What If ?

10 Capítulo 9 Convite


Notas iniciais
Oooooiiii! :)
Esse cap foi dificil pra screver...(Q surpresa!)
Eu sempre perdia o fio da meada!kkk Mas dpois d uma semana eu consegui! E taí pra v6...
Spero q gstem...
Nesse cap haverão coisas 'semi-esclarecidas" rsrs
E eu tenho uns avisinhos pra v6 la em baixo!

Hoje era sexta feira. Até que em fim! A semana estava demorando a passar e tudo estava sendo insuportável. Eu já não agüentava mais ver a cara de todos aqueles estudantes. Dos professores. Meu nível de irritabilidade caia a cada segundo.

A aula ainda não havia começado e eu não ia esperar ninguém. Estava indo em direção a sala quando fui parada pelo Jacob.

-Olá Bella negligente que não fala mais! Falou ironicamente. Sorri.

-Tudo bem Jacob que esta sempre ocupado? Ele também riu.

-Tudo. E você Bells, como anda?

-Estou bem também. Só um pouco entediada. Eca! Não agüento mais ver todas essas caras. Ele riu.

-Nem a minha linda cara?

-Com algumas exceções.

-Ok... Hã eu queria perguntar uma coisa a você. Ele pareceu estranho quando falou isso.

-Pode soltar! Ele riu e balançou a cabeça.

-Bem... Eu queria saber se você hã... Se iria... Bem querer ir ao baile de primavera comigo. Tipo juntos. Eu fiquei atônita. Não esperava por isso. Achava que ele convidaria alguma garota mais legal, bonita e popular. Por que eu? Fiquei em duvida do que responder. Não queria que ele achasse que eu não queria ir especialmente com ele. Mas eu também detestava bailes. O olhei meio estranha. Eu teria que ser bastante afável dessa vez. Normalmente eu era um pouco má quando se tratava de recusar convites. (Não que eu recebesse muito). Mordi o lábio inferior e ele pareceu preocupado.

-Bem... hã... Jake eu não vou a bailes. Falei logo para que ficasse claro que eu não gostava dos bailes.

-Não vai? Como assim? O que ele estava perdendo?

-Simples. Eu detesto bailes. Ele riu me achando estranha provavelmente.

-Detesta bailes?

-Exatamente.

-Serio? Por quê? Eu não precisava enfatizar meus problemas de dança e coordenação motora.

-Hã... Bem... Porque eu não gosto de danças, nem de musicas de jovens, e nem de ponche... Ele riu.

-Você é muito estranha. Atestou.

-Já ouvi isso antes. Nós rimos.

-Não quer ir ao baile comigo? O olhei pasma.

-Jacob! Acabei de explicar que odeio baile!

-Não é nenhuma desculpa certo? Ele me olhou. Eu ri. Achei que seria bom eu massagear um pouco o ego dele.

-Porque uma garota não iria querer ir a qualquer lugar que fosse com Jacob Black? Perguntei ceticamente esperando fazer efeito. Ele riu.

-Até parece... Respondeu.

-Como se você não soubesse do que eu estou falando. Jacob gargalhou mais.

-Então você iria gostar de ir a qualquer lugar comigo Bella? Ele perguntou com um sorriso maroto. Epa! Estávamos indo pelo caminho errado. Levei uma mecha do meu cabelo para trás. E depois revirei os olhos em brincadeira.

-Ai ai... Respondi sem saber o que falar. Ele riu. Mude de assunto! Mude de assunto!

-Hã... Então esta bem. Espero que não se arrependa...

-Modéstia a parte? Perguntei sarcástica. Ele deu um largo sorriso.

-Claaarooo.

Entrei na sala seguindo o mesmo ritual de todos os dias. Edward me encarou de novo. Sustentei o olhar por quase 20 segundos. E me odiei por isso. Eu não conseguia desviar do par de esmeraldas brilhante e do que eu tentava enxergar através dele. Não podia escapar de sua beleza ofuscante e perturbadora que parecia exalar seu brilho e essência por todo meu ser. Logo depois fui salva pela Ângela que queria ajuda para alguns cálculos que ela havia deixado de fazer. Avisei que eu não sabia se estavam certo e ela sorriu afirmando não se importar.

