What Happens In Vegas

4 She's killing me


Notas iniciais
Hello guys.
Queria agradecer pra caramba os reviews do capitulo passado, cês são fodinhas :)
Geral odiando a Carly por ter interrompido Seddie, que isso gente, não foi culpa dela, como ela ia saber que os dois amigos estavam quase se comendo no banheiro? kkkkkkkkkkkk
Pra quem pediu mais detalhes da primeira noite de Sam em Las Vegas, eu fiz um flashback basico :)
espero que gostem
Musica do título; She's killing me - A Rocket to the moon

Ponto de vista geral //

Freddie estava parado, na mesma posição dentro do box desde que Sam havia saído, era possível ouvir a conversa dela com Carly, ele olhava para baixo e apertava os lábios em frustração, não iria fazer isso, não queria fazer isso. As vozes cessaram com o bater da porta, o rapaz encostou o corpo do vidro frio do box, com apenas um pensamento rodeando sua mente ‘essas calças apertam’. Ele ligou o chuveiro novamente, mas nem a água fria estava ajudando.

– Maldita Sam Puckett – ele resmungou, levou uma de suas mãos para os cabelos, depois cruzou o braço em frente aos olhos enquanto sua outra mão descia para os botões de sua calça – Maldita garota, me fazendo ficar excitado com um simples quase beijo, droga, estou me sentindo um garotinho de 13 anos.

Freddie abaixou sua calça numa altura suficiente para se sentir livre do ‘aperto’ que estava lhe causando, sua mão começou a alisar seu membro, quase por impulso. No momento ele odiava aquela garota mais do que tudo, só ela tinha esse efeito sobre ele, e era nela que ele estava pensando, desde a primeira vez dos dois no mesmo dia que sua mãe armou aquele plano ridículo para fazer os dois se separarem, o dia que fizeram sexo no quarto de Carly quando ela foi no Groovy Smoothie pegar vitaminas para os três até a noite do elevador, ele revivia tudo, os movimentos, o jeito que ela fazia ele se sentir, as mãos dela correndo por suas costas o arranhando profundamente, os gemidos dela... definitivamente tudo.

A água do chuveiro agora se misturava com o suor que descia pelo corpo do moreno, que agora ditava um ritmo rápido e frenético, com isso e suas lembranças não demorou muito até Freddie soltar um longo e alto gemido e atingindo o clímax. Suas pernas bambearam por uns instantes, ele olhou para baixo e viu sua liberação descer pelo ralo junto com a água do chuveiro, e nesse momento ele sentiu mais raiva ainda da garota, só uma coisa passava por sua cabeça.

– Isso não vai ficar assim Puckett, não vai mesmo – ele falou baixo, só para ele mesmo, saindo do box, pegando a outra toalha e saindo do quarto enxugando seus cabelos.

...

Freddie chegou ao restaurante do hotel e logo Carly sentada comendo e um prato do lado, mas a cadeira estava vazia, o prato de Carly estava na razoavelmente cheio já o de Sam, bem, sem comentários sobre isso, era comida de graça e Sam Puckett juntos, já era de se esperar que o prato estivesse quase transbordando. Ele rondou o local um pouco mais e logo viu Sam no canto do restaurante conversando com Danny, eles pareciam íntimos Assim que a loira pousou seus olhos sobre o moreno um sorriso perverso surgiu em seus lábios, fazendo o rapaz franzir seu cenho e forçar os lábios numa linha reta de pura raiva. Ainda não havia digerido que ela ainda emitia aquele efeito sobre ele. Voltando com seu prato meio cheio ele se sentou na mesa.

– Onde está Freddie? – Carly perguntou

– Onde está o que? – ele perguntou confuso

– O remédio para a Sam.

