Well Away From Us

3 Epílogo - Hope Everdeen Mellark


Notas iniciais
Este é o fim! Nada mais justo do que dar um capítulo para o fruto do amor de Peeta e Katniss, Hope. Espero que gostem. Grande beijo, vejo vocês lá em baixo. Obrigada Paçoca com Chocolate pela SEGUNDA recomendação de WAFU.

— Luke! — grito quando ele tenta se afastar. — Você não pode ir embora assim. Tem que conversar comigo.

— Hope... — suspira ele. — Você entende que eu tenho que ir agora, certo? Eu amo muito você, mas está na hora de ir.

— Não, por favor.

— Está na hora, Sunshine. Eu vou voltar. Prometo.

Luke, então, planta um beijo em minha testa e preciso de toda minha força para prender as lágrimas e não sufocar-me com o nó em minha garganta. Ele segura meu queixo com seus dedos grossos, porém delicados, e raspa seus lábios nos meus. Um simples gesto que ele usa para selar sua promessa e corromper minhas dúvidas sobre a espera de doze meses que temos pela frente.

— Só não me troque por outro cara. — pede olhando para meus olhos.

— Eu jamais conseguiria me relacionar com outro alguém que não seja você.

Meu namorado acaricia minha bochecha uma última vez e deixa-me sozinha em frente aos portões da escola. Seus cabelos ruivos como fogo desaparecem de minha vista em poucos segundos quando ele alcança o ônibus que está o levando de mim. Luke lança-me um leve aceno pela janela embaçada pela chuva e sinto, rapidamente, saudades da covinha que ficava presente em sua bochecha esquerda quando ele sorria para mim todas as tardes de lindos passeios pela praia e parque que fazíamos juntos.

A chuva começa, literalmente, a castigar o ambiente. Sinto minha pele, meus cabelos e minha roupa molhados e logo estão encharcados. Meu uniforme pesa em meu corpo, a mochila em minhas costas pinga como se eu a tivesse afundado no mar e minha visão embasa. Pelas lágrimas.

Desistindo de ver qualquer aula pelo resto do dia, corro para casa. Não importa que meus pais estejam lá, não importa que punam-me por estar matando aula, não importa as bombas e os terremotos nos continentes... Quero apenas sentir-me segura. Em casa.

Meus passos rápidos e fortes ao pisarem nas várias poças respigam água para todos os lados. Minha calça jeans gruda em minhas pernas grossas e deixa-me grudenta, as gotas d’água em meus braços coçam e meu peito sobe e desde pelo cansaço ao mesmo que treme por meus fortes soluços.

Dobrando a esquina vejo minha casa. O carro da mamãe está estacionado na frente e desejo seu abraço protetor e firme mais que tudo. Um ônibus passa ao meu lado quando estou perto das escadas da varanda e os pneus largos fazem uma grande onda em minha direção ao passarem por um grande buraco no asfalto repleto e cheio de água. Poderiam ser cobras e eu ainda não ligaria por estar coberta dos pés à cabeça com elas.

Abro a porta de casa com um grande empurrão na chave e logo estou caída no chão como uma gelatina de nada além de coisas ruins e conservantes nojentos. Jogo a mochila par longe de mim e meus soluços tornam-se o único som da sala de estar. Chuto meus tênis para fora de meus pés e tiro a porra da vergonha de dentro de mim ao berrar de dor ali. Não física, mas emocional. Uma dor bem no fundo do coração.

— Hope?! — grita mamãe correndo pelas escadas. Ela arremessa seu corpo no chão e agarra meus ombros quando já não consigo abrir meus olhos inchados. — Querida, o que aconteceu?

— Ele foi embora. — sussurro tombando minha cabeça para seu peito.

— Quem, meu amor? Quem foi embora? Diz para a mamãe, por favor. — pede ela entre minha próxima rodada de soluços e suas mãos acabam por torcer meus cabelos empapados.

