What Doors May Open
25 Capítulo 24
Notas iniciais
Com esse capítulo voltei à minha adolescência, experimentações, experiências, excitações.
Espero que gostem.
Capítulo 24
Tão logo cruzou o limiar para o quarto dela, Rachel se virou para pegara pesada bolsa de livros de Quinn. "Vou levar estes," disse alegremente, ainda tonta que Quinn estivesse lá. Ela abriu a bolsa e tirou seus próprios livros, deixando dentro os de Quinn.
Quando ela se endireitou encontrou Quinn basicamente no mesmo lugar em que estivera momentos atrás, examinando o quarto de Rachel.
"Você gostou?" Rachel perguntou.
"É muito... você," Quinn respondeu com uma ponta divertida a sua voz.
Rachel cruzou os braços. "Eu espero que isso seja um elogio."
Quinn caminhou para dentro do quarto com os olhos mortais em Rachel. "Você deve se deitar."
Ela descruzou os braços lentamente como sua curiosidade aguçada. "Por quê?"
A mochila Cheerio de Quinn bateu no chão com um baque. "Porque você está doente."
Rachel revirou os olhos por todo o caminho até a cama onde ela tirou fora o seu robe, sentindo febril ou quente e incomodada, ela não podia ter certeza. Quinn estava ali no meio de seu quarto em um uniforme Cheerios, encolhendo os ombros com indiferença para fora de seu Letterman. Ela escutou ressoar em sua mente todos aqueles dois, três... vários pensamentos que tivera sobre Quinn nesses meses.
Ela deu um tapinha no espaço ao lado dela com um sorriso encorajador se afastando para abrir espaço. "Venha se sentar."
Quinn hesitou, seu olhar varrendo o corpo de Rachel. Ela mordeu o lábio em contemplação, olhando ansiosa enquanto se sentava.
Percebendo o nervosismo repentino de Quinn, Rachel sentou-se e pegou a mão dela. "Quinn?" ela disse calmamente.
Quinn olhou para suas mãos por um momento antes de olhar para Rachel.
"Só porque eu estou apenas de sutiã deitada em uma cama não significa que você tenha que fazer algo que você não esteja pronta para fazer. Estive em um sutiã o dia todo, porque eu tive febre e estava quente," Rachel explicou lentamente. Era para a presidente do clube de celibato que ela estava falando, e a última coisa que ela queria era que Quinn se sentisse desconfortável. Rachel orgulhava-se de respeitar o voto de celibato de Quinn ao contrário de Puck, e queria se manter dessa forma, não importa o quão animador fosse ter Quinn em seu quarto.
Quinn fincou o lábio inferior entre os dentes por um longo momento. Ela lançou um sopro de ar que beirava a frustração quando apertou os lábios. "Não é... isso," disse ela lentamente.
Rachel aproximou. "Então o que é?"
Quinn deu de ombros e olhou para o lado quando se levantou da cama. "Não importa. Você tem mono de qualquer maneira." Ela parou de se mover e se virou para Rachel lentamente, a descrença arregalando os olhos em pânico. "Você me beijou enquanto está com mono? Berry!"
Rachel fez uma careta. "Eu não tenho. Não... realmente." Ela suspirou. "Na verdade, é um apenas um resfriado comum, que eu achava que era mono. Mas meu pai, que é médico, me informou o contrário."
Olhos de avelã se estreitaram quando Quinn observou Rachel com suspeita. "Então, você realmente não tem?"
Com um sorriso, Rachel balançou a cabeça e se afastou de novo. "Venha, deite ao meu lado."
"É apenas um resfriado?"
"Apenas um resfriado."
Quinn deu passos hesitantes ate se sentar em um canto da cama de Rachel. "E eu não vai pegá-lo?"
Seu sorriso se alargou ao pensar que se Quinn estivesse realmente preocupada, ela não a teria visitado. "Provavelmente não. Mas, se o fizer. Você só estará fora da escola por um dia."
"Eu quero que você saiba," Quinn começou quando se inclinou sobre seu corpo para tirar os sapatos, "que eu tenho um registro perfeito de saúde e de frequência que eu não quero que você estrague isso, Berry." Ela se virou com uma sobrancelha erguida e que fez Rachel se esquentar toda.
"Eu te asseguro que assinaria para você em todas as suas aulas. Vai ser como se você estivesse lá o tempo todo," Rachel disse, os olhos se arregalando em observar como Quinn se reclinando sobre a cama. Ela colocou os braços sobre a cabeça e descansou nos travesseiros de Rachel.