– Ahhh, não achei – ele tentou encerrar o assunto e voltar a comer

– Estava dentro da bolsa dela Freddie – Carly falou como se não acreditasse nem que ele havia procurado

– Não vou mexer nas coisas dela, é território proibido pra mim, que fique bem claro – ele falou isso olhando diretamente para a loira que apenas soltou um riso e voltou a comer, olhou novamente na direção da loira que estava se despedindo do rapaz loiro que lhe disse algo no pé da orelha e lhe deu um beijo no canto dos lábios e saiu para o elevador, enquanto Sam voltava para seu prato.

– Ok senhor certinho, então Sam, vai me contar ou não? – Carly se virou para a amiga

– Contar o que? – Freddie perguntou

– Ela quer saber como foi minha noite ontem e eu já disse que se ela quisesse saber ela teria ido comigo – Sam mostrou a língua para a morena a sua frente e voltou a comer.

– Qual é Sam, por favor – Carly a encarou com aquele olhar do gato de botas do Shrek – Por favor, por favorzinho, com cereja no topo ainda, por favor.

– Que inferno – a garota de belos olhos azuis abaixou o garfo em sinal de rendição – como eu sei que não vou conseguir comer, porque você não vai deixar, eu tenho que contar, certo? – ela falou com a voz meio cansada e foi respondida por um aceno de cabeça completamente animado da amiga, o que a fez sorrir um pouco.

– Bem, eu não quero ouvir sobre as relações sexuais da Sam com um desconhecido – Freddie resmungou e Sam ignorou o comentário dele, bebeu um pouco de seu suco e voltou a atenção pra Carly.

– Ok, então ...

Flashback

Ponto de vista de Sam //

Assim que sai do quarto deixando Carly lá atrás uma onda de arrependimento bateu rapidamente, lá estava eu indo em direção ao estacionamento com dois estranhos que me levariam para uma festa de outro estranho em um local completamente desconhecido, eu não fazia idéia do que esperar e uma pequena raiva de mim começou a brotar por não ter seguido o conselho da Carly, quando já estávamos bem no fundo do estacionamento eu olhei para o Danny que não disse nada, apenas pegou a chave do carro do bolso e soltou um sorriso torto pra mim, ele apertou o botãozinho da chave que destravava o carro, e quando eu virei, era nada mais e nada menos que uma BMW M6.

– Esse é seu carro? – Eu perguntei meio abobada, o maximo que tinha entrado era no meu mustang 1995 que divido com a Carly.

– Aham – ele falou jogando a mochila com suas coisas de DJ no banco de trás – Vamos?

– Vamos – respondi entrando no banco da frente, bem era verdade que eles eram desconhecidos, mas se eu fosse pro inferno eu definitivamente queria ir numa BMW M6.

...

Demoramos uns 15 minutos dentro do carro até Danny para-lo em frente a uma casa bastante grande para meu gosto, e que aparentemente estava bastante cheia e a musica esta relativamente alta.

– Chegamos – Adam comentou saindo e abrindo a porta do carro pra mim, ele sorriu, pela primeira vez eu vi esse cara sorrir, ele é a timidez em pessoa e não fala muito.

Assim que entramos na casa eu fiquei um pouco assustada com a quantidade de pessoas, realmente tinha muita gente, e dentro da casa o som estava em uma altura absurda, Danny teve que gritar na minha orelha que iria para o ‘palco’ no meio da sala e fazer seu trabalho, para que eu pudesse ouvir e Adam tinha ido em direção ao bar, então eu fiquei sozinha por um tempo, até sentir uma mão em meu ombro, quando eu virei era uma garota que eu nunca tinha visto em minha vida, ela estava meio acabada, só ela e Jesus sabiam o que ela estava fazendo antes.

– Hey loirinha, ta afim de festejar com a gente? – Ela apontou para um grupo de pessoas meio mal encaradas, e quando eu ia responder senti alguém me puxando pelo braço, graças a Deus era Adam.

– Não vai querer se meter com aquele povo – ele falou me levando para o bar, onde me fez ficar sentada — nossa, te deixo sozinha por 4 minutos e você já estava se metendo em confusão.

– O que eu posso fazer? Tenho um imã para confusões – Eu disse com um sorriso o que arrancou o mesmo dele, ok, ele era definitivamente bonito, tive certeza naquele momento.

