Welcome To My Silly Life, The Real World

41 Only worth living if somebody is loving you


Notas iniciais
Sim pessoal, ESTOU VIVA
Sim, eu sei que é por pouco tempo já que vcs devem estar querendo me matar MAS PENSEM BEM
EU
MEIGA, NÃO MATEM TANTA MEIGURA.
Brigado a tooooooooooodas que comentaram

-Lizzie narrando.-

Acordei com o barulho do meu celular tocando. Quem era o maldito?Me estiquei ate a mesinha tomando cuidado pra não acordar Brian que estava com a cabeça de baixo do travesseiro. Maluco.

“Por mais que agora eu saiba o motivo de chegar sempre cansada, pare com o sexo selvage e venha pra cá as 11:00” Sabrina

Bufei rindo da mensagem olhei pra o relógio, 9:15. Otimo, daria tempo de tomar café e acordar a bela adormecida do meu lado. Se deixar, aquela praga lá dorme até as 15:00.

Peguei a camisa de Brian que estava jogada em cima da poltrona no canto do quarto e fui pra cozinha, me arrepiei quando sai do quarto a casa tava toda fria quase voltei pra debaixo das cobertas me agarrando naquele imbecil quentinho, me controlei e continuei a minha caminhada sentindo frio nas pernas.

Nota mental: mandar o Syn fechar as janelas da próxima vez .

A casa de Brian estava uma bagunça só, não me surpreenderia nada depois que um cara pulou em cima de mim.

Flashback.

Lá estava eu, linda e bela, indo até a cozinha pegar um copo de água pra ajudar a engolir o remédio pra dor de cabeça depois de acordar de ressaca, chutava as latas de cerveja que os bebuns tinham deixado depois da festa que Syn tinha dado e fez questão de me convidar ,e como nos ainda estávamos brigados só fui lá pra beber so falando com ele no final da noite tenho que admitir esbarrar com ele toda hora cercado de mulheres foi foda, me segurar pra não me atracar com cada uma delas e arrasta-las pelos cabelo até a esquina daonde aquelas putas brotaram. Mas OK, descontei tudo na cama.

Voltando a eu , linda e bela, bebendo água quando DO NADO o armário debaixo da pia abriu e um bêbado agarrou minhas pernas. Berrei me balançando desesperada.

-PUTA QUE PARIU – eu gritava enquanto o bebum beijava minha perna.

-Lizziee- o bebum disse com uma voz arrastada ainda agarrado na minha perna.

Tá que pariu, eu conhecia o babquinha era o Yuri, o loirinho amigo do rian que dava em cima de mim quando ele não tava por perto. Belo fura olho isso sim.

-Ce so pode tar de brincadeira – revirei os olhos.

-Gata... – aprei de ouvir ali.

Gata? GATA? Odeio que me chamem assim. Tá pensando o que? Quer a morte? Peguei uma garrafa plástica e comecei a bater nele, sem mortes hoje.

-ME. SOLTA. AGORA. –gritei batendo nele mas o tarado continuava lá, se esfregando.

Credo, tá no cio é?

Comecei a andar até a saída, quer dizer eu tentei né? Arrastar um bebum junto agarrado na minha foda.

-Estamos indo pra cama? – ele perguntou sorrindo todo lerdo.

-Você tá indo pra rua – Brian disse seco surgindo atrás de mim pegando Yuri pela camisa.

Ele estava sem camisa, pude ver todos seus músculos tensos das costas dele, Brian jogou Yuri pra fora da casa com violência.

-Se encostar nela de novo, arranco suas bolas e coloco no lugar dos seu olhos – ele gritou batendo a porta com força entrando de volta.

-Brian eu... – eu tentei dizer alguma coisa mas perdi a noção dos pensamentos quando vi ele vindo na minha direção.

Seus olhos mostravam o quanto ele estava se controlando pra não voltar e bater no bêbado jogado do lado de fora, seu rosto estava fechado e seus olhos castanhos me olhavam selvagens conseguindo me arrepiar, ele me pegou pela cintura e juntou nossos lábios com força.

Sim, nos transamos ali no corredor mesmo.

Flashback off.

