What Happens In Vegas
11 A hard day's night
Notas iniciais
Vocês nem gostaram do fato da Marissa ter expulsado do Freddie de casa né? Seu bando de pevertidas uhauhauhauha
Se acalmem, como eu prometi - quem e segue no twitter viu - vai rolar um little kiss nesse capitulo.
Ok, sem mais conversa ou spolier aqui ... aproveitem o capitulo.
Musica do título; A hard day's night - The Bealtes.
Ponto de vista geral //
Sam se encontrava sozinha em casa, pois Carly havia ido resolver algo na faculdade e Freddie foi ao banco ver se sua conta ainda estava funcionando ou se sua mãe havia congelado seu único dinheiro.
Algo difícil de acreditar mais fazia calor em Seattle, algo muito raro de se acontecer. Sam estava deitada no sofá com uma latinha de red Bull enquanto assistia uma maratona de The Big Bang Theory, o calor estava tão grande que fez Sam usar um dos poucos shorts que tinha em seu guarda roupa, junto com uma blusa regata cinza, nem se importou em cobrir as tatuagens, na verdade ela não esta se preocupando muito com a historia do casamento pois confiava em Freddie nesse assunto, se ele disse que iria resolver ela sabia que ele resolveria.
Durante uma das cenas hilárias entre Sheldon e Amy alguém bateu na porta a fazendo perder a melhor parte da piada, pois a pessoa não parou de bater por um instante. Ela pensou em deixar a pessoa ficar lá até cansar e ir embora, mais aparentemente ela não faria isso, pois não parava de bater. A loira se levantou preguiçosamente e caminhou até a porta e quando abriu levou um leve susto ao se deparar com Marissa em pé segurando uma caixa fechada enquanto outra estava no chão em seus pés.
- Senhora Benson – Sam falou um pouco nervosa.
- Lhe digo o mesmo – Marissa falou com desprezo na voz.
- Olha, eu não ...
- Me poupe do seu discurso de ‘eu não tive culpa’, só vim trazer as coisas do Freddie.
- Como sabia que ele estava aqui? – Sam perguntou pegando as caixas e colocando dentro do apartamento.
- Pra onde mais ele iria a não ser correr para a casa da garota que desvirtuou completamente o meu filho? – Marissa perguntou, dava pra sentir o veneno em sua pergunta.
- Hey, eu não desvirtuei seu filho, foi um acidente e ele vai resolver isso.
- Duvido muito, pior que se casar com Sam Puckett aos 19 anos é ser um rapaz divorciado aos 19 anos, não vou deixar meu filho fazer mais nenhuma besteira. – Ela comentou mais para ela do que para Sam, que só ouviu porque estava calmo no local.
- Como? – Sam perguntou enquanto coçava a cabeça, afinal não fez muito sentido o que a senhora B havia falado.
- Nada Samantha, e aliás tatuagem também? Já era de se esperar.
- Marissa, olha ... – Sam tentou novamente se explicar mais a mulher não lhe deu tempo.
- Já lhe disse que não quero suas explicações Samantha, passar bem – e assim ela deu meia volta e rumou até as escadas, deixando uma Sam paralisada na porta. Depois de uns 20 segundos parada na porta ainda tentando entender o que Marissa havia dito ela resolveu entrar e levar as caixas de Freddie para seu quarto, afinal Carly a mataria se ela as deixasse na sala.
...
Freddie havia chegado do banco a pouco tempo e aparentemente o apartamento estava vazio a julgar pelo silencio, ele foi até a cozinha e bebeu um copo de água, estava mais tranqüilo pois até agora sua mãe não havia feito nada com sua conta ele teve tempo de criar uma – que sua mãe nunca saberia da existência – e passar todo o dinheiro que havia para a nova.
Ele se sentou no sofá tirou o anel que ficava em cima da tatuagem de aliança, e passou levemente o dedo sobre o local, ainda tinha isso para resolver, ele tinha que ligar para seu tio e pedir que desse entrada numa anulação de graça fora toda a burocracia que sempre era envolvida.
Freddie foi em direção ao quarto de Sam – pois era lá que mantinha sua mochila com as poças peças de roupa que havia conseguido trazer – com a intenção de pegar uma muda de roupa qualquer e ir tomar um banho. Chegando lá ele se deparou com duas caixas ao lado de sua mochila e uma Samantha dormindo na cama de casal. O rapaz perdeu um certo tempo admirando a loira completamente espalhada pela cama, mas o fato de ter duas caixas ali despertou seu interesse e a curiosidade foi mais forte que a vontade de ficar ali observando o corpo da garota, então ele resolveu acordá-la.
- Sam – Freddie disse já sentado na cama – Sam?
Ele suspirou, sabia que acordar Sam Puckett sempre é um problema, a garota tem o sono bastante pesado e se você não souber um jeito de acordá-la calmamente a loira se trans forma numa fera e acorda com um mau humor terrível. Como ele só sabia de uma forma de acordar Sam sem deixar nenhum rastro de mau humor ele fez isso. Rapidamente se inclinou para frente, tirando seu cabelo loiro que cobria seu pescoço e colocou para o lado delicadamente e lhe deu um beijo na curva do pescoço sendo seguido por uma leve mordida, assim rapidamente se separou e voltou a se sentar normalmente. Segundos depois ele viu Sam se mexer e abrir os olhos com bastante dificuldade.