As outras aulas passaram-se rápidas e produtivas. Como há algum tempo não acontecia. Embora eu não tivesse aceitado eu me senti internamente lisonjeada por ser convidada pelo Jake.

Sai da sala com pressa quando deu o intervalo. Entrei na fila e Alice apareceu atrás de mim falando sem parar. Eu estava atenta apesar de tudo.

Sentamo-nos na mesa comum. Na quinta feira Jake sentou-se conosco (Acompanhado pelo Edward). Perguntei-me se ele faria isso de novo. E eles fizeram. Os três apareceram juntos. Tânia no meio com os braços envoltos nos dois.

Eles se sentaram conosco. Sorrindo e cumprimentando a todos. Eles não falavam comigo nem um segundo. Apenas o Jake. O baile era o tema principal da conversa. Confesso que meus amigos podiam se tornar muito chatos quando queriam.

-Beeem... Eu estava pensando em levar a Bells só que ela me deu um fora horrível... Jake falou com um ar divertidamente ressentido. Eu sorri.

-O QUE? Não dei um fora! Até me expliquei. Rosalie fez uma cara obstinada. De repente meus olhos captaram uma expressão aliviada no Edward, e de raiva na Tânia, quase de frustração, mas o que foi realmente estranho é que no mesmo segundo os dois trocaram olhares falsamente cúmplices. A Tânia era uma péssima atriz, mas no Edward eu só reconheci a falsidade porque a expressão teve uma mudança muito drástica e eu conhecia o toque de presunção que havia nos seus olhos quando ele se sentia um incrível ator capaz de enganar qualquer experiente.

-Aaah! Não acredito que você fez isso Bella... Olha eu se o Jake me convidasse... A Rose falou sorrindo travessa. Emmentt fez uma careta. E se eu não tivesse o Emm também né. Deu um abracinho companheiro em Emmentt. A conversa continuou e eu fiquei intrigada sobre o Edward e a Tânia. Mas não me permiti pensar muito nisso.

-Bom se a Bella não quer acho que deveria convidar outra garota Jake! Jake revirou os olhos.

-Que naada Edward! Que bobagem eu vou com você mesmo! Respondeu com ironia.

-Ah desculpa cara! Mas eu não jogo nesse time. Edward respondeu brincalhão. Jake fez uma careta. Edward riu.

-Não serio... Depois eu converso com você. Edward falou dando um sorriso malicioso. Vi Tânia revirar os olhos com presunção.

Senti seu olhar em mim. Então ela continuou conversando animadamente com Rosálie e Alice sobre vestidos, sapatos e todas essas coisas bobas que eu não me interessava.

No final da aula eu estava passando pelo estacionamento, O dia estava escuro. (Típico dia em Forks) Meus olhos automaticamente voando para o Volvo prata. Eu sabia que isso era algum tipo de tendência a auto-tortura. Por que eu obviamente sabia o que iria ver. Seria ele preso de formas nojentas a namorada. No entanto eu não conseguia deixar meu lado masoquista de lado. Então ao passar por perto fui me torturar.

Eu fiquei realmente surpresa ao perceber que daquela vez estava sendo diferente. Eles não estavam trocando amassos ou coisa parecida. Na verdade parecia que os dois brigavam. Não era como a última discussão que eu presenciei. Dessa vez os dois brigavam mesmo. O que era realmente estranho. Eu não consegui simplesmente ignorar como eu sabia que devia. Fiquei ali parada (E escondida) Testemunhando.

-Eu já deixei bem claro. Já conseguimos o que queríamos Tânia. Pelo menos você conseguiu. E se vai terminar tudo por que eu não estou a fim de fazer o que você manda posso perfeitamente perceber minha importância para você!

-Não é nada disso! Só que você o tempo todo parecer dizer que eu não sou importante para você Edward. Não estou falando de não querer fazer isso, mas pela sua falta de consideração droga!

-Falta de consideração! Já parou para pensar em tudo que eu ultimamente tenho feito por você? Ele respondeu alterado demais.

