Welcome To Miami

1 Welcome To Miami.


Horatio Caine abriu o arquivo de seu novo inimigo declarado. Estaban navarro saiu da cadeia e voltou a matar livremente. A técnica presa e investigada do seu laboratório comprometeu tudo.

A equipe havia sido absolvida de culpa, mas Calleigh decidiu se afastar em definitivo da equipe. Ele precisava de alguém que ajudasse a decodificar um laptop. Foi aí que ele a encontrou.

Horatio fez o pedido para que Penelope Garcia viesse ajudar durante as férias. Ele pagaria um lugar para ela ficar durante o tempo. Ele vibrou internamente quando o pedido foi aceito.

Penelope estava em casa quando recebeu o email de convocação. O caso ainda estava ativo e ela precisava de férias, mas era algo urgente. Um serial Killer em Miami. Ela poderia aproveitar e ir para a praia depois.

Colocando alguns vestidos de verão, ela fechou a mala e partiu. Uma passagem de avião já a esperava no aeroporto e ela embarcou. Penelope Garcia estava indo para Miami e ela não sabia, mas teria sua vida mudada para sempre.

— Eric! – Horatio chamou o amigo. – Preciso que vá ao aeroporto.

— Por que? – Eric estava ainda chateado com a partida de Calleigh. – Alguém está chegando?

— Sim. – Horatio deu a pasta. – O nome dela é Penelope Garcia. O FBI a liberou para nos ajudar no caso navarro.

— Certo. – Eric respondeu. – Quando ela chega?

— Em quarenta minutos. – Horatio nem olhou no relogio. – Essa garota ela é diferente de todas as que já tivemos. Ela é uma ex hacker. Seu nome de guerra era Black Queen.

— Uau. – Eric disse. – Vou encontrar alguém de cabelos pretos e roupas góticas?

— Na verdade. – Horatio deu uma foto. – Essa é Penelope.

Eric olhou para a foto e seus lábios abriram em um sorriso. Era uma garota toda cheia de curvas magnificas e que ele adoraria memorizar.

— Acho que vocês vão se dar bem. – Horatio percebeu. – Ela está chegando Eric.

— Hã? – Eric parecia em outro mundo. – É claro. Eu já estou indo.

— Oh. E Eric? – Horatio o chamou. – Espere para sair com ela depois que o caso acabar.

Eric sorriu e foi para o aeroporto em busca da garota. Foram trinta minutos e ele a viu no portão.

Ela não estava com o vestido da foto, mas o que ela usava era divino para o verão de Miami. Curto, com alguns babados na barra dele e xadrez. Deus, ela era gostosa demais.

— Agente Garcia? – Eric a chamou. – Eric Delko. Policia de Miami.

— Oi. – Ela sorriu para ele. – Penelope Garcia. Pode me chamar de Penelope.

— Encantado. – Eric beijou a mão dela. – Me chame de Eric.

— Bonito nome. – Ela sorriu ainda mais. – Faz calor aqui, né?

Eric estava distraído com o sorriso dela. Por tantas razões, Eric não queria mais ficar longe dela. Nunca mais. Ele queria sentir o corpo dela perto do dele e fazer amor com ela.

— Eric? – Ela o chamou de novo. – Você está bem?

— Oh, claro. – Eric se desculpou. – Eu vou te levar até o carro agora.

Ele a acompanhou de uma distancia segura, mirando cada um que poderia fazer mal a ela enquanto olhava o balanço dos quadris dela. Eric abriu a porta para ela e a acomodou, fechando também no processo.

Penelope deu uma risadinha. Apesar de ser curvilínea haviam alguns homens que se matariam por ela. Derek, Reid e agora Eric também. Não que ela contasse. Reid mataria qualquer um que a tocasse de forma diferente. Era mais como um amigo ou irmão.

Eric se concentrava na estrada porque se ele se concentrasse na bela loira ao seu lado, com certeza haveria um acidente.

— Eu estou feliz pelo Tenente Caine pedir minha ajuda. – Penelope falou. – Trouxe alguns trajes de banho para usar na praia quando isso acabar.

Eric apenas engoliu em seco. Imagens de Penelope em um traje de banho batiam em sua mente e uma gota de suor desceu pelo pescoço dele.

— Eu também quero dar um mergulho na piscina do hotel. – Garcia continuou. – Tomar sol e tomar algum drink santo na beira da piscina.

Eric apertou as mãos no volante. Ele orou para que ela parasse de lhe dar fantasias no transito.

— Eu a-acho que você ficaria muito bem no sol. – Eric disse. – Ainda mais de roupa de banho. Quero dizer. – Ele tentou corrigir. – Sabe, aqueles maios de bolinha dos anos 50.