- Freddie? – ela perguntou com a voz um pouco rouca por causa do sono.
- Hey – ele disse com um sorriso.
- O que você quer me acordando Freddie, perdeu o amor a vida?
- Eu vim pegar umas peças de roupa em minha mochila e vi essas duas caixas, de quem são?
- Sua mãe esteve aqui – Sam comentou enquanto se sentava na cama – e deixou isso ai, falando mais um bucado de coisas aleatórias e sem sentido, me xingou, me acusou de te desvirtuar e depois foi embora do nada... acredito que seja o resto de suas coisas.
- Ainda bem, estava já bolando um plano para entrar no apartamento escondido só para pegar o resto de minhas coisas. – Freddie falou com um sorriso enquanto pegava a primeira caixa e colocava em cima da cama, logo abrindo a mesma e retirando algumas camisas, depois algumas fotos. Freddie manteve sua concentração em seu ipod que estava logo abaixo das fotográficas, mas Sam focou em uma foto em particular.
- Porque ainda tem essa foto? – Ela perguntou mostrando a mesma para o moreno, que sorriu amarelo.
- Foi um dia legal, não tinha o porque de me desfazer dela – Ele respondeu corando um pouco e logo voltou sua atenção de volta para o ipod.
Ela se lembrava daquele dia, poucos dias antes de terminarem, passaram o dia no parque com os amigos e Gibby tirou aquela foto.
- De fato, foi um dia legal – ela pensou ainda com a foto nas mãos.
...
O calor havia passado em Seattle e agora o frio tomava contada casa, e Sam, e com o ar condicionado ligado – uma mania, não conseguia dormir sem ele estar ligado, por mais frio que tivesse — ainda sim sentia os pequenos calafrios que atingiam seu corpo, então a loira resolveu levantar e ir tomar um copo de água para ver se quando voltasse seu corpo estaria um pouco mais quente. Já se passava das 2 da manhã, ela e Freddie tinham ido dormir a apenas 2 horas atrás, pois ficaram mexendo/arrumando/organizando as coisas que estavam dentro das caixas que Marissa trouxe.
Assim que passou pela sala – pois rumava em direção a cozinha – Sam ouviu o barulho de alguém resmungar e logo percebeu que era Freddie, ela sabia que aquele sofá não era nada confortável para dormir pois ela já teve a experiência de cochilar lá durante alguns minutos e ficou com o corpo doendo por 2 dias, imagine Freddie que passaria a segunda noite naquela coisa completamente desconfortável.
A loira sentiu pena do rapaz que se mexia de um lado para o outro tentando achar uma posição confortável, mas falhava todas as vezes, e que soltava um palavrão a cada mudança que fazia. Então ela suspirou e fez o que achou que seria certo.
- Freddie – Ela o chamou e ele levantou do sofá e olhou em sua direção.
- O que? – Ele perguntou mal humorado, sabia que estava morrendo de sono, afinal havia passado quase todo o dia fora e foi TENTAR dormir tarde, já que o seu leito não ajudava.
- Se você quiser, pode dormir lá no quarto, a cama é bem grande – Ela disse corando um pouco, mesmo tendo falado sem nenhuma malicia.
- Serio? – Ele perguntou com um brilho nos olhos quase fechados de cansaço – Não vai te incomodar?
- Nahh, já disse, a cama é grande e se você passar mais uma noite ai vai acordar com o mau humor num nível tão grande que vou ser obrigada a te matar.
- Obrigado Sam – ele falou com a voz baixa e se dirigiu ao quarto dela e a loira fez o caminho até a cozinha, tomando lentamente seu copo de água e depois voltou para seu quarto, se deparando com um Freddie já adormecido e com o cobertor até sua cintura. Definitivamente ele estava cansado e ficar naquele sofá não estava ajudando em nada.
Sam se deitou do seu lado da cama – agradecendo mentalmente por Freddie ter ficado do lado esquerdo, já que ela só consegue dormir do lado direito – e se virou de frente para o moreno. Assim que fechou os olhos sentiu o braço do mesmo a puxar contra ele e manter suas mãos na fina cintura da loira. Antes que Sam pudesse fazer alguma coisa Freddie rapidamente juntou seus lábios por meia fração de segundos e logo depois se afastou.
- Boa noite Sammy – ele disse com a voz rouca e baixa, e Sam apenas ficou encarando com suas orbes azuis o rosto sereno do rapaz que dormia tranquilamente em sua frente. Ela sabia que não poderia culpar Freddie, afinal ele estava praticamente bêbado de sono e isso era meio que uma tradição .. e tradições não são esquecidas tão fácil assim, sabia que não podia acordá-lo gritando ou algo do gênero, pois ele não havia feito de propósito, era algo que ele era acostumado a fazer quando dormiam na mesma cama .. era uma coisa deles.
Então, ela apenas respirou fundo e foi dormir, o que não seria tão difícil agora, afinal não estava mais sentindo tanto frio.
Fim do capitulo 11
Notas finais
Seddie é a coisa mais fofa do mundo, right?
Ok, vou sair que eu estou ocupadinha com coisas da escola.
kisses babys!
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