Well, You Just Cant Tell
13 Cap. 13 – Sex, drugs and… Where is rock’n'roll?!
Notas iniciais
É isso, boa leitura e nos vemos nas notas finais :)
Obs.: SE NÃO GOSTA DE HENTAI, NÃO LEIA.
PDV Michelle
Eram oito horas da noite quando a campainha tocou. Era Bill. Ele trocou de roupa e já estava pronto. Uma calça jeans rasgada nos joelhos e uma camiseta dos Ramones. Eu também estava pronta, minha camiseta do Led Zeppelin, com as mangas rasgadas, um short de couro cós alto, uma jaqueta de couro preto e obvio, meu coturno.
- Wow... Você está gostosa. – ele falou malicioso. Joguei uma almofada nele.
- Eu sei.
- Convencida.
- Eu sei.
- Vai se foder.
- Só no quarto da Cristina. – debochei. Bill teve um ataque de risos na hora.
- Você é uma idiota.
- Eu s...
- AHHH, já entendi. Afinal, que horas o Jeff chega?
- Não sei... – falei olhando para o relógio que já marcavam dez horas. – Acho que daqui a pouco está aí. Comeu alguma coisa?
- Não.
- Nem eu... Vou fazer massa. É bom comer massa antes de encher a cara. Você vai querer?
- Sim, vou. – desci as escadas e no ultimo degrau a campainha toca. Era Jeff.
- Jeff! Oi... Me diz que você não comeu.
- Claro que não, eu sei que aqui tem comida. – cruzei os braços, séria.
- Seu retardado. Vem, vou fazer massa.
- E aí Jeff! – Bill apareceu descendo as escadas.
- E aí! Pelo jeito vocês vão encher a cara hoje, não é? Massa na janta é suspeito.
- É uma festa com bebidas e drogas liberadas. Sem gastos. O que você acha? – ele me olhava, estático. Acho que não havia ouvido uma palavra do que eu havia dito. – Alô-ô?
- Alguém já disse que você está gostosa hoje? – ele falou indo em direção a cozinha.
- Eu! – respondeu Bill indo atrás dele.
- E é por isso que dizem que amizade entre sexos diferentes não da certo. – falei revirando os olhos indo atrás dos dois até a cozinha.
- Mas a diferença é que nós, apesar de estarmos falando a verdade, estamos falando num tom de brincadeira, não de cantada.
- Jeffrey, o filosofo. – falei.
Fiz a massa e comemos em silêncio. Eram 22:45 quando saímos de casa, a pé, cada um tragando um cigarro.
- Been dazed and confused for so long, it's not true, wanted a woman, never bargained for you… — Jeffrey começou a cantar “Dazed and confused” do Led Zeppelin.
- Lots of people talking, few of them know, soul of a woman was created belooooow, yeah! – Bill começou a cantar junto. Eu e Jeff paramos no mesmo instante o encarando. Ele cantava muito bem e de um jeito muito… Único. Era incrível. – O que? – perguntou envergonhado.
- Cacete, que voz é essa? – perguntei para ele.
- Nossa... Desculpa... Não sabia que eu cantava tão mal. – falou encarando o chão, parecia chateado.
- Não cara, acho que você não entendeu... – Jeff começou – Como você fez essa voz esganiçada? É muito foda! Você nunca cantou assim lá no coral.
- Jeffrey... Eles iam mandar fazer um exorcismo no Bill. – falei irônica, os dois riram. – Mas sério, William... Muito foda. Viu Jeffrey! Eu te falei! – Bill olhou para Jeffrey com um ponto de interrogação no meio da testa.
- Ah, é... Sobre a banda, ta faltando um vocalista e pelo jeito você tem uma voz muito foda pra isso.
- Mas não é minha voz... É forçada. Não vou cantar desse jeito.
- Ah Bill, qual é! – falei.
- Vamos deixar para discutir isso depois. – ele falou.
- Pelo jeito chegamos... – Jeffrey falou fazendo uma careta por causa da música que estava tocando, Dancing Queen da ABBA.
- Ai. Meu. Deus. Tomara que meus ouvidos não sangrem essa noite. – falei apavorada.
- Nah... Você vai estar no efeito das drogas e da bebida... Nem vai escutar nada. – Bill falou dando a última tragada no cigarro.
- Que você esteja certo Bill. – Jeff.
- Vamos gente... Quero cocaína e tequila. – nós rimos e fomos em direção a porta, apertando a campainha.
- Os esquisitos resolveram aparecer então? – Cristina falou atendendo a porta.