A discussão dos dois continuou parecendo piorar. Eu mordi o lábio e parei de ouvir tentando entender sobre o que eles falavam. Seria mais fácil se ainda fossemos amigos. Eu simplesmente iria até ele e arrancava tudo. Mas continuei com minhas teorias. Nada fazia sentido, no entanto. Então Tânia saiu com raiva. Ele a observou sair. Droga! O que eu tinha perdido?

Seus lábios estavam fechados em uma linha rígida e a mandíbula trincada. A tensão em cada músculo do seu rosto parecia gemer. A dor que eu vi em seu olhar, a tristeza que havia naqueles olhos verdes que agora pareciam apagados. Doeu em mim de formas diferentes. A dor de vê-lo sofrer, a dor vê-lo sofrer por ela. E tudo mais. Seu queixo tremeu e os olhos ficaram um pouco úmidos.

-Não seja ridículo Edward! Murmurou quebrando uma respiração. Grandes Homens não choram! Grunhiu para si mesmo. Deixa de ser ridículo e seja homem! Resmungava furioso. Chorar por causa de mulher! Desdenhou seus sentimentos sem consegui nem por um minuto se livrar da tristeza.

Ele se sentou ali mesmo. Com a cabeça entre os joelhos, escorado no Volvo. Parecia um louco. Eu também fiquei ali o vendo sofrer e sofrendo com ele. Depois de quase 1 hora de tortura um chuvisco fraco fazia parte do cenário fúnebre. Ele decidiu levantar-se dali. Sua cabeça vagou ao redor de tudo. Olhou o céu cinza. Passava a mão pelo cabelo e na testa. Sua expressão ainda era dolorida. Ele não chorara apesar de tudo. Acreditando verdadeiramente que grandes homens jamais deveriam chorar. Balancei a cabeça expulsando a necessidade sem fundamento que eu sentia de estar ali, confortando-o, consolando sua dor e dizer que ele podia chorar. Deixá-lo chorar em meu ombro. Mas eu sabia que era inútil e louco. Ele olhou para tudo com ceticismo. Fazendo uma careta de desgosto.

Meus pais reclamaram do atraso quando eu cheguei em casa. Eles faziam questão de ficar se intrometendo. Principalmente Renée. Charlie estava colhendo as informações do seu próprio jeito. Ouvindo tudo com a maior atenção. Usei a tarde para terminar algumas questões de biologia mas estava muito distraída.

Era sábado e eu estava em casa treinando no violão. Eu usava muito isso como passatempo. Renée estava ao meu lado buscando ver algum avanço na minha capacidade de me apresentar. Ela sorria encorajadora e tudo o que eu conseguia era ficar parado sentindo os músculos do meu estomago se remexerem.

-Vamos Bella! Você consegue. Comecei com algumas notas soltas. Ela me olhava estranho. Tente tocar alguma musica. Revirei os olhos.

-Eu mal consigo tocar alguma nota mãe. Respondi cética.

-Bella se você realmente gosta do que faz vai ter que perder esse seu medo. Ela falou com um ar de mãe. Um ar de sabe tudo. Eu sorri.

-Eu sei... Eu sei ... Respondi logo. Ela agitou as mãos antes de me mandar tentar de novo. Resolvi fazer o que ela disse e arriscar uma música. Só que eu não conseguia harmonizar o som. As notas e as posições fugiam de minha mente como vento. Ela fez uma careta.

-Eu não consigo entender! Já ouvi você tocar e antes e você é incrível querida. Não entendo porque não pode fazer isso com outras pessoas por perto. Eu me entristeci. Eu era uma droga completa. Nunca ia conseguir.

-Eu não sei mãe. É tão confuso. Eu me sinto pressionada. Como se eu tivesse certeza de que não vou atingir uma meta que vocês traçaram. Ela franziu a testa.

-Mas você precisa entender que agora não há nenhuma meta Bella. Sou só eu. Eu não conseguia. Não importava quem fosse. Eu nunca conseguia. Coloquei mais algumas notas conhecidas. O som era desafinado.

