Welcome to badlands

7 Capítulo Seis: bad trip.


Nada foi dito depois daquela noite. Na verdade, era como se nem tivesse acontecido. Aiden e Sawyer continuaram seguindo aquela vida estranha, mas às vezes era possível notar quando Sawyer encarava Aiden, ainda lembrando dos dois na cama. Claro que foi um beijo inocente entre dois amigos. Nada mais. Nada menos.

Ao menos era o que eles pensavam que seria.

Aiden parou de ir com tanta frequência até a casa de Sawyer. Ele não sabia bem o porquê, mas achou melhor. Seth mal parava em casa, arranjava trabalhos em todos os lugares possíveis, o que Sawyer achava um alívio. Ia para a escola sem tantos hematomas, quase parecia apresentável para o mundo lá fora.

Os garotos estavam cada vez mais velhos, mas continuavam atormentando a vizinhança. Keith costumava ficar escutando música alta e fazendo festas quando seu pai saía.

Ninguém os incomodava, claro, nem os amigos de Seth.

Sawyer cresceu, e com isso a raiva dentro dele aumentou. Seus amigos tinham medo de Sawyer se envolver em brigas erradas, mas Sawyer não tinha medo de nada.

— Medo é pra fracotes — ele dizia. E sempre que dizia isso, Aiden se lembrava daquela noite.



Em uma dessas festas de Keith, Tristan conheceu Katherine. Ela era uma das amigas de Vanny. Os garotos estavam sentados no sofá enquanto algumas garotas estavam dançando. Sawyer estava entretido com a bebida, apenas observando enquanto os gelos no copo ficavam cada vez menores. Aiden estava prestando atenção em Sawyer ao seu lado. Tentou o chamar umas três vezes, mas Sawyer nem parecia presente. Tristan estava apenas encarando a cena, sem nenhuma reação. Keith estava praticamente babando em cima delas. Vanny ria da reação de Keith enquanto se aproximava e sentava no colo dele.

Era até estranho ver aqueles meninos já amadurecidos. Mas não mudaram muita coisa.

Sawyer levantou do sofá e tudo pareceu girar por alguns segundos. Uma das garotas se aproximou dele, mas ele – quase – delicadamente tirou a mão dela de cima do seu ombro. Aiden o seguiu até a cozinha.

— Tá tudo bem? — ele perguntou, segurando o braço de Sawyer, que se esquivou antes de focar os olhos na direção de Aiden.

— Tá — ele murmurou, pegando mais gelo. Tristan foi até a cozinha.

— O que vocês estão fazendo? — ele perguntou, encarando os garotos. A casa estava quase cheia, mas as pessoas só iam até a cozinha quando queriam pegar algo para beber ou comer. Não que tivessem muitas escolhas na casa. Os quartos do andar de cima estavam ocupados desde o início da festa, mas Keith nem se importava.

— Pegando gelo — Sawyer disse enquanto colocava três cubos na sua cerveja.

— Não estava gostando do show? Aquela Katherine gostou de você — Aiden cutucou Tristan, que se encolheu por alguns segundos.

— Não acho que ela tenha gostado.

— Ah eu gostei — Katherine apareceu atrás de Tristan, o abraçando. Ele estremeceu por alguns segundos, mas relaxou quando notou a garota. Ela era um pouco menor que Tristan.

Tristan ficou encantado, mas não sabia como aquela garota bonita poderia gostar dele. Ela o segurou pela mão e o levou até onde todos estavam dançando. Sawyer e Aiden apenas observaram enquanto os dois se afastavam.

— Que orgulho vê-lo crescendo — Aiden disse, sorrindo. Sawyer apenas deu de ombros e saiu da cozinha.

Katherine era uma boa garota. Cabelos longos e cacheados. “Ela tem cheiro de jasmim”, Tristan pensou enquanto estava ao seu lado. Keith e Vanny ficaram animados quando os viram juntos.