Balancei a cabeça afastando a lembrança e me concentrei em voltar para quarto. Sim, eu não consigo ficar muito tempo longe daquele Sonic dorminhoco, terminei de tomar meu café sentada na poltrona coloquei a caneca no chão e abracei minhas pernas apoiando a cabeça nos joelhos e fiquei olhando Syn dormir.

Ele estava esparramado na cama, o lençol só tampava até a cintura me dando a visão dos deuses, seu peito descia e subia conforme a respiração, como se ele soubesse como era gostoso e estivesse jogando na minha ccara que eu não resistia a ele. Suspirei de leve me controlando para não ataca-lo e começar uma nova rodada.

Syn se remexeu na cama, passou as mãos pela cama e abraçou o meu travesseiro, puder ver o estrago que eu tinha feito. Seu pescoço e ombros estavam com marcas roxas e outras, que fiz por ultimo, ainda vermelhas, suas costas eram a prova que a noite foi boa, tinha uma marca que vinha desda costa, passando pelos ombros e descendo pelos braços.

Piro demais no Sonic tatuado, claro que ele tinha revidado, com certeza ass digitais dele estavam marcadas na minha bunda fora os roxos que se espalhavam por todo meu corpo e pela dorzinha chata no meu pescoço o desgraçado tinha me dado um belo de u chupão.

-Lizzie? – Syn me chamou irritado.

Levantei dando uma risada me denunciando, ele abriu os olhos castanhos me olhando intensamente ele ficou de frente enquanto eu ia até a cama e sentava sobre sua cintura.

Ele enfiou as mãos no meu cabelo, trazendo meu rosto pra perto do seu mordi o lábio nervosa com aqueles olhos me olhando daquele jeito tão de perto.

-Sabe que odeio quando me deixa sozinho. – seus lábios roçavam nos meus.

Dei um meio sorriso olhando nos seus olhos.

Ele girou nossos corpos ficando por cima de mim, abriu minhas pernas pra ele se acomodar melhor.

-E se eu não quiser? – ele disse movendo o quadril de leve .

Olhei pra ele confusa. Como assim? Ele tá...? é o que eu to pensando?

-Vem morar comigo – ele disse com a voz rouca dando meio sorriso.

Fiquei quieta. WTF? Ele disse isso mesmo ou estou usando drogas?Eu, linda e bela, morando com Synyster Gates? Acordando todo dia com TUDO isso na minha cama? Comecei a imaginar, eu e ele tomando café e brigando por panquecas nos beijando fazendo as pazes, carinhos de madrugada, banho juntos, viver a base daquele perfume que só ele tinha que me fazia respirar fundo toda vez que me abraçava e aqueles olhos... ahh aqueles olhos. Será que meu coração devia estar batendo assim tão rápido?

Ele sentou me colocando no seu colo, me olhava preocupado.

-Tá meio pálida... – Syn colocou uma mecha que caia no meu olho atrás da minha orelha

– Olha eu prometo que melhoro – ele dizia nervoso –Acordo mais cedo, faço seu café... Até tiro a toalha molhada de cima da cama...

Colei nossos lábios desesperada reaginando finalmente, ele ficou sem reação mas logo deu passagem para que eu pudesse aprofundar mais o beijo, minhas mãos puxavam seu cabelo com força enquanto as dele foram das minhas pernas subindo até minha cintura e entrando debaixo da camisa segundo meu seio, rebolei em cima do seu membro que já dava sinais bem fortes de vida.

O despertador do meu celular começou a tocar, 10:00 tentei levantar mas Syn me prendeu no colo me segurando pela nuca.

Que homem era aquele?

-Pra que a pressa? – ele roçou nossos lábios.

Dei um sorriso.

-Trabalho, Syn meu amor, trabalho – dei um selinho e ele me prendeu de novo.

-Diga de novo. – ele pediu. – Me chame de novo – fechou os olhos

-Meu Amor

Ele sorriu se deliciando com a frase ele ficou em silêncio por um tempo antes de encher meu rosto de beijos e me vazia cosquinha.

-Isso não vale – eu disse ter as risadas e me levantei. –Sinta minha falta. – disse mandando um beijo no ar para ele.

