Welcome To Your New Nightmare
26 Tragédias em Páginas
Notas iniciais
Mais um capítulo, e já passamos da metade da história : O (graças!)
Sabiam que eu tenho em mente 3 próximas fanfics? # sinopses beem boas.
Só que nenhuma é de terror :
Beijos, boa leitura.
JOVEM ENCONTRADO MORTO NA BEIRA DE LAGO January/2013
Um Garoto da escola de MITL, Maxxine Abrevoutt, 17 anos, foi encontrado morto na última madrugada. Ele estava com muitos cortes pelo corpo e sem os dois olhos. O garoto foi encontrado por um mendigo na beira de um lago perto do Central Park. Ninguém viu a hora em que Maxxine foi morto. (...) A pericia está tentando saber com que arma matou Maxxine, mas ainda não acharam nenhuma resposta. Os senhores Abrevoutt, pais de Maxxine, foram acordados na madrugada para ir reconhecer o corpo do filho. Anita Abrevoutt, mãe de Maxxine, chegou a desmaiar enquanto reconhecia o filho sem os dois olhos (...)
– Meu filho nunca se envolveu com drogas. Ele era um garoto que todas as mães iriam querer como filho. Respeitoso, adorava ler e nunca se divertia com os amigos. Era bem raro, ver ele sair para festas. Garanto que isto não foi causado por vingança e sim por prazer. – explicou a senhora Abrevoutt que chorava muito na hora em que foi entrevistada.
Maxxine será enterrado nesta tarde por volta das 04:00 PM. Que Deus o ilumine e ele possa descansar em paz.
– Você foi? – perguntou Julie para Katharine que a olhava com admiração enquanto ela lia a notícia.
– Não. Eu não li o jornal na tarde de ontem. E ninguém me avisou do enterro. Eu quero é ler o jornal de hoje. Irá aparecer a noticia da garota que Jason matou.
– Como pode existir tal de Jason? – perguntou Josh, tomando mais uma dose de café preto. – pensei que ele era de um filme.
– Há especulações de que os filmes de Jason eram reais e gravavam a morte das pessoas que ele assassinava. – disse Julie atenta para Josh.
– Sim, a moral da história era as mortes. A pessoa gravava todas as cenas de assassinato que Jason praticava e juntando mais ou menos cinquentas mortes e eles editavam para um filme. Mas eu pensei que não matavam as pessoas de verdade. – disse Josh cauteloso com suas palavras. – pensei que fosse montagens com bonecos ou efeitos especiais.
– Mas agora sabemos que não é. – disse Katharine com as mãos na cabeça. – e de uma coisa eu tenho certeza. A morte da garota foi filmada. Deveria ter uma câmera em algum lugar e aquela cena foi uma das mortes que terá em um próximo filme.
– Está dizendo que Jason irá lançar um novo filme? – perguntou Julie espantada.
– Acho que sim. – falou Kate desabafando tudo que estava pensando. – e algo me diz que ele selecionou Nova York como o cenário das tragédias. Então, muitas outras mortes irão acontecer.
– Não. – disse Josh astucioso. – se caçarmos Jason antes que ele cace as pessoas.
– Tenho muita coisa para me preocupar. – falou Kate estupidamente. – já não estou com cabeça para Freddy, quem dirá em Freddy e Jason. Só quero ler a noticia amanhã e ver o que as autoridades vão falar sobre este assunto.
O dia correu rápido e Julie foi embora. Kate ligou para o primo e marcou de comerem em um restaurante, os dois sozinhos. Iriam colocar o papo em dia e matar a saudade um do outro. Kate recebeu uma sms de Aidan, pedindo que fosse até a casa dela, o mais rápido possível. Katharine foi até a casa de Aidan, mas não contou nada a Josh. Ela disse que iria até a casa de Julie conversar com ela, mas não era verdade. Katharine foi até Aidan curiosa, sem saber o que ele tanto queria conversar com ela.
– O que houve? – perguntou Kate sentando-se na poltrona de couro que Aidan tinha no seu quarto para usar a mesinha do computador.
– Você foi ontem à festa? – perguntou Aidan olhando atentamente para Kate.
– Fui. Não vi você lá. – disse Katharine entrando na internet para ver se achava noticias sobre Jason Voorhees.
