Welcome To Your New Nightmare
10 Um Encontro de Inimigos - parte 1
Notas iniciais
Um Potterhead.
AIDAN ESTAVA AJUDANDO SUA MÃE A ARRUMAR A CASA. Era véspera de Natal e ele ainda tinha reunião a noite com amigos. Ele estava varrendo a casa enquanto sua mãe estava trabalhando na cozinha. Seu gatinho estava deitado em cima de um tapete e Aidan deu uma vassourada nele. A campainha tocou e Aidan foi atender. Quando ele abriu a porta, lá estava ela.
– Olá Aidan. – disse Caroline. – será que posso entrar?
– Pode. Claro que pode. – disse ele de boca aberta. – o que faz aqui Caroline?
– Estava com saudades de você amor. – disse ela entrando pela porta e reparando em toda a casa.
– Olá Caroline. – disse a mãe de Aidan.
– Olá.
– Não de desculpas. Sente-se no sofá e diga o que você quer. – falou Aidan sentando no sofá.
– Prefiro ir para seu quarto e deitar em sua cama.
Aidan entendeu o recado e levou ela para o quarto. Ele tirou a camiseta e sua calça jeans ficando apenas de cueca. Então tirou a blusa de Caroline e seu sutiã e apertou seus seios de leve. Ele começou a beijar seu rosto e sua boca então ela foi lambendo cada parte dele e descendo até sua cueca. Ela tirou o pênis dele para fora e começou a chupá-lo. Aidan estava indo ao delírio. Um tempo depois ele a colocou de quatro na cama e tirou sua calcinha. Então ele colocou seu membro dentro da vagina de Caroline e ela ia à loucura. Estava tendo um orgasmo atrás de outro. Ele ejaculou dentro dela e depois de uma longa relação amorosa os dois se deitaram um ao lado do outro.
– Isso era tudo que eu queria. – falou Caroline dando um beijo no peitoral de Aidan.
– Você me leva a loucura gata. – disse ele rindo.
– Volta comigo? – perguntou ela mordendo os lábios, pois estava com medo da resposta.
– Não sei. – falou ele angustiado. – eu não gosto mais de você Caroline. Você é gostosa, perfeita. Mas se quiser algo comigo, só sexo.
– Eu ainda te amo.
– Mas para namorar duas pessoas precisam gostar uma da outra. E só você gosta de mim.
– Se voltarmos a namorar, poderemos transar loucamente que nem hoje.
– Não precisamos namorar para fazer isto de novo.
– Porque você é to galinha?
– Não sou galinha. Só não quero compromisso. Sexo sem preocupação.
– Você está namorando outra não é?
– Se eu não quero compromisso como eu posso estar namorando?
– Verdade.
– Você veio de ônibus?
– Sim.
– Quando volta para lá?
– Hoje à noite.
– Não quer passar o natal comigo?
– Minha mãe não vai me deixar passar o natal longe dela.
– Então eu não posso fazer nada a respeito, mas saiba que eu te convidei de coração.
– De coração? Eu sei que você me convidou porque queria que eu dormisse aqui. Para fazermos isso de novo.
– Tanto faz.
Uma batida na porta. Era a mãe de Aidan.
– O que foi mãe?
– Venha me ajudar Aidan.
– Estamos com visita como à senhora pode ver.
– Venha me ajudar agora.
Ela saiu da porta e desceu as escadas.
– Bom, eu planejava passar o dia com você, mas já que não pode eu vou passar a tarde naquela praça da esquina e ver se passa um macho de verdade que depois de transar me peça em namoro.
– Bem, vai ser difícil achar, mas te desejo boa sorte.
– Ok.
Os dois desceram pela escada e ela foi embora. Aidan continuou ajudando sua mãe na limpeza e os dois sentaram-se para lanchar.
– Você usou camisinha pelo menos?
– Do que está falando mãe?
– Acha que eu não sei o que ficaram fazendo trancados no quarto?
– Estávamos no computador.
– Acha que eu acredito?
– Acha que eu vou transar com ela? Mesmo depois de termos acabado? Ainda mais de dia dentro da minha casa com minha mãe na cozinha e meu irmão no quarto dele?
– Desculpe filho, não quis...
O celular de Aidan tocou. Era Kate.
– Oi. – disse ele sorrindo porque Kate acabará de ligar para ele. – o que? Fale com calma Kate! Bianca? Não pode ser. Freddy? Estou indo para aí.
– O que houve meu filho? O que aconteceu com Bianca? Quem é Kate, Freddy?