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Brian já tinha me deixado no trabalho e ido pra casa de Jimmy beber e vagabundiar e eu, pessoa normal e trabalhadora, fui direto pra sala de Sabrina ela queria que eu fosse atrás de uma atração para a introdução da atração principal do festival e me mandou ir atrás da Charlotte achar uma luz ou coisa e tal.

Peguei um taxi e fui para um teatro ali perto onde a Sabrina falou que a minha amiguinha fofinha estaria, serio ela é muito fofa fica corada e tudo mas solta cada uma que me faz rir trilhões de anos.

Fui até a recepcionista estranha

-Oi sabe aonde a Charlotte...

-Sala 4 e avisa pra ela que o tempo já acabou – ela mastiga o chiclete com a boca aberta.

LE PIRANHANNNNNNNN.

Fui andando pelas salas indo a direção da única musica que tocava pelos corredores. Lana Del Rey, bem coisa da Lotte, a musica era até bonitinhas, Video Games ou coisa assim. Entrei na sala de bale sem fazer barulho.

Swinging in the backyard
Pull up in your fast car
Whistling my name
Open up a beer
And you take it over here
And play a video game

Ela vestia um tradicional vestido do balé com um tutu rosa que balançava no ar quando suas sapatilhas deixavam o chão ao final de cada frase da cantora e ela rodopiava ao som da harpa.

I’m in his favorite Sun dress

Watching me get undressed

Take that body downtown

I say you bestest

Lean in for a big kiss

Put his favorite perfume on

Go play a video game.

O coque prendia seus cabelos com força deixando todo o rosto delicado de Lotte a mostra, sua bochechas vermelhinhas e o leve suor em sua testa em certos pontos ela se encarava pelo espelho.

Era outra Charlotte.

Its’s you, it’s you, it’s all for you

Everything I do, I tell you all the time
Heaven is a place on earth with you
Tell me all the things you want to do
I heard that you like the bad girls
Honey, is that true?
It's better than I ever even knew
They say that the world was built for two
Only worth living if somebody is loving you
Baby, now you do

Ela cantava junto com a música, seus pés pousavam no chão como se não fosse nada. Como se rodopiar na ponta de um pé só fosse algo simples, leve e fácil e depois puxava algo sensual combinando com a musica.

Senti inveja mas sabia que nunca levaria jeito para aquilo.

Logo começou o ultimo refrão da musica e eu podia ouvir melhor a voz de Lotte

It's you, it's you, it's all for you
Everything I do, I tell you all the time
Heaven is a place on earth with you
Tell me all the things you want to do
I heard that you like the bad girls
Honey, is that true?
It's better than I ever even knew
They say that the world was built for two
Only worth living if somebody is loving you
Baby, now you do

-And baby now you do… -Lotte continuou a cantar

-UHUL É ASSIM QUE SE FAZ GATA – berrei dando socos no ar e fazendo uma dancinha ridícula.

Charlotte pulou se assustando, ela olhou pra mim com os olhos arregalados.

-Quer me matar? De outro berro assim – ela disse sem dando um sorriso sem graça e indo juntar suas coisas.

-To falando serio – fui até ela – O pessoal lá do trabalho sabe que você dança assim?

-Não... – ela disse balançando a cabeça – Tá maluca?Pra que?

-Sabe quantos contratos você ia conseguir como dançarina?

-Zero? – ela suspirou, era um assunto delicado- Não sou boa o suficiente, não tenho experiência, quem iria ser maluco o bastante pra me dar uma chance? – ela foi irônica.

Era isso, minha luz.

-EU — eu gritei balançando os braços no ar.

Me deixem ser feliz ok?

-Você usa crack? – ela disse depois de um tempo me olhando.

-Não – agarrei ela pelos ombros -Pensa só, você linda e bela rodando e mostrando toda a gatinha selvagem que eu vi hoje no palco principal – nem percebi mas eu tava sacudindo a coitada.

-Gatinha selvagem? Rodando? PALCO PRINCIPAL? – ela gritou a ultima parte.

Larguei a menine que me olhava so faltando ter um treco ali, tava toda pálida e com os olhos esbugalhados, ai senhor.

-Lotte não tenha um treco aqui – falei mas ela parecia me ouvir continuava a mesma coisa. –LOTTE – ela começou a despencar. – SANTO MATT SHADOWS ME AJUDA.