– Eu também não te vi. – disse ele colocando seu chinelo para ir até a cozinha. – uma garota morreu esfaqueada por uma pessoa fantasiada de Jason Voorhees. Quer café? Chá? Refrigerante?
– Eu aceito um chá. Está frio. – disse Katharine minimizando a página da internet sobre Jason e indo até a cozinha com Aidan. – não era alguém vestido de Jason, era o verdadeiro Jason Voorhees.
– Hm... – Aidan colocava a água a ferver na chaleira. – quer dizer que Jason da trilogia dos filmes estava lá? Em uma festa a fantasia?
– Pode parecer loucura, mas é verdade. – falou Kate pegando o açucareiro dentro da geladeira, pois Aidan pediu este favor. – os três filmes de Jason foram mostrando cenas de morte que ele cometia. E agora talvez ele queira fazer um quarto filme.
– Ah, Freddy está mexendo com sua cabeça. – disse Aidan entregando o chá para Katharine. – é de maracujá.
– Não estou maluca. – disse Kate com raiva. – Jason apareceu para cometer mais massacres.
– Quem é Jason? Quem afirmou que ele assassinava as pessoas de verdade? Quem lhe disse isto? – perguntava Aidan para Kate e a deixando ansiosa.
– Não sei quem é Jason e não sei quem afirmou isto. É apenas uma suspeita de todos.
– Então tome seu chá para se acalmar, Kate. – disse Aidan servindo café em sua caneca e passando o nariz pela caneca, sentindo o aroma da bebida quente, que queimava lá dentro feito brasa, deixando fumaça pelo ar.
– Vamos para o quarto. – disse Kate indo em direção ao quarto e sendo seguida por Aidan.
Kate sentou-se na cadeira e começou a pesquisar sobre Jason Voorhees. Apareciam vários vídeos dos filmes postados na internet e as noticias da última noite.
– Não irei precisar comprar jornal. – falou Kate quase murmurando.
Kate abriu a página da internet e leu a notícia. Não acreditou no que lia.
GAROTA MORRE A FACADAS EM FRENTE À FESTA.
Nessa madrugada, uma garota foi morta em frente ao salão de festas que pertencia à escola MITL e celebrava uma festa a fantasia. Uma pessoa (não identificada) estava vestida de Jason Voorhees e assassinou a garota a facadas. A suspeita da policia é que seja alguém com problemas mentais e então aproveitou a festa para cometer um crime. A pericia está relacionando isso com a morte de um rapaz que morreu em um lago e foi encontrado morto com os dois olhos arrancados. Cem das 340 pessoas que estavam na festa, foram entrevistadas e nenhum deles havia visto “Jason” dentro do local. Um garoto afirmou que viu “Jason” saindo no banheiro, mas não tinha o visto entrando. O local não tinha câmeras. (...)
– Preciso falar com o delegado. – afirmou Kate saindo do quarto.
– Não, Kate. – disse Josh segurando ela pelos ombros. – eu não te chamei aqui para falar sobre Jason ou a morte da garota. Chamei-te porque quero dizer outra coisa para você.
– E o que você quer dizer? – perguntou Kate curiosa com os olhos que brilhavam com a luz do sol que vinha pela janela do quarto de Aidan.
– Eu te amo. – disse Aidan beijando Kate e a deixando confortável. Kate não hesitou. Ela estava feliz. Aidan parou de beijá-la e continuou a se declarar.
– Caroline foi embora porque sabia que não tínhamos futuro. – falou Aidan sorrindo para o rosto de Kate que era angelical. – ela sabia que eu te amava. E eu ainda te amo. Eu quero ficar com você, Katharine.
– Aidan. – e foi apenas isto que Kate disse antes de ir para cama com Aidan.
Então Kate abriu a braguilha da calça de Aidan e tirou o membro dele para fora. Ela passava a língua em seu membro e deixou Aidan gemendo. Ele pegou Katharine suavemente pela cabeça, mas Kate não queria aquilo. Katharine queria que ele fodesse sua boca, mas ele estava sendo muito romântico e Kate estava odiando. Quando ele deitou-se na cama e colocou Katharine por cima dele, ela começou a gostar. Quando não se tratava de sexo oral, Kate gostava de romantismo. Ela gostou do jeito romântico dele de pegar ela. Ele não era igual a Thompson que parecia um animal e sim um homem carinhoso que a beijava e a abraçava enquanto colocava seu membro dentro da intimidade de Katharine. Ela gemia de prazer e ele estava feliz por estar causando prazer em Kate. Depois de soltar seu liquido, Aidan deitou-se na cama beijando a testa de Katharine.
