Notas iniciais
Hi there, sociedade mais linda e diva! :D Saudades de mim? Confesso que sou carente e sinto falta do amor de todo mundo e estou com um puto ódio desse mês maldito porque, sinceramente, calor para mim é sinônimo de assassinato, pq quanto mais quente maior a minha vontade matar alguém. Mas, shiu, ainda não pus em prática minhas habilidades assassinas, to esperando aparecer uma Mrs. Lovett na minha vida para devolver a caixa com lâminas que perdi tem um tempo... xP Enfim, é... eu pretendia postar esse capítulo bem antes, mas fiquei toda encalacrada esse mês com provas finais e um bloqueio maldito dos infernos, então lhes dou minhas mais sinceras desculpas e um sorriso lindo :D Ah, como sempre digo, reafirmo que Sweeney Todd não me pertence de forma alguma, pq se pertencesse não ia ser mais tão estranho cantar A Little Priest toda vez que coloco minha comida no prato.

.Capítulo 8 — E o passado aparece de surpresa mais uma vez.

Passava da metade do dia e mais nenhum sinal de Todd e seu mau humor passou pela loja de tortas para incomodar o que quer que estivesse havendo entre Eleanor e Robert.

– Nellie, em que mesa eu deixo essas tortas? — Perguntava aos berros um Robert confuso que buscava a sempre prática Mrs. Lovett pela loja. A mulher passava apressada em meio aos clientes famintos, o corpo mudando de direção para poder aproximar-se da voz conhecida que lhe chamava.

– Ali, querido, para o casal de jovens naquele canto mais afastado da multidão. — Falou apontado para os dois jovens adultos que conversavam timidamente sentados em sua mesa, os dedos das mãos se tocando levemente por cima da mesa. O ardor apaixonado podendo ser sentido de longe. Com certeza aqueles dois exalavam amor por onde passassem.

A mulher abriu um sorriso diante da cena. Era estranha a lembrança de que um dia já fora tão inocente e apaixonada quanto aqueles dois. Mas tudo se perdeu no caminho. Lembrou a si mesma, o rosto perdendo o brilho que adquirira instantes antes. Virou a face, então, fugindo das imagens que vinham a sua mente, bloqueando o passado como fazia há tanto tempo. Deixando de lado seus antigos sonhos e esperanças, perdidos nas mãos cruéis da vida.

Apertou os olhos tentando espantar a melancolia que a invadira, distraindo-se por tempo suficiente para esbarrar em alguém que passava a seu lado. Tropeçando em seus próprios pés e quase caindo se não fosse por um par de braços fortes a segurando.

– Ah, me desculpe, de verdade. Eu deveria prestar mais atenção por onde ando, senhor e... — Começou a desculpar-se de forma embolada, querendo por tudo apenas poder levantar-se e ir se esconder no primeiro buraco que encontrasse.

– Não se preocupe, Nellie, e sinto lhe informar que essa não é a primeira vez que você tropeça perto de mim por andar tão distraída. E espero que não seja a última. — Robert falou a puxando para cima pela cintura, de forma a permitir que ela ficasse reta mais uma vez. Os olhos percorrendo o corpo da mulher sem qualquer traço de malícia, apenas buscando ver se algo havia acontecido a ela.

Soltando um suspiro aliviado Mrs. Lovett ajeitou o vestido, abrindo um sorriso agradecido para Robert. — Você é um bobo mesmo, eu levei um susto pensando que poderia ter sido algum consumidor e no fim era só você. — Comentou fazendo falso descaso do homem e lhe dando um tapa fingido no ombro. Voltou o olhar para a bandeja no chão. Sorte a sua ela estar vazia na hora. Imagina a sujeira que teria de limpar... — Obrigada, Robert! — Exclamou por fim, apertando as mãos dele entre as suas enquanto tirava os braços que circundavam sua cintura. Sentindo um vazio assim que o fizera. A segurança que ele passava pelo simples toque deixando seu corpo diante da distância que ela mesma impunha entre os dois no momento. Por mais que quisesse o envolver e ser envolvida pelo mesmo, mantendo-o próximo de si sempre, sabia que tinha uma vida para tocar e isso levava ao aqui e agora com os clientes impacientes que ela precisava servir.