Quinn parecia... levemente desconfortável como o olhar para o teto, as sobrancelhas finas unidas, as pernas cruzadas à altura dos tornozelos, e corpo inteiro tenso. Rachel torceu os dedos em seus lençóis enquanto seu olhar permanecia na superfície plana do abdômen de Quinn. Ela limpou a garganta, tirando o olhar daquele lugar até o rosto de Quinn. "Eu-eu realmente queria reiterar o quanto estou triste com o que aconteceu em sua casa," Rachel disse baixinho. "Eu não sabia..."
Ela se calou quando Quinn se sentou de frente para ela, olhando ainda mais desconfortável enquanto puxava a manga curta de seu uniforme Cheerios. Lábios pressionados firmemente juntos, Quinn olhou para Rachel por um longo tempo antes de seu olhar cair sobre os lençóis da cama. "Acho que minha mãe está esperando que eu diga alguma coisa."
"Que você diga que é gay," Rachel completou enquanto observava Quinn cuidadosamente tentando detectar qualquer sinal de que ela não queria ter aquela conversa.
Quinn lhe lançou um olhar irônico, então revirou os olhos. "Se isso acontecer, eu direi a ela que sou bi."
As sobrancelhas escuras se agruparam em confusão diante da declaração de Quinn. "Mas você não é não, né?" Rachel perguntou, perplexa. Quinn estava jogando seus sinais mistos por meses, mas ela tinha, inadvertidamente, declarado em mais de uma ocasião que ela era lésbica.
Quinn encolheu os ombros. "Você é a única garota que eu namorei, Rachel." Ela mudou de posição na cama, passando a mão pelos cabelos em um tique nervoso, enquanto seus olhos corriam de Rachel para uma parede próxima.
Sua mente tropeçou e caiu sobre a última declaração de Quinn e tudo pareceu se derreter quando ela se concentrou nisso. "Nós-nós somos...?" perguntou ela, a voz quase num sopro, com os pulmões entrando em colapso em um e no outro de excitação sem fôlego.
Quinn parou de se mover, em seguida, endireitou-se, virando-se para olhar para Rachel. "Nós somos o quê?" ela perguntou atentamente.
Um ombro saltou para cima e para baixo em um encolher de ombros recatados quando seu olhar baixou. "É só que, bem, todo mundo já chama você de minha namorada, e—"
"Todo mundo?" Quinn a cortou com uma ansiedade lancinante em sua voz quando ela se inclinou para frente. "Quem é todo mundo?"
Rachel rapidamente olhou para cima para bloquear os olhos com ela. "Não todo mundo como em toda a população escolar. Todo mundo como...Finn e Kurt, e Brittany e Santana." Ela respirou profundamente. "Meus pais".
"Você é maravilhosa em manter segredos," Quinn replicou sarcasticamente.
O olhar de Rachel não vacilou enquanto ela cuidadosamente declarou: "Eu não tenho vergonha de nós."
Um pequeno suspiro escapou de Quinn quando ela se inclinou de volta para seu lado da cama. "Eu não tenho vergonha," disse ela em voz baixa. "É só—"
"Eu sei", assegurou Rachel, a voz tão calma e suave. Ela estendeu a mão e agarrou a de Quinn que pressionava profundamente sua cama em nítida frustação e ideais de guerra.
"Eu só não quero que eles saibam," Quinn continuou na mesma voz que estava muito distante da dominadora e intimidante Capitã Cheerio do McKinley High. Aquela era a garota que Rachel finalmente conseguia ver depois de meses de bravata e olhares provocantes que a prendiam muito mais do que ela jamais poderia ter previsto.
Se Quinn estava falando de seus pais ou de seus colegas, Rachel não tinha certeza. Provavelmente ambos. Ela assentiu com um pequeno encolher de acordo, porque, apesar do orgulho que sentia por ser o que era, ela não queria que a escola toda soubesse sobre a sua sexualidade também. Isso seria apenas uma coisa adicionada ao rol de características que, aparentemente, a fazia um pária social da escola.
Seu polegar acariciou círculos suaves ao longo das costas da mão de Quinn. "Eles não têm que saber. Isso pode ficar apenas entre nós."
Quinn ficou em silêncio por um longo momento, seu rosto em uma careta concentrada como se tivesse uma máquina de calcular na frente dela e atualmente estivesse somando o valor de seu relacionamento. Então, ela sorriu, fechou lábios e desmaiou. "Eles dizem que você é minha também."
