Welcome To My Life
30 Capítulo 29
- Na próxima eu vou com você. – Garantiu olhando em meus olhos.
- Promete? – Ergui uma sobrancelha.
- Prometo... Vou sentir sua falta. – Me abraçou com força.
- Eu também vou sentir a sua. – Minha mão foi para seus cabelos, como sempre.
- Quando chegar lá me avise, só para mim saber que você está bem. – Assenti.
Quando tive que embarcar, ele beijou-me demoradamente e finalmente eu embarquei no avião.
O voo não era longo, poucos minutos no avião me levaria ao meu destino. Logo eu estava em Port Angeles pegando um taxi para Forks, uma hora depois, o carro estacionava em frente ao portão de minha casa. Paguei ao taxista e caminhei para a frente. Toquei o interfone.
- Quem é? – Reconheci a voz de minha mãe imediatamente.
- Sua filha dona Renée. – Eu ri um pouco quando escutei seu arquejo, o portão foi sendo aberto, e quando uma parte razoável estava aberta eu entrei no grande jardim.
Andei muito devagar por conta da mala e da muleta. Mas minha mãe apareceu de repente olhando-me espantada, sorri para ela.
- Filha... Você esta andando. Oh meu deus. – Me abraçou fortemente, minhas mãos deixaram a mala e a muleta que caiu no chão, mas eu não me importei, apenas abracei minha mãe o mais forte que eu pude.
Não sei quanto tempo ficamos ali, sei que escutei o motor de um carro, e uma voz grossa e conhecida gritar meu nome.
Virei e senti meu corpo sendo esmagado pelos braços de meu pai.
Depois do memento “Matando a saudade” meu pai levou minha mala enquanto eu e minha mãe seguíamos para dentro da casa.
- Senti sua falta querida. – Ela disse assim que sentamos no sofá.
- Eu também mãe.
- Como anda seu namoro? – Perguntou acariciando meu cabelo.
- Muito bem. – Sorri sincera.
- Fico feliz por você querida.
- Mãe, como esta o Billy? – Perguntei, apesar do tempo que havia se passado, não podia comparar a dor de Billy com a que eu sentia.
- Ele esta bem, na medida do possível, mas esta bem. Veio ontem aqui assistir um jogo com Charlie.
- Vou fazer uma visita a ele amanhã. – Disse.
- Vai ficar quanto tempo?
- Só dois dias, segunda eu vou embora, não quero perder as aulas da faculdade.
- Que pena querida, temos que marcar um dia para você passar pelo menos uma semana aqui. – Reclamou.
- Claro, assim trago o Edward o apresento realmente a vocês.
- Ótimo, você esta com fome? Não esta cansada a viagem querida? – Perguntou preocupada.
- Só um pouco cansada, vou subir e descansar um pouco, tudo bem? – Perguntei já levantando.
- Claro, é o mesmo quarto ok? Mais tarde levo algo para você comer. Descanse. – Dei um beijo nela, e subi as escadas com cuidado.
Segui o corredor e parei de frente a porta de meu antigo quarto.
Abri a porta deparando-me com o mesmo quarto de anos atrás.
Deixei de usar quando sofri o acidente, Charlie preparou um quarto no andar de baixo para mim.
Entrei no quarto, fechando a porta em seguida, sorri vendo cada detalhe ainda igual.
A cama com uma colcha rosa clara florida, no criado mudo meu exemplar já surrado de O morro dos ventos uivantes.
Um mural de fotos no canto da parede, dois pôsteres de uma banda.
Vi minha mala no perto da cama, e fui até lá pegando um conjunto de moletom, e segui para meu banheiro, tomei um banho rápido, porém relaxante.
Ao sair do banheiro a única coisa que eu queria era deitar em minha cama.
Peguei o celular, e liguei para Edward afim de dizer que já havia chegado e que eu estava bem.
Mas só caia na caixa postal, então desistir por hora e aconcheguei-me nos lençóis macios, caindo em um sono gostoso por conta do pequeno cansaço.
O toque do meu celular tirou-me do sono gostoso em que eu estava. Eu xingaria, mas ao olhar o identificador de chamada e ver o nome de Edward piscando na tela eu desistir de falar qualquer palavra imprópria.
- Oi. – Minha voz saiu um pouco arrastada por causa do sono.
- Oi, desculpe, tive que desligar o celular. Esta tudo bem? – Perguntou, eu até podia ver ele passando a mão no cabelo.
- Sim, cheguei em Forks a algum tempo.
- Você estava dormindo? – Perguntou preocupado.
- Sim, mas já estou descansada. – Garanti para que ele não se culpasse por ter me acordado.
- Tudo bem, vou ter que desligar, vai começar uma palestra chata, mas importante.
- Ok, até segunda. – Murmurei.
- Até.
Encerrei a ligação. Me espreguicei tentando despertar meu corpo.
Levantei e fui ao banheiro, escovando os dentes rapidamente. Quando sai do quarto encontrei minha mãe com uma bandeja em cima da cama, sorri indo até ela.
Infelizmente meus dois dias em Forks se passaram extremamente rápidos. Mas fiquei feliz ao ver que aquele lugar não me trazia tantos pesadelos. Apenas recordações incríveis.
Recordações essas que deixavam saudade. Muita saudade.
- Querida eu sinto muito, mas eu realmente preciso ir para essa reunião. – Minha mãe se desculpava novamente.
- Esta tudo bem mãe, obrigada por ter me trazido até o aeroporto, posso me virar sozinha. – Lembrei a ela sorrindo. Ela por fim, sorriu também.
Abraçou-me fortemente, acariciando meus cabelos.
- Eu amo você querida, cuide-se.
- Eu também amo você mãe.
Com um aceno ela se foi. Sentei-me em uma das varias cadeiras disponíveis no saguão do aeroporto.
Mas quando o voo já tinha meia hora de atraso eu decidi ir até a lanchonete que havia no aeroporto.
Peguei meu celular, mandando uma mensagem para Edward avisando que chegaria um pouco mais tarde por conta do atraso do voo.
Era incrível a falta que eu sentia dele... Já havia me acostumado com a presença dele em minha vida.
Guardei o celular novamente e segui em direção a lanchonete, que eu sabia que estava em algum lugar por aqui.
Estava tão distraída olhando o lugar procurando a lanchonete que não percebi alguém andando em minha direção, e terminei esbarrando nela.
Levantei o rosto disposta a pedir desculpa a pessoa, mas ao olhar seu rosto, meus olhos se arregalaram, meu coração se acelerou e me passou um frio pela espinha.
- Jack. – Foi a única coisa que pude dizer olhando os olhos escuros dele.
- Não linda, sou Taylor. – Sorriu divertido.
- Não... Não você é o Jack. – Disse teimosamente irritada e nervosa com a situação.
- Sinto muito, mas não sou esse tal de Jack, mas se aceitar tomar um café comigo podemos nos conhecer melhor. – Piscou o olho, e a única coisa que eu fiz foi assentir, enquanto seguíamos para a cafeteria.
aviso aqui em baixo.
Notas finais
eu sei, voces vão sentir minha falta, quem não sentiria não é mesmo?
Gente, a Ju quase me matou, ela acompanha tudo pelo celular, e viu o que eu disse no outro cap, quase me matou, serio.
Danike gata, tenha paciencia um dia o seu amigo não resiste.agora adeus, vou digitar o cap da outra fic da Ju e postar.
vou sentir falta de voces, serio. então fui.
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