– Mãe, a Bianca aquela minha amiga que morava aqui...
– Morava? Ela se mudou?
– Não mãe. Ela morreu.
†††
Katharine não acreditava. Ninguém acreditava que Bianca estava morta. Ela foi encontrada em sua cama. Estava com os seios à mostra e com a frase que Freddy deixou. Todos acreditaram em Kate depois daquilo, mas aquilo não a satisfez. Katharine estava muito triste e com um sentimento de culpa por ter brigado com Bianca. Ainda mais depois do que Aidan disse. Ele falou para Katharine que Bianca tinha tido um pesadelo com Freddy então começou a acreditar em Kate, mas ela ficou com vergonha de começar a falar com Kate de novo. “Tudo culpa minha. Se eu não fosse tão orgulhosa, ela teria me contado. E poderíamos ter dado um jeito nisso tudo”. – pensou Kate.
Kate tinha marcado uma reunião em sua casa no dia de Natal e nem tinha se ligado nisso. Ela conversou com todos, mas eles disseram que iriam à reunião igual. Então ela marcou a reunião para as vinte e três horas. Dava tempo de todos passarem a ceia de Natal com a família e depois irem para lá. Kate não comemorava o Natal. Infelizmente. Ela amava o natal, mas sua mãe se entupia de remédio e ia dormir. Ela e Aidan estavam no lado de fora da casa de Bianca quando Kate contava isto para ele. Josh estava espiando e ouvindo tudo.
– Então você quer passar o natal em minha casa? – perguntou Aidan olhando para Kate.
– Obrigada, mas não.
– Por quê? Somos íntimos agora.
– Não. Nós somos apenas amigos.
Josh ria com cada cortada de Kate.
– Sério? O nosso beijo não significou nada para você?
Josh parou de rir.
E Kate ficou quieta.
– Não significou nada?
– Eu gostei. Achei bom, mas não quero nada de novo com você.
– Tem certeza?
– E porque não teria?
– Você está livre e eu também.
– Mas não quero nada. Você é só meu amigo. Você deveria voltar com sua namorada já que ela implorou para você.
Aidan começou a lembrar de quando Caroline estava lá na frente da porta dele.
– O que aconteceu quando ela apareceu lá? Vocês se entenderam?
Ele pensou na transa.
– Não. Ela nem passou da porta para dentro de casa. Ela só ajoelhou e implorou para voltarmos. Mas não entende que eu não quero nada com ela. E então ela foi embora quando eu disse que ela não servia mais para mim.
– Porque não voltou para ela se ela te ama tanto? Nunca mais vai achar uma garota que perdoe você por estar com outra.
– Eu não voltei com ela porque amo outra pessoa.
– Amor é uma palavra muito forte. Um sentimento muito forte.
– O que eu sinto por esta garota é muito forte. Fica comigo, por favor?
Josh estava com vontade de dar um soco em Aidan.
– Não Aidan. Não quero.
– Mas...
– Vamos parar de falar disso, está bem? Minha amiga morreu e o pior, brigada comigo. E era sua amiga também. Em respeito dela, cale a porra da sua boca e pare de falar merda.
Ela sentou-se em um banco na frente da casa de Bianca e deixou Aidan sentado nas escadas. Todos seus amigos estavam lá dentro sentados no sofá esperando por noticias do que pode ter acontecido. Então ela começou a chorar. Estava desmoronando. Estava caindo à ficha de que sua amiga estava morta. Então Josh chegou perto dela e sentou-se no banco.
– Olá Josh.
– Oi Katharine.
– Pode se retirar? Quero ficar sozinha.
– Engraçado. Com o seu novo amigo você conversa. Agora comigo...
– Josh, se você está se referindo a Aidan, eu saí de lá porque queria ficar sozinha então você veio e estragou tudo.
– Ele não estraga?
– Estragou por isso eu vim para cá. É difícil entender que quero ficar sozinha?
– Não. Na verdade eu não te entendo. Falei o quanto te amava e você não quis nada, daí chega um aluno novo e você já beija ele.
– Do que está falando?
– Não se faça de coitada.
– Como você sabe do beijo?
– Eu ouvi vocês dois conversando.
– Você ouviu nossa conversa?
– Ouvi. Toda ela.
– Seu trouxa. Idiota. Ridículo. Saia daqui e me deixe sozinha. Depois da nossa reunião eu falo pessoalmente com você sobre isto.
– Ok. Tchau.
