Well, You Just Cant Tell
30 Cap. 30 – Attempt suicide
Notas iniciais
Obrigado por todos os reviews e pela paciência por esperar que eu respondesse. A internet ta uma porcaria aqui. Desculpem-me
Acho que é isso.
Boa leitura!
PDV Michelle
Bill havia me dado um beijo no rosto e descido pela árvore da minha janela. Essa teria sido a melhor tarde da minha vida. Peguei um cigarro e o ascendi, tragando calmamente. Ao olhar melhor para meu quarto, vi as roupas de Bill espalhadas pelo chão. Ele havia as esquecido ali. Juntei todas as peças espalhadas pelo chão, as dobrando e guardando em minha mochila. Botei a mesma nas costas, saindo pela janela. Andei distraída pela calçada, pensando sobre aquela tarde até chegar à casa do Bill. Subi pela árvore, indo até a janela dele, mas ninguém se encontrava naquele quarto. Estranhei aquilo e desci da árvore indo até a porta. Toquei a campainha pelo menos umas três vezes, até alguém atender a porta desesperadamente. Era Sharon.
- Bill! – ela tinha os olhos vermelhos e o rosto inchado. Sua expressão de alívio, a me ver, havia se desmanchado.
- O que está acontecendo? – perguntei assustada.
- Me diz que o Bill está em sua casa... Por favor... – ela falava aos prantos.
- Sim, ele dormiu lá, passou a tarde comigo... Depois falou que ia voltar para casa... – comecei a me assustar – Ele não voltou? – ela começou a chorar.
- Voltou... Mas... Meu Deus, onde Bill se meteu!
- Me explica o que está acontecendo! Merda!
- SHARON! – ouvi Stephen gritar, junto a seus passos apressados descendo as escadas – AQUELE FILHO DA PUTA LEVOU MINHA ARMA! – um frio desceu pela minha espinha e meus olhos foram tomados peças lágrimas.
- AÍ MEU DEUS! WILLIAM... – ela gritou, chorando mais ainda.
- Me diz que a arma não é para o que eu estou pensando... – falei, sentindo meu corpo amolecer pelo medo. Sharon já nem conseguia mais falar de tanto que chorava. Nem insisti mais em perguntar o que estava acontecendo. Virei às costas e sai correndo em busca de Bill, antes que ele fizesse alguma bobagem.
Sai correndo por todo bairro, desesperada. Bill não podia estar tentando se matar. Ele não podia fazer aquilo comigo. Não conseguia achá-lo em lugar algum. Fui correndo em direção á delegacia, eu precisava da ajuda de Charles, ou melhor, Bill precisava. Entrei naquele lugar aos prantos, correndo direto para a sala de Charles, mas fui agarrada por dois policiais.
- ME SOLTEM! EU PRECISO FALAR COM CHARLES! – eu gritava enquanto me debatia e todos me olhavam – POR FAVOR, UM SEGUNDO E MEU AMIGO VAI ESTAR MORTO, POR FAVOR, ME DEIXEM ENTRAR! – eu tentava me soltar, mas eles eram muito mais fortes que eu.
- O que está acontecendo aqui?! – era Charles, para minha sorte – Michelle? O que está acontecendo? Soltem-na! – sai correndo e o abracei, chorando muito.
- Por favor, Charles, me ajuda, por favor, o Bill!
- Acalme-se Michelle... Me explica o que está acontecendo!
- O Bill está com uma arma! Ele vai se matar! Por favor, me ajuda a encontrar ele, ISSO NÃO PODE ACONTECER!
- Minha nossa... Vem Michelle, vamos para o carro.
Foi o que fizemos. Entramos na viatura e vasculhamos tudo quanto era canto de Laffayete, mas nada de encontrar Bill. Eu chorava muito e nem Charles sabia como me confortar. Bill provavelmente já estava morto, mas eu não conseguia aceitar isso. Queria encontra-lo e vivo. Depois de um tempo, lembrei-me de um lugar que ele poderia estar. Um beco sem saída que praticamente ninguém conhecia. O único lugar onde nós ainda não tínhamos procurado. Charles estacionou o carro ali perto do lugar.
- Vamos... – ele falou.
- Não. Deixa que eu vou sozinha.
- Mi. É perigoso.
- Não é não. Ele é meu melhor amigo.
- Mas ele está transtornado, e com uma arma.
- Não me importo. Vou sozinha. Se você for junto, pode dar errado. Eu vou conseguir falar com ele... – relutei um pouco, mas deixei escapar – Se ele ainda estiver vivo.
- Tudo bem, mas vou ficar escondido. Se precisar de minha ajuda, só chamar. – assenti e saímos do carro.
Ele parou na entrada do beco, enquanto eu entrava no mesmo. Quanto mais me aproximava, mais tinha a certeza de que era Bill, sentado no chão. Aquele cabelo cumprido e ruivo não me enganava. Senti um alívio ao ver ele ali, vivo. Um alívio que foi substituído pelo desespero ao ver sua mão direita levantando uma arma em direção a sua cabeça. Eu já estava a poucos metros dele e não sabia o que fazer naquela situação.
- BILL! – gritei tomada pelo medo e pelo desespero. Ouvi a disparo da arma, me deixando perdida e tonta. Meus olhos se encheram de lágrimas enquanto eu caia sentada no chão, sem forças.
Notas finais
Vocês gostaram do capítulo?
O próximo já está prontinho para ser postado, só vou esperar os reviews. Será que chego aos 200??? Nossa, se isso acontecer vou sair pulando pela casa kkk'
Falando sério agora. Muito obrigada a todas vocês que leem minha fic, mesmo as que tem preguiça de escrever reviews kkk' eu sei como é isso lol. E um SUPER beijo para a "Miss Nothing" que escreveu a primeira recomendação dessa fic e também para a "Dohler" que também recomendou essa fic. Também não poderia esquecer da "Lu Stradlin" que mandou meu primeiro review ever *-*
Mas de qualquer modo, eu amo muito todas vocês que acompanham a fic, de verdade, vocês não imaginam.
Um beijo para vocês, lindas ♥
Fale com o autor