What Happens In Vegas
22 Come back to bed
Notas iniciais
Sorry pela demora de novo, estou entrando em período de provas finais agora, então já sabe.
Queria agradecer especiamente a Mila, pela recomendação. Obrigado sua fofa :3 Sigam o exemplo dela guys. uhahuauhaahuah falei sei U_U
A todos que pediram o hot Seddie, bem aqui está. Demorei horas para finalizar exatamente por causa disso, acho que estou enferrujada.
De qualquer forma, espero que gostem do capitulo, e desculpa se tiver algum erro de ortografía muito ruim, não tive tempo de revisar.
Musica do título; Come back to bed - John Mayer
Ponto de vista geral //
Sam desceu as escadas tentando controlar a irritação por Christian ter entrado no quarto naquele momento. Ela chegou a parte de fora da casa seguindo o loiro pelos calcanhares, sentando em um local um pouco afastado do resto da família.
- Ei Sam, onde está o Freddinho? – Britt perguntou com tom de inocência, o que fez Christian encarar a loira por alguns segundos e logo depois desviar o olhar para tentar se sentir menos constrangido com o que tinha visto no quarto há minutos atrás.
- Já está descendo, ele estava falando com Gibby no telefone quando fomos chamados – ela deu um sorriso amarelo e completamente forçado, afinal ela não estava feliz de estar ali no meio de tanta gente.
- E o que tanto faziam lá em cima? – Marissa perguntou com uma pontada de veneno na voz, obviamente não era segredo para a loira que sua ‘sogra’ não estava nada feliz com o fato de casamento estar indo as mil maravilhas.
- Marissa, deixe de ser indiscreta. Vai constranger a pobre garota – Bruce falou com tom repreensivo e logo depois de receber um rolo de olhos da irmã ele desistiu e levou a garrafinha de cerveja aos lábios então começou uma conversa particular com Paul.
- Garanto que ela não vai se sentir constrangida, não é querida Samantha?
- Nem um pouco, afinal não estávamos fazendo nada de mais. Eu fui ligar pra Carly, aproveitar que pelo fuso horário esse seria o horário que ela estaria acordando em um dia de sábado, e por sorte o Gibby estava no apartamento também e o Freddie queria falar com ele.
Sam finalizou o pequeno discurso improvisado enquanto encarava Marissa. A loira também ficou admirando a si própria por saber mentir tão bem em certos momentos. Antes que sua sogra pudesse abrir a boca para tentar arrancar mais alguma informação da garota, Freddie apareceu na porta de vidro da parte interna, saindo rapidamente e se sentando ao lado de Sam. Ele colocou o braço sobre os ombros da loira, apenas para a família não estranhar o fato de não se tocarem, mas até o mais breve contato fez Sam se arrepiar.
- Tive uma idéia, porque não vamos jantar no Emeril’s Miami Beach para jantar, afinal eu garanto que ninguém aqui vai querer cozinhar para esse meio mundo de gente – Nicholas sugeriu depois de ficarem uns dez a quinze minutos conversando do lado de fora da casa.
- Emeril’s? – Sam perguntou baixinho no ouvido de Freddie enquanto todo o resto da família se prontificava sobre a sugestão de Nicholas – Não é o restaurante mais caro da cidade?
- Não, um dos mais caros – Ele sussurrou de volta aproveitando que a família não estava prestando muita atenção nos mesmos.
- Porque tem que ir num dos restaurantes mais caros, eles não podem ir para qualquer um?
- Nicholas gosta de se amostrar para a minha família, lembrar que o pai dele é o melhor sucedido nos negócios, então ele sempre escolhe o restaurante e paga – Freddie disse com uma pontada de desprezo completamente presente em sua voz – é algo normal já.
- Porque você não gosta dele?
- É complicado.
- Garanto que eu consigo entender – Sam disse, nessa altura eles dois nem faziam idéia sobre o que o resto da família estava falando, poderiam estar comentando sobre a segunda guerra mundial.
- Ele é mui.. – Freddie foi cortado pela voz, ao seus ouvidos, irritante de Nicholas
- Vocês vão? – o moreno perguntou
- Para aonde? – a garota respondeu a pergunta com outra pergunta, mas com uma profunda inocência, afinal ela não fazia idéia sobre o que ele estava falando.
- Para o Emeril’s, daqui a meia hora – Nick falou.
