar ou fazer algum comentário maldoso, a morena sorriu.

– Você está bonita — falou, parecendo honesta.

Tudo bem, isso era uma pegadinha, não era ? Acho que posso ter passado quase um minuto de boca aberta. Quando percebi que ela estava falando sério e que ninguém ia aparecer com uma câmera gritando "Te peguei!" ou algo assim, sorri. Ainda confusa, mas sorri.

– Obrigado — respondi, em choque. — Você também.

Me encaminhei para uma das cabines, talvez um pouco tonta por aquilo.

– Ally ? — Ela me chamou. Me virei de novo para ela, me perguntando se eu parecia muito idiota. — Desculpa.

Não perguntei pelo o quê, mas tinha uma ideia. Sorri novamente, me dando conta de que sim, algo tinha acontecido e ela tinha mudado. Talvez esteja tentando ser melhor. Isso vai para a lista de momentos mais desconcertantes porém agradáveis.

( ... )

Austin estava com os braços em minha cintura e os meus estavam em volta de seu pescoço, como no baile. Meus pés brincavam com a areia e eu estava muito grata por ter tirado a parte da renda de baixo. O vestido ficava mais curto assim, um pouco acima do meio das minhas coxas, ainda era bonito assim.

O motorista da limousine tinha nos trazido até a praia, o que eu não podia negar que era bem mais relaxante do que o baile.

– Queria te contar uma coisa — comecei, rindo, um pouco confusa em como fazer isso. Como eu explicaria uma coisa dessas para ele ? Como eu lhe diria tudo o que havia aprendido com ele ? Era tão simples, na verdade, mas tão grande para a gente.

Austin riu, mordendo os lábios, mas não soltando a minha cintura. A luz da lua nos iluminava e eu não podia negar que achava aquilo incrivelmente romântico. A luz refletia em seus olhos os deixando ainda mais vivos, mais hipnotizantes.

– Fale, princesa — ele disse, a voz rouca que me deixava arrepiada.

Olhei para os meus pés por alguns segundos, incerta de como falar.

– Eu acho que finalmente entendi tudo — eu disse. Ele franziu a testa. — Sobre eu e você, nós, não tenho mais dúvidas de nada. — Eu ri de novo, tentando não deixar aquilo sério demais. Será que parecia com uma declaração ? Para mim, poderia mesmo ser considerado. — Você sempre quis me ensinar o que é o amor, e agora eu sei que sinto isso. Mas ainda acho que seria difícil de explicar.

– Então ... ? — Incentivou, rindo e brincando com alguns fios do meu cabelo.

– Então eu pesquisei sobre essa palavra no dicionário — ele franziu a testa de novo, ainda rindo, e eu me senti muito idiota. — Mas "forte afeição por outra pessoa" não é nem perto do que eu sinto por você. — Senti a minha boca ficar um pouco seca, aquilo era tão embaraçoso.

– Tenho quase certeza de que a segunda opção é "atração baseada no desejo sexual" ou algo assim. — Austin falou, rindo, e eu o dei um tapa no braço.

– Você está estragando esse momento — falei, rindo um pouco mas percebendo que uma lágrima escorreu dos meus olhos, ele a limpou rapidamente e eu me amaldiçoei por estar sendo fraca. Eu tinha mudado sim, e estava contente por isso. Eu estava sozinha, sofrendo no meu próprio mundo mas ele fez tudo isso passar. Austin me fez ficar viva. — Então — recomecei — ,acho que essa noite, no baile, eu finalmente percebi que não precisa de uma explicação, na verdade. Não tem como ter uma. Mas ...

– Shh — falou. — Você está linda desse jeito. — Eu tinha a leve impressão de que meu rosto estava um pouco quente. — E não precisa falar mais nada, Alls, você já disse tudo. E eu já sei do resto. Eu sei. — E ele sabia, ele sabia de tudo quando se tratava de mim.