-Nããoo... Você precisa se concentrar. Tente se esquecer de que eu estou aqui.

Dessa vez mais decidida consegui alguns trechos da canção. Ainda soava estranho, mas era um avanço. Renée sorriu, mas sem o entusiasmo motivador. Aquilo não ia dar certo. Eu definitivamente não sabia me apresentar.

-Você sabe como fazer isso Bella. Apenas dê o melhor de si. Apenas faça o que você sabe que consegue. Mais uma vez as tentativas foram frustradas. Os avanços eram deploravelmente contemporizados. Passamos amanhã toda naquele tormento.

-Esqueça mãe! Eu não consigo e pronto. Isso esta mais que obvio. Eu já estava cansada de ficar ali tocando mal. Ela rolou os olhos.

-Não seja boba Bella! Você sabe que esta sendo exagerada. Você tem talento. E vai aprender a mostrar isso filha. Ela queria me prender por quanto tempo?

-Ok... Ok Renée. Mas vamos fazer isso depois. Eu já estou mais que cansada que ficar aqui. Ela riu como se tivesse sido apanhada.

-Eu também não. Gargalhamos.

Pouco tempo depois Renée preparou alguns sanduiches para o almoço e os serviu antes de sair. Sorri. Renée não era o tipo de pessoa cuidadosa e preocupada. Devia ser complicado para ela ser mãe e esposa. Mesmo que fosse a mãe e a esposa Renée. Ela tentava às vezes com estranhas atitudes de mamãe. Charlie apareceu estranhando o gesto de minha mãe e depois sorrindo provavelmente pensando o mesmo que eu. Ao contrario de minha mãe, Charlie era uma pessoa uma pessoa extremamente cautelosa e preocupada. Toda essa preocupação caia sobre meus ombros. Ele gostava de rondar minha vida, saber com quem eu estive, com quem estava falando... Apostava que ele escolhera Forks porque era um ótimo lugar para se intrometer na vida do seu filho e saber exatamente tudo o que ele faz. E na verdade saber exatamente tudo o que todo mundo faz. Charlie faltava querer acompanhar nossos pensamentos. Mas ele não chegava perguntando. Ele devia usar a Renée mexeriqueira. Balancei a cabeça. Deviam cuidar de suas próprias vidas...

Ao almoçar meu pai parecia com pressa. Mas eu não estava curiosa para perguntar. Notei que ele terminou o suco que eu mesma servi. (Minha provavelmente se esquecera.) Em goles rápidos e engoliu o sanduiche rapidamente. Depois ele me olhou.

-Tem planos para hoje? Perguntou confirmando meus pensamentos anteriores. O problema era que eu era totalmente contraria aos meus pais. Eles gostavam de tagarelar e provavelmente se incomodavam com o silencio, gostavam de atenção demasiada e eram honestos com seus sentimentos. Já eu era uma durona. Eu meio que os invejava por isso.

-Não sei... Por hora esta tudo resumido a fazer o deve de biologia. Ele sorriu obviamente satisfeito com minha resposta. Mas eu frisei o por hora para ele entender que eu estava aberta a mudanças. Qualquer mudança neste caso.

-Pretende visitar a Ally? Eu não tinha certeza. Eu não queria encontrar meu ex-amigo. E eu via a Ally todos os dias. E Carlisle e Esme fariam um tipo de almoço em família de domingo e me convidaram.

-Não pai. Respondi virando meu rosto para a janela. Ele ficou alguns minutos em silencio.

-Há algum problema Bells? Sabe que pode me contar não sabe? Não sou sua mãe, mas é bom que você saiba disso. Reprimi um suspiro. Ele era um bom pai, ou tentava ser. Mas eu não queria falar com ninguém.

-Esta tudo bem pai. Respondi com uma nota de impaciência. Seu rosto endureceu um pouco. Mas de pura exasperação com meu silencio. Ele devia pensar que eu era obrigada a compartilhar até os meus pensamentos...

-Bom eu tenho planos. Vou sair para pescar com uns amigos. Eu não via o que tinha de tão divertido em pescar. Trazer peixes e mais peixes para casa. Renée também não gostava de ficar inventando mil e uma maneiras de preparar peixe.