– Vem, é melhor nós voltarmos ao trabalho antes que alguém se irrite e resolva agredir o Toby que é o único fazendo qualquer coisa no momento. — Falou a Nellie enquanto se abaixava e catava rapidamente a travessa caída no chão.

Antes de ir a sua cozinha mais uma vez para buscar uma nova leva de tortas Mrs. Lovett lançou um último olhar em direção ao casal de jovens, tornando, então, seu olhar para Robert e sentindo uma chama de esperança começar a surgir em seu peito ao pensar que quem sabe em breve não fosse o seu momento de ter sorte no amor.

***

Mais tarde, na calada da noite já, o famoso Empório da padeira estava fechado enquanto ela e seus dois homens o limpavam para o próximo dia que viria, uma batida leve, porém urgente, foi ouvida na porta de Nellie. Franzindo o cenho Eleanor se ajeitou e, trocando um olhar confuso com Robert e Toby, rumou em direção ao som, perguntando-se quem poderia ser aquela hora. Ela com certeza não tinha ninguém a esperar. Mesmo se fosse Sweeney, ele certamente iria entrar sem qualquer tipo de cerimônia. Ainda mais depois do acontecimento daquela manhã

Com o rolo de massas em uma mão e Robert vindo em seu encalço, Mrs. Lovett abriu a porta após tentar identificar em vão a silhueta de quem quer que fosse a buscando. Os olhos arregalando assim que a pessoa que estava parada a sua frente entrou em seu campo de visão. Um par de braços vindo em direção a Nellie para envolvê-la em um aperto caloroso. A padeira abrindo um belo sorriso ao devolver o abraço da mulher que a agarrava sem nenhuma forma de pudor. Apenas a pura saudade de quem não se vê há muito tempo. Robert e Toby trocando olhares confusos entre as duas mulheres e si mesmos, sem saber o que fazer. Tudo soando muito confuso para os dois, ainda mais quando uma pequena figura juntou-se a cena. Uma criança pouco mais nova que o menino de Mrs. Lovett.

– Nellie, é tão bom te rever! Tão bom, querida. Tanto tempo e você continua sempre incrível. – Exclamou radiante a mulher que ainda abraçava a padeira, afastando o rosto do ombro em que se apoiara o suficiente para abrir espaço e poder observar o rosto de Mrs. Lovett.

– São seus olhos, Mi, você que sempre foi a beldade da sociedade. Ah, é maravilhoso poder te encontrar de novo, love. Como você anda? – Perguntava Nellie assumindo sua costumeira personalidade tagarela passado o susto inicial. Os olhos arregalando em surpresa, então, ao notar a menina segurando a mão da sua velha amiga. – E se você não se importar, eu adoraria saber quem é essa linda dama... – Comentou como quem não quer nada, apesar da curiosidade estar a matando por dentro.

– Essa, querida, é a minha menina, Elizabeth. – A mulher respondeu olhando para baixo, um sorriso terno no rosto ao direcionar as palavras à criança. – Dê oi para Eleanor, filha. Era dela quem eu lhe falava mais cedo, lembra? – Timidamente a garota levantou o rosto e encarou a padeira com seus olhos inocentes. Olhando para a mãe antes de estender a mão para a outra mulher como se pedisse permissão apenas pelo ato.

Balançando a cabeça de forma encorajadora, ela permitiu que a filha cumprimentasse Eleanor ao soltar a mão da criança, que prontamente aproximou-se da padeira, com uma das pequenas mãos estendidas e um sorriso meigo assumindo sua feição infantil.