- Eu não disse que viríamos? – falei irritada. – Onde estão as drogas? A bebida?
- Calminha... A bebida está na cozinha e as drogas... Com os caras no jardim.
- Beleza... — falei entrando e deixando Bill e Jeffrey para trás. Eu estava tão concentrada nas drogas que nem enxergava mais eles, acho que estavam na mesma situação. Entrei na cozinha. Havia todo o time de futebol lá, inclusive Brian.
- Olha só quem está aqui? Onde estão seus cachorrinhos? – perguntou sínico.
- Detesto animais de estimação. – falei mal-humorada – Cadê a merda da bebida?
- Qual você quer? – Brian perguntou com as sobrancelhas arqueadas.
- Tequila, José Cuervo, tem? – ele pegou um copo que dava praticamente uns quatro shoots de tequila e me serviu. Tomei tudo em um gole e comecei a sentir tudo girando ao meu redor, mas havia um problema, eu estava com muita vontade de chorar, eu precisava de cocaína, da euforia. Fui em direção a porta para achar o jardim da casa.
- Espera aí! – Brian falou indo até mim. Ele me agarrou pela cintura, me puxando para o corpo dele. – Você está muito gostosa hoje... – sussurrou em meu ouvido, me fazendo arrepiar.
- É? – falei rindo, completamente grogue.
- É... – então me deu um beijo voraz.
Eu já sabia como Brian beijava mal, mas sob efeito do álcool tudo parecia maravilhoso. Ele apertou minha bunda e subiu a mão para um dos meus seios, o apertando com força enquanto eu puxava seus cabelos. Ele desceu outra vez sua mão, agora para dentro de meu short, massageando meu clitóris, fazendo eu gemer baixinho.
- Você é uma vadia... – ele sussurrou em meu ouvido.
- Eu... Sou... – disse rindo.
- Vamos lá para o quarto? – o encarei confusa. Nada parecia muito certo.
PDV William
- Calminha... A bebida está na cozinha e as drogas... Com os caras no jardim. – acho que foi a única coisa que realmente prestei atenção. Quando me dei por conta estava sozinho no meio de todo mundo. Michelle, Jeffrey e Cristina haviam sumido.
“As drogas primeiro” – pensei comigo, indo procurar o jardim. Quando achei, vi uns caras estranhos, eu sabia que eram eles que estavam com as drogas.
- Quais vocês têm aí? – perguntei.
- Do que você está falando? – um dos caras perguntou debochado.
- Anda... Eu não tenho o dia todo! Preciso de alguma coisa que me faça parar de ouvir essas músicas terríveis. – eles riram.
- Realmente... Essa mina tem um mau gosto musical dos melhores... Mas enfim, qual você quer?
- Duas doses de coca, uma de heroína e três negócios de maconha.
- Tá querendo ficar loção ein? – o cara parecia já estar sob efeito de alguma coisa. Eles me deram o saquinho com o pó branco, a seringa e os três baseados de maconha.
- Vocês têm isqueiro? – perguntei, eles me deram um para acender.
Fumei os três baseados e já pude sentir-me mais leve, quando terminei, fui para uma mesa ali mesmo no jardim e arrumei a cocaína em duas carreiras, enrolei um papel que achei no meu bolso e respirei aquilo rapidamente, já sentindo a euforia da droga. Então preparei a seringa, injetado a heroína em meu braço. Eu estava muito, mas muito alto. Todo parecia se mexer, mudar de formas e cores. Estava tudo muito louco, mas ainda faltava algo. A bebida.
Fui em direção a cozinha, mas antes de chegar lá, alguém me parou. Era Victoria, outra líder de torcida oxigenada com o nariz empinado.
- Oi ruivinho... – falou me puxando pela gola. Não consegui distinguir ela muito bem, estava tudo muito estranho.
- E aí gostosinha? – falei beijando seu pescoço e suspirando em seu ouvido. Senti seu corpo arrepiar, o que me fez rir.
- Ui... Assim você me deixa louca. Já falei que adoro seus cabelos cumpridos? – sorri malicioso. As drogas arrancavam toda a vergonha que eu sentia dos outros.
- Já falei que sua boca chama muito minha atenção? – menti, afinal, aquela menina tinha uma cara inexplicável de vadia, diga-se de pato como todas as outras. Mas todos os outros caras da escola babavam por elas. A usei como uma vingança.
- É? – ela sussurrou a milímetros da minha boca.
- É. – falei tomando seus lábios e a empurrando até a parede mais próxima. Eu prensava seu corpo contra a parede, deixando o meu apertado contra o dela. No meio disso lembrei que tinha que pegar a bebida. Me afastei dela a encarando com uma cara vitoriosa.
