Notas iniciais
MAHALO MEUS MONKEYS LINDXOS ♥
Sim, estou feliz para caralho hoje, porque pela primeira vez na vida, meu cabelo ficou bom quando cortei. Ou seja: to in heaven.
Anyway, estamos chegando na ~tensão~ da fic. Ui, que meda.
Espero que gostem desse capítulo tão docinho quanto pão de mel ~nhac~

Se pedissem para Quinn descrever seus planos pós-formatura, ela diria qualquer coisa, exceto estar casada com o badboy do colégio, e mais, esperando a filha dele. Sim, filha. O ultrassom no 5º mês, mostrou que uma princesinha crescia dentro dela. Caroline Samantha Puckerman nasceria em meados de fevereiro, e seria recebida por uma louca e complicada família.

No aniversário de 16 anos de Rachel, Puck a emancipara, e agora, a baixinha dividia um apartamento com Finn, ao lado do de Quinn e Puck. Santana morava no alojamento da faculdade, para poder estar mais perto das festas, e visitava a família quase diariamente. A casa que fora de Anita, onde a mãe e a avó dos três irmãos foram assassinadas, havia sido vendida, e o dinheiro, repartido entre os três.

Agora, janeiro já chegava ao fim, assim como a gestação de Quinn. A loira havia passado a dar aulas de teatro, sua outra grande paixão, para crianças da creche onde Frannie trabalhava. As duas loiras estavam sem contato com os pais, mais especificamente a mãe, já que Russel estava preso por fraudes fiscais e quebra da ordem de restrição. A mais velha havia concluído o divórcio e conseguido a guarda dos dois filhos, apesar do ex-marido e a amante piranha terem tentado recorrer.

Puck se dedicava intensamente a faculdade e a família, além de ao seu emprego na oficina de Burt. Nos finais de semana, ele e Finn cuidavam das reformar necessárias no apartamento do casal Puckerman, para que a pequena Carol fosse bem recebida.

O quarto da pequena princesa já estava pronto, inteiramente decorado pela mãe e tias babonas (http://www.quartosdemeninas.com/wp-content/plugins/php-image-cache/image.php?path=/wp-content/uploads/2013/05/quarto-infantil-menina-vermelho-queimado-e-cafe-alexandra-abujamra-01.jpg). Michael e Doug, os dois filhos de Frannie, haviam ajudado na compra dos brinquedos, e estavam bem animados com a chegada da nova priminha.

_ Eu não aguento mais minhas costas, minhas pernas, meus pés... – reclamou Quinn, no último sábado de janeiro. Puck riu, sentando no sofá e pegando os pés da esposa, os massageando com o carinho – Continue com isso e terei um orgasmo aqui mesmo.

_ Qual é amor, posso te fazer chegar lá de um jeito mais legal. – ele reclamou e ela riu, o encarando com pesar.

_ Você sabe que eu queria muito amor, mas eu não estou aguentando com a minha barriga. – desculpou-se ela. Ele a olhou com carinho, beijando a barriga pontuda da esposa.

_ É por um bom motivo minha linda, não tem problema. – ele garantiu, voltando a massagem – Você não quer mesmo que eu cancele o jantar? Santana não deve nem ter saído do alojamento e, bom Finn e Rachel vivem aqui do lado.

_ Claro que não amor. – garantiu Quinn, acariciando o rosto dele – Você sabe o quanto eu gosto da companhia das duas irmãs e do grandão.

E realmente, uma hora depois, com os três presentes, Quinn não mais se queixava (tanto) das dores. Ela conversava com Rachel e Santana, que disputava a barriga dela com suas mãos, loucas para sentirem os doces chutes da pequena Carol. Os padrinhos seriam Rachel e Finn, e Santana havia se contentado em ser a tia favorita.

_ Qual foi o prazo que a médica deu? – perguntou Rachel, enquanto eles devoravam as pizzas de frango e calabresa.

_ Até dia 10. – contou Quinn, segurando a barriga – Mas não sei o quanto mais aguento, realmente.

_ Você é forte Q. Está aguentando 8 meses casadas com o Puck, vai aguentar mais alguns dias com a Carol ai dentro. – brincou Finn, recebendo um soco do amigo, enquanto as três mulheres riam.

_ Só não mando você ir comer alguém, porque você namora minha irmãzinha. – resmungou o rapaz de moicano, e Rachel corou.

_ Qual é Puck, eles estão morando juntos há um mês. Você acha mesmo que eles ainda não transaram? – provocou Santana, recebendo um olhar fuzilante de Rachel e Puck – Se não fizeram isso na casa de abuela, já acho muito.

_ Acho que quem precisa de sexo é você Satã. – Finn tentou desviar as atenções – Está muito insuportável.

_ Engano seu, caro Franketeen. – riu a latina – Dormi com um cara incrível ontem. E duas loiras deliciosas, ao longo da semana.

_ Ok, essa conversa é nojenta. – Puck largou seu pedaço de pizza, enquanto todos riam – Eu ainda sou o irmão mais velho de vocês, pelo amor de Deus.

_ Imagina quando for a Carol e... – começou Rachel, porém logo parou, arqueando a sobrancelha e olhando o colo – Sant, você derrubou refrigerante?

