Welcome To My Life
21 Capítulo 20
Notas iniciais
nellycunha, flor, o Edward ta com muitos pacientes par atender no consultorio, mas vou ver se arruma um tempinho e faz uma visita domiciliar para vc ok? rsrsrsr
espero que gostem do cap.
- E ai cara? – Emm sorriu entrando no apartamento, fechei a porta e fui para perto dele, sentando-me no sofá, ele me olhou, e ficou me analisando por uns segundos. Isso foi estranho.
- O que foi?
- Você ta com um sorriso idiota na cara. – Comentou.
- Hã? – Fiquei sem entender essa.
- Ta com um sorriso idiota na cara, o que aconteceu? – Indagou.
- Nada. – Disse sem olhara para ele, mesmo sendo palhaço Emm e Tânia eram duas pessoas que eu não conseguia enganar, os dois me conheciam bem demais.
- Será que a Tânia vai demorar? – Ele perguntou.
- Sei lá, vai que ela e o Jasper terminaram se empolgando e....
Olhamos um para a cara do outro e fizemos uma careta.
- Eca. – Dissemos juntos.
Realmente, a imagem de Tânia transando com qualquer cara... Porra ela é minha irmãzinha.
- Tem cerveja ai? Ou qualquer coisa alcoólica? Você não precisava me fazer ficar com essa imagem na cabeça. – Reclamou levantando e indo em direção à cozinha.
- Traz uma pra mim. – Eu disse.
Ele logo voltava com quatro latas na mão, colocou na mesa de centro e sentou-se novamente no sofá abrindo sua lata e tomando um gole, fiz a mesma coisa.
- Olha ela ta online. – Ele disse apontando para o notebook já ligado e aberto a nossa frente.
Me inclinei um pouco e cliquei no nome dela, já fazendo a conexão para a webcam.
A bolinha chata começou a girar e logo nó a víamos, sorria acenando para nós.
E foi impossível não reparar que ela estava em uma cama com uma camisa masculina. Eu e Emm nos encaramos e fizemos uma careta novamente.
- Awn é tão bom ver vocês. – Sorriu.
- Sinto falta da sua torta. – Emm disse, ela revirou os olhos e bufou.
- Fico feliz que sinta falta de meus dotes culinários. – Eu ri um pouco.
- Sabe que ele esta brincando Tânia. – Sorri.
- Eu sei, mas alguma novidade? – Emm bufou ao meu lado.
- Pergunte ao Ed, quando cheguei ele atava com o maior sorriso de idiota. – Tânia olhou para mim curiosamente.
— Posso saber o motivo do sorriso idiota Edward? – Perguntou maliciosa.
E antes que eu pudesse evitar, as lembranças vieram em minha mente.
- Acho melhor eu entrar. – Disse com o rosto um pouco corado, mesmo não querendo, eu sai do carro, indo até o porta malas e pegando sua cadeira, me dedicaria ao caso de Bella como o de nenhum outro, faria ela voltar a andar.
Coloquei a cadeira perto da porta, que ela já havia aberto, esticou os braços sorrindo, balancei a cabeça e a peguei colocando-a com cuidado na cadeira, fechei a porta do carro, e comecei a empurrar a cadeira em direção a entrada da casa dela.
Ela pegou a chave dentro da bolsa e abriu a porta. Entrei ainda empurrando a cadeira.
Girei ao redor dela, parando a sua frente.
- O dia foi ótimo. – eu disse sorrindo, alias eu havia sorrido muito nesse dia com ela.
- Sim, foi... Perfeito. – Corou um pouco.
- Vai me deixar repetir esse dia? – Perguntei.
- Claro. – Sorriu.
- Então acho que já vou.
- Não quer ficar? Quer dizer, ficar para jantar? – Mordeu o lábio inferior.
- Eu gostaria, mas não posso, tenho um “compromisso” – Ri um pouco, coçando a cabeça. Ela assentiu.
- Hum... Ok, então ate amanhã. – Inclinei-me colando meus lábios nos dela.
- Até amanhã. Boa noite.
Ela acenou e eu sai de sua casa. Esse dia foi estranho, mas ao mesmo tempo tão incrível.
- Edward! Edward!
- O que foi? – Perguntei olhando para a tela do notebook.
- Você tava sorrindo, parecia que nem tava escutando a gente. – Ela sorriu.
- Eu.. Hum, tava pensando numa coisa.
- Podemos saber em quê? – Emm moveu as sobrancelhas.
- Ou em quem? – Tânia sorriu maliciosa.
- Ah qual é gente. Reclamei.
- Só diz o nome, já ta na cara que você esta apaixonado. – Tânia disse.
Pensei em Bella, no modo delicado como ela corava, como ela ficava ainda mais linda quando sorria, os olhos sempre demonstrando o que sentia...
Balancei a cabeça. Apaixonado? Eu?
Mas eu tinha a necessidade de contar o que estava acontecendo, e ninguém seria melhor do que meus amigos.