- Ah, onde você vai... – ela resmungou.
- Beber. – falei dando as costas.
- Me procura depois! — Ela gritou para que eu ouvisse, mas fingi não ouvir, retomando meu caminho até a cozinha.
Ao chegar lá, para minha infelicidade, estava todo o time de futebol americano da escola, menos Brian. Sai abrindo o armário onde estavam as bebidas, procurando por uma vodka qualquer. Quando achei, peguei um copo qualquer e despejei o conteúdo dentro.
- Ih, olha o cara... Ta chapado. – ouvi Zac rindo. Peguei meu copo e sentei ao lado deles. – Não vai misturar nada com a vodka? – ele perguntou debochando, como se eu não soubesse tomar a bebida.
- Misturas são para maricas. – falei olhando para o copo dele. – Eu tomo pura.
- Isso foi um desafio? – perguntou ofendido.
- Se você deseja um... Tudo bem.
- Então está certo. – falou despejando a sua vodka misturada com coca-cola na pia e enchendo a mesma quantidade que a minha no seu copo, que era muita. – Vamos ver quem agüenta tomar isso tudo puro. – eu sorri para ele, desafiador.
- Tem certeza no que está fazendo? – perguntei.
- Rá! Você acha que vai conseguir? Veremos então...
- Então tá, no 3 – falou Mike – 1... 2... 3! Foi!
Virei o copo tomando a metade em um único gole, enquanto Zac se esforçava para tomar três golinhos. Parei para encará-lo com um sorriso de deboche estampado no meu rosto. Tudo estava girando e estava tudo muito fora da realidade. Comecei a rir escandalosamente chamando a atenção de todos que estavam ali por perto. Zac me fuzilou com o olhar e seus amigos encaravam aquilo com receio.
- Vamos lá cara, não chegou nem na metade! — falei rindo.
- E você parou por quê? Não agüenta mais? – Mike o defendeu.
O olhei com desprezo e tomei o resto da vodka rapidamente e sem repugnar. Olhei para Zac, estava fazendo o máximo de esforço para tomar o resto, e quando faltavam no mínimo uns cinco goles para acabar, vomitou tudo no chão. Eu ri histérico enquanto assistia ele agachado no chão da cozinha, botando tudo pra fora. Botei uma das mãos em sua cabeça, dando leves tapinhas, como consolo.
- Lembre de nunca mais duvidar de mim, mariquinha... Isso é realmente nojento, não sabe nem beber. Queria ver se tivesse injetado uma, cheirado duas e fumado três assim como eu. Estaria morto agora. – disse enquanto me retirava do lugar cambaleando.
PDV Jeffrey
Ao chegarmos na casa, Michelle desapareceu no mesmo momento e quando fui puxar Bill para ir beber alguma coisa, alguém me puxou para um canto. Cristina, claro. Ela pegou um drink de uma bandeja que estava passando por aí e me entregou, com um sorriso malicioso nos lábios.
- Eu não vou beber isso aqui sem antes você tomar um gole. – falei. Ela revirou os olhos.
- Tudo bem... – disse tomando um gole. E realmente havia engolido a bebida. Então tomei todo o copo em uma sentada. – essa bebida é bem forte... – ela sussurrou em meu ouvido enquanto tudo começava a girar.
- Eu percebi... – falei rindo.
- Que tal irmos lá para o quarto? – perguntou passando a mão por baixo das minhas calças, despertando meu membro na mesma hora. Eu dei outra risada.
- Se você levar outro copo desses... E eu cheirar antes, tudo ótimo!
- Tudo bem... – falou me guiando para o jardim, onde me conseguiu a cocaína.
Cheirei rapidamente e fomos para dentro outra vez. Ela pegou outro copo daqueles, com o drink louco e subimos as escadas cambaleando e nos devorando praticamente. Ela abriu a primeira porta, mas o quarto já estava ocupado. Os sons de gemidos vindos de lá me deixavam mais excitado ainda. E finalmente achamos um quarto vazio. A primeira coisa que fiz quando entramos, foi jogá-la na cama.
- Vem Jeffrey... Não perde um segundo.
Avancei nela rapidamente, tirando sua roupa e sugando cada pedaço do seu corpo. Ela soltava gemidos baixos em meu ouvido, me deixando arrepiado. Quando a despi por completo, foi a vez dela. Ela me ajudou a tirar minhas roupas e quando eu estava completamente nu, me escorei a cabeceira da cama e puxei a cabeça da loira para meu membro completamente ereto. Ela botou todo na boca e o sugava com prática.