Eu o abracei, me escondendo em seu peito como adorava fazer, seus braços em volta de mim me faziam sentir tudo o que eu havia renegado a mim mesma. Aquilo era estar em casa e eu nunca tive tanta certeza de algo em minha vida como tinha certeza de que queria estar com ele, de como eu era grata por tudo.

– Você ainda vai se casar comigo — ele falou, seu rosto em meus cabelos. Parecia estranho, mas aquilo não tinha me assustado. Não era difícil de se imaginar.

– Obrigado — sussurrei, minha voz fraca.

– Pelo o quê ?

– Por não desistir de mim.

Austin se afastou um pouco e era difícil dizer o que ele estava sentindo. Nos seus olhos eu podia ver amor e admiração.

O amor era exatamente isso, não era ? E não precisava de muitas palavras ou explicações. Era o que era e isso o tornava perfeito.

Ele segurou minhas mãos enquanto me beijava de novo.

É, isso parecia mesmo com um final.

FIM

Notas finais
Então meu povo, chegou o final. Vocês gostaram desse jeito????? Me digam, porque é muito importante pra mim. Podem me mandar suas partes favoritas do capítulo e enfim, de toda a fic, se quiserem. Quero muito dizer o quanto sou grata por cada uma das lindas e maravilhosas pessoinhas que estão lendo isso nesse momento, eu não seria nada sem vocês. Muito obrigado por não desistirem de mim nem da fic, muito obrigado por cada review, cada favoritamento e cada recomendação, muito obrigado por me incentivarem tanto e sempre aumentarem meu ego (heuheuheu). Eu aprendi tanto com essa estória, com os personagens, com o jeito como escrevi cada capítulo e me sinto muito orgulhosa e contente de dizer que me orgulho desse final e de toda a fic, me sinto muito feliz por minha escrita ter melhorado tanto durante esse tempo e espero de verdade que vocês ainda gostem dela. Gente, eu tô chorando muito mesmo, sério, eu passei tanto tempo nessa fic, demorando pra postar ou não (e vocês sabem que fiz muito isso), cada ideia era uma vitória e percebi o quanto eu realmente podia ser boa nisso mesmo nos piores momentos. Acho que eu deveria seriamente agradecer aos criadores de Austin & Ally (Kevin Kopelow e Heath Seifert) por criarem os personagens, a série e me fazerem ter muitos pensamentos de morte. Não sei quando foi exatamente que decidi que ia escrever uma história baseada no seriado, mas sou feliz por ter começado. Vocês me viram como Beatrice Prior, Dreamer, Sweet Writer, Roxy Rocket, Rebekah Maddox ... Mas no final, eu sou só a Rafa e sou muito grata por poder ser uma escritora aqui. Eu ainda preciso escrever e postar o Epílogo, e sim, eu já sei o que e como fazer, então, eu ainda vou aparecer mais uma vez com uma atualização nessa fic pra vocês. "What Is Love ?" já tem quase dois anos de idade e agora finalmente, um final ... Mas espero que vocês nunca esqueçam dessa fic, viu ? Irei ficar muito magoada se o fizerem. Eu ainda tenho "Rule The World" e espero que me acompanhem lá. Em breve, postarei minha primeira fanfic original contínua que já está sendo muito bem planejada e espero que se vocês queiram e gostem, possam me acompanhar lá também. Muito obrigada por tudo. Vocês são muito importantes pra mim e amo todos. (Nossa, isso tá quase maior que o capítulo, que já ficou grande demais também ...) Enfim, esse final, significa ainda mais por mim porque a ideia dessa fic está comigo a anos e quando eu finalmente postei, foi como uma realização. E agora, estou finalizando. Louco, não é ? Enfim, MUITO OBRIGADA MESMO, VOCÊS SÃO OS MELHORES, AMO CADA UM DE VOCÊS E ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DESSE FINAL QUE FEZ ESSA AUTORA AQUI MORRER CHORANDO. Até o Epílogo :33 Com muito amor e carinho, R.