What Happens In Vegas

24 I knew you were trouble


Notas iniciais
Hey guys.
Um milhão de desculpas por ter demorado tanto tempo para postar, fiquei de recuperação em Biologia e meu pai tava apertando minha mente, estava só no twitter pelo celular, consequentemente estava sem ter como escrever.
Talvez eu viaje no natal e ano novo, então; sem fic durante esse tempo. Espero que entendam :)
Então, nesse capitulo temos mais Nicholas sendo filho da puta, mais Seddie, Freddie com um little ciumes e uma briga.
Sem mais conversa aqui em cima, aproveitem o capitulo.
Musica do título; I knew you were trouble - Taylor Swift.
ps: Quem ainda não viu o clipe dessa musica da Taylor, eu indico. Muito perfeito.

Ponto de vista geral //

Depois de descerem para tomar seu café da manhã completamente atrasados e sendo vitimas dos olhares maliciosos da família, e Sam também estava sendo fuzilada pelo olhar de Marissa. O casal resolveu ficar na parte externa da casa, aproveitando a vista e o alivio de não precisar ficarem fingindo que estão perdidamente apaixonados um pelo outro.

– Vamos embora hoje à noite, certo? – Sam perguntou quebrando o silencio que se matinha entre os dois.

– Aham, por mais que Nana esteja insistindo para irmos segunda de manhã, temos que nós preparar para as aulas da tarde. Por quê? – Freddie perguntou tirando a atenção do iphone em suas mãos.

– Nada de mais, apenas saudades de casa, da Carls.. – ela deixou a frase morrer no meio enquanto voltava a encarar a vista em sua frente.

– Porque não liga para ela? – o moreno disse dando de ombros e voltando a ler algum artigo na tela de seu telefone.

– Ainda é muito cedo lá em Seattle, talvez eu ligue mais tarde – ela disse dando de ombros e deixando o moreno dar atenção ao aparelho.

...

Depois que passou das dez da manhã, Sam desistiu de ficar na parte externa da casa olhando o nada ou observando Freddie mexer no preciso iphone dele, ela se levantou lentamente – resultado de ficar tanto tempo sentada – e caminhou em direção a entrada da casa.

– Vou ligar para a Carly de lá do quarto, ao menos assim seus parentes não podem olhar minha expressão pelo vidro, serio.. isso incomoda.

– Sabe que é apenas sete horas lá em Seattle? – Freddie perguntou com uma sobrancelha arqueada e ignorando o comentário sobre sua família.

– Não vou ficar esperando ela acordar as duas da tarde lá sendo que aqui vai ser.. sei lá – a loira parou para tentar fazer a conta do fuso horário.

– Seriam cinco horas da tarde Sam.

– Isso ai – a garota tirou o telefone de seu bolso, assim que abriu a porta de vidro que separava a sala da parte externa, recebeu o mesmo olhar mortífero de Marissa, desde que chegará naquele local era dessa forma que era recebida por sua adorável sogra.

– Não demore – a voz de Freddie soou baixa em seus ouvidos.

– Porque a preocupação? Como medo de me deixar sozinha e eu resolver jogar tudo para o alto e agarrar seu primo?

– Não, te mantenho mais que satisfeita. Para o caso de.. ahh, sei lá Samantha, apenas não demore.

– Ok patrão, não demorarei, vai que sou demitido – a loira disse com ironia antes de subir para o quarto, ignorando toda a família que estava sentada na sala.

Assim que chegou no quarto, discou rapidamente o numero da amiga que já tinha decorado em sua cabeça a anos atrás. Mas por alguma obra do destino, o aparelho não estava com sinal o suficiente para iniciar a ligação dentro do quarto, então a garota foi para a varanda, mesmo assim nada. Esticou o braço para cima, enquanto cobria parte dos olhos com as mãos tentando se proteger do sol.

– Celular de merda, operadora de merda – a loira resmungava, tentou mais uma vez e a mesma coisa ocorreu, frustrada ela encostou a testa no corrimão da varanda e respirou fundo varias vezes. Fizer dentro daquela casa não exigia muito esforço, afinal tinha comida, cama, uma bela vista. Mas todos os olhares e expectativas para o futuro dela com Freddie (um futuro completamente inexistente) já ultrapassaram a barreira de irritação, sentia-se sufocada.