- Não estou com muita vontade de jantar, e ainda está cedo – Freddie respondeu secamente.
- Não vamos diretamente para o restaurante, estávamos pensando em passear pela cidade um pouco – Britt comentou – Seria bom, você não vem para cá faz um tempo Freddinho e ainda poderíamos mostrar um pouco da cidade para a Sam.
- Bem, eu não quero ir – Freddie disse dando de ombros, mas sentiu um leve desconforto ao perceber um brilho no olhar de Nicholas, expectativa talvez, de ficar sozinho dando uma de sabe tudo para cima de Sam. Isso o incomodou mais do que deveria – Você quer ir baby?
- Eu.. na verdade não, não sei se agüentaria outra viagem nessa lancha em menos de 24 horas – Ela mentiu dando um olhar de ‘ainda temos coisas a resolver, Benson’ para Freddie.
- Qual é Sam vai ser divertido, além disso, se você passar mal na lancha eu te ajudo – Nicholas disse descaradamente, o que provocou uma reação não muito boa em Freddie, que ficou tenso na mesma hora que a frase foi finalizada.
- Fica para uma próxima Nick, quero apenas descansar um pouco e além disso, o Freddie não vai. Seria péssimo de minha parte se saísse e o largasse em casa.
- Se você quiser ir, pode ir – Freddie falou, mas naquele tom de ‘estou sendo irônico’
- Não, eu fico aqui te fazendo companhia – ela falou firmemente.
- Você que sabe – Nick respondeu com o tom um pouco irritado por Sam ter recusado seu convite – quem vai sair perdendo é você.
- Acredito que não – ela respondeu baixinho.
...
Depois de ficarem mais algumas horas conversando na parte externa da casa, todos resolveram sair logo afinal começavam a dar indícios de fome e ainda teriam que andejar um pouco pela cidade.
Não havia se passado nem cinco minutos que toda a família tinha saído para jantar/visitar à cidade e Sam já havia conseguido arrastar o moreno para o quarto. Todo o brilho inocente que ela tentava manter no olhar enquanto estava na frente de todos sumiu, voltando a expressão que tinha no quarto há horas atrás.
Assim que Freddie chegou a porta do quarto atrás de si, teve suas costas pressionadas contra a mesma de uma forma bem bruta. Após isso Sam puxou o moreno pelos fios de cabelos presentes em sua nuca e o trouxe para selar seus lábios em um beijo nada puro. Que durou apenas alguns segundos, afinal Sam queria muito mais que isso, e o fato de Freddie estar deixando ela ficar no controle torna tudo mais fácil. Ela se afasta dele lentamente mas não muito, apenas um palmo separava os dois.
- Camisa para fora Freddward – Ela ordenou e ele obedeceu. Assim que a camisa do moreno foi parar no chão, a ponta dos dedos de Sam o tocou de leve, fazendo o trajeto da garganta até o abdômen. O que apenas serviu para fazer o rapaz suspirar pesado – Bom saber que não perdeu seu físico nesse meio tempo, posso fazer um estrago nisso aqui.
Ele não disse nada, apenas a encarava na espera de algum toque mais intimo. E ela meio que esperava o mesmo, Sam nunca iria admitir mas ela gostava bastante quando Freddie ia contra ela nesses momentos, criava um clima desafiador entre os dois. Mas ele estava quieto, talvez por medo de fazer algo e ela desistir de toda a historia de ‘amizade colorida’.
Ela o puxou pelo cabelo mais uma vez e voltou a juntar seus lábios, esperando que dessa vez ele reagisse de algum modo, mas precisamente do modo que ela amaria. Mas nada aconteceu, ele apenas a deixou no comando de novo e suas mãos permaneceram na cintura da mesma. A gentileza e cavalheirismo do moreno já estavam irritando Sam de todas as formas possíveis.
- Resista Freddward! – ela disse com um sorriso malicioso nos labios assim que se afastou um pouco dele – Não lembrava de você ser tão mole assim.
E isso que foi dito pela loira parece ter dado margem para o lado de Freddie que ela realmente queria ver desde que tinha sucumbido a tentadora proposta do rapaz. Em um movimento rápido ele puxou a loira pela cintura e a empurrou contra a parede mais próxima, fazendo a mesma abrir a boca em um leve sinal de dor, mas Sam não teve tempo para reclamar ou protestar sobre nada, porque no segundo seguinte Freddie a beijou fazendo sua língua invadir a boca da garota.