-Hmmm... Aquele seu amigo... Ele sorriu.

-Sim, ele e mais alguns. Estes outros são realmente membros daquela tribo que eu te falei. Os Quileutes. Ele falou sobre estes outros índios com um toque de admiração e interesse. Eu não conhecia muito esses homens e sobre a cultura deles menos ainda. Mas Jacob me falara um pouco sobre isso. Ele me contara que Billy Black era um Quileute. Perguntei por que ele também não fazia parte e ele me contou que morava com um tio e com sua mãe em Forks. Ele estava satisfeito com os caras pálidas. Eu ri com isso. E quase não me senti ofendida com a menção da palidez.

-Tenho um amigo que o pai também é um Quileute.

-Amigo é? Reprimi a vontade rolar os olhos e desdenhar o tom que ele usou.

-Sim. Ele estuda aqui mesmo e não na reserva. Mora com o tio.

-Esta falando de Jake Black? Ele perguntou com interesse e reconhecimento.

-Ele mesmo. Você o conhece?

-Claro. É o filho do Billy! Visitou o pai muitas vezes que estive lá. É um garoto muito simpático Bells. Fico feliz que sejam amigos. Meu pai conhecia o Jake e o Billy? Ele falava com tanta naturalidade que eu estranhei.

-Você conhece Billy Black? Perguntei. Que loucura! Aposto que a Esme vai gostar muito disso. Quase sorri, mas depois me senti mal por fazer piadas com aquilo. Pensando na Ally e no Edward.

-Sim. Ele é um homem muito legal Bella. Talvez devesse conhecê-lo. Não entendo que poucas vezes você e sua mãe estiveram com meus amigos mais antigos. Eu não falava com Billy há algum tempo. Acho que decidimos voltar um pouco na juventude. Na verdade você o conheceu quando tinha pouco mais que um ano.

-Olha que interessante! Eu nem me lembrava! Ele fez uma expressão falsa de desgosto.

-Porque será... Nós rimos.

O que meu pai disse era verdade. Eu não conhecia quase nada do mundo dele. Depois que ele saia com a radiopatrulha Charlie Swan se tornava um individuo completamente desconhecido para mim. Eu só conhecia o meu pai. Aquele entre quatro paredes parques e passeios em família.

Mas eu estava especialmente surpresa com a descoberta de que meu pai e Billy eram amigos. Embora não devesse ser uma coincidência muito surpreendente. Forks era definitivamente um mundo pequeno. E chato.

-Acho que você deve ir. Ele se apressou em beijar minha testa despedindo-se.

-Ok... Não se esqueça de avisar se mudar seus planos Bell. Dessa vez eu não reprimi o suspiro e ele me lançou um olhar de aviso. Minha expressão hostil não o intimidou.

Decidi ficar o resto do dia em casa mesmo. Fui ate a escrivaninha procurar algum eco do mundo real na internet. No entanto aquela rede era desesperadoramente lenta.

A máquina velha e desmotivadora finalmente acordou dos mortos e zumbia continuamente. Enquanto esperava impacientemente passei as mãos pelos cabelos. O som diminuiu quando o sistema estava inicializado. Assim que abri o navegador, as janelinhas pop-up começaram a aparecer. Eu tinha que bloquear aquilo. Fechei-as com preguiça. Procurei em alguns sites de noticias. Não havia muita coisa realmente interessante. E as fontes não eram as mais confiáveis. Os boatos que viajavam na web sempre eram duvidosos.

Fiz algumas pesquisas sobre musica, carreira musical e etc. Enquanto uma pagina carregava preguiçosamente abri outra entrando num site de relacionamentos. Entrei em minha conta. Era emparelhada com uma caixa de e-mails. É claro que não havia nada alem de notificações do próprio grupo.

Com raiva notei que a pagina não estava interessada em carregar e atualizei. Agora serão apenas mais algumas horas. Enquanto esperava fiz alguns depoimentos melancólicos sobre minha vida chata e deixei no site esperando obter algum conselho útil já sabendo que não haveria coisa nenhuma.