Rachel deu uma risadinha, abrupta e feliz ao mesmo tempo cobrindo a boca com a mão desocupada, e Quinn sorriu diante da simples sugestão enquanto olhava para ela através dos infinitamente longos cílios.
Ela podia sentir o calor se espalhando na parte de baixo do seu ventre pelo modo como Quinn estava olhando para ela, e, com a garganta apertada, Rachel perguntou: "Eu sou? Sua namorada, quero dizer."
Quinn chupou os dentes em uma profunda e escandalizada respiração e a segurou, como se esta questão fosse surpreendente, como se Rachel não tivesse tentado persuadi-la em uma relação formal por meses. "E isso é... isso é o que você—"
"Eu quero ser a sua namorada, Quinn," Rachel afirmou corajosamente com lenta paciência. "Você quer ser a minha?"
"Sim," Quinn suspirou, trêmula, inalando uma respiração irregular após falar.
Assim que a palavra saiu da boca de Quinn, Rachel se ajoelhou em uma ânsia que ela não sentia o dia todo e se inclinou para frente. "Sério?" sussurrou. "Estamos-nós estamos fazendo isso? Estamos namorando? Você é minha e eu sou sua?" ela balbuciou enquanto se inclinava até que seus olhos grandes, expressivos brilhando de alegria eram tudo o que Quinn podia ver.
Os lábios de Quinn se puxaram em um sorriso fino quando Rachel se aproximou. Ela levou uma mão para alisar as mechas escuras do cabelo de Rachel que estavam em seu rosto e entrelaçou os dedos no cabelo da nuca, sorrindo com diversão em meio à impaciente de Rachel que esperava por uma confirmação. "Estamos juntas," ela respirou suavemente, traçando o queixo de Rachel até o pescoço com os olhos. "Ok?"
Rachel assentiu com entusiasmo, o coração batendo tão duramente que ela podia senti-lo em seus ouvidos. "Eu não posso acreditar nisso," ela sussurrou enquanto se inclinou ainda para mais perto. Quando os dedos de Quinn apertaram seu cabelo, ela tomou aquilo como um sinal verde e se inclinou para conectar seus lábios totalmente.
Quinn imediatamente enterrou ambas as mãos no cabelo de Rachel e a puxou para mais perto. Ela puxou o lábio inferior de Rachel com os dentes, em seguida, fez um gemido de aborrecimento e se afastou, o rosto retorcido. "Droga. Você está doente," ela murmurou.
Caindo pesadamente de volta na cama com um suspiro, Rachel não pode deixar de passear a língua ao longo de seu lábio inferior para aliviar a dor enquanto olhava para Quinn através de seus cílios. "Não é tão ruim assim," ela explicou, a voz oscilante em um gemido, a fim de conseguir que Quinn entendesse. "Você não terá que ficar doente."
Olhos de avelã brilharam com diversão. Em uma volta rápida Quinn deixou de estar ao lado de Rachel montando-a sem esforço com um sorriso cruel diante da maneira como Rachel sugou um gole de ar como se estivesse saindo de si mesma.
Ela era a perfeita imagem de um lobo em pele de cordeiro, um anjo com um pouco de demônio o que fez Rachel amá-la ainda mais quando ela se sentou e cobriu o rosto de Quinn com um suave sussurro, "Solte o seu cabelo."
Rachel havia crescido em amor por aquele anjo caído em particular, porque ela coraria de todas as virtudes que tinha, como agora quando ela olhou diretamente para Rachel, com fogo nos olhos, passeando a mão em seu cabelo até que as mechas loiras deliciosas caíram livres abaixo dos ombros.
Um sorriso tímido floresceu no rosto de Rachel. "Eu gosto do seu cabelo quando ele está solto."
Quinn murmurou, olhando-a contemplativa como se estivesse decorando aquele momento para mais tarde e então se inclinou para mais perto. "Deite-se", ela sussurrou quando suas testas se tocaram.
Sufocando um arrepio na espinha, Rachel deu um pequeno sorriso. "Ok, mas apenas uma coisa?"
Longos dedos tocavam de leve em seu estômago quando o olhar preocupado de Quinn estalou sobre dela. "O quê?"
"Você poderia—" Ela lambeu os lábios nervosamente enquanto um rubor começava a escurecer suas bochechas. "Você poderia talvez... me chamar de sua namorada?"
"Rachel," Quinn suspirou.
"Algo como—'Ei, namorada', ou—"
"Não." Quinn franziu a testa. "É embaraçoso e estúpido."