- Ahhh, vadia... – gemi enquanto ela acelerava os movimentos com sua boca. – para... Fica de quatro. – mandei seco. A penetrei fazendo movimentos violentos, enquanto ela gemia como uma louca. Eu também gemia, mas bem mais discreto.
- Ah... Jeffrey... – ele falava delirando.
- Agora deita, cadela! – falei saindo de dentro dela, que me obedeceu. Penetrei-a mais uma vez com vontade me deitando por cima dela, para alcançar seus seios, sugando-os. Ela gemia cada vez mais e havia chegado ao seu ápice. Eu estava prestes a gozar. Sai de dentro dela. – Agora termina o seu serviço. – ela, sem dar uma palavra, colocou todo meu membro em sua boca, sugando-o mais forte que antes, me fazendo gemer alto. – Eu vou gozar... – falei. Ela o retirou de sua boca a abrindo, esperando pelo liquido. Eu dei uma risada incrédula. – Ahh, então quer dizer que a vadia aqui gosta de leite? – ela riu como uma puta enquanto eu gozava em sua boca. Gemi alto ao chegar ao orgasmo. Deitei por alguns segundos, ofegante.
- Nossa, bem que Krist me falou que você era bom de cama... – ela falou ofegante.
- Krist? – falei rindo – Vadia do caralho... – falei me lembrando da garota morena com peitos vantajosos.
- Vou te chamar mais vezes aqui... Adorei...
- Cala a boca... Foi essa vez e deu. – falei levantando e catando minhas roupas pelo chão para me vestir. Sai porta a fora, deixando-a sozinha no quarto.
PDV Michelle
- Vamos lá para o quarto? – o encarei confusa. Nada parecia muito certo.
- Não, preciso da minha coca e da minha heroína... – falei com dificuldade.
- Eu vou até lá com você, também quero usar... – falou enquanto íamos para fora. Já conhecia o cara que estava com as drogas lá fora. Eu sempre comprava dele.
- E aí Michelle! As de sempre? – sorri assentindo.
- E mais uma dose de cada pro meu amiguinho aqui...
- Ceeerto... – falou completamente chapado.
Entregou-me as três doses de cocaína e uma de heroína para mim, mais as drogas do Brian. Fomos para uma mesa ali perto e fiquei encarando Brian que também ficou me encarando com cara de idiota.
- Você nunca usou nada, não é? – perguntei.
- C-c-claro que sim... – falou nervoso.
- Uhum, sei... Então usa aí! – falei com um sorriso desafiador. Ele pegou o pacotinho com o pó branco e despejou na mesa. Ele foi cheirar daquele jeito mesmo. – NÃO! – gritei o assustando.
- O que?! – perguntou envergonhado.
- Nada, na verdade você está fazendo isso errado. Admite, você nuca usou cocaína.
- Tudo bem, eu nunca usei... Mas heroína já. – ri incrédula outra vez.
- Tá, sei... É assim ó! – falei ajeitando a coca em carreiras e logo pegando um papel, formando um canudo com o mesmo. – Você tem que tirar todo o ar dos pulmões e depois respirar a coca pelo nariz. – ele assentiu nervoso e fez como eu mandei. – Agora esse pozinho que sobrou na mesa, você pega com o dedo e bota na boca. Pronto... Agora com licença. – falei despejando as três doses na mesa e ajeitando tudo para cheirar. Depois peguei a seringa.
- Ah, eu acho que essa eu não vou experimentar...
- Mas você disse que já havia usado!!!
- Er... Hm... Mas eu... Er...
- Cala boca seu bicha, você nunca usou nada disso! – falei injetando a heroína no meu braço. Ele, irritado com meu comentário, enfiou a agulha de qualquer maneira no braço, injetando a droga. Passou mal no mesmo momento, desmaiando. Eu ri completamente bêbada e chapada – Idiota, não sabe nem como injetar... – e segui para dentro da casa, me escorando na parede embaixo da escada. Peguei meu Marlboro e acendi um dando uma profunda tragada enquanto tudo girava e tudo parecia tão engraçado e divertido. De repente começou a tocar “Let’s put the X in sex” do KISS.
- AHHH! FINALMENTE! Uma música que presta nessa festa!
- Concordo! – falou uma voz familiar do meu lado, seguido de uma risada estranha. Era William completamente drogado e bêbado.
- WIIIIILLIAAAM! – falei o abraçando.
- MICHEEELLEEEE! – disse rindo.