Quando a maldita pesquisa fez a bondade de carregar não encontrei nada que fosse vantajoso ou que eu já não soubesse e amargamente me arrependi da idéia de internet.

Desliguei a coisa e procurei algum livro. Eu já tinha lido todos. E lido de novo. Livrarias desejáveis ficavam em Seattle a quilômetros de Forks. Fora de cogitação. Talvez em Port Angellis, mas era trabalho de mais para um fim de semana preguiçoso e solitário. Sem opção me deitei na cama para pensar. Pouco tempo depois já estava acostumada com o silencio e podia me reconhecer. Sem a necessidade de pessoas e suas tagarelices. Liguei o pequeno aparelho de som e sem os fones de ouvido fiquei tranqüila cantarolando as musicas...

O dia passou rápido. Eu acordei a luz fraca da tarde que iluminava o meu quarto quando as janelas e cortinas estavam abertas havia desaparecido. Eu podia sentir o frio potencializado pelo vento gélido da noite. Tremi. A única luz que havia ali era a que escapava dos postes. A lua e estrelas deviam estar encobertas por uma camada de gelo que amanhã faria o dia completamente nublado e cinzento. E nos daria uma deliciosa tempestade extremamente fria se tivéssemos sorte ainda cairiam pedras de gelo, ou ainda melhor que granito, Neve!

Senti o cheiro familiar de bife com batatas que Renée estava preparando. Meu estomago roncou e rindo notei que estava com fome. Bocejando desci as escadas indo até a cozinha e procurando alguns biscoitos Oreons no pote. Renée fez uma careta provavelmente se esquecendo que eu tinha dezessete anos e louca para dizer que aquilo estragaria o jantar.

Jantamos os três com uma conversa em que eles falavam a maior parte do tempo e eu respondia com um sorriso animado. Era fácil passar o tempo com eles apesar de tudo. Eram pessoas alegres e carinhosas. Poucas vezes os vi brigarem. Eles costumavam discutir muito porque nunca concordavam em nada. No entanto o amor que os unia tornava aquela discordância secundaria. Eu enlouquecia com alguns equívocos da Renée. E Charlie coçava a cabeça com uma expressão de Ela é maluca.

Como já era de se esperar passar a tarde toda na cama tirou completamente o meu sono. Então eu tive que me contentar em ler os meus antigos livros. Procurei alguma obra que fosse velha e eu comecei com literatura francesa Madame Bovary de Gustave Flaubert.

Eu já havia lido, no entanto a trama muito bem elaborada já me prendia a atenção. Eu não gostava de Emma. Detestava os conceitos românticos e lacrimejantes dela. Principalmente era contra o seu egoísmo atroz. Mas eu não me importava com isso. Algum tempo depois o cansaço voltou para o meu corpo e eu pude dormir.

Acordei cedo e alerta naquele domingo, no entanto não sentia nenhuma vontade de me levantar e encarar mais um dia. Balancei a cabeça e fiquei ali apenas pensando já que não conseguia dormir de novo. O exercício me ajudava a cochilar às vezes.

Quando não suportava mais ficar deitada levantei-me e me arrumei. Charlie e Renée reclamaram um pouco sobre o horário. Eu me irritei um pouco com isso. Eles citaram o almoço. Alice pediu para que os dois fossem, mas eu sabia que eles planejavam uma saída juntos de casal. Lembrei-me das questões de biologia que eu não havia terminado, no entanto não estava incomodada eu teria tempo depois que voltasse para casa. Tirei o pijama vestindo um jeans escuro e calcei o all-Star preto que estava largado em algum lugar embaixo da cama. Peguei meus óculos que estavam em cima do criado mudo. E depois voltei a cozinha para procurar algumas torradas.

Estacionei o Sentra na garagem e notei a BMW de Carlisle estava estacionada ao lado do volvo prata do Edward. Franzi o cenho. Não entendia a necessidade que os Cullen tinham de usar carros como aqueles.

Entrei na sala pela entrada da garagem. Esme sorriu e veio me abraçar.