Ela pareceu desinflar de volta para a cama com as palavras de Quinn. "Mesmo quando estamos só nós duas?" Ela cruzou os braços sobre ela, desviando o olhar magoado que brilhou em suas feições.
Quinn ficou estranhamente em silêncio por um momento, e ambas ficaram lá imóveis. Então Rachel sentiu as mãos finas agarrarem seus pulsos, separando os braços cruzados. Ela olhou para cima a tempo de encontrar Quinn empurrando-a de volta para a cama. Ela olhou para Rachel com determinada frustração, bochechas pintadas de rosa quando ela se inclinou para mais perto. Ela empurrou todo o comprimento do seu corpo contra o que estava abaixo dela e Rachel suspirou languidamente com a sensação das curvas suaves que tocavam em todos os lugares. Quinn segurou o lado da face oposta àquela onde ela atualmente estava lambendo as curvas de sua orelha. Ela lambeu a ponta e em seguida, fechou os dentes sobre a carne sensível até Rachel choramingar. "Você é minha namorada," Quinn sussurrou em seu ouvido, em voz baixa, a fala arrastada rouca.
"Beije-me," Rachel pediu com urgência enquanto os lábios macios queimavam uma trilha em seu rosto e por seu queixo.
"Eu estou".
"Nos lábios," Rachel estipulou.
"Não."
"Quinn," ela choramingou.
Quinn bufou um suspiro na parte inferior do queixo e Rachel estremeceu. "Você está doente." Seus lábios se curvaram em um sorriso. "Então, eu só não vou beijá-la nos lábios." Como se para provar seu ponto de vista, ela se enterrou no pescoço de Rachel, pressionando beijos tórridos contra sua carne fazendo com que Rachel se contorcesse na cama.
Sibilando um suspiro quando os dentes Quinn se fecharam em torno de sua clavícula, Rachel olhou delirantemente para o teto, seu teto. Quinn estava em sua cama... colocando um chupão ao longo da borda de seu sutiã esportivo pelo que parecia. Suas mãos se apertaram ao seu lado antes dela pegar na cintura de Quinn, puxando-a até que ela estivesse completamente em cima dela, peito contra peito, quadril a quadril de uma forma que a fez gemer baixinho.
Com a garganta apertada, Quinn apoiou uma mão contra a cama, curvando a outra no alto da cintura de Rachel enquanto seus lábios buscavam, hesitantes, viajar para baixo. Ela diminuiu a velocidade, os lábios escovando o sutiã de Rachel, então ela se afastou para olhá-la.
Rachel olhou para baixo, para o rosto de Quinn corado em um vermelho rosado, no que era provavelmente partes iguais de embaraço e excitação se o que se passava em sua mente era o mesmo que fluía através de Rachel também. Seus mamilos, duros e com toda a atenção, queimavam buracos através de seu sutiã esportivo, e Rachel inclinou a cabeça para trás em constrangimento quando o olhar de Quinn caiu para eles.
"Você pode—" Ela piscou rapidamente para o teto, perguntando-se se deveria dizer o que ela queria ou não. Sentindo-se incrivelmente acanhada em pedir a sua nova namorada, a presidente do clube de celibato, para acariciar seus seios, Rachel no lugar disso estendeu a mão, chegando até a da outra que se enrolava firmemente em torno de sua cintura e desprendeu lentamente longos dedos. Com a mão cobrindo a de Quinn, ela arrastou as duas lentamente por seu corpo. Elas ignoraram as suas costelas e sua respiração engatou quando as duas mãos subiram mais até que Quinn estava com a dela em seu seio. A palma de sua mão aplicou uma pressão leve e o tecido do sutiã de Rachel acariciou seu mamilo até que ela gemeu.
Os olhos arregalados de Quinn se afastaram de sua mão que estava sobre o peito de Rachel subindo até seu rosto, vendo as bochechas coradas e cílios esvoaçantes. "Isso é bom, então?" ela sussurrou, dando na carne redonda em sua mão um aperto experimental e sorrindo para o jeito que Rachel arqueou em sua direção.
"Muito bom," Rachel respirou, deitada para descansar em seus travesseiros e deleitando-se com a forma como Quinn a tocava. Um gemido retumbou em sua garganta quando os lábios macios apareceram lá novamente, provocando Rachel em um frenesi quando um polegar cuidadosamente colocado esfregou dolorosamente e lentamente seu mamilo.
