Notas iniciais
Me desculpem, mas não estou com criatividade para títulos de capítulos, sorry. Não revisei este capítulo, então se estiver algum erro, por favor, me avisem.. Alguém está ansioso para o retorno de Freddy Krueger? Capítulo 22 se aproxima...

“O QUE A MINHA MÃE FOI FAZER NA DELEGACIA?” pensou Katharine. Ela não queria entrar para não ser vista, mas queria ouvir o que ela iria falar e com quem lá dentro. Então, Kate não resistiu. Viu Thompson chegando ao trabalho. Ela não queria fazer nada com ele de novo, mas era a única solução.

- Thompson! – gritou Katharine e ele olhou para ela e foi em sua direção.

- Olá minha gata. – falou Thompson sorrindo. Ele era um galinha, mas era um pedaço de mau caminho. – não resistiu a mim e veio na hora de meu trabalho? Passa aqui no fim do expediente que eu te levo para o motel outra vez.

- Não é nada disto. – falou Katharine para ele, olhando nos olhos. Então ela colocou a mão no pênis dele, de modo que estava escondido pela sua bolsa que estava na frente e ninguém viu nada. – você não me quer? Terá chance de me pegar de novo. Só precisará fazer algo.

Ela sentiu o membro dele cutucando sua mão. Estava subindo. Thompson estava excitado.

- E o que eu tenho que fazer para montar outra vez em você? – perguntou ele olhando para os seios de Katharine.

- Minha mãe está lá dentro. – avisou Kate. – deve estar conversando com o “amiguinho” dela. O delegado. Espie e escute o que estão dizendo e me conte tudo. Se precisar gravar, pegue seu celular e grave. Está entendendo?

- Estou. Vou lá dentro e ouvir tudo. – falou ele dando um beijo no rosto dela e sussurrando ao ouvido de Kate: — me espere aqui no mesmo lugar quando acabar o meu expediente. As seis.

Katharine foi embora para casa. Estava ansiosa. Sua mãe estava mentindo para ela mais uma vez. Mas agora Thompson ouviria tudo. Ele estava andando pela delegacia e viu Elizabeth esperando a sala do delegado ficar vazia. Então um homem saiu da sala do delegado e Elizabeth entrou. Thompson foi até as janelas que tinham uma janela com cortinas venezianas. Mas antes que Elizabeth pudesse falar qualquer coisa, Thompson bateu na porta.

- Com licença senhor. – disse Thompson para o delegado. – lamento interromper, mas vi Elizabeth e queria dar um olá a ela. Faz tempo que não a vejo.

- Com toda a licença Thompson. – disse o delegado amargamente.

- Olá senhora Elizabeth. – Thompson entrou e deu um abraço em Elizabeth quando ela levantou na cadeira e disse “olá” para ele. Mas Thompson não foi apenas para dar “olá”. Ele apertou o botão “gravar” que tinha no aplicativo do celular e colocou na outra cadeira que estava com o assento para baixo da mesa. Então ninguém veria o celular e Thompson mostraria para Kate o que a própria mãe disse. – seu vestido verde é lindo. Mas Katharine fica mais linda que você vestida com isso. – Elizabeth não havia entendido o que Thompson havia dito sobre Katharine e o vestido. Thompson saiu pela porta sorrindo para os dois e entrou em sua sala, abrindo as cortinas brancas para ver quando Elizabeth iria sair para parar a gravação do celular.

- Então, o que você quer falar comigo Beth? – perguntou o delegado olhando atentamente para os olhos de Elizabeth.

- Kate descobriu muitas coisas Brown. E aposto que foi você que contou. – falou Elizabeth enrugando o rosto.

- Fui eu. – disse ele sorrindo. – eu mesmo falei e iria falar mais se ela não interrompesse o assunto. Por quê?

- Ela sabe que Freddy tem haver comigo, sabe que fomos amigos e amigos apenas. – disse Elizabeth. – estou apavorada.