-Olá Bella! Como esta? Renée não quis vir? Sorri.

-Olá tia Esme, estou bem. Fiz uma pausa rápida. Renée e Papai saíram mais cedo. — Ela sorriu largamente.

-Acho que entendendo.

-É.

-Alice já esta descendo. Aceita uma coca?

-Claro! O que Ally pode estar fazendo que ela ainda não esta aqui? Eu a segui até a cozinha enquanto ela me oferecia a lata.

-hunf! Isso é coisa de Alice. Só ela entende. Eu ri dando um gole no refrigerante.

-Renée e Charlie foram a algum lugar que você saiba?

-Provavelmente em Port Angellis. Eles não são pra lá de inventivos. Nós rimos. Continuamos falando sobre coisas banais até a Ally chegar e me levar para a sala. Esme foi conosco então Carlisle apareceu. Ele sorria e estava usando bermuda e uma regata que não era preciso conhecer nada sobre moda para entender que era de uma ótima marca. Ele nem parecia o Carlisle naquelas roupas tão despreocupadas. Tinha os cabelos bem curtos e num tom louro muito bonito. Seu rosto era lindo como o de Edward. Ele deu um sorriso carinhoso para Esme que retribuiu. Ele a encarou com seus olhos verdes brilhantes e ela sorriu aparentando constrangimento.

-Ah! E aí Bella? Onde estão seus pais. Ele me cumprimentou tão anormalmente frívolo quanto suas roupas. Sorri.

-Eles tinham outros planos. Esme falou como se estivesse confidenciando algo.

-Ah Ok! Mas ha quanto tempo não a vejo mocinha!

-É verdade acho que alguém tem andando cheio de coisas para fazer...

-Wow! Não faço nem idéia de quem você esta falando... Nós rimos. Mas é verdade mesmo. É sempre tudo muito cheio. Ele se sentou numa poltrona a minha frente.

-Por que não fala para a Bells um pouco de sua pesquisa amor. Esme falou. Notei com interesse que o nome carinhoso saíra de forma estranhamente natural. Verdadeira. Já estava tão acostumada a nomes fofos no colégio. Aquela falsidade toda me irritava. Carlisle sorriu com a sugestão da Esme. Ele começou a me contar com entusiasmo sobre suas pesquisas e descobertas. Explicando-me muita coisa que eu não entendia. Acho que ele gostava de falar sobre isso comigo porque eu era claramente a única que me interessava. Nem o futuro médico da família.

Pouco tempo depois Alice perguntou por Edward e Emmentt. Emm fora buscar Rosalie em sua casa. (Ninguém comentou a demora) E Edward não estava nem de pé. Carlisle estava estranhamente animado. Ele não tinha muito o lado família e provavelmente devia ser estranho para ele, no entanto eu podia ver que ele estava se divertindo.

Então Emmentt entrou na sala cumprimentando a todos. Ele dividia uma barra de chocolate com Rosalie. Eu e Ally fomos até ela e puxamo-la para o outro sofá.

-Roose e Beells! Vocês não vão acreditar! Sabem o que havia na mochila do Jazz hoje? Alice começou já toda alegrinha.

-Hmmm Um sapo? Perguntei. Eu não duvidava disso.

-Nãão! Aposto que haviam um monte de camisinhas! Jasper com aquela cara de lentinho dele... Aposto que é o maior safadão né Alice! Rose falou. Por que ela tinha sempre que soltar uma dessas assim? totalmente do nada? Alice bufou e deu um tapa na nuca da Rose.

-Dã! Óbvio que não! As duas estão erradas! Então seu rosto se iluminou. Havia um folheto de Joalheria. E não era uma joalheria qualquer! Era a Tiffany! Na verdade uma nota. Não deu para ler direito, mas meninas... Vocês podem imaginar o que isso pode significar? Eu quase me assustei o que Jasper poderia querer com a Tiffany? Com exceção de uma Aliança?

-Ah- Meu — Deus! -Rose exclamou.

-Alice... Será que ele quer... Caramba! Será mesmo que Jasper queria oficializar ainda mais o namoro com a Ally?