Rachel enterrou a mão no cabelo de Quinn, torcendo o outro nos lençóis enquanto Quinn agarrava seu seio com mais certeza do que ela tinha tido segundos antes. Ela era uma aprendiz rápida, ao que parecia. Lábios carnudos e cheios estenderam-se através de seu pescoço e clavícula com um cuidado delicado e estranhamente novo. Rachel sentiu seu peito se expandir com o calor que separavam a sua emoção e se estendiam até o meio de suas coxas. Ela respirou fundo, seus dedos escovando o couro cabeludo de Quinn, acariciando carinhosamente os cachos loiros. "Eu te amo," Rachel sussurrou.
Os beijos insistentes eram lentamente espalhados ao longo do pescoço até que Quinn se afastou o suficiente para suspirar contra sua pele. Ela se afastou totalmente as feições pensativas, enquanto seus olhos verdes escuros encontraram os de Rachel. "O que a faz se sentir assim?"
"Perdão?" Rachel deixou escapar na confusão, de repente sentindo frio quando Quinn rolou para fora dela.
Quinn repousou ao seu lado, a cabeça apoiada na mão enquanto olhava Rachel calmamente. "Você continua dizendo que me ama."
Rachel assentiu, ainda descansando contra os travesseiros. "Eu amo."
"Como é isso?" Quinn reiterou. "Como você... sente o que te faz dizer isso, eu acho que é isso que eu estou perguntando?"
"Você não amou Finn?"
Quinn se mexeu desconfortavelmente na cama. Seus lábios franziram demonstrando que ela pensava. "Eu disse isso a ele," ela falou lentamente. "Mas eu só—o que eu sinto por você eu realmente não senti... por ele," ela finalizou silenciosamente, levando o lábio inferior entre os dentes enquanto as sobrancelhas dançavam nervosamente ao longo de sua testa.
Rachel sorriu. "O que você sente por mim?"
"Eu perguntei primeiro," Quinn retrucou com uma expressão séria que parecia adorável, no contexto daquele momento.
Respirando fundo, Rachel subiu para imitar a posição de Quinn, descansando ao seu lado. "Eu só—eu penso muito em você," ela admitiu. "E isso me faz sentir realmente quente. Assim como, aqui." Ela colocou a palma da mão dela contra o seu peito, resistindo à vontade de revirar os olhos quando percebeu que ela estava fazendo o mesmo que Finn tinha feito meses atrás, no dia em que eles fizeram um piquenique no auditório. "Meu coração bate rápido. Você me faz sorrir." Como se para provar seu ponto de vista, seus lábios se curvaram em um pequeno sorriso tudo por conta própria. "Você me faz pensar."
Quinn arqueou uma sobrancelha diante desse comentário.
"Você-você me desafia de maneira que ninguém mais faz, e eu aprecio isso. Você me ensina coisas—como geometria, e como aplicar delineador, e como é realmente a sensação de estar apaixonado por alguém." Sua respiração estremeceu quando ela sustentou o olhar de Quinn sem hesitação. "E eu—quando você me beija... Eu sinto calor por toda parte. E eu fico—eu sinto—"
"O quê?" Quinn sussurrou, um lampejo de excitação e admiração em seus olhos embora seus lábios estivessem pressionados juntos reservadamente.
"Eu fico molhada," Rachel admitiu calmamente, encolhendo os ombros quando seu rosto começou a esquentar de novo. Ela se mexeu onde repousava sobre a cama quando essa sensação em especial começou a se tornar mais pronunciada, colando nela, enquanto observava Quinn lamber o lábio inferior. "Eu fico tão excitada apenas por ser capaz de te tocar e te beijar."
Quinn lambeu os lábios novamente, o rubor rastejando por seu pescoço. Sua cabeça caiu fazendo-a parecer quase tímida, e então ela chegou um pouquinho mais perto. "Finn dizia—" Ela limpou a garganta e revirou seus olhos. "Ele me dizia quando ele estava duro," ela sussurrou. O rosto de Rachel enrugou para onde aquela conversa estava indo, mas ela não a interrompeu. "E eu odiava isso, odiava saber isso a respeito dele." O rosto de Quinn se enrolou até que ela estivesse inconscientemente imitando Rachel. "Era nojento."
Em recuperação, os lábios de Rachel se separaram em um O de entendimento. Em seguida, ela fez uma careta, perguntando: "Será que o que eu digo—"
"Não," Quinn a cortou "Não, foi—não foi nojento."
Rachel quase sorriu. "Então o que foi?"