- Nooooossa, você tá muito chapado!!! – falei rindo e cambaleando, mesmo escorada na parede.
- EU? Nem um pouco! – falou rindo – Você é que ta! – disse parando na minha frente, caindo sobre mim.
- Ah! Bill! Eu não estou em condições de te segurar, caralho! – ele tentou se levantar, conseguindo com muito esforço.
- Eu fiz Zac vomitar o estomago dele! – falou rindo. – Aquele idiota não agüentou um copo de Vodka! – falou rindo como um desesperado. Eu ri como uma retardada.
- E eu fiz Brian desmaiar!
- Me conta mais! Minha nossa, como esses caras são fracos!
- Ele se achou o valentão, falando que sabia como usar heroína e...
- Injetou errado?!?!?!
- EXATAMENTE!
- Meu, que cara escroto! Vai acordar morrendo amanhã.
- Bem que merece... Deveria é acordar morto mesmo! – falei com desgosto. Ficamos nos encarando em silêncio por um momento. – Já falei que acho você muito bonito?
- Se falou, eu não lembro! – disse rindo mais. – Mas de uma coisa eu tenho certeza, você é a maior gostosa... – eu ri como uma babaca.
- São as drogas... Você para de enxergar direito.
- Não, eu sei que é verdade por que é o mesmo pensamento que eu tenho sóbrio.
- Tarado! – disse dando um tapa no seu ombro.
- Nah... Sou só um garoto. – disse arrastando as palavras. Ele estava se aproximando cada vez mais. – você tem um perfume muito bom... – falou cheirando meu pescoço, me deixando arrepiada.
- Cala a boca... Eu nem botei perfume.
- É, isso foi só uma desculpa pra chegar no seu pescoço... Mas de qualquer maneira, você tem um cheiro muito bom... – eu dei um sorriso safado.
- O gosto da minha boca é muito melhor... – sussurrei em seu ouvido.
Ele rapidamente tomou meus lábios enquanto sua mão segurava meu rosto, o acariciando. Uma das minhas mãos agarrava as costas do Bill com vontade, a outra foi para seus cabelos, puxando aqueles lindos fios de fogo. Ele mordia meu lábio inferior com cuidado, enquanto passava sua mão por dentro de minha camiseta, até encontrar meu sutiã, passando a mão por baixo encontrando meu seio, o massageando. Eu gemia baixinho em seu ouvido. Então passei minha mão por baixo de suas calças, acordando seu membro, massageando-o. Ele também gemia baixinho.
- Michelle? – ouvi alguém chamar. Olhei para o lado, mas minha visão estava muito embaçada, não consegui ver quem era.
- Quem é? – perguntei para Bill.
- O Jeffrey. – ouvi a voz de receio do Bill.
- Por que vocês não vão para um quarto? – pela voz dele estava completamente chapado também, mas uma coisa me assustou, ele não parecia estar chateado. Ele se escorou do nosso lado rindo.
- Jeff...
- Está tudo bem... – falou empurrando Bill de leve para ficar na minha frente.
Ele também tomou meus lábios, me fazendo deixar soltar um riso abafado entre nossos lábios, fazendo ele sorrir. Ouvi Bill se escorando ao meu lado e acendendo um cigarro, tragando lentamente. Eu beijava Jeffrey com vontade, massageando seu membro, mas nada acontecia, ele continuava adormecido. Ele interrompeu o beijo e tiro minha mão de lá.
- Não vai adiantar... Eu acabei de foder com a Cristina.
- SAFADO! – falei rindo. – E aí, como foi? – perguntei agarrada na sua cintura.
- Ah, deu pro gasto... Mas preferia você... – falou tirando uma mecha da frente do meu rosto, beijando meu pescoço e voltando para minha boca. Então senti algo no meu pescoço outra vez, uma boca. Era Bill. Segurei seus cabelos com uma de minhas mãos e a outra, segurava Jeff.
- Vamos para o quarto? Nós três. – falei.
- Vamos! – eles falaram ao mesmo tempo.
Subimos as escadas com dificuldade, pois ninguém estava sóbrio ali, achamos um quarto qualquer. Não sei como, mas estávamos nos beijando os três ao mesmo tempo, enquanto um estava em meu pescoço o outro estava em minha boca. Era mão aqui e ali, beijos ali e aqui, uma completa baixaria. De repente era tudo como se fosse um branco na minha cabeça.
Notas finais
Hoje mais do que nunca eu quero reviews pra saber se está bom assim, ou se não está o que tem que mudar... Vocês sabem.
Bjos ♥
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