Um par de mãos toucou-lhe os ombros, os apertando levemente a fazendo suspirar de alivio.

– Não estou conseguindo falar com a Carly, aparentemente meu celular não funciona nesse fim de mundo com visão paradisíaca – ela resmungou com um leve sorriso nos lábios, ainda de olhos fechados e com a testa encostada no corrimão, apenas aproveitando a brisa a as mãos de Freddie.

As mãos desceram dos ombros para cintura e ficaram paradas lá, em quando o queixo do moreno se firmou no ombro da garota. Assim que isso aconteceu ela sentiu-se incomodada pela barba de Freddie espetando sua pele. Sinceramente, se fosse um desenho animado teria acendido uma lâmpada acima da cabeça da loira, afinal, desde quando Freddward Carl Benson possuía barba?!

– Mas que ... – ela se virou rapidamente e suas teorias se confirmaram ao ver Nicholas parado em sua frente, com um sorriso nos lábios – Mas que porra pensa que está fazendo?

– Nada de mais.. apenas – ele começou a falar enquanto se aproximava mais dela, que não tinha por onde correr já que o corrimão a ‘aprisionava’.

– Nicholas, não sei o que acontece entre você e o Freddie, mas a melhor coisa que faria em sua vida é se afastar de mim... agora – aloira disse enfatizando bastante o ‘agora’.

– Me responda uma coisa Sammy – ele disse com a voz aveludada e com a expressão completamente calma, como se não estivesse fazendo nada de mais.

– Primeiro: Pode perguntar afastado de mim. Segundo: Não me chame de Sammy, ninguém me chama de Sammy – Sam disse o encarando, mas suas palavras não tiveram o efeito desejado, já que o moreno a sua frente apenas sorriu amarelo.

– Fred te chama de Sammy, você não reclama – ele disse pegando uma pequena mecha loira da garota e enrolando na ponta do seu dedo indicador.

– Não tente se comparar com o Freddie, ele é casado comigo e você é apenas o amigo do primo dele, que eu já pedi para se afastar mas parece que quebrou um pau dentro do ouvido.

– Ui, não fique nervosa Sammy. Sabe, não acho que o Fred seja o cara certo para você.

– Não me lembro de ter pedido sua opinião para isso – ela disse na beira da raiva, em outras ocasiões já teria dado um belo soco de direita que deixaria o rapaz desacordado, mas o fato de estar na casa da família de Freddie a impedia disso, receio de colocar tudo a perder – Agora se me da licença.

E dizendo isso ela o empurrou com força, não o suficiente para ele cair, mas para ele se afastar alguns passos, dando espaço para a loira se afastar. Não muito, já que assim que Nick recuperou o equilíbrio ele a segurou pelo braço com força, o provavelmente iria deixar uma marca. E sua expressão mudou de suave e tranqüila como a de um serial killer para uma carranca e o olhar de um estuprador.

– Me solte – ela falou em um grito baixo (se é que isso é possível)

– Não entendo como ele sempre tem o que quer e as melhores coisas, ele não merece ser feliz e..

– Nicholas, me solte... agora – ela pediu com o tom de voz mais baixo do que da primeira vez, mas não obteve resultado.

– Acho que ela mandou você soltar – a voz inconfundível de Freddie soou pelo quarto, chamando a atenção dos dois que estavam perto da varanda.

– Ora ora ora, se não é nosso querido Fred. O herói chega na hora certa para salvar sua dama indefesa – Nicholas diz com sarcasmo.

– Indefesa? Ela com certeza quebraria sua cara mais rápido do que possa dizer bolo gordo. Solte ela Nicholas, e evite mais uma confusão esse ano.

–Por que? Ela tem que saber o que você fez.

– Eu não fiz nada, isso faz mais de dez anos cara, supere.

– Nunca vou superar, e nunca vou te perdoar também. Sabe, talvez você tenha que perder algo que se importe muito também, para ver se e tão fácil assim esquecer.

– Nicholas eu juro por Deus, se você tocar em um fio de cabelo dela eu mato você, eu juro que te mato – agora Sam observava uma raiva desconhecida irradiando de seu amigo/marido. Ele apertava os punhos com uma força tão grande que ficava visível as veias de seu braço.