As pessoas já estavam dançando em seu próprio ritmo, nem ligando para a música que tocava. Algumas estavam jogadas no sofá bebendo ou fumando e tentando conversar.

Aiden estava dançando com uma garota quando Sawyer saiu do banheiro. Ele encarou a cena, um pouco confuso. Não queria fazer nada, mas sentiu vontade de ir embora. Ele seguiu até Aiden e a garota. Aiden o encarou, confuso, mas ele já estava afastando a garota de perto dele.

— Sawyer! — Aiden o cutucou, mas Sawyer não escutava nada. Continuou empurrando a garota. Keith pulou do sofá, deixando Vanny cair, mas não deu tempo de pedir desculpas. Keith, de longe, quase conseguia ver seu pai batendo na sua mãe. Mas não. Era apenas Sawyer empurrando uma garota.

— Saw — Keith o chamou, o empurrando para longe da garota. Ele não fez nada com ela, mas a garota estava com os olhos arregalados de medo.

— Que foi, merda? — Sawyer rosnou. Keith revirou os olhos.

— Vai pra casa — Keith disse, o levando até a porta.

Sawyer jogou o copo no chão. O copo quebrou em vários pedaços pequenos, Keith tentou afastar as pessoas de perto dos cacos enquanto Sawyer seguia até a porta. Aiden olhou para o chão, para o copo quebrado. Para a cerveja derramada. Para os cubos de gelo, intactos. E depois para a porta aberta, encarando as costas de Sawyer enquanto ele se afastava e seguia em direção à casa abandonada.

— Sawyer — Aiden estava gritando, tentando alcançar o rapaz. Embora Sawyer não estivesse correndo, ele caminhava rápido demais. As pernas longas e determinadas, só conseguindo enxergar a casa silenciosa no fim da rua.

Sawyer parou na frente da porta da casa. Olhou ao redor e Aiden apareceu atrás dele. Se curvou, com as mãos nos joelhos, recuperando o fôlego. Sawyer olhou por cima do ombro, observando Aiden. Ele queria perguntar algo, mas tudo estava diferente. Seus olhos não conseguiam focalizar nada. Ele sentia algo queimando dentro dele.

— Por que você fez aquilo? — Aiden perguntou. Estranhamente perto. Ele se aproximou enquanto Sawyer tentava se conectar com o tempo atual. Sawyer o encarou. Aiden cresceu nos últimos meses. Desde aquela noite, ele parecia mais confiante. Maior. Quase do tamanho de Sawyer. Seus cabelos continuavam do mesmo jeito, seus olhos ficavam muito mais bonitos sem todos aqueles hematomas. Aiden usava uma calça acima do joelho, que continuava magro, mas sem todos aqueles machucados. Sawyer estava respirando com dificuldade. Talvez por culpa da bebida. Ou de Aiden.

Ele estava pronto para responder algo quando escutaram uma voz dentro da casa.

— Me responde — Aiden o cutucou, estava quase gritando e implorando para Sawyer.

— Fica quieto — Sawyer murmurou, pousou a mão na boca de Aiden para que ficasse calado.

— O que houve? — Aiden perguntou, com a mão de Sawyer ainda em sua boca.

Sawyer tentou escutar melhor, mas as vozes sumiram.

— Acho que era só a bebida — ele murmurou e olhou para o lado. Para Aiden.

Seus olhos estavam curiosos na direção de Sawyer. Ele aliviou o aperto na boca de Aiden e traçou seus lábios com o dedo. Sawyer tentou ser cuidadoso enquanto tocava na boca machucada de Aiden. Aquele era o único machucado no seu rosto. Um corte pequeno no lábio inferior. Sawyer estava a centímetros de distância de Aiden enquanto olhava para seus olhos. Aiden estava segurando a respiração, apenas esperando. O que, exatamente, ele não sabia.

Mas então Sawyer escutou novamente. Retirou a mão de perto de Aiden e abriu a porta.