— Luke. Ele foi embora! — grito.

— Shh... Vai ficar tudo bem. — diz ela gritando e chamando meu pai enlouquecidamente. Papai não vai saber me ajudar, não quando era ele quem sempre cuidava de meus machucados na infância. Um arranhão no joelho é bem diferente de um coração partido. — Peeta!

— Mãe... — sussurro. — Está doendo.

— Você se machucou? Onde?! — preocupa-se ela.

Nego com a cabeça.

— Meu coração. Quebrou. — falo.

— O que aconteceu aqui? — pergunta meu pai agachando-se ao nosso lado.

— Chamaram o Luke para servir. — explica minha mãe.

Papai respira fundo algumas vezes antes de me puxar para seus braços. Seu perfume é tão familiar e sutil que leva-me à um lugar subentendido de paz.

— Vamos levantar, querida. — beija minha testa acariciando minhas costas e fazendo mamãe puxar minhas meias. — Você não quer ficar doente, quer?

Negando com a cabeça rapidamente e sentindo meu nariz escorrer me levanto do chão com a ajuda de meus pais ao meu redor e, juntos, subimos as escadas para o segundo andar. O piso de cerâmica está congelando como o tempo fechado lá fora e meu coração partido dentro de mim. Chegamos no quarto e papai senta-se em minha cama de casal bagunçando seus lindos cabelos loiros que não herdei enquanto mamãe procura algumas roupas no armário branco de parede.

— Precisa de ajuda? — pergunta a mulher dos cabelos negros à minha frente. Sentada sobre o vaso sanitário sinto meus lábios e queixo tremerem, ergo a cabeça e encaro os olhos de mamãe — preocupados, tensos e tristes – ela acaricia minha bochecha com seus delicados e frágeis dedos quando minha visão embaça novamente. Chorar não é do meu feitio, mas quando arrancam seu coração chorar é a única coisa que se consegue fazer.

Entendendo-me, mamãe me ajuda a tirar as roupas que grudaram em meu corpo e logo estamos juntas dentro do box. Ela aplica o shampoo em meus cabelos enquanto eu me ensaboo. A espuma com cheiro de limão escorre para meu rosto, porém o tempo com que me importo com isso é curto quando os dedos de mamãe são rápidos em tirar os vestígios cheirosos de minha pele junto das lágrimas recentes que secaram em minhas bochechas.

Em menos de dez minutos já estou devidamente vestida com um pijama antigo com ursos panda de manga e calça comprida.

— Vá se deitar. — aconselha a morena depois de pentear meus grandes cabelos também pretos.

Saio do banheiro depois dela e papai ainda está em minha cama. Pernas entrelaçadas e braços cruzados além do rosto triste e os cabelos, lindamente loiros, bagunçados.

— Quero ficar sozinha, pai. — sussurro aproximando-me dele.

— Tem certeza? — pergunta ele.

Nisso, papai agarra minhas mãos. Sento com ele no meio da grande e aconchegante cama e encaro seus olhos. Límpidos, claros e azuis assim como os meus. De todos os meus traços, os olhos são os quais eu mais me orgulho por serem tão bonitos, especiais e raros. Luke dizia que quando encarava a cor tranquila sentia-se calmo, como se fosse instantâneo e natural.

— Não. — sussurro baixando a cabeça. — Mas deve ser o certo a se fazer. Não é isso que as americanas fazem nos filmes? Pedem para ficar sozinhas, choram e se entopem de sorvete?

— Você não precisa de um pote de sorvete quando eu estou por perto, precisa? — pergunta quando mamãe sai do quarto depois de sorrir para gente.

— Não, mas é tão injusto papai. — jogo-me para seus braços encaixando meu rosto na curvatura de seu pescoço. — Este alistamento obrigatório é...

— Eu sei, amor. É uma droga mesmo.