– Gostou? – perguntou Aidan para Katharine que estava com a cabeça baixa olhando para o membro de Aidan.
Kate não respondeu. Ela colocou suas vestes e saiu pela porta sem se despedir de Aidan. Ela foi até a delegacia atrás do delegado, mas ele estava ocupado. Quando uma velha saiu da sala do delegado, Kate entrou correndo, pois queria ser a próxima da fila.
– Senhorita, Katharine. – disse o delegado olhando para Kate. – você aparece quase sempre aqui, que eu não consigo nem fingir estar surpreso.
– Senhor, preciso falar seriamente com você. – disse Kate sentando-se rapidamente na cadeira de couro.
– Sobre Freddy? Sua mãe? Mais alguma morte? – perguntou o delegado Brown para Kate. Ele estava muito curioso.
– Nada disto. Estão dizendo que Jason era alguém vestido com problemas mentais. – falou Katharine rapidamente que Brown quase não conseguiu acompanhá-la.
– Sim, sim. Algum problema nisso?
– O problema nisso é que nem eu e nem o senhor acreditamos nessa estupidez. Nós dois sabemos que esse Jason é o psicopata que gravava as mortes das pessoas e postava como filmes na internet.
– Não. – falou o delegado achando aquele assunto tão chato. – aquele Jason...
– Aquele Jason fez uma trilogia de filmes e agora ele quer voltar a ser famoso e criar mais um. – falou Kate revoltada. – Jason veio a Nova York, pois quer fazer seu novo filme aqui.
– Não, não e não. – disse o delegado sorrindo. – esse Jason pode ser uma mulher ou um homem. Ninguém o viu na festa, mas um garoto o viu saindo do banheiro masculino, ou seja, provável que seja um homem, mas se a pessoa for inteligente, se fosse mulher, entraria no masculino para despistar. O que importa é que ele entrou normal e saiu como Jason.
– Eu o vi lá dentro me olhando com olhar de raiva. Ele queria matar eu e Josh, mas enfim, a festa era de fantasia. Ninguém poderia entrar sem fantasia. – disse Kate curiosa.
O telefone do delegado tocou. Era um telefone antigo e vermelho. Muito bonito, mas difícil de mexer nele.
– Olá Thompson! O que acharam? Ouviram a testemunha? – falava Brown com Thompson pelo telefone. – presidiário? Está bem.
O delegado desligou o telefone e olhou fixamente para o rosto de Katharine durante quarenta e cinco segundos.
– Quem disse que o criminoso entrou sem fantasia? – perguntou o delegado sorrindo.
– O que ouve? – perguntou Kate curiosa.
– Foi encontrada uma fantasia de presidiário no último sanitário do banheiro, ao lado do vaso sanitário. Claro que a pessoa que cometeu o crime, entrou vestido ou vestida de presidiário ou presidiária e trocou a roupa lá dentro.
– Mas, então Jason entrou disfarçado. – argumentou Katharine.
– Não porque Jason não existe. Garota há um segredo que não foi revelado para ninguém. A autoridade não quis revelar para ninguém. Após ele postar o último filme na internet, o último da trilogia dos Apunhalados, Jason foi morto. Ele foi encontrado morto, mas ninguém o matou. Ele cometeu suicídio.
– Está dizendo que acredita no que disseram? Acredita que alguém com problemas mentais assassinou aquela garota? Ele estava atrás de mim, você acha que Freddy possa estar por trás disso?
– Não acredito no que disseram. O que estou dizendo é que alguém quer vingar a morte de Jason. Freddy e Jason eram amigos de infância. Sei disso, pois Freddy me falava sobre ele. Jason morreu no ano passado e talvez Freddy descobrisse isto agora e quer vingar-se.
– Freddy não pode estar no mundo real.
– Não estou dizendo que seja ele. Alguém ou quer vingar a morte de Jason ou quer ganhar fama do mesmo jeito. Concordo com você sobre fazer um novo filme. Alguém quer continuar a trilogia. Um novo Jason está começando uma carreira.
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