Notas iniciais
Capítulo curtinho, bem pequenininhoo KKKK
capítulo 31, graças, falta menos de 20.
Beijos!!!

LAURA PEGOU SEU TELEFONE E LIGOU PARA JULIE. Ela queria se desculpar pelo mal entendido. Como Vanessa e Gilbert puderam colocar a culpa em Julie? Coitada. Mas isto até foi bom para ela. Se ela estivesse com eles naquela madrugada, estaria no pesadelo coletivo e poderia ser assassinada por Freddy. Demorou, mas Julie atendeu.

– Alô. – falou Julie no outro lado da linha e Laura ficou mais confortada ao ouvir sua voz.

– Alô Julie. – disse Laura angustiada. – eu queria falar com você.

– Já está falando. – respondeu Julie espirrando.

– Queria lhe pedir desculpas. – falou Laura envergonhada. – me desculpe por não ter acreditado em você.

– Ninguém acreditou em mim. Você sabe que foi seu ex-namorado, não sabe? – perguntou Julie espirrando mais uma vez.

– Meu ex-namorado. – respondeu Laura brava. – está gripada?

– Sim. – disse ela espirrando outra vez. – acordei assim hoje.

– Espero que melhore. – falou Laura revirando os olhos – até mais, Julie.

– Tchau. – falou Julie desligando o telefone.

†††


Kate estava lendo o jornal do dia e mais uma morte apareceu em Nova Iorque. Esta vitima, ela não conhecia, mas ficou com pena por ser uma menina de treze anos. A vitima foi encontrada nua, ou seja, o falso Jason Voorhees havia estuprado a menina. Será que Freddy deu um jeito de vir ao mundo real? Mas se fosse Freddy Krueger, ele não iria sair fantasiado. Freddy sairia com sua aparência normal. Aquela coisa feia e distorcida. Kate fechou o jornal e sentou-se no sofá para ver televisão. Sérgio também assinava muitos canais de esportes e aquilo era muito chato. Sérgio foi comprar coisas no mercado mais próximo, pois Kate iria fazer uma pizza de calabresa. Kate entrou na piscina e tentou nadar, mas não conseguiu. “Eu sou uma inútil” pensou Kate tentando boiar na água.


O carro de Sérgio entrou pelo jardim. A Lamborguini estacionou na frente do portão da garagem e Sérgio saiu de dentro dela com sacolas na mão.

– Quero esta pizza logo, pois estou com fome. – brincou ele rindo. – saía já dessa piscina.

– Eu farei a pizza, eu escolho a hora. – disse Kate dando um mergulho.

Sérgio entrou e colocou as sacolas na mesa. Kate entrou meia hora depois e tomou um banho de banheira para relaxar. Quando saiu, ela foi para a cozinha fazer a pizza. Quando a pizza ficou pronta, Sérgio e Kate deliciaram-se com a calabresa e o queijo mussarela derretido por cima da massa com molho de tomate.

– Está boa, mas preciso vomitar. – Kate foi até o seu banheiro e logo depois de escovar seus dentes, ela voltou para a mesa.

– Estava maravilhosa. – falou Sergio sorrindo. Kate agradeceu e pouco depois, o telefone tocou. Quando Sérgio desligou, ele estava apavorado.

– O que ouve? – perguntou Kate assustada.

– O síndico do apartamento de mamãe ligou avisando que eles não respondem a ligação e nem abre as portas. Está tudo fechado e as luzes apagadas. O que será que aconteceu? Eles pediram permissão para arrombarem a porta do apartamento. – disse Sérgio nervoso.

– Você cedeu à permissão? – perguntou Kate angustiada.

– Quando eu chegar lá, eles poderão invadir o apartamento. Vamos.

Os dois entraram na Lamborghini e Sérgio dirigiu com pressa. Kate pediu para ele ir com mais calma, mas ele estava muito nervoso para isto. Quando chegaram ao prédio, o homem explicou tudo direitinho e eles foram para porta até que dois seguranças arrobaram a porta. Tudo estava impecável. A sala, o banheiro, a cozinha, a lavanderia, mas quando chegaram ao quarto, viram uma cena assustadora. A senhora Elisa e o senhor Robert estavam assassinados e em vários pedaços. Sérgio olhou para Kate que estava aos prantos e compreendeu o que o olhar dela quis dizer: Freddy Krueger. Sérgio chorou mais do que pode e estava desesperado. Primeiro perdeu o irmão e depois o pai e a mãe. Agora ele estava sozinho. Como os dois corpos estavam em pedaços e não sabia identificar, Sérgio deu ordem para cremá-los e ele ficou com as cinzas. Alguns dias depois ele colocou a casa e o apartamento para vender e jogou as cinzas no mar como prometido para a mãe que quando morresse, queria ser cremada e tiver as cinzas jogadas no oceano, junto com os peixes. Depois da venda dos imóveis, Kate e Sérgio mudaram-se de volta para Nova Iorque. Sérgio ficou na casa de Elizabeth até arranjar uma casa e Kate também, pois Josh não quis mais ela morando lá. Mais algumas semanas passaram-se e já havia noventa e cinco mortes acontecidas. No mesmo dia que Kate leu essa noticia, ela ficou enjoada e dormiu a tarde toda por causa disto. Josh se arrependeu de tudo e chamou Kate para morar com ele. Kate voltou pra passar uma temporada na casa dele, pois não queria ficar na mesma casa que a mãe, mas iria mudar-se para a futura casa de Sérgio quando ele decidisse qual comprar. Josh não ficou mais querendo dar em cima de Kate, mas igual ele conversava com ela normalmente.

Kate estava pensativa e acordou Josh de madrugada para falar com ele.

– Preciso de sua ajuda. E dessa vez não irei embarcar sem você. – falou Kate sorrindo. – não conseguiria ficar longe de você outra vez.

– O que ouve? – perguntou Josh bocejando.

– Freddy me disse: O passado de sua mãe está em Springwood e não em Nova York. Então o seu passado automaticamente está em Springwood também. – falou Katharine despertando uma nova chance em si mesma. – eu já havia pensado nisso antes e depois que ele disse isto, tudo se formou em minha cabeça.

– O que? – perguntou Josh abismado.

– Eu só irei descobrir o que ele quer comigo se eu for para Springwood. Só irei conseguir derrotá-lo se eu for para Springwood. E desta vez não quero viajar sozinha. Você, Laura, Sérgio, Julie e Aidan, virão comigo. Isto se eles aceitarem. Temos que trabalhar em equipe para derrotar Freddy. Faça suas malas, Josh. Temos uma longa viagem pela frente.

Notas finais
Kate e Josh receberam Julie e Laura na casa deles. Eles sentaram-se no sofá e começaram a conversar. Mas dez minutos depois a campainha tocou e Josh foi atender.
- Jason Voorhees! - exclamou Laura levantando-se do sofá enquanto Josh levava um soco e caía no chão.