Sam sentia-se ser pressionada entre a parece e o corpo de Freddie, e ela gostava bastante disso. Uma de suas mãos pairava sobre o peito e a outra na nuca do rapaz. Freddie abaixou o suficiente para segurá-la pela curva do joelho e a levantar, fazendo a loira entrelaçar as pernas em sua cintura. O que fez a ereção de Freddie ser pressionada contra a parte intima de Sam, que no momento estava achando que haviam muitas camadas de jeans entre eles.
Freddie separou seus lábios, desceu até o colo da loira e distribuiu beijos e mordidas leves até onde a abertura da blusa permitia. Fazendo Sam arquear de leve as costas – não podia fazer muito devido ao moreno estar contra o seu corpo – e jogou a cabeça para trás, encontrando a parede mas ela ao menos se importou. Apenas abriu um pouco a boca, em uma reação tanto de dor pela pancada na cabeça como de prazer pelo que estava recebendo de Freddie. No final era verdade, ela sentia falta de sexo, mas não apenas de sexo; ela sentia falta de sexo com Freddie Benson.
E com esse fato a atingindo de surpresa, ela desfez o enlace de suas pernas na cintura do rapaz e o empurrou. Freddie a encarava como se estivesse tentando ler sua expressão para ver se havia feito algo errado, e ele só se sentiu mais calmo quando a loira segurou um dos passadores de sua calça e o jogou em cima da cama. Ele ficou admirando a garota em sua frente, enquanto ela se desfazia da camisa e do shorts, ficando apenas de peças intimas em sua frente.
- Para o meio da cama Freddward – ela disse com voz autoritária, e lá estava de novo a Sam ninfomaníaca que ele conhecia bem. Ele fez o que lhe foi dito, seus dedos seguravam de leve o lençol branco da cama, de pura antecipação. Assim que ele se sentou no meio da cama com as pernas esticadas para frente, Sam subiu na cama, mas precisamente em seu colo. As mãos dela se moveram no abdomem do rapaz até o pescoço, o fazendo suspirar fundo antes de colar seus lábios de novo. Mordendo de leve o lábio inferior de Freddie, suas mãos grandes e meio ásperas parando sobre o meio das coxas da loira logo depois apertando-as, fazendo a mesma soltar um gemido involuntário.
- Chega de brincadeiras – ela pensou, colocando as duas mãos em cima do peito do rapaz e o empurrando contra o colchão. Mordendo de leve a garganta do moreno enquanto rebolava lentamente sobre sua ereção contida pelo jeans. Esse foi o ponto de ruptura para Freddie, que segurou a Sam pelos pulsos e rodou na cama, ficando por cima da mesma. O que ela aparentemente não gostou, já que seus olhos ficaram mais escuros do que já estavam – Freddie, saia de cima de mim.
Não estava nos planos dela ficar por baixo nessa situação, mas isso era uma das coisas que ela não gostava atualmente ; por mais que ela quisesse virar de novo, só poderia fazê-lo se Freddie permitisse, afinal ele havia ficado mais forte que ela. E pelo olhar do moreno, ele não permitiria que ela tomasse controle de nada, o que só serviria para a deixar mais irritada.
- Freddie estou falando serio com você – Sam disse com a voz carregada de raiva, além do fato de seus braços estarem em cima de sua cabeça o que era uma posição nada agradável, pois assim ela se sentia mais vulnerável do que realmente estava.
- Está mesmo? – Ele disse com a voz rouca, e logo depois pressionou mais uma vez sua pélvis contra a loira, que apenas torceu os dedos das mãos – Não parece estar irritada Sammy.
- Freddie, eu..
- Menos conversa e mais ação loira, você mesmo mandou eu reagir – E dizendo isso ele levou a sua boca para o pescoço alvo da garota, onde depositou algumas mordidas que só serviram para a atiçar mais ainda.
Ele conseguiu segurar os dois pulsos das loira com apenas uma das mãos enquanto a outra descia pelo braços, seios, barriga e então chegando ao local mais sensível do corpo de Sam, pressionando ali, mesmo que sobre o short. O que fez a garota gemer mais alto do que gostaria.
Dando-se por vencida ela levantou o quadril em direção ao de Freddie em busca de algum atrito que aliviasse a tensão de seu corpo, o que foi em vão, já que Freddie parecia querer torturá-la por tê-lo chamado de ‘mole’.