— Eu não uso maio, menino. – Ela tocou o braço dele. – Eu uso algo mais escandaloso.

Felizmente, Eric foi salvo de falar porque eles chegaram a sede do CSI. Mais uma vez ele abriu a porta e a ajudou a sair do lugar.

Ele a conduziu para o andar onde eles estavam. Horatio sorriu ao ver Penelope.

— Eu senti sua falta, Pen. – Horatio a abraçou. – Quanto tempo? Quatro anos?

— Em minha defesa eu tinha psicopatas para caçar. – Pen sorriu. – Eu soube o que aconteceu com Marisol. Eu fico feliz que ele esteja morto.

— Isso não torna tudo fácil. – Horatio falou. – Você já conhece o Eric então que tal conhecer a equipe inteira?

— Estou pronta. – Pen deixou a bolsa. – Me guie por esse maravilhoso lugar.

Horatio mostrou primeiro a parte menos legal do prédio e depois a levou direto para onde os outros estavam reunidos.

— Penelope. – Horatio a chamou. – CSI Ryan wolfe, CSI Natalia Boa vista e CSI Walter Simmons.

— Prazer. – Penelope acenou para eles timidamente. – É um lugar moderno e legal.

— É mesmo. – Horatio concordou. – Gente, essa é a incrível analista técnica Penelope Garcia. Ela trabalha para a BAU.

— Muito prazer. – Walter beijou a mão dela. – Já ouvi falar sobre você. É uma lenda na internet.

— Vou tomar como um elogio. – Penelope riu. – Você é muito querido.

— Obrigado. – Walter corou um pouco. – Você é uma lenda porque se juntou ao FBI passando do mal para o bem.

— Eu tive várias escolhas. – Pen sorriu. – Oi. Sou Penelope. – Ela estendeu a mão para Ryan.

— Wolfe. Ryan. – Ele se confundiu. – Ryan wolfe. Muito prazer.

— Natalia. – Boa Vista se apresentou. – Trabalhei para o FBI tempos atrás. Você era uma lenda na unidade.

— Parece ser algo constante. – Pen brincou. – Bom, eu quero ver o laptop. Foram quase 200 unsubs que eu coloquei atrás das grades e quero colocar outro.

Horatio a levou para o lugar, enquanto os outros apenas podiam ficar olhando. Era a determinação para esse trabalho acontecer. Um homem da corregedoria documentava todos os processos e passos de Penelope.

— Aha! – Penelope exclamou. – Eis a prova que vai mandar ele direto para a cadeia. O GPS do novo telefone aponta que ele esteve nos cinco últimos locais de crime.

— Poderia explicar para o vídeo como conseguiu acessar o GPS? – O homem estava feliz.

— Claro. – Penelope ficou séria e olhou para a câmera. – Entrei em contato com a operadora de telefonia e pedi para uma colaboração sobre um possível crime contra pessoa. Expliquei a eles que fornecer esses dados seria bom para eles também pois assim a culpa deles seria apenas vender um telefone para um assassino. Eles me deram a localização do chip SIM e o nome do comprador.

Todos estavam felizes. Com essa prova, Esteban finalmente seria preso e talvez condenado a morte.

O julgamento foi no dia seguinte. Penelope depôs explicando passo a passo cada detalhe de como o Sr Navarro era culpado e no final, ele finalmente não aguentou mais e gritou para quem quisesse ouvir que ele tinha tentando apenas limpar a cidade dos lixos que eram as prostitutas.

Penelope foi um trunfo para a equipe CSI. Não só Esteban foi preso como a equipe ganhou credibilidade outra vez. Cada um dos que acusaram a equipe foi desmentido e Penelope recebeu parabéns de todos.

Já era final da noite quando Eric levou Penelope para um Drink em Miami Shore.

Oferecendo algo livre de álcool eles conversaram sobre tudo menos trabalho. No final da noite, Eric a acompanhou até o quarto e foi lá que eles fizeram amor pela primeira vez.

Penelope passou o resto das férias com Eric em Miami, desfrutando de seu novo namorado. Ela não havia contado para Derek ou Hotch quando precisou voltar para Washington.

Eric tomou uma decisão sobre o que fazer.

Por mais que ele amasse seu trabalho, agora a bela loira era a ultima coisa que ele queria perder. Ele deixou o trabalho no CSI e se mudou com Penelope. Eles continuaram namorando em segredo.

Era quente e avassalador. Se ela pudesse pedir algo era que tudo fosse exatamente como agora. Em algum momento ela ira ter que contar sobre Eric e ela esperava que demorasse ainda mais.

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