_ Claro que não Hobbit, que pergunta é essa? – perguntou Santana, encarando a irmã adotiva como se fosse louca.

_ O sofá está molhado e... – as duas arregalaram, encarando Quinn, que estava com a expressão congelada – Ai meu Deus, a sua bolsa estourou.

_ A bolsa o que? – Finn e Puck levantaram ao mesmo tempo, derrubando seus pratos e copos – Finn, pega as duas malas no quarto da Carol. Sant, pega a minha chave. Rachel, procura minha carteira. E Quinn... Fica calma meu amor.

_ Eu estou calma meu amor. – garantiu a loira, encarando o marido, que parecia que daria a luz a qualquer momento – Mas acho melhor você se acalmar.

_ Pronto, podemos ir. – avisou Finn, enquanto Puck ajudava a esposa a se levantar – Porém, acho melhor eu dirigir.

O caminho para o hospital foi pontuado por gritos de Puck, mandando o cunhado ir mais rápido. Por fim, Santana perdeu a paciência e soltou seus cachorros espanhóis sobre o irmão, que ficou acuado e se calou.

No hospital, enquanto levavam Quinn para a internação, Puck teve que preencher as documentações, e precisou da ajuda dos amigos, já que estava tão nervoso que sequer lembrava seu aniversário.

Já no quarto, começou o longo e cansativo processo de espera pela dilatação e contrações. Frannie apareceu para ver a irmã, aproveitando que os filhos estavam com o pai no final de semana. Não ficou muito tempo, já que a coisa ali ainda tardaria, e ela tinha um encontro.

Santana, Rachel e Finn quiseram acompanhar tudo e só deixavam o quarto para ir à cafeteria ou em busca de algum médico ou enfermeira. Puck não conseguia levantar da cadeira, e após um tempo, perceberam que havia algo errado. O médico diagnosticou estado de choque e ansiedade, e deu um calmante ao rapaz, o que fez os amigos rirem.

Pouco depois de o sol nascer no domingo, Quinn tinha dilatação e tempo entre as contrações adequado. Foram para a sala de parto, na companhia dos três amigos, e lá, começou o longo e cansativo processo de empurrar.

_ Força Quinn. – pedia Puck, quase uma hora depois. O corpo da esposa estava encharcado de suor, assim como seus cabelos. Ela sequer se aguentava mais sentada, precisando do apoio de Puck e Rachel para isso. O rapaz estava começando a ficar assustado com a demora.

_ A cabeçinha já está saindo. – avisou a médica, com um sorriso gentil – Mais alguns empurrões, e ela sai.

Munida dessa esperança, Quinn tornou a empurrar. Seu corpo clamava por descanso, por parar, mas ela sabia que não podia. Sua filha dependia dela para vir ao mundo, e ela tinha de fazê-lo.

Empurrou uma, duas, três vezes. Na quarta, colocou cada resquício de força que tinha em seu ser e foi recompensada com o choro alto e forte de sua filha.

_ Aqui está sua garotinha mamãe. – anunciou a médica, colocando o corpinho quente de Caroline sobre seu peito, ao mesmo tempo em que jogava um pano sobre a pequena. De alguma maneira, a palavra mamãe lhe pareceu tão correta, que sequer sabia explicar.

_ Oi minha princesa. – a voz de Noah tirou-a de seu torpor e ela encarou o marido, que tinha os olhos transbordando de lágrimas. Selaram seus lábios rapidamente, antes de voltar as atenções a filha. Caroline tinha os olhos avelã de Quinn, porém o formato dos lábios e a cor dos poucos cabelos, eram semelhantes aos do pai.

_ Ela é perfeita. – sussurrou Rachel, e o casal virou para os três, que os encaravam emocionados.

_ Ela parece com a mamãe. – disse Santana, e Puck teve que concordar. Tudo que ela herdara de Puck, o rapaz havia herdado da mãe.

_ Agora precisamos levar essa garotinha para ser examinada. E Quinn precisa descansar. – explicou a enfermeira, e todos concordaram. A mulher levou Carol, e Puck pode acompanhá-las. Ele beijou a testa de Quinn, antes de sair com a filha.

Enquanto observava a pequena Carol ser examinada, lembrava-se da mãe e do quanto gostaria que ela estivesse aqui, vendo seu menino se tornar pai. Sua mente voou para as duas irmãs, que estavam do lado de fora do berçário, filmando e fotografando tudo. Encarou Rachel, sua pequena estrelinha. Ah, se elas soubessem de tudo...

Mas Juan, Ruth e Anita haviam decidido esconder tudo por um motivo, por amor as duas meninas e a ele. E agora, vendo sua filha, entendia porque eles haviam feito isso. E sabia que estava certo em continuar escondendo tudo. Se perguntassem, não se arrependia. Nunca poderia se arrepender do que havia feito por amor.

Notas finais
SIM, TEMOS UM BEBÊ LINDO E GOSTOSO E CHEIROSO. E sim, temos uma porrada de segredos ainda, puta que pariu, cêis não tão vendo é NADA.
Espero que gostem *---*
E ATÉ DOMINGÃO, QUE É DIA DOS PAIS E ETC
Beeeijos