Rachel choramingou com a pergunta sentindo o aperto devastador em seu ventre o que a levou a apertar as coxas. Ela respirou um suspiro oprimido, olhos cerrados fechados enquanto ela se perguntava se um olhar para Quinn iria mandá-la em espiral para um orgasmo embaraçoso. Ela sentiu a pressão fugaz dos lábios macios em sua bochecha e sorriu um pouco da forma como a ação foi carinhosa. Como Quinn poderia passar de uma garota inocente para uma raposa sedutora não fazia sentido, mas o estômago de Rachel passeou junto com ela.
Seus olhos se abriram depois que ela teve a chance de se recompor, e ela avidamente passeou pelo rosto corado de Quinn emoldurado pelos cabelos, até o peito arfante, a barriga lisa, e o início de suas coxas. "E você?" ela perguntou quando seu olhar correu de volta até a excitação evidente nos olhos de Quinn.
Quinn engoliu em seco. "Eu estou," ela admitiu.
"Posso—você gostaria de me beijar?" Rachel sugeriu. "Outra vez? Isso poderia aliviar qualquer tipo de tensão que você pode estar sentindo, e—"
"Ok," Quinn respirou. Ela se afastou de Rachel e deitou-se na cama, os cabelos loiros espalhados pelo travesseiro de Rachel enquanto Quinn olhava para o teto.
Rachel a observou, completamente confusa quanto ao que estava acontecendo. Seus olhos se estreitaram. "Eu estou um pouco confusa quanto a—"
"Rachel," Quinn começou pacientemente, embora não muito, porque havia uma entonação em sua voz que fez o cabelo na parte de trás do pescoço de Rachel se arrepiar. "Venha aqui".
Com suas mãos e joelhos, Rachel se arrastou para mais perto até estar pairando sobre Quinn. A compreensão começou a aparecer quando Quinn estendeu a mão e agarrou seu quadril com uma familiaridade que só fez ficar mais quente. "Você quer que eu..." Ela parou quando ela se levantou, passando uma perna por cima e se inclinando sobre Quinn até que ela estava sentada em cima dos quadris dela. "Oh," Rachel suspirou, gemendo em compreensão quando ela se fixou contra Quinn.
Seus olhos se abriram flutuantes uma vez que ela teve a chance de perceber que os havia fechado de prazer e ela olhou para baixo para encontrar Quinn sob ela; ela parecia.. .pequena naquele ângulo de um jeito que fez Rachel se sentir poderosa, mas também chamando uma necessidade sua em proteger sua... sua namorada.
"Você se sente da mesma maneira?" Rachel perguntou de repente quando ela olhou para forma lentamente relaxada de Quinn. Mãos pairaram sobre sua cintura por um momento antes de Quinn finalmente segurá-la de maneira permanente.
Quinn olhou para ela com um formato de olhos que Rachel nunca tinha visto e que apertou seu coração. Ela assentiu, os lábios pressionados firmemente juntos, como se mesmo depois de todo esse tempo, ela ainda estivesse tentando manter aquele segredo bem guardado.
Rachel se inclinou, apoiando suas testas juntas com seu cabelo em cascata ao redor delas criando uma cortina escura, bloqueando-as do resto do mundo. "Eu te amo", Rachel assegurou com um sorriso doce. Quando Quinn a imitou, ela sorriu. "Diz isso de volta?"
Mãos e dedos longos esfregaram em suas costas nuas distraidamente, pressionando as pontas dos dedos suaves em sua pele quando Quinn olhou para ela. Ela bufou uma risada ofegante, parecendo incrédula com a situação que ela mesma se encontrava "eu faço," ela sussurrou. Soltou um suspiro profundo, o peito subindo e descendo de uma forma que poderia distrai-la se Rachel não estivesse exclusivamente atenta, com o seu olhar treinado, aos olhos de avelã escuros e apenas a eles. "Eu te amo," Quinn disse suavemente.
Alívio e um afeto esmagador se derramaram em Rachel. Sem dizer uma palavra mais, ela desceu sob Quinn sem aviso e esmagou sua boca com força brutal, a doença que se dane. Um grito abafado de surpresa escapou de Quinn quando finalmente ela estava sendo beijada presa a um colchão naquela altura de sua vida. Rachel se afastou o suficiente para rir ao ouvir aquele som até que Quinn beliscou duramente o lábio inferior, enrolado a mão ao redor da sua nuca e a obrigando a voltar para baixo. Rachel beijou-a totalmente, fundindo seus lábios enquanto ela agarrou a borda do colchão. Ela percebeu depois de um momento de chupar o lábio superior de Quinn que ela era a pessoa que estava controlando aquele beijo. E depois de meses beijando Quinn e aprendendo o que ela gostava, Rachel não queria nada mais do que ser capaz de colocar aquilo em prática no seu próprio ritmo.