- Apavorada? – perguntou o delegado. – sua filha está correndo perigo, está sendo caçada e você se preocupa com o que ela irá descobrir. Conte para ela tudo. Inclusive que você trabalhava em um cabaré e que eu era seu cafetão.

- Não ouse falar sobre isto para sua filha e eu adorava meu serviço. Depois eu saí para a loja de lustres e logo após fui trabalhar como professora na creche, pois foi à faculdade que eu fiz. Para ser professora.

- Não contarei mais nada. – disse o delegado devorando a própria saliva.

- Melhor assim. – falou Elizabeth dando um sorriso. – minha filha não pode saber que eu era amiga de Freddy. Deixa-a desconfiada.

- Eu não conto, mas isto é um erro. Perdi um dedo por culpa dele. E vou acabar com ele quando tiver um pesadelo com este verme.

- Verme? – perguntou Elizabeth não acreditando no que havia ouvido. – verme é este tenente que veio me dar oi. Ele assassinou Freddy.

- Freddy abusou da filha dele. E depois a matou.

- Matou depois de morto. Nos sonhos, para vingar-se. Mas enquanto abusar, não se vê nada de errado. Ela daria o rabo dela mais cedo ou mais tarde.

- Não irei discutir com você. – disse o delegado odiando o que ela havia dito. – mas todo o tempo que você está na igreja, não mudou nada em relação a Deus e ao estupro?

- Padres estupram. Freiras têm casos com homens escondidas da igreja. Teve um padre que foi acusado de praticar um estupro coletivo em uma garota. Delegado, o senhor acha mesmo que as pessoas da igreja são santas? Santos, só nomeados para isto. Alguém que nunca cometeu um pecado, só Deus.

- Vá embora. Preciso trabalhar. – disse Brown.

Elizabeth saiu pela porta e Thompson foi até a sala do delegado e tirou seu celular da cadeira sem Brown perceber. Ela havia chegado a sua casa e encontrado Kate sentada no sofá. Ela esperava o final do expediente e faltavam mais duas horas para isto. Katharine surpreendeu Beth quando ela estava subindo as escadas.

- Como foi o encontro? – perguntou Katharine.

- Foi bom. – disse Elizabeth sorrindo. – porque minha filha?

- Nada não. – disse Katharine. – a pizza estava boa?

- Deliciosa. – disse Elizabeth desconfiada.

- Ah, deliciosa. – repetiu Katharine olhando desenho animado na televisão. – quem estava?

Elizabeth ficou pálida.

- Q-quem estava?! – argumentou Elizabeth gaguejando. – o pessoal da igreja, quem m-mais estaria?

- Não sei.

Katharine esperou sua mãe ir para o quarto e foi de encontro a Thompson. Chegou lá bem na hora que Thompson havia saído do trabalho.

- Oi gata. – disse Thompson de um jeito mais conquistador que Aidan. – gravei o que pedi, mas não me aguentei e ouvi. E não gostei do que falaram de mim. Ah, liguei e marquei o motel para nossa noite. Disse para minha mulher que tive que cumprir horários que saí mais cedo.

- Menos Thompson. Primeiro me passe essa gravação via Bluetooth e depois veremos o que vamos fazer.

- Veremos? Como assim veremos? Você prometeu. Eu estava morrendo de angustia a tarde toda e preciso disso.

- Me passe a gravação e deixo fazer o que quiser comigo hoje a noite.

- Até anal?

- Thompson, não fale besteira. Passe-me.

- Sim ou não?

- Sim, Thompson, sim. Todos os buracos que quiser descobrir hoje à noite.

- Assim que eu gosto. — disse ele. — ouve o que tem para ouvir. – falou Thompson procurando a gravação em seu celular e passando para Kate.

Notas finais
Katharine chegou a sua casa horrorizada. Depois da noite maravilhosa que teve com Donald Thompson, era hora de encarar a realidade e brigar de verdade com sua mãe.