- Primeiro eu não estou apaixonado. – Deixei claro, para que quando eu contasse, ele não começassem a imaginar coisas. – Segundo, eu estava pensando na Bella. – Eu disse.
Emm fez uma cara pensativa e Tânia também.
- Bella? Eu não lembro de nenhuma Bella. – Emm disse.
- Isabela. – Corrigi dando de ombros.
- Só lembro de uma Isabela, aquela da faculdade que usava aparelho e...
- Não é essa.
- Lembro de uma, mas acho que não é ela. – Tânia disse.
- Quem? – Instiguei ela a continuar.
- Aquela do acidente, a três anos... – Deixou a frase no ar, não disse nada, apenas continuei a olhar para a tela do notebook.
- É ela? – Assenti.
Pov Bella.
- Querida? – Minha respiração ofegou ao reconhecer o tom maternal com que a palavra foi dita.
- Mãe. – Suspirei ao sentir seus braços me abraçarem como podiam
Não acreditava que ela estava aqui, respirei seu cheiro e acariciei seus cabelos, sentia meus olhos marejados, eu sentia tanta falta dela.
- Oh, querida. Sinto sua falta em casa. – Se afastou e vi seus olhos cheios de lagrimas.
- Também sinto sua falta, mãe. – Acariciei seu rosto.
- Seu pai queria vir, mas estava com muito trabalho, mas ainda esse mês ele vem visitar você. – Ela disse, respondendo uma pergunta silenciosa.
- Sinto muita falta de vocês.
- Mas pelo que vi, você encontrou um modo de se distrair. – Sorriu. Ela puxou minha cadeira, e sentou-se no sofá, eu fiquei de frente para ela.
- Mãe...
- Filha, me conta, pelo que eu vi ele é lindo. – Disse empolgada, as vezes minha mãe parecia uma adolescente.
- É só um... Conhecido. – Defendi, sabendo que não era apenas isso.
- Não sabia que você sais beijando desconhecidos por ai. – Disse olhando as unhas, como se tivesse acabado de falar algo comum, como comentar sobre meus cabelos.
- Você... Você estava me espiando?
- Não, só que eu escutei o som de um carro estacionando, e fiquei vendo, ai não quis atrapalhar vocês. – Defendeu-se.
- Hum... Onde estão Leah e Sue? – Perguntei querendo mudar o rumo que a conversa tomava.
- Dei folga, elas foram para a casa delas, ficarei com você até o domingo. – Sorriu.
- Que bom. – Sorri realmente feliz.
- Agora sem enrolar mocinha.
- Mãe, não esta rolando nada.
- Nada? – Perguntou descrente.
- Nada. Lembra do acidente três anos atrás?
- Claro.
- Ele é Edward Cullen. – Ela pareceu pensar um pouco e depois seu rosto iluminou.
- Sei, e?
- E, que eu não vou ter nada com ele.
- Filha, eu não sou boba, e também sou sua mãe, não vou negar que pra você é estranho isso estar acontecendo, mas dê uma chance a você mesma, se for com ele ou na, dê uma chance para você ser feliz, você merece isso.
- Mãe...
- Vamos tomar um banho? Depois preparo o jantar. – Assenti enquanto ela guiava a cadeira pelo corredor.
{...}
Eu tinha a certeza que tudo ali era um sonho, mas parte de mim estava encantada demais com a beleza do lugar.
Haviam muitas flores, de todas as cores e tamanhos.
- Bells. – Ouvi uma voz atrás de mim. Virei-me no mesmo instante, vendo o homem alto e moreno a minha frente, sorri para ele.
- Jack. – Dei um passo em sua direção, mas parei quando ele ergueu a mão.
- Você esqueceu que não pode me tocar Bells? – O sorriso que eu amava estava presente sem eu rosto.
- Só queria matar a saudade. – Sussurrei.
- Sinto muito Bells, mas não pode. Só queria te dizer uma coisa, e te perguntar duas.
- Fale.
- Você esta no caminho certo Bells, você é apenas teimosa e não aceita. – Ele disse seriamente.
- Não aceito o quê?
- A realidade, o destino.
- Mas...
- Você esta feliz Bells? – Me interrompeu.
Pensei por um momento. Eu estava na faculdade, tinha pessoas legais ao meu lado, tinha Edward...
- Sim, estou feliz. – Admiti, ele assentiu parecendo satisfeito.
- Você gosta da realidade? Ou prefere a imaginação? – Virou um pouco o rosto, segui seu olhar vendo alguém, era um homem, e ele estava de costa.
Parecia que ele se aproximava, mas ele nem sequer se movia, mas a cada segundo era mais fácil ver as feições e reconhecer a pessoa.
- O que...
- Você não respondeu a pergunta, você prefere a realidade, ou a imaginação? – Agora parecia que eu estava entre os dois homens, Jack não sei como havia se afastado alguns metros de mim.
Os dois me encaravam, um par de olhos pretos, e outro par de olhos verdes.
Dei uma passo em direção a um deles, e sabia que era a escolha correta.
Notas finais
bjssssssssssss e até o proximo.
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