Tentei segurar ela mas não consegui e caímos no chão.Quem eu ia chamar? Meu Deus deixei o celular cair.

-Alo?

Uma pessoa disse do outro lado da linha, ia ser essa mesmo.

-Final da Narração de Lizzie-

Lizzie segurava a garota nos braços desesperada. Cadê o maldito?

Zacky entrou na sala com um sorriso morreu assim que viu a garota nos braços de Liz correu até elas.

-Me diz que você não matou ela – ele disse desesperado pegando a garota no colo.

Liz bateu no ombro de Zacky, ele colocou Charlotte em cima do piano que tinha no canto da sala, passou a mão pelo rosto delicado da garota desmaiada.

-Olha ela tá acordando... – Liz disse batendo freneticamente nas costas de Zacky.

-EU SEI – ele disse mal-humorado e voltou a atenção pra garota que despertava.

Charlotte abriu os olhos azuis piscando varias vezes como se volta-se pra realidade.

-E MINHA BAILARINA ESTÁ VIVA- Liz jogou os braços no ar comemorando, uma das mãos bateu na cabeça de Zacky fazendo seu rosto se aproximar do de Charlotte.

-Oi.. – ele disse dando meio sorriso.

Charlotte apenas deu um sorriso fraco, Zacky não conseguia tirar os olhos dos azuis dela que brilhavam pra ele os cabelos caramelo dela espalhados pelo piano preto, os lábios vermelhos abertos o convidando...

Deus, eu quero agarrar ele o pensamento de Charlotte a fez corar.

-DEIXA ELA RESPIRA HOMI – Liz puxou Zacky com força quebrando o contato dos dois.

Charlotte levantou mas levou a mão na cabeça, rápido demais.

-Vem, deixa eu te ajudar – Zacky disse sorrindo pegando a garota pela cintura grudando os corpos até deixar a garota no chão.

Lizzie já tinha percebido o clima mas tinhaaaaa que perguntar.

-Mas então penso bem enquanto dava a sua dormida ? – ela disse chamando a atenção de Lotte.

Charlotte piscou algumas vezes voltando sua atenção para Liz.

-Você tem sua bailarina – ela sorriu fraco.

Liz pulava e fazia uma dança estranha ao mesmo tempo enquanto Zacky pegava as coisas de Lotte e ia saindo da sala com ela apoiada no seu ombro.

-Me esperem seus viados – Liz reclamou correndo pra acompanha-los.

Sairam do prédio e Liz já foi chamando o taxi.

-Zacky leva ela pra casa – ela ordenou.

-Mas Liz.. eu to bem não precisa – Charlotte dizia evitando olhar pra Zacky, ele pelo contrario não tava nem ai, encava mesmo a menina que estava MUITO vermelha.

Lizzie deu uma risada.

-Por favor né? – ela olhou pra Zacky – Leva ela pra casa mesmo se ela não quiser, quero minha bailarina principal bem – ela terminou de falar sorrindo e entrou no carro.

Charlotte encarava as próprias sapatilhas, ela se sentia ridicula com aquela roupa de balé ali.Zacky segurou seu queixo levantou o rosto da garota para que ela o olha-se nos olhos.

- terei que te carregar? – ele sorriu pra ela.

Ela deu uma risadinha e foi até o carro, ele abriu a porta pra ela que agradeceu com um sorriso, Zacky jogou as coisas da garota no banco traseiro e se voltou pra ela com um sorriso.

- bailarina?– ele perguntou dando partida no carro.

Ela olhou pro tutu que ocupava o bando quase todo.

-ér, bailarina – ela concordou soltando uma gargalhada.

-Então, minha pequena bailarina — ela corou mas não desviou o olhar do dele – Vou te levar na melhor padaria desse lado de HB e pode apostar – ele deu um sorriso irônico – De comida eu entendo bastante – ele disse rindo.

-Vou adorar – ela disse e ele virou o rosto na sua direção prevendo o sorriso que ela iria dar.

O que? Era bonito mesmo.

Notas finais
ENTÃO? GOSTARAM DO CASAL? HEIN HEIN?
TO MEIGA HOJEEEEEEE
e viciada em payphone do maroon 5 ._. dorgas nao use.
Adam seu gostoso ._.
FALEM COMIGO