Ele saiu do banco e Kate continuou ali, chorando. Ela estava sentindo-se culpada e pensando no porque de Freddy matar seus amigos se ele a quer.
Depois de um tempo eles foram ao cemitério enterrar Bianca. Não iriam velar o corpo dela porque seria muita dor para todos. Não tinha maneira de ela estar viva, pois uma parte de seu coração estava aparecendo. No cemitério, eles rezaram algumas vezes e fizeram um discurso antes de enterrá-la. Depois que enterraram Bianca, Julie chamou Katharine desesperada.
– O que foi Julie? – perguntou Katharine com olhos inchados de tanto chorar.
– O garoto. É aquele. No túmulo da mesma garota.
– Paul?
– O que diz ser “Paul”. Vou falar com ele.
– Vá.
Julie caminhou até o menino e já foi gritando com ele.
– O que tem de errado com você? – perguntou ela revoltada.
– Fale mais baixo. Os espíritos não gostam de gritos. – disse ele calmo.
– Essa pessoa que está enterrada aí não é sua mãe porque ela tinha doze anos quando morreu. Você diz se chamar Paul Wiff, mas esta pessoa está morta. – ela encostou-se ao menino. – e você está bem vivo o que quer dizer que não é fantasma. E você mora aqui e fica aqui a noite porque não tem avó, o que quer dizer que foi você que colocou fogo no gramado e deixou marcado “help” e você deve ter feito isso com a mente, pois o fogo pegou sozinho. O que tem de errado com você? – perguntou Julie aliviando-se por ter parado de falar.
– Não há nada de errado comigo. Você deve estar maluca. Nem é de minha família e fica me fazendo interrogatório. – falou ele bravo.
– Eu vou descobrir o que tem com você. – disse ela dando a volta e indo conversar com Kate.
Quando tudo acabou, foram todos para casa descansar. Kate estava triste pela mãe de Bianca que com certeza não teria animo nenhum de celebrar o natal. Algo deixou Kate menos irritada: a neve. Começou a cair neve de madrugada e ela esperava que a neve durasse até o natal, pois ela acha extremamente linda. “Como eu amo a neve” – pensou ela. – “Tira todo aquele ‘colorido’ e deixa tudo branco”. Então como de costume, a mãe de Kate foi a farmácia e comprou um remédio para dormir. E ela se deitou. Era vinte e uma horas e Kate estava deitada no sofá assistindo TV, até que tocaram a campainha. Era Aidan que chegará adiantado.
– O que faz essa hora? E o que está carregando? – perguntou Kate irritada.
– Eu já jantei, por isso estou aqui mais cedo. – disse ele olhando no fundo de seus olhos. – E estou trazendo um pedaço de chester para passarmos o natal junto.
Kate começou a chorar. Nunca tinha comemorado o natal, pois só tinha a própria mãe. E ela dormia desde que Kate era um bebê. Porque ela não tinha um irmão? E ela odiava não ter irmãos.
– Obrigada. Eu sei quanto você quer alegrar a mim já que eu não sei o que é a “magia do natal”, mas muito obrigada. A reunião só começa daqui a trinta minutos e eu não recebo ninguém antes da hora marcada.
– Vai ser grossa comigo até quando? – ele perguntou não entendendo a cabeça dela.
– Até você saber ser um homem e agir como tal sem tentar me conquistar com um peru.
– É chester.
– Tanto faz.
– Deixa eu te conquistar com meu peru. Garanto que você vai adorar experimentar.
– Odeio homens com atitude de garotos. Que piadinha mais idiota.
– Então quer dizer que se eu começar a agir como homem você irá me querer?
– Não.
– Foi o que você deu a entender.
– Não foi não.
A campainha tocou.
– Será que todo mundo resolveu chegar adiantado hoje?
Kate foi abrir a porta e deparou-se com Josh.
– Olá Kate.
– Josh?
– Em carne e osso.
– Você está um pouco adiantado.
– Queria vir conversar com você pessoalmente. E até trouxe um pouco de comida da ceia para você experimentar o que é uma comida natalina.
– Tão achando que eu sou morta de fome agora?!
Josh entrou pensando no “tão achando”. “Como assim, tão achando? Será que mais alguém trouxe comida para ela?” pensou Josh. Ele entrou e Kate sabia na encrenca em que estava se metendo. Josh entrou pelo corredor e a primeira coisa que viu foi ele. Josh estava parado na frente de Aidan que se encontrava ao lado do sofá da sala de pés no chão com um sorriso no rosto.
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