– Ah, olá, pequena Elizabeth. – Nellie disse sorridente, os olhos brilhando enquanto segurava a mão fina da menina. – Ela tem a sua delicadeza de porcelana. – Comentou tornando a encarar a amiga. – Uh, que grosseria da minha parte... Venham, sintam-se a vontade e entrem. Está tarde demais para qualquer tipo de interação social. – Adicionou apressada, segurando a mulher pelo braço e a puxando para um dos bancos. – Toby, querido, feche a porta, sim. – Falou por sobre o ombro para o menino. – Então, o que a traz de volta a Londres, love? Ah, sim...

– Eleanor, respire, por favor. – Suplicou Robert apertando levemente o ombro da padeira. A expressão confusa deixando bem claro como ele se sentia.

Lançando-lhe um sorriso apologético Mrs. Lovett tornou a falar, agora menos afobada. – Meninos, essa é Miranda, uma velha amiga que eu não via há um bom tempo. Mi, esses são Robert e Toby. – Explicou dando nome aos bois. Suprimindo um suspiro ao notar a amiga arregalar os olhos quando mencionou Robert. Ah, claro... – Albert faleceu, se é isso que pretendia perguntar. – Acrescentou rapidamente assim que a outra mulher começou a tentar falar qualquer coisa.

Okay, era cedo demais para explicar a ela como o homem que a padeira jurava estar morto havia retornado sabe-se lá de onde. Nem mesmo Eleanor conseguia assimilar o que vinha acontecendo ali. Como podia em curto espaço de tempo tantas pessoas retornarem a sua vida como se nada tivesse acontecido? Benja- digo, Sweeney, Robert e agora Miranda voltaram tão de repente. Quem mais surgiria das cinzas agora? Os pais da mulher? Albert?

Balançou a cabeça, fechando os olhos para espantar a confusão da mente. Não é hora de surtar, Nellie, e sim de encontrar sentido nessa bagunça de vida.

– Meus pêsames, querida, se me lembro bem você e ele tinham um bom relacionamento. – Miranda falou ao notar que a amiga ainda parecia um pouco perdida no cenário. – É uma pena de verdade, Albert era um bom homem. Raro de encontrar hoje em dia. – Acrescentou piscando para a padeira, um sorriso malicioso no rosto. Eleanor não entendeu de primeira, tendo esquecido o tipo de relacionamento que detinha com a mulher na época em que ela ainda fazia parte de sua rotina diária. Os olhos acendendo em compreensão ao lembrar de que tipo de raridade ela falava.

– Se tratando do Albert, imagino que já não seja mais considerado tão raro assim. Discreto, talvez; Reservado, quem sabe; Mas certamente encontram-se mais homens assim do que você pensa, querida. – Comentou com o mesmo tom que a mulher usara. Deixando claro que aquele assunto era uma baita de uma fofoca interna. Fazendo com que os outros em torno das duas trocassem olhares confusos, sem saber muito bem qual era o papel deles ali.

Ouviu-se, então, o som de alguém limpando a garganta, chamando a atenção das mulheres e as tirando do transe em que haviam entrado.

Voltando o rosto para as crianças e o homem, Eleanor levantou de onde estava e rumou para a cozinha com o intuito de fazer chá, falando por cima do ombro curiosamente. – Enfim, vocês ainda não disseram o que vieram fazer na fria e obscura Londres, afinal.

– Ah, sim... – Miranda suspirou pesadamente, um sorriso pesaroso no rosto. – Infelizmente nos vamos passar um tempo na cidade. Pelo menos até eu conseguir falar com o juiz Turpin. – Disse segurando as pequenas mãos da filha. O olhar carregado de todo amor que sentia pela menina . A sua menina. – Descobri que tenho direito a reivindicar uma herança, mas preciso assinar uma papelada para garantir que eu fui realmente casada com o meu marido. E, bem, neste exato momento, dinheiro é uma necessidade e tanto.

– Mi, você falou do Jules no passado. Isso quer dizer que... – A padeira começou a falar, deixando a frase inacabada ao ver a amiga balançando a cabeça afirmativamente, uma das mãos indo até os olhos para secar algumas lágrimas que cismavam em querer cair, mesmo ela sabendo que deveria ser forte pela filha. – Ah, love, isso é... Isso... Droga, Mi. Que merda! – Eleanor exclamava reticente, sem saber como confortar alguém que perdeu um ente querido. Ela sabia o que Miranda sentia, já estivera em sua pele diversas vezes. Mas consolar era uma outra jurisdição, ela não sabia como agir.