Tudo parecia silencioso enquanto eles entravam. Nada parecia diferente desde a última vez. Apenas as cadeiras na cozinha, que estavam perto do balcão e não jogadas no chão.

— Sawyer, eu tô com medo — Aiden murmurou, escutando as vozes. Pareciam vir do andar de cima e Sawyer estava indo até a escada quando Aiden o segurou pelo braço.

— Para, porra — Sawyer tentou não falar alto, mas Aiden estava lhe dando nos nervos.

— Não sobe lá — Aiden implorou, mas Sawyer apenas revirou os olhos e seguiu para o andar de cima.

Todas portas estavam abertas, inclusive a porta meio torta. A do banheiro era a única fechada.

Sawyer teve uma sensação estranha de déjà vu, mas seguiu em frente. Sawyer e Aiden estavam na ponta dos pés, tentando não fazer muito barulho. Aiden foi na frente, tentando proteger Sawyer de qualquer coisa. Ele tocou na porta, a abrindo vagarosamente. Quando a porta abriu, Sawyer foi o primeiro a ver o que estava acontecendo lá dentro.

Ele viu um homem ajoelhado. O cara usava um terno marrom, os cabelos grisalhos sendo segurados por uma mão grande e branca, quase translúcida. E então ele olhou para cima, para aquela outra pessoa sem camiseta e magra, a cabeça inclinada para cima, soltando gemidos baixos.

Seth. Era Seth.

— Porra — Aiden murmurou quando notou o que estava acontecendo. Sawyer estava com os olhos arregalados encarando a cena. Seth, parecendo notar que tinha plateia, abriu os olhos. Sawyer imaginou que ele ficaria bravo e avançaria em cima dos garotos, mas Seth apenas sorriu e piscou o olho para eles. Aiden, sem pensar, fechou a porta com um estrondo que pareceu invadir a casa inteira.

Tristan estava dançando com Katherine, um pouco alterado por causa da bebida. Keith encarava a cena, orgulhoso, enquanto Vanny o segurava pelo braço e o levava até o andar de cima.

— Vamos subir também! — Katherine pegou na mão de Tristan enquanto observava Vanny e Keith subindo as escadas. Tristan, parecendo finalmente acordar de um transe, soltou a mão da dela e se afastou alguns centímetros.

— Preciso... não posso... — ele gaguejou. Katherine riu, balançando a cabeça.

— Tudo bem, Tristan — ela pousou a mão no ombro dele — quem sabe outro dia? — ela piscou para ele, mas Tristan ficou balançando a cabeça. Não. Não.

— Não — ele engoliu em seco e pegou um copo que estava na mesa de centro da casa de Keith. Não sabia o que era e nem se pertencia a alguém, apenas tomou o que restou no copo e suspirou fundo — acho melhor nos conhecermos antes — ele disse. Katherine, parecendo admirada com aquela atitude, assentiu. “Tudo bem, então”, ela disse, os olhos brilhando na direção de Tristan.

Keith e Vanny estavam na banheira. Com os quartos ocupados, não tinham muitas alternativas. Vanny pegou alguma coisa na sua bolsa pequena e entregou a Keith. Ele ficou encarando por alguns segundos aquele quadradinho pequeno na sua mão grande.

— O que é isso? — Keith perguntou, embora soubesse. A pergunta era: por que isso?

— Não seja bobo — Vanny segurou a pequena cartela e colocou na língua de Keith.

Aiden e Sawyer ficaram no quarto com o colchão solitário. Sentados. Esperando. Seth apareceu depois de muito tempo. Estava sem camiseta, a calça ainda aberta, mostrando uma cueca preta desbotada. Ele encarou os garotos, escorado na porta, acendendo um cigarro.

— Estavam me vigiando? — foi a primeira coisa que ele disse. Sawyer estava tenso, as costas curvadas. Aiden estava confuso. Ele não sabia daquilo.