Ela estava no controle. Ela estava no topo daquela vez e agora entendia por que Quinn adorava tanto a posição. Do topo da pirâmide a abranger as coxas de Rachel, Quinn adorava aquela posição e Rachel estava começando a amá-la também.
Deleitando-se nos sopros irregulares da respiração contra sua boca, Rachel mergulhou mais baixo para tomar o lábio inferior cheio entre os dentes. Ela chupou suavemente até que um gemido lento escapou de Quinn e abatendo a coluna arqueada de Rachel. A ponta das unhas passeava por sua nuca e ela estremeceu com um gemido quebrado quando os dedos de Quinn começaram a viajar mais para baixo, criando sensações de cócegas pelas costas. Rachel se afastou o suficiente para respirar, em seguida, mergulhou de volta, arrastando a língua ao longo da costura dos lábios de Quinn.
Com um gemido suave, os lábios de Quinn se separaram e Rachel deslizou para dentro, gemendo quando os lábios fecharam em torno de sua língua e a chuparam. Ela se moveu para a direita, abrangendo a coxa de Quinn quando ela colocou uma mão quente em sua cintura. Fundindo seus lábios mais uma vez, Rachel recuou, ofegante, enquanto sua mão subia ao longo de costelas de Quinn. "Posso tocar—aqui também?" sussurrou, a voz surpreendentemente firme enquanto olhava Quinn.
Previsivelmente, Quinn ficou em silêncio, mas por um curto período, logo acenava ansiosa o que fez Rachel sorrir. "Sob a camisa?" ela precisou confirmar.
Quinn corou, olhos estreitos em um clarão. "Apenas se certifique de seguir as regras, bisbilhoteira".
Rachel assentiu alegremente com um sorriso divertido, inclinando-se para beijá-la em garantia, enquanto sua mão subia ao seio de Quinn. Seu corpo inteiro se derreteu em Quinn com a sensação suave e firme, docilmente submissa, de uma forma que Rachel nunca teria descrito qualquer centímetro de Quinn. No entanto, ela tinha encontrado algo, uma parte dela que poderia ser facilmente manipulada, e poderia manipular tudo de Quinn também.
Isso deixou Rachel absolutamente selvagem.
O seio se encaixava perfeitamente em sua mão, não era maior do que o da própria Rachel, e a familiaridade era encantadora. E os mais leves sons sussurrados em desespero que se derramavam dos lábios de Quinn, normalmente em comando, mas agora suplicavam enquanto ela se contorcia sob Rachel. Sua palma flexionada para abranger a totalidade da mama de Quinn e, experimentalmente, Rachel fechou os dedos a agarrando completamente e Quinn gemeu nitidamente, fazendo com que o ventre de Rachel estremecesse.
O latejar contínuo entre suas pernas havia aumentado para dor enquanto observava a miríade de emoções em cascata ao longo do rosto normalmente reservado de Quinn. De repente, ela sentiu como se estivesse invadindo e enterrou o rosto no pescoço de Quinn com um gemido de surpresa quando a coxa de Quinn roçou entre suas pernas.
"É bom?" Quinn perguntou, segurando a cabeça de Rachel e colocando uma mão de apoio atrás das costas quando ela levantou sua coxa para se esfregar contra ela novamente.
Rachel gemeu em seu pescoço, mordendo o lábio inferior enquanto seu polegar roçava um dos mamilos. "Realmente bom." Ela se sentiu apertar contra o nada quando os seus quadris instintivamente balançaram contra a coxa de Quinn.
"Você acha que pode—" Quinn interrompeu com um gemido quando Rachel pressionou contra ela com mais propósito. "Você é tão—"
"Tão o quê?" Rachel sussurrou sem fôlego. Ela havia abandonado há muito tempo a tentativa de beijar ao longo do pescoço de Quinn e apenas se estabeleceu ali respirando sopros de ar quente contra ela o que causava em Quinn nítidos arrepios.
"Assim—Eu nem sei."
"Experimente".
A garganta de Quinn trabalhou com esforço para engolir. Então seus olhos se fecharam ao sentir os dedos tocando apele superaquecida de seu abdômen. Ela gemeu, contorcendo sob Rachel quando uma mão subiu para seu seio.