Inquieta em frente ao fogão, Mrs. Lovett foi até a amiga, envolvendo-a em um abraço apertado. Sussurrando palavras aleatórias de reconforto enquanto mantinha-a por perto. Tentando por tudo suprimir os soluços que ameaçavam sair por sua garganta.

– Se você quiser pode ficar por aqui, Mi, no quarto do Toby tem espaço para vocês duas e eu te garanto que ele não se importa de dormir comigo, não é querido? – Nellie disse olhando para o menino e lhe dando um sorriso fofo, suplicando internamente que ele fosse mesmo aceitar. Mesmo que já imaginasse sua resposta como positiva. Bem, restava depois dizer a Robert que ele teria que sobreviver no sofá...

– Eleanor, eu não vim para te incomodar. Só queria te rever mesmo, acredite em mim. – Miranda falou sentindo-se um pouco de desconforto ao pensar que estava atrapalhando a vida da padeira. Soltando o corpo da amiga para que pudesse encarar seu rosto e mostrar que falava sério.

– Não se preocupe, por favor, nunca vai ser um incomodo te ter por perto. E nem a sua menina. – Nellie falou sorrindo para as duas. Os olhos brilhando só de pensar em ter mais companhia depois de tantos anos de solidão.

***

Era de noite. A barbearia já estava fechada há um bom tempo, o que significava que mais nada restava para Sweeney fazer além de pensar e, bem, pensar enquanto encarava suas amigas. O ambiente estava devidamente limpo e sem muitos resquícios de sangue. Okay, ele certamente não sabia limpar como a padeira, mas era orgulhoso demais para sequer cogitar pedir qualquer ajuda dela depois do acontecido mais cedo. Ainda mais por ela não ter dado sinal de vida durante o dia em mais nenhum momento. Nem mesmo as rápidas olhadelas que lançava para a janela de Todd toda vez que via um cliente subir as escadas. Não que ele se incomodasse. Era bom poder passar um dia sem ser constantemente incomodado por ela, principalmente se fosse para ouvir sobre o seu comportamento diante do homem que ela tão avidamente clamara estar apaixonada.

No que ela estava pensando? Ela era dele e não podia simplesmente...

– Argh! — O barbeiro bufou irritado enquanto andava para lá e para cá em volta da cadeira – tomando cuidado para não pisar no pedal porque né... – qual era o problema dele? Eleanor Lovett não era sua e ela podia foder com a maldita vida dos infernos da forma miserável que melhor quisesse. Não importava para ele o que ela fazia, contanto que a sua vingança pudesse ser realizada.

Certo, vingança... Vingança... Vingança.

Lembre-se disso Sweeney Todd. A vingança é a única que você tem nesse momento. Não há mais ninguém na vida para lhe fazer companhia. Lucy foi embora sem ti. Johanna está presa nas garras daquele homem nojento e insípido. E nesse exato momento Nellie deve estar fazendo sabe-se lá o que nos braços do Robert.

– Não, não, não. Ela não. Esqueça a padeira. Esqueça a padeira. Ela não é da sua família. Não sofreu a brutal separação pela qual você passou. E não é preocupação sua com quem ela se deita.

Deitar... Olhou para a cama vazia e arrumada que o esperava todas as noites, mas nunca sequer sentira o calor do corpo do barbeiro para que pudesse tentar embalá-lo. Aquilo era babaquice, besteira. Precisava planejar sua vingança. Ver metodicamente de todos os ângulos como iria matar o juiz e o Beadle. Sentir o sangue em sua pele, contemplar o trabalho de suas amigas. Mas talvez deitar na cama não fosse sugá-lo para alguma realidade pior do que essa. Pensou suprimindo um bocejo involuntário.