Ele acaricia amavelmente minhas costas enquanto meus olhos embaçam mais uma vez e, logo, lágrimas descem por meu rosto até acumularem-se na camisa cheirosa de Peeta, meu pai.

— Ele disse que me amava, me chamou de Sunshine, mas... Foi só. — conto-lhe. — Porque ele não me beijou, pai? Porque não me abraçou?

— Ele não queria sofrer, Hope. Foi uma forma de bloquear a tristeza dentro dele.

— Bloqueou a dele, mas não a minha. Deixou tudo pior.

— Você tem de entender que as vezes deixamos de fazer coisas para que a outra pessoa não sofra. Nem sempre dá certo, mas... — ele suspira. — é uma tentativa.

— Porque você fala como se entendesse disso? — pergunto quando afasto meu corpo do seu e vejo seus olhos longe. Sua imaginação em outra galáxia, seu coração afogado na Caixa de Pandora. Cheia de mágoas e desprezo.

Papai afaga meus cabelos antes de dizer e envolver-me na história até então desconhecida por mim.

— Você já viu o álbum de fotos de quando Katniss estava grávida pela primeira vez, não é? — concordo. — O que foi que você notou durante a passagem do tempo nas fotos?

— Além da barriga ficando cada vez mais gigante?

— É.

— Que você não está em nenhuma delas. — ele concorda com a cabeça. Sua aura parecendo pesar dentro de si. — Nem você e nem a mamãe me explicaram o porquê quando eu perguntei.

— Não é algo que eu goste muito de relembrar.

— Vai me contar agora? — fico surpresa. O álbum de quando ela estava grávida de mim é escondido a sete chaves. Devo tê-lo visto uma ou duas vezes em meus dezessete anos de vida.

— Se isso for fazer você se sentir melhor...

— Eu quero saber, pai. — digo.

Encostamo-nos na cabeceira branca e felpuda da cama em um acordo mutuo de ouvir e respeitar o que ele irá dizer. Nos cobrimos com meu edredom preferido e logo encosto minha cabeça em seu ombro. Sinto que estou ultrapassando uma das barreiras que papai criou entre ele e toda a família pela primeira e última vez. O que será que ele esconde?

— Você sabe que eu fui chamado para servir quando fiz dezoito anos assim como seu namorado. Então tudo pelo que você está passando, sua mãe também passou. — começa. — Porém na noite em que eu precisava me apresentar, mamãe e eu discutimos por uma coisa idiota. Na verdade, eu discuti com ela.

— Ela não tinha culpa, tinha?

— Não. Eu que era muito impulsivo na época e entendi tudo errado quando aconteceu. Eu fui embora sem querer mais saber dela, me isolei de toda a família pelos meses que se seguiram e como eu tinha um espaço para morar perto do serviço foi muito mais fácil não contatar ninguém. — fala.

— Você ficou sem falar com as pessoas que conhecia por doze messes? — indago.

— Sua madrinha me mandava cartas, sua avó e avô paternos ligavam, mas era fácil ignorar.

— O lugar que você morava... — suspiro. — Foi o mesmo lugar que você indicou para os pais de Luke alugarem para ele não ter que ficar vindo para a cidade?

— Foi sim. — engulo em seco. — Não ache que eu quero te separar dele, mas é uma viagem verdadeiramente longa e cansativa. Seria muito perigoso ele ir e vir todas as noites para a cidade e ter de voltar se fosse aceito.

— Entendi. — respondo rodando meus polegares um no outro.

— No meu nono mês de serviço um dos meus superiores do quartel mandou eu vir para casa, não o espaço em que eu morava, minha casa mesmo. Aqui na cidade. Na hora eu não entendi, mas depois sua madrinha me ligou desesperada pedindo para eu ir para um dos hospitais que tem aqui e... — ele respira fundo. — Eu descobri que sua mãe estava grávida. Ela estava esperando você e eu não pude acompanhar um segundo sequer da gravidez porque fui burro demais em culpar alguém que não tinha culpa alguma.