-Aaaiii! Eu não posso ter certeza Bells... Mas o que mais poderia ser?

-Seila! Vai ver ele tem uma amante! De novo Rosálie com os equívocos dela. Pensei de mal humor.

-Pelo amor de Deus Rosalie Hale! Reclamei. Ela ainda ficou com a expressão confusa depois de receber uma bronca da Alice.

-Esta bem! Esqueça a Rose!

-Ótima idéia! Rose fez uma careta. Quando Alice começou a retornar o assunto original sentimos os pares de olhos curiosos dos três.

-Sobre o que estão falando? Carlisle foi o primeiro a perguntar com os olhos estreitos. Nós sorrimos.

-Soobreee... Sobre hmmmm... Alice começou. Ela iria estragar tudo.

-Sobre o baile dã! Sobre o que mais seria? Rosalie respondeu. Eram os neorônios de loira funcionando? Perguntei-me divertida.

-Menos eu né! Eca eu não sei porque vocês gostam tanto de bailes. Falei para completar a mentira. Todos riram esquecendo-se das primeiras desconfianças.

Esme foi até a cozinha. O cheiro de comida familiar exalou por toda a sala. Ela voltou abrindo para Carlisle uma Heineken e trazendo para todos alguns aperitivos e refrigerantes. A conversa se virou para os estudos. Todos faziam caretas.

-Aposto que a única estudiosa aqui é Isabella. Carlisle atestou. Ele estava errado. Talvez ele pudesse estar certo há algum tempo atrás, mas não ali.

-Eu não teria tanta certeza Carlisle. Sorri. Ele riu para mim.

-Se bem que acho que é verdade mesmo viu Srta. Swan... Seu irmão fica reclamando que você anda toda distraída. Carlisle costumava dizer que Edward era meu irmão. Ele ficou até meio preocupado. Muito preocupado... Me atormentando.

-Ed... Eu me senti estranha ao falar seu nome. E não consegui voltar. Ele devia se preocupar consigo mesmo primeiro. Eu não pretendia que minha voz saísse tão amarga ao falar dele.

-Acho que é verdade. Ele é um resmungão. Nem acredito que fui eu quem criei aquele garoto. Parece um velho de 50 anos que perdeu a esposa! Carlisle concordou.

-Resmungão? Alice perguntou debochada. Edward é insuportável. Ele só fica reclamando! Também ... Ele tem de onde puxar...

-Claro Esme é muito mal humorada mesmo, quando ela quer...

-Eu estava falando de você mesmo pai... Todos riram... Com o tema alegre do Edward mal humorado...

Até o Sr.Assustando a família descer com cara de quem levou um tiro. Ele passou com uma carranca assombrosamente assustadora, sinistra. E foi até a cozinha. Usava roupas muito amassadas meio sujas, tinha os cabelos desengrenhados, barba totalmente deixada de lado e olheiras profundas. O rosto socado continuava perfeitamente lindo, mas uma áurea cinzenta pairava sobre sua cabeça. Bateu algumas portas. Todo mundo se olhou estranho e em silencio. Até a cozinheira da casa parecia intimidada.

-Eca! Não é possível que ele tenha piorado! Ally exclamou!

Notas finais
Então. Toda semana (A ñ ser q ocorra algum erro) Eu starei postando. Essa foi a frequencia desde o inicio.
(Pra ñ ficar confuso pra v6 saberem qd terá um novo cap)
Ñ da pra ter um dia certo ou horario. Eu prefiro postar no meio da semana. (Mas as vezes num da. Q nem dssa vez)
Mas toda semana tem um capitulo novo.
Ah! E tb eu preciso saber a opnião d td mundo...
Então leitores fantasminhas podem dar as caras kkkk ... (¨6 dvem saber q eu ñ gsto disso d fik chantageando. mas é muito chato nunk recb os reviews d v6 gente! Eu preciso saber o q v6 acham da historia) XD
Spero q desculpem a falação aí rsrsrs... *_*
Um meeeeeeeeeeeeeeeeegaaaaaaaaaaaa beijo pra todas vocês! E até o proximo capitulo! :)