- Freddie – ela suspirava em meio ao desespero.
- Peça por favor – o moreno disse encarando a garota, e viu sua boca abrir em sinal de descrença – Sim, peça por favor ou vamos ficar nessa a noite toda.
- Freddie – ela suplicava, mas dizia o que ele havia pedido. Questão de orgulho.
- Não quero ser muito mole com você Sammy, qual é, apenas um por favor. Não vai arrancar pedaço, vai? – E depois de ter dito isso ele desceu novamente os lábios para o pescoço de Sam, que já estava relativamente vermelho e friccionou seus quadris contra o dele, ao mesmo tempo. Foi essa a peça chave para quebrar a pouca resistência que ainda residia dentro da loira.
- Por favor, por favor Freddie – Sam suplicou em sussurros.
- Por favor o que?
- O QUE? – Ela perguntou espantada
- Apenas brincando, não vou forçar tanto assim – e com um sorriso sacana nos lábios ele soltou os pulsos da garota, sentando-se corretamente entre as pernas da mesma e puxando de vez seu short e sua boxer. Voltando a deitar sobre a loira, que apenas circulou as pernas na cintura de Freddie e foi empurrando sua calça para baixo.
Após ter conseguido abaixar com os pés a calça de Freddie até que as mesmas parecem nos calcanhares, ela desceu a mão para dentro da boxer de Freddie e guiou a ereção até sua entrada. Segundos após ele já estava completamente enterrado dentro dela, trazendo de volta aquela sensação que só os dois entendiam, não era como fazer isso com outras pessoas aleatórias, era algo deles. Freddie começa a se movimentar num ritmo deliciosamente lento e torturante ao mesmo tempo.
Ela fecha os olhos saboreando a sensação que não tinha há anos, afinal o que ocorreu em Vegas não conta pois não estavam consciente de seus atos. Instintivamente levanta seu quadril para encontrá-lo, ele puxa lentamente de volta, enchendo-a de novo. Seus dedos correm em direção aos cabelos castanhos do rapaz, e ele lentamente move-se dentro dela novamente.
- Mais rápido Freddie, por favor .. eu – Sam implora em meio a gemidos, ele a beija duramente e então começa a se mover de verdade. Ele define um ritmo acelerado. De alguma forma, em menos de cinco minutos as pernas da loira começam a enrijecer embaixo dele.
- Já? – Ele pergunta nitidamente espantado, mas não obteve resposta a não ser meio mundo de frases sem coerência. As mãos dela deixaram os cabelos castanhos e sedosos do moreno e foram para suas costas, deixando lá marcas vermelhas enquanto sentia-se quebrar pelo primeiro orgasmo da noite.
- Freddie.. eu.. – mais coisas sem sentidos foram ditas enquanto ela estava tomada pelas sensações.
- Ah sim – ele geme enquanto se choca contra ele novamente, fazendo-a jogar a cabeça contra o colchão em puro deleite. Sam se move, contrariando o ritmo ditado por Freddie. Eles continuam do mesmo modo até Sam começar a dar indícios novamente de que estava chegando perto. Isso foi o suficiente para Freddie parar de segurar a si, encontrando sua liberação alguns segundos após ela.
Fora intenso de uma forma que ele não conseguiu segurar o peso de seu corpo sobre os cotovelos, e caiu em cima dela. Não que Sam estivesse reclamando, afinal era bom sentir cada parte dele assim, tão perto dela após tudo. Depois de regular a respiração e recuperar a força, ele virou-se, ficando ao lado dela.
- Então...
- Então...
- Diga o que quiser sobre o plano, não me importo. Mas fiz você implorar – ele comentou isso com um sorriso torto no rosto, e por mais que Sam tentasse ficar irritada com o comentário, depois do que tinha acontecido há minutos atrás, raiva era a ultima coisa que ela sentia sobre Freddie.
- Idiota – ela resmungou tentando esconder o sorriso, o que foi completamente em vão.
- Eu disse que seria uma boa forma de passar o final de semana.
- O final de semana ainda não acabou Fredbag – ela zombou dele.
- Essa é a melhor parte de todo plano, ainda temos um dia completo.
Fim do capitulo 22
Notas finais
Iai, gostaram? Mereço reviews? recomendações? uhahuauhahua
Beijos babys.
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