— Por isso que não você não está nas fotos.

— Exatamente e é por isso também que te protejo tanto. Porque sinto que tenho uma dívida eterna com você e a mamãe.

— Pai. — chamo fazendo-o virar seu rosto para mim. Seus olhos cheios de água. — Era só uma barriga. Quando eu nasci você estava lá. É isso que importa.

— Não, amor. Você não entende! Pode ser só uma barriga para você, mas para mim... Era tudo. Você é tudo. — fala ele como se a frase fosse familiar.

— Eu continuo te amando, pai. Você esteve lá para me segurar e me amou no segundo em que me viu. É isso que importa. — falo beijando sua bochecha.

— Eu tive medo, sabia?

— De que?

— De que eu fosse um pai ruim para você.

Tombo a cabeça para o lado. Posso sentir meus olhos brilharem ao ver o quanto meu pai se importou comigo. Como ele foi capaz de me amar logo a primeira vez que me segurou. Mamãe havia me contado isso. Eu me orgulho de papai. Me orgulho por ver que ele não desistiu quando viu que era pai e que, na real, só conseguiu se empenhar para dar o seu melhor. O melhor para um serzinho que havia sido criado por ele e pelo amor de sua vida.

— Por isso que você se grudou tanto na mamãe quando ela engravidou do Bruno?

— Foi. Ás vezes acho que seu irmão sente que eu tenho uma ligação mais forte com você devido a promessa que fiz a mim mesmo, mas ele sabe que amo os dois de forma igual.

Ficamos em silêncio por alguns longos minutos. Papai me abraça de lado e coloca um beijo em meus cabelos.

— Sabe porque eu realmente quis te contar essa história? — pergunta.

— Para eu ver que você está arrependido e que nunca mais tomará alguma decisão precipitadamente?

— Também — ele sorri. —, mas para você ver que eu continuei amando sua mãe de longe e assim será com você e o Luke. Vocês podem estar longe um do outro porém não quer dizer que o amor vai acabar.

— Obrigada, pai. — abraço-o com mais força. — Você conseguiu mesmo fazer eu me sentir melhor.

— Papai te ama, princesinha. Faço de tudo por você, entendeu?

— Sim. Para falar a verdade, vi que você faria qualquer coisa para me deixar feliz quando eu te apresentei ao Luke. Achei que você fosse surtar quando ele pediu para namorar comigo. — confesso sorrindo e lembrando daquele dia. Fiquei muito feliz pela benção que papai deu à nós dois. Eu amo aquele ruivo.

— Eu estava surtando. — ele ri. — Você não me chamava de papai desde que tinha seis anos.

— Tentei amolecer seu coração antes de jogar a bomba.

— Você cresceu tão rápido, querida. Ainda me lembro de quando você disse que me amava pela primeira vez e que casaria comigo. Que nunca daria seu coração para nenhum cara além do seu pai.

— Meu coração sempre será seu, pai.

— Não. — ele nega. — Seu coração tem outro dono. É a vida. Não importa o quanto eu queira que você seja só a minha princesinha, você vai crescer ainda mais e um dia sairá de casa, deixará seu pai velho sozinho.

— Ah Deus, pai! — grito sentando-me sobre meus joelhos de repente. — Não fique como a mamãe que chora sempre que tocamos sobre o assunto da faculdade.

Ele ri empurrando meu ombro de leve.

— Só me prometa que... — ele respira fundo. — Você será virgem até o casamento.

— Pai!

Jogo meu rosto no travesseiro mais próximo, tampo minha cara que ferve de vergonha. Não é como se eu fosse, realmente, querer conversar sobre minhas intimidades com o meu pai.

— Você ainda é virgem, não é?! — indaga nervoso e eu concordo discretamente. — Ufa! Já estava pensando em como capar seu namorado.

— Não quero falar sobre isso. — imploro ainda me escondendo.

