Notas iniciais
hello peoples!
leiam as notas finais ok? curtam o cap.

- Mãe? – A chamei novamente. Ela virou, ficando de costas para mim.

- Sim querida. – sua voz estava um pouco rouca, eu a conhecia suficientemente bem para saber que ela estava tentando prender o choro.

- Porque não sinto minhas pernas? – Perguntei tentando manter a calma. Ela virou-se para mim, seus olhos já cheios de lagrimas.

- Deve ser o efeito da anestesia que ainda não passou. – Ela falou.

- Mãe eu sei que não é isso. Eu... – Minha voz foi cortada por alguns soluços.

- Querida, eu sinto muito, não pode ser evitado.

- Eu vou ficar presa em cima de uma cadeira de rodas pelo resto de minha vida? – Disparei de uma vez. Minha garganta estava se fechando, meus olhos ardiam por conta das inúmeras lagrimas que caiam de deles.

- Querida, tente ao menos pensar no lado positivo...

- Me diz mãe? Me diz qual o lado positivo? Eu ter perdido o homem que eu amava? Eu ter ficado em cima de uma cadeira de rodas? – Eu disparei minha garganta fechando-se.

- Ao menos você esta viva. – Ela disse sua face mostrando seu cansaço.

- Preferia ter morrido. – Virei o rosto deixando que minha lagrimas caíssem de uma vez.

Pov. Edward.

- O garoto infelizmente morreu, e a garota ficou paraplégica. – Meu pai suspirou.

- Que tragédia, imagino como aquela garota deve estar se sentindo. – Eu disse.

- Ela perdeu o namorado e ainda ficou em cima de uma cadeira de rodas. – Meu pai balançou a cabeça, inconformado.

Eu também estava, e não ajudava em nada o fato de meu carro ter vestígios da tragédia.

- E o cara que bateu no meu carro? – Eu perguntei.

- Ele também morreu. Ao que parece ele bateu com a cabeça contra o volante, a pancada foi fatal.

- Eu sinto-me mal, porque para todos agora eu sou o único culpado. – Passei a mão em meus cabelos.

- Mas você sabe que não é. Foi uma fatalidade.

- Pai... Você acha que eu serei julgado? – Perguntei um pouco nervoso.

- Talvez, mas não se preocupe o posto de gasolina com toda certeza tem câmeras de segurança e filmou tudo, seu carro também é prova. – Ele falou.

É verdade, meu carro ficou bem danificado, graças a Deus eu sai ileso de tudo, apenas alguns arranhões no braço.

- Sinceramente não sei com sai do carro andando, o cara me atingiu em cheio. – Balancei a cabeça.

Ao que parece, o motorista estava bêbado, atravessou o sinal vermelho e bateu com tudo no meu carro, o impacto foi tanto que meu volvo deslizou e acabou acertando o garoto e a garota.

- Deus é capaz de tudo meu filho. Mas não se preocupe você não tem culpa de nada, apenas concentre-se em sua faculdade, não terá de pagar pelos erros dos outros. – Ele colocou um braço sobre meu ombro, olhei e seus sábios olhos e assenti.

- Tudo bem, como a mamãe está? – Perguntei mudando de assunto.

- Preocupada, daqui a pouco esta chegando aqui, não adiantou dizer que você estava perfeitamente bem, sabe como ela é. – Ele sorriu meio que de lado.

- Sim, dona Esme é super protetora.

- Mas nem precisava disso, daqui a pouco poderemos ir para casa. Irei assinar alguns prontuários, eu já volto. – Ele saiu do quarto.

Como aquela garota estaria?

Flashback on:

Suspirei olhando a estrada, teria que parar logo para abastecer o carro, se não quisesse que ele morresse a qualquer momento.

Por sorte, eu sabia que a menos de dois quilômetros de onde estava havia um posto de gasolina.

Eu encheria o tanque, pegaria outra via voltaria para casa.

Às vezes era bom sair sem ter um lugar certo, só dirigir e conhecer novos horizontes... Novas pessoas.

Foi rápido, não pude fazer nada para impedir, em uma fração de segundo meu rumo foi alterado.

Em um minuto eu estava prestes a fazer uma curva e entrar no posto de gasolina, em outro meu carro estava sendo atingido na lataria por outro carro, só pude notar o rosto assustado de uma garota.

Flashback off:

Três batidas na porta e em seguida uma enfermeira entro em meu quarto. Entregou-me dois comprimidos em um copo de água.

Após ela sair, levantei-me da maca que eu estava e olhei pela janela do quarto onde eu estava.

Não olhava nenhum ponto especifico, apenas não queria ficar encarando a mesma parede branca por mais tempo.

- Filho? – Me virei ao ouvir a voz de meu pai.

- Podemos ir? – Perguntei.

- Sim, como você não sofreu nada esta liberado, mas teremos que ir ate a delegacia, você terá que prestar depoimento, e eu já chamei nosso advogado, ele deve estar chegando.

- Advogado? Mas pai...

- É apenas para me sentir mais seguro, sei que você não tem culpa de nada, mas é muito bom ter uma pessoa especializada nisso por perto, mal não vai fazer. – Assenti e saímos do quarto, quando fechei a porta fui surpreendido por dois pequenos braços que me rodearam.

- Ah, meu filho fiquei tão preocupada. – Minha mãe chorava com o rosto enterrado em meu peito, afaguei seus cabelos com uma das mãos enquanto a outra segurava sua cintura.

- Esta tudo bem mãe, não há nada com o que se preocupar. – Falei baixinho.

Ficamos alguns minutos assim até que ela se acalmou um pouco, limpei as lagrimas que molhava seu rosto.

- Vamos resolver logo isso, iremos na delegacia, você dará seu depoimento e iremos embora. – Meu pai falou, ele já estava com um braço ao redor da cintura d eminha mãe.

- Pai... – O chamei meu inseguro.

- Sim filho?

- Será que eu poderia ver a garota do acidente? – Perguntei.

- Você quer ver a garota? – Ele perguntou surpreso, a expressão de minha mãe estava do mesmo jeito.

- Sim, talvez falar com ela... – Eu dei de ombros.

-Hum, irei ver se ela pode receber visitas. – Ele disse e partiu em direção a recepção. Fiquei esperando com minha mãe.

- Bom, a recepcionista disse que ela pode sim receber visitas, apesar de tudo ela esta bem, a não ser pelas pernas. – Ele disse quando voltou. Pegamos o elevador, parando no andar onde ela estava.

Bati na porta do quarto.

Uma mulher com expressão cansada abriu a porta.

- Desejam algo? – ela perguntou, parecia fazer força, como se tentasse lembrar de quem nos éramos.

Após explicar tudo, e algumas frases de insegurança dela, que descobri ser mãe da garota que chama-se Isabella.

Meus pais e a mãe de Isabella ficaram do lado de fora, respirei fundo e entrei no quarto.

Notas finais
espero q tenham gostado.
bom, uma das leitoras falou quase o q outra leitora ( só q de destiny) falou, ela disse q os caps tão pequenos, bom sei q mt gente acha isso, e eu faço assim pq prefiro fazer pequeno e postar uns tres na semana, do que fazer grande e postar apenas uma vez.
mas como toda autora de fic, escrevo para vcs,então me digam o q preferem: caps pequenos do jeito q estão postado tres vezes na semana, ou cap maiores postado uma unica vez?
se prefirirem os pequenos, eu trago outro no sabado, se preferirem o grande eu posto na proxima quarta. respondam ok?
e mus leitores fantasminhas vamos aparecer ok? ja tenho 22 lendo.
bjsssss e ate o prox cap.