– Ohhh, eu adoraria ver você tentar – e falando isso, Nick soltou Sam bruscamente, a fazendo cambalear. O que foi a gota d’água para Freddie se descontrolar e partir para cima do moreno. Acertando apenas um murro na lateral do rosto do loiro, que logo depois devolveu o golpe e conseguindo jogar o mais novo no chão, subindo em cima dele em seguida e continuando com os golpes. Freddie tentava se defender, mas as vezes se deixava passar, até que em um momento ele consegui tirar o rapaz de cima de si, levantando e partindo com tudo na direção de Nicholas. Mesmo sendo forte, o ataque de Freddie não saiu conforme o planejado já que Nick esquivou e conseguiu acertar um soco na têmpora esquerda de Freddie. Que ficou desorientado por alguns segundos, o que não foi bom para sua situação. Nicholas era mais velho, mais forte e mais rápido que Freddie, e o fato do garoto estar desorientado só o favoreceu, o mais velho o empurrou contra o vidro do box e o segurou pelo pescoço.

Diante a cena de Freddie sem conseguir se defender e a julgar pela cara de psicopata de Nicholas, ela sabia que só tinha uma coisa a se fazer; pedir por ajuda. E foi isso que fez, desceu as escadas quase correndo e encontrou Christian sentado no sofá com um outro rapaz alto e forte, que deveria ser Josh ou Paul.

– Sam, o que houve?

– Nicholas.. Freddie.. lá em cima – ela falava tentando recuperar o fôlego perdido na corrida.

– O que? – o loiro perguntou confuso.

– O Nicholas vai matar o Freddie, ele estão lá em cima e o Nicholas está enforcando ele e .. e..

E com a mesma velocidade de Sam, Christian e o outro rapaz que ela não sabia o nome subiram e encontraram a mesma cena que a loira tinha visto antes de sair, apenas com um Freddie mais fraco e quase desacordado. Os dois homens logo trataram de separar o mais velho de Freddie, que já estava com os olhos revirando. Assim que conseguiram o moreno mais novo caiu de joelhos no chão, tossindo quase a própria alma e respirando com muita dificuldade.

– VOCÊ FICOU MALUCO NICHOLAS? – o outro cara que Sam não o nome perguntou.

– Ele me provocou Josh, o que queria que eu fizesse? – Nick disse em tom de revolta, como se estivesse sendo julgado injustamente.

Sam se ajoelhou ao lado de Freddie e o segurou pelo rosto, tentando ver os estragos feitos, o que eram bem grandes. Freddie boa parte do rosto roxo e tanto o nariz como a boca sangrando.

– Baby, você está bem? – a loira perguntou com os olhos marejados, e o rapaz em sua frente nada fez além de acenar fracamente com a cabeça antes de colocá-la no ombro da garota. Sam ficará horrorizada ao ver seu amigo tão machucado e fraco daquele jeito.

– Ele está bem? – Christian perguntou se abaixando ao lado da loira, logo após que Josh tinha tirado Nicholas do quarto.

– Não sei, acho que não. Chris, pode me fazer um favor? – ela falou desviando o olhar de Freddie pela primeira vez desde que tinha voltado para o quarto.

– Claro, qualquer coisa.. a não ser que queira matar o Nicholas enquanto ele dorme – ele disse dando um sorriso fraco.

– Pode colocar minhas coisas e as do Freddie na lancha, nos vamos voltar para Seattle agora – A loira pediu e Christian assentiu, levanto e descendo as escadas logo em seguida – Vai ficar tudo bem baby, nos vamos para casa.

Fim do capitulo 24


Notas finais
Bem, ai está o capitulo.
Desculpa por ficar mais de 20 dias sem postar, e talvez só poste agora depois do natal.. dependendo do resultado da minha recuperação, além disso tenho que pensar sobre o futuro da fanfic :)
Mereço reviews?
ps²: Leiam a fic do Matt > http://fanfiction.com.br/historia/306960/God_In_Tie < porque o Matt é divo :)
ps³: ignorem o Justin Bieber na foto sobre o rosto do Freddie uhahuahu foi a unica foto de como ele ficaria que achei :)