— Você é gay? — foi a única coisa que Aiden conseguiu perguntar. Seth riu, muito alto. Seus olhos não estavam entretidos com aquela conversa, mas parecia interessado no que sairia dali.

— Claro que não — ele balançou a cabeça. Pousou o cigarro entre os lábios e fechou a calça. Ela ficava um pouco grande nele. Sawyer notou seus braços marcados e estremeceu — Vocês eu sei que são — ele riu quando notou Sawyer e Aiden o encarando, apavorados.

— Se você não é gay...

— Aiden — Sawyer o cutucou, fazendo-o calar a boca.

Seth tragou o cigarro. Três tragadas depois, ele semicerrou os olhos para os meninos.

— Garotinhos, vocês não sabem metade dos segredos dessa merda toda.

— Então conta, ué. — Sawyer rosnou. Seth encarou o irmão. Embora nunca admitisse, Seth estava orgulhoso do irmão. Eles estavam quase do mesmo tamanho e Sawyer conseguia se defender bem. Aiden não passava longe. Também aprendeu muito enquanto apanhava.

— Eu não — Seth sentou no chão, apagou o cigarro e jogou a cabeça na parede. Sawyer notou seu pomo de adão subindo e descendo enquanto a fumaça escapava do seu nariz.

— Seth — Sawyer começou, a voz falhando — por que aquele homem estava fazendo aquilo em você?

— Pelo dinheiro, porra! — Seth estourou, sem encarar os garotos.

— Dinheiro? — Aiden semicerrou os olhos, Seth baixou a cabeça e olhou para eles.

— Se eu fosse vocês — Seth disse, levantando do chão, mas quase tombou para um lado, Sawyer estava pronto para erguê-lo caso ele caísse — Me importava com o amiguinho de vocês.

— Qual? — Aiden perguntou, apavorado.

— Tristan — Seth disse, levantando as calças que estavam caindo. Ele estava pronto para dar as costas aos garotos quando parou, olhou para eles por cima do ombro. Aiden ficou assustado com a semelhança dele e de Sawyer. “Por favor, Sawyer, não fique desse jeito”, Aiden pensou — vocês não sabem? — Seth semicerrou os olhos para os dois.

— Sabem do que?

— Sawyer — Seth riu — se eu fosse vocês... começava a observar o que acontece no bairro. E não apenas no teu quarto — Seth apontou o dedo na direção de Sawyer, como se estivesse o acusando.

Keith não sabia mais onde estava. Ou que horas eram. O som parecia vir de baixo dele. A banheira branca encardida parecia engoli-lo enquanto Vanny estava em cima dele. Eles estavam se beijando e Keith sentia aquele cheiro maravilhoso dela. Suor, cigarro, bebida, sexo.

Ele olhou para o lado, afastou a boca dos lábios de Vanny e notou a lâmpada no teto. Ela acendia e apagava. E quando parecia desligada, o banheiro parecia vermelho. Ele enxergava sangue em todos os cantos, mas sabia que era coisa da sua cabeça, já que ali o pai nunca bateu na mãe.

Ele encarou Vanny, mas ela nem parecia ela mesma. Vanny estava rindo, apontando para o teto e comentando das aranhas. Keith olhou para cima também, mas só conseguia enxergar um sangue estranho escorrendo até alcançar sua cabeça.

Ele tocou na testa, mas só conseguiu sentir algo molhado. Olhou os dedos e não viu o sangue. Ele estava suando e Vanny continuava o beijando. Keith a afastou, a jogando para o outro lado da banheira. Seu coração estava acelerado e um medo repentino tomou conta dele.

Keith levantou da banheira e procurou a maçaneta na porta, mas ela parecia cada vez mais distante. O som tirou sua concentração. Ele queria cantar e dançar, mas queria principalmente sair daquele banheiro apertado.

Quando enfim pegou a maçaneta e a girou, o lugar parecia abafado e pequeno. Ele não sabia se já era de manhã. Pensou em expulsar todos “meu pai já vai voltar”, ele estava murmurando enquanto descia as escadas, com a ajuda do corrimão, que estava pegajoso.