Ficamos conversando por um tempo e eu descobri que o Adam era um cara completamente hilário, ele só era timid. Danny já comandava as musicas de cima do palco, estava tocando I Wanna Go, eu estava querendo dançar, pra ver se destilava o álcool em meu corpo, mais estava com receio de ir sozinha e ser agarrada por um estranho.

– Você não quer ficar aqui parada né? – Adam perguntou e recebeu um aceno negativo meu, o que o fez soltar uma leve risada e me puxar pela mão até o meio da pista. Por um momento pensei que eles estava afim de mim, mas acho que ele só estava querendo ser legal, e de fato não queria ficar parada, mas muito menos queria dançar com um estranho...

...

– A claro, porque o Adam e você são amigos de infância né? – Freddie perguntou em tom de puro sarcasmo

– Meus amigos de infância estavam dormindo no hotel naquela hora, e ele era o cara mais próximo de mim no momento.

– E enquanto ao DJ sedutor? – Freddie zombou de novo

– Estava ocupado, você está ouvindo a historia ou apenas as partes que você quer?! Ok, então continuando.

...

Ficamos dançando por um tempo, até trocarem de DJ e o Danny descer do palco e se juntar a nós dois, assim que Danny chegou e sussurrou algo no ouvido de Adam, ele sorriu me deu um aceno e sumiu em meio a multidão.

– O que falou pro Adam? – Eu perguntei ao loiro e ele sorriu

– Eu tinha pedido pra ele ficar junto com você, tem muita gente errada que freqüenta as festas do Jord, não queria nenhum deles envolvidos com você, me parecer ser uma pessoa direita.

– Eu? Uma pessoa direita? Ta na cara que você não conhece o sobrenome Puckett – ele falou rindo

– Um sobrenome não diz nada.

– Ahh, diz sim, acredite. – falei brincando

– Meu sobrenome é Jones, o que isso te diz – Danny perguntou entrando na brincadeira

– Que você é rico, mora com esse tal Adam em algum apartamento caro e que cursa ou medicina ou direito em uma boa faculdade – Eu respondi, deixando ele de olhos arregalados, mas logo depois soltei um sorriso de deboche – Ok, digamos que foi seu carro que me disse você é rico, algumas apostilas de medicina e direito no banco de trás ... e a coisa sobre morar com Adam, bem, foi apenas um chute.

– Sabia que meu sobrenome não poderia te dizer muito sobre mim, alias, não pode dizer nada – ele comentou – sobre você, sei que e é uma garota completamente sem juízo e que come bastante.

– Esta me chamando de gorda? –Perguntei horrorizada.

– Nada disso, eu apenas vi seu prato no restaurante hoje quando você almoçava com sua amiga moreninha – Ele falou chegando bem perto de mim.

– E porque sou sem juízo? – perguntei sem recuar conforme ele chegava mais perto.

– Você veio pra uma festa com dois completos desconhecidos, quase foi puxada para um grupinho de gente que se droga, já bebeu mais de 9 copos de vodka e ainda não deu nenhum passo pra trás a cada passo pra frente que eu dou.

– Talvez porque eu não queira que você se afaste.

– Mesmo seu namorado baixinho te esperando no hotel – ele parou onde estava, com o rosto a centímetros do meu, e eu estava com as costas coladas no balcão do bar e o corpo dele estava colado no meu.

– Quem? O Freddie? Nahh, ele não é meu namorado, somos amigos – disse com um sorriso

– Serio? – Danny perguntou com a sobrancelha – Pois parece, ele te olha de um jeito estranho.

...

– Epa, como assim eu te olho de um jeito estranho? – Freddie perguntou parecendo irritado

– Sei lá, pergunte a ele – Carly interrompeu – Continua logo Sam, quero sair desse restaurante.

...

– Imaginação sua, eu e o Freddie somos amigos.