— Tudo bem. Forcei a barra, desculpa.

Ele aconselha que eu descanse e durma um pouco. Logo se levanta de minha cama, cobre-me como o cobertor como se ainda fosse uma criança e dá-me um beijo na bochecha.

— Espera! — falo quando ele está para fechar a porta do quarto.

— Fale, amor.

— Porque você continua me chamando de princesinha, querida e pequena?

— Porque você é o amor da minha vida, Hope. Sempre será assim.

Sorrio.

— Eu te amo, papai.

— Eu também te amo, Hope. Muito.

2 meses depois

O engraçado do feriadão é que todos criam planos. Viagens, idas para praia ou até visita aos parentes distantes, mas no fim de tudo acabamos em casa dormindo até um pouco mais tarde do que devíamos e assistindo televisão pelo tempo em que poderíamos estar fazendo algo setenta vezes mais produtivo.

Este é o caso da minha família.

Mamãe, papai e Bruno estão estirados num conjunto de colchonetes no chão da sala. Abraçados um ao outro eles assistem um filme qualquer que passa na televisão enquanto eu e minha madrinha fazemos algumas pesquisas da faculdade que pretendo entrar no ano que vem.

— Você vai na festa daquela vizinha que acabou de se formar? — pergunta ela.

— Não sei ainda. — respondo vendo seus lindos cabelos loiros e cacheados. — Não tenho estado em clima de festa.

— Provas?

— Também.

Sorrindo ela puxa-me para seus braços e chama-me de fofa. Ela é quem se parece com uma boneca de porcelana.

— Acho que a vovó chegou. — digo quando a campainha toca. Papai logo se levanta e vai até lá.

Encosto a cabeça no braço do sofá sentindo uma dor pontiaguda no lado esquerdo. Ninguém aguenta ver números e mais números todos os dias por horas intermináveis.

— Sunshine? — sussurra a voz mais melodiosa de todas em meu ouvido. Levanto do sofá assustada e encontro Luke agachado.

— Não. — falo vendo o rosto de todos fechar. — Você não está aqui de verdade, está? É só a merda de um sonho. Eu vou acordar a qualquer momento e você não vai estar mais aqui...

— Sunshine. — ele chama carinhoso erguendo-se e encostando suas mãos quentes em meu rosto, parece tão verdadeiro. O descarado ainda usando farda. — Eu estou aqui de verdade. Você não está sonhando.

— Não?

— Não.

Ele sorri e eu pulo em seus braços mais fortes. A consciência jogando na minha cara o quanto Luke é real. Solto um grito quando seus braços rodeiam-me e vejo seus lindos dentes brancos. Beijo sua boca delicadamente sentindo ele corresponder cheio de saudade e paixão.

— Liberaram os soldados nesse feriado. Esses dias serão dedicados apenas para nós dois. — promete beijando meus ombros. A covinha em seu rosto novamente.

— Olha o atrevimento! — fala o loiro mais velho.

— Pai! Você está estragando o momento. — brigo sentindo Luke apertar minha cintura. Inclino a cabeça e sorrio para ele.

— Desculpa, querida.

Beijo meu ruivo mais uma vez e abraço seu pescoço. O brilho em meus olhos, coração e alma renascendo das cinzas. Reluzindo como o sol.

Desta vez, o raio de luz é Luke. Não eu.

Notas finais
Como ficou? Sei que foi pequenino e rápido, mas foi só para vocês verem que Peeta realmente tentou se conectar com a filha e que ele ainda se sente culpado por não ter acompanhado a gravidez de perto. Obrigada pelos vários comentários nos outros dois capítulos e pelas duas recomendações. Prometo que logo responderei os reviews :) Grupo no Facebook: https://www.facebook.com/groups/1454122631524474/ Conta no Wattpad: http://www.wattpad.com/user/CarolDantasAmorim Vejo vocês qualquer dia por aí. Beijão
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!