Ele ficou assustado quando não encontrou seus amigos. Keith olhava para todos os lados, procurando, mas só conseguia ver aquelas pessoas se mexendo.

Quando ele estava prestes a sair, encontrou Sawyer e Aiden entrando na casa. Os dois pareciam procurar algo. Keith balançou as mãos acima da cabeça, mas eles não notaram.

Vanny saiu do banheiro com certa dificuldade e encarou Keith, sentado na escada, se balançando. Ela imediatamente ficou sóbria quando notou que ele não estava bem. Saiu correndo pela escada, passando por ele. Keith sentiu o vento gelado o atingindo quando Vanny passou, parecendo o papa-léguas. Ele riu sozinho, mas então lembrou do pai. De todas as vezes que ele bateu na sua mãe.

Colocou as mãos em concha nos ouvidos e começou a cantar. Cantar o aliviava de toda a dor.

— Onde está Tristan? — Sawyer perguntou para a garota que estava com Tristan antes. Katherine semicerrou os olhos vermelhos e Sawyer aproveitou e pegou o baseado da sua mão enquanto ela tentava lembrar.

— Foi pra casa — ela disse e Aiden, por algum motivo, ficou apreensivo. Ele cutucou Sawyer, que estava distraído, quando Vanny os encontrou no andar de baixo, perto da cozinha.

— Keith não está bem — ela disse, mas sua voz parecia distante, como se estivesse dentro dela. Ela gritou, mas os garotos já tinham a escutado e estavam indo até a escada, ajudar o amigo.

— Keith! — Aiden o cutucou. Keith continuava com as mãos em volta da cabeça, ainda se balançando, sem medo algum de rolar escada abaixo.

— Saiam todos! — Sawyer gritou, mas ninguém ouviu. Vanny escutou e o ajudou a expulsar todo mundo. Desligou a música e Keith arregalou os olhos.

— Cadê o som? — ele perguntou, olhando tudo ao redor. Notando as pessoas saindo. Já estava dia lá fora. Já era dia. Outro dia. Ele não conseguia parar de pensar. Os pensamentos giravam e iam parar no mesmo lugar. O dia que sua mãe o deixou. O dia que ele quase virou vítima das agressões do seu pai.

— Precisamo ir até a casa do Tristan! — Aiden empurrava Keith para que conseguisse levantar, mas Keith se jogou no chão. Vanny e Sawyer se aproximaram, mas Katherine ficou lá, parada, encarando a cena.

Sawyer pegou Keith no colo e o tirou dali. Quando conseguiu descer as escadas, largou Keith no chão, mas suas pernas pareciam fracas. Seus cabelos estava em cima dos olhos, então ele não conseguia enxergar nada. Olhou para baixo e notou as botas de Vanny. Ergueu os olhos e ela tirou os cabelos dele do rosto.

Aiden e Katherine estavam saindo da casa, Sawyer e Vanny carregavam Keith enquanto seguiam os dois.

Aiden bateu na porta de Tristan. Ainda era cedo. Ele ficou com medo de acordar alguém, mas sabia que precisava saber o segredo que Seth disse.

A tia de Tristan, Eleanor, abriu a porta. Seu olho esquerdo foi a primeira coisa que Aiden conseguiu notar. Estava roxo. Ele olhou por cima do ombro dela, mas a casa estava silenciosa. A mulher o encarou, confusa.

— Tristan está? — ele perguntou, depois de um longo silêncio desconfortável.

— Não — ela cerrou o maxilar — aquele ingrato nem dormiu em casa — ela murmurou antes de fechar a porta.

— Beleza — Sawyer estava atrás de Aiden, acompanhou toda cena sem entender nada — não entendi porra nenhuma.

— Eu acho que entendi — Aiden murmurou, pronto para procurar Tristan.