– Quem bom – ele falou se afastando e pegando mais duas bebidas com o barman, me deu uma e ficou com a outra. Depois de mais umas horas de conversa descobri muito coisas sobre ele, Danny tinha 22 anos, morava em New York, cursava direito, tinha uma irmã de 19 anos entre varias outras coisas. Cerca de 4:30 da manha nós resolvemos voltar pra casa, não haviamos encontrado Adam, então Danny apenas deixou uma mensagem de voz pra ele, chegaram no hotel em 10 minutos, caminhamos em silencio até a porta do quarto de meu quarto, estava tudo bem silencioso então imaginei que Carly estaria dormindo.

– Se divertiu? — Ele perguntou

– Muito, cômico aquela garota ter ficado com a saia presa na cadeira e ter rasgado bem na bunda – falei rindo

– Coitada, deve ter ficado traumatizada – Danny disse com uma expressão engraçada

– Nahh, ela provavelmente não vai se lembrar disso amanhã, a julgar pelo que ela fez logo depois – Sam falou pensativa

– Dançar em cima de uma mesa apenas de calcinha e camisa não é algo muito esperto.

– Nem fale

...

– Você pode pular para a parte que me interessa logo? – Carly perguntou impaciente

– Nossa, que pessoa impaciente – Sam comentou

...

– Ok, obrigado de novo por não ter me deixando em casa em minha primeira noite em Las Vegas – eu falei dando o leve sorriso

– Sempre um prazer madame – ele pegou minha mão e deu um beijo, de zoação, eu fui em direção a sua bochecha para lhe retribuir o beijo, mas ele virou o rosto fazendo nossos lábios se tocarem, no momento permaneci com os olhos aberto em estado de choque, mas logo depois me deixei levar, afinal não tinha nada a perder e queria fazer aquilo desde a primeira vez que o vi, então apenas subi minhas mãos para o seu pescoço e o puxei mais pra mim.

Fim do flashback

...

– Bem, eu poderia ficar aqui descrevendo tudo que aconteceu na porta do quarto mais não vou fazer isso – Sam comentou tomando outro gole de sua bebida

– Wow, você realmente pegou o Danny – Carly comentou, aparentemente mais para ela mesma do que para as outras pessoas na mesa – Vem cá, acharam o Adam?

– Aham, ele chegou em no quarto pela manhã, aparentemente bem e sem nenhum ferimento, apenas caindo de bêbado, mas fora isso nada.

– Ohh, que bom – Carly disse se levantando – vamos sair hoje, então eu vou dormir um pouco para poder ficar completamente descançada.

Dizendo isso ela saiu, deixando Sam e Freddie na mesa, o ‘tudo que aconteceu na porta’ ficou pairando na mente do rapaz, ele estava fazendo todo o possível para terminar rapidamente seu almoço sem falar nenhuma besteira, a loira terminou mais rápido e assim que estava levantando Freddie não segurou a curiosidade/ciúmes reprimido

– Você transou com ele?

– O que? – Sam perguntou com os olhos arregalados

– Com o tal do Daniel, você transou com ele? – Freddie perguntou, se ele fosse um personagem de anime estaria saindo fumaça de seu nariz e orelhas

– Que isso Freddinho, acha mesmo que iria transar com um desconhecido? – Ela falou em tom de deboche, circulando a mesa e ficando atrás dele, chegando bem perto de seu ouvido e sussurrando – Alias, se eu realmente tivesse feito sexo com o Danny no corredor, com certeza você teria acordado de seu soninho de beleza Benson.

Falando isso – que arrepiou o moreno por completo — a loira soltou um sorriso perverso e foi caminhando para a saída do restaurante, enquanto Freddie ficou lá com apenas uma coisa em sua cabeça.

– Essa garota vai me matar, eu tenho certeza disso – ele comentou encostando a cabeça na mesa.

Fim do capitulo 4


Notas finais
Iai, gostaram do flashback?
Da Sam provocando o Freddie no finalzinho?
Proximo capitulo vai ser a primeira saida dos trés amigos juntos.
kisses babys