Balançou a cabeça frustrado. O que tinha de errado consigo? Primeiro não conseguia parar de pensar na padeira, falhando em se concentrar em sua vingança. E agora estava mesmo cogitando dormir? E por que diabos a sua mente insistia em chamar a Mrs. Lovett de Nellie?

Ela não era sua amiga. Parente. Colega. Amante. Nada, absolutamente nada! Apenas a mulher que provinha o teto sob o qual morava e sua cúmplice. Nada mais que isso. Ela nunca foi e nunca seria... Mrs. Lovett era como deveria endereçá-la, simples assim.

Dormir não era uma opção saudável, muito menos possível, dado aos pesadelos que acometiam sua mente quando o fazia. Era estranho admitir isso e provavelmente ele nunca diria em voz alta, mas o barbeiro tinha medo de dormir. O estado de espírito que alcançava pelo simples fechar dos olhos era demais para aguentar. A ideia de relaxar a muito perdida em meio ao inferno que era a tentativa de se perder no mundo dos sonhos. Por muito tempo ele passara acordando durante a noite aos berros, chamando por Lucy e Johanna, ou então amaldiçoando o juiz. Entretanto, com o nascimento de Sweeney Todd a necessidade de dormir morreu junto a Benjamin Barker, deixada para trás com toda a fraqueza do homem que um dia fora.

Dormir, amar, comer, sorrir, viver... O que eram essas palavras para alguém que nascera do ódio? Sweeney Todd tinha somente um objetivo de vida e ele teria sua vingança.

Suspirando, decidiu que o melhor a fazer era sentar na cadeira, ao menos assim não iria sentir-se tentado a deitar na cama.

Pensou em descer e pegar qualquer coisa para comer na loja de Mrs. Lovett, mas reconsiderou a ideia quando lembrou que a padeira agora tinha companhia e que ele podia presenciar algo desnecessário.

– Droga. Droga. Pare de pensar nela! – Grunhiu irritado por entre os dentes trincados. Levantando o corpo da cadeira ao ouvir, em meio ao silêncio da noite, batidas na porta do cômodo abaixo do seu. Todo o seu ser entrando em estado de alerta enquanto seguia sorrateiramente para a escada, navalha em mãos, tentando ver que incomodava a sua Nel- não, não dele, argh! – enfim, quem incomodava a Mrs. Lovett àquela hora.

Parou desconfiado ao notar a mulher e uma criança na entrada da loja da padeira. Os olhos buscando por algo nas sombras que pudesse indicar uma emboscada. Nada encontrando, entretanto.

Dando de ombro desinteressado, Mr. Todd voltou para dentro da barbearia. Dizendo a si mesmo que não era de sua conta quem batia na porta da Eleanor.

Se fossem a matar, ameaçar, destruir parte por parte do corpo diminuto, queimar tudo o que ali reinava. Não importava se tirassem forçadamente aquele sorriso idiota dela, contanto que ele ainda tivesse um teto onde morar. Certo?

Ele precisava planejar sua vingança acima de tudo e honrar a família que nunca mais teria de novo.

Pro inferno Mrs. Lovett e toda a sua horda! Ela não tinha nenhum direito de afetar sua mente. Muito menos aquele bastardo agressivo que certamente Sweeney iria ter um acerto de contas definitivo mais tarde.

Ninguém agredia o barbeiro demoníaco da Rua Fleet e saía inteiro para contar história depois!

Notas finais
Okay, quanto ao Albert... Tem umas coisas que eu falei sobre ele pelo capítulo que podem parecer sem sentido algum e panz - e talvez até seja xP - mas é apenas uma humilde tentativa minha de começar a revelar os meus planos quanto ao passado dele e da Nellie pq eu pensei em mudar alguns detalhes. Nada demais, só um plot que venho pensando... Ah, só pra fazer uma pergunta totalmente aleatória... Sou só eu que lembro sempre de Sweeney Todd toda vez que escuto Survival de Muse? É bizarro como sempre penso em vingança e essas paradas ai O_O Enfim, beijos, amo todos e um feliz ano novo atrasado pq sim