Aquilo estava um tanto apertado, tentando trabalhar a mão sob um já muito apertado e excitante uniforme cheerleading, mas Rachel era determinada por natureza. Um teso mamilo escavava a palma de sua mão enquanto ela massageava o seio de Quinn através do sutiã.
"Isto é—sinto como se fosse muito," Quinn ofegou.
Rachel se afastou até que pudesse ver o rosto de Quinn claramente. A visão de Quinn olhando-a completamente transtornada, com olhos escurecido sob pesadas pálpebras, as bochechas rosadas e os lábios inchados se separando para tomar ar fizeram Rachel jorrar. "Você quer parar?" ela sussurrou, estranhamente esperando Quinn dizer que não, embora ela realmente não soubesse qual seria a alternativa para não parar.
Quinn deixou escapar uma pequena risada. "Não realmente."
"Rachel, estou em casa!"
Ambas congelaram ao som de Leroy chamado Rachel do andar de baixo. O corpo de Quinn se enrijeceu enquanto um olhar de terror cruzou suas feições.
"Quem está aqui?" Leroy continuou. "Há um carro vermelho do lado de fora, não é Finn, certo? Não acredita que sua mãe iria lhe comprar isso. Com sua incapacidade de conduzir e tudo o mais..."
Rachel gemeu de aborrecimento com as divagações de seu pai, saindo de Quinn e ficando de costas na cama. Quinn se sentou imediatamente, balançando os pés no chão e se levantando da cama.
"O que há de errado?" Rachel perguntou quando Quinn caminhou até o outro lado da cama, as costas rígidas de tensão.
"Eu tenho que ir," Quinn disse bruscamente.
"Não, você—" Rachel pulou para fora da cama até Quinn quando ela se abaixou para pegar um sapato. Ela estendeu a mão para o braço de Quinn e a puxou para perto, levando o sapato de sua mão com um sorriso tranquilizador. "Você não precisa ter medo."
"Eu não estou."
Rachel lhe lançou um olhar compreensivo. Depois de lidar com este lado de Quinn por alguns meses, ela era capaz de pegar todos os sinais. "Meus pais são muito bons em aceitar as pessoas, Quinn. Eles não são malvados, ou farão julgamento, ou—"
"Meus pais?" Quinn adivinhou com uma sobrancelha arqueada.
Rachel apertou os lábios com o comentário, optando por não responder. Isso estava provando ser uma façanha difícil, mas ela estava aprendendo. "Apenas... desça comigo."
"Rachel.. .você está aqui?" Leroy perguntou no andar de baixo.
O olhar de Quinn correu para a porta aberta. Ela se mexeu desconfortavelmente, se preocupando com seu cabelo enquanto soprava um longo suspiro.
Rachel se virou para olhar a porta. Olhando para Quinn, ela deu um pequeno sorriso antes de correr até lá. "Estou aqui, papai!" Ela gritou de volta. "Dê-me um momento, por favor!" Ela agarrou a maçaneta da porta, fechando-a atrás de si e a trancando de uma forma que ela sabia Quinn apreciaria. Ficou orgulhosa de si ao ver os ombros pálidos soltarem a tensão quase imediatamente, e Rachel sorriu enquanto caminhava de volta para ela. "Você vai ficar?" perguntou, esperançosa. "Você pode ficar aqui e se preparar pelo tempo que quiser. Então, poderemos sair e conhecer meu pai. Juntas".
As sobrancelhas de Quinn se levantaram ao longo de sua testa com a visão dos olhos grandes e sinceramente suplicantes de Rachel a pedindo para ela ficar. "Rachel."
"Por favor, Quinn? Meus pais são inofensivos, mostram tanto que amam as pessoas que não poderiam machucar uma mosca."
Os cantos da boca de Quinn subiram levemente. "Eles são você."
"Eles são eu" Rachel concordou com um sorriso ecoado. "Bem, tecnicamente eu sou eles— ou um deles já que apenas um dos seus espermatozoides me forneceu a vida. Eu não sei qual é o meu verdadeiro pai, mas eu aprecio o mistério—"
"Eu vou ficar para conhecê-los," Quinn interrompeu, erguendo a voz sobre Rachel em uma tentativa de ser ouvida.
O rosto de Rachel se dividiu em um largo sorriso e ela colocou os braços ao redor da cintura de Quinn com um pequeno grito. "Maravilhoso!"
Notas finais
:(
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