We're not broken
1 Prólogo
Notas iniciais
Eu só tenho quatro capítulos prontos, então eu vou postando aos poucos, pois gosto de ter material antes de postar, porque se algum bloqueio acontecer, não deixo vocês na mão.
Espero que gostem, nos vemos no próximo ;*
Depois de um ano tentando descobrir um jeito de derrotar Finn, sem sucesso, os Originais estavam desesperados por um feitiço milagroso que Kol, Davina e Rebekah procuravam dia e noite, sem descanso.
Com o bruxo ainda drenando o poder vital de Mikael, vencê-lo por meios comuns era praticamente impossível, assim como continuar escondendo Hope na cidade.
Hayley estava determinada a manter a filha perto de si agora que finalmente tivera a chance de segurá-la nos braços não estava disposta a perder a primeira palavra da garotinha, o que deixava Klaus a beira de um colapso nervoso. O híbrido sabia que a permanência da filha na cidade era um risco para a própria criança, se Finn descobrisse iria mata-la.
Era uma manhã de domingo, particularmente ensolarada. Os raios aqueciam o sofá de couro no qual Klaus estava sentado, com uma garrafa de whisky na mão. Ele sempre achou que pensava melhor quando bebia, mas ao mesmo tempo seu humor tornava-se mais instável, o que fazia Elijah manter-se afastado.
― Irmão! – a nova aparência de Rebekah ainda causava certa estranhes, mesmo depois de um ano. Ela parecia radiante, tanto na voz quanto na expressão e aquilo atraiu o olhar embriagado de Klaus.
― Por que está tão feliz, Rebekah? Descobriu o feitiço do amor? – ele perguntou acidamente, levantando do sofá e sentindo que a sala girava. – A cada dia que passa parece que é isso que você vem fazendo, o que me faz imaginar no que Kol e Davina estão trabalhando.
― Engula esse seu péssimo humor no próximo gole de Scotch, Nik. Eu tenho boas notícias.
― Eu sugiro que você fale logo, Rebekah. Niklaus está com um péssimo humor neste mês – Elijah surgiu aparentemente do nada, vestido com seu terno extremamente limpo e recostando seu ombro esquerdo no batente da porta. A bruxa sorriu para o irmão mais velho, apreciando o olhar de escárnio que ele lançou a Klaus.
― Nós descobrimos o que é poderoso o suficiente para quebrar o elo de canalização de Finn! – Rebekah contou, batendo as mãos delicada e de uma maneira feliz.
Klaus e Elijah trocaram um rápido olhar cheio de significado mudo, ambos perguntavam-se quando a parte ruim da notícia chegaria, afinal tudo em suas vidas eram exatamente daquele jeito.
― Eu sinto que um porém está por vir – Klaus comentou, num murmúrio desanimado.
Rebekah fez uma afirmação muda com a cabeça, perdendo todo o bom humor que tinha até então. Ela sabia que o ingrediente necessário não ia agradar nenhum dos dois irmãos Originais. Era algo difícil de se encontrar, estava em constante movimento, em fuga, em modo de defesa. E quem causou todo esse stress foi a própria família.
― Ora, desembuche logo, Rebekah! – Klaus apressou, impacientemente. Balançou a garrafa de whisky praticamente vazia conforme abria os braços impacientemente.
Ela teve um suave sobressalto com a reação exaltada do irmão, o que não deveria alarmá-la. Mas era mais fácil dizer do que falar, já temia o humor de Niklaus quando era imortal e, agora seu corpo era mais frágil do que papel.
― Nós precisamos do sangue de uma duplicata – disse ela, num sussurro incerto. – Mas, pelo lado positivo, ela pode ser vampira.
― Certo, temos Elena e Stefan em Mystic Falls. Aparentemente, tudo o que temos que fazer é irmos busca-los – Elijah ponderou sensatamente, mas o resto de suas palavras morreram em sua boca quando Rebekah negou veementemente.
― Não. Não podemos arriscar com eles. Se trouxemos Elena, ela traria Stefan e Damon a tiracolo. Isso se a bruxa e a barbie vampira também não vierem de acompanhantes – justificou a bruxa, olhando fixamente para a janela.
― E toda essa presença sobrenatural atrairia a atenção de Finn – Klaus concluiu, pensativo. – Isso significa que só resta...
― Katerina.
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