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1 Capítulo 1 - Inevitável?!
Notas iniciais
Conheçam meus amores, frutos da minha imaginação: Rebecca, Emily, Thomas, Jeremy e Melissa. Futuramente outros também. Por enquanto, vou apresentá-los a esses fofos, amáveis e odiáveis as vezes.
Se alguém se identificar em algum personagem pode amar a vontade, se não se identificar, procurem amar e compreender apenas. Beijos e boa leitura.
Eu sei que é chato dizer, mas essa é minha primeira fic kkk.
Exceto se você é uma pessoa masoquista, você não gosta de sentir dor. E, bom, quase ninguém gosta de verdade da dor. Por isso fazem o que fazem em busca do prazer, mesmo que esse prazer seja algo momentâneo.
Rebecca tinha passado os últimos sete anos de sua vida tentando cicatrizar as feridas que seu último relacionamento a tinha infringido. Se é que alguém poderia chamar aquilo de cicatrizar. A verdade era que ela nunca havia se livrado das lembranças de seu ex-namorado, como uma forma de mantê-lo vivo em seu coração. Continuava alimentando seu amor por fotografia, amor esse que havia sido plantado por ele e que ela fazia questão de levar adiante. Nunca havia se desfeito da poltrona de couro velha e surrada que Jeremy tanto amava passar o seu tempo. Também não deixava ninguém usá-la, como um símbolo de que ela mesma estaria esperando pelo dia em que ele retornaria para ocupar o lugar que nunca havia deixado de ser dele. A poltrona era uma metáfora perfeita para a vida de Rebecca.
Era loucura imaginar que alguém poderia perder tanto tempo na sua vida regando um amor que não tinha mais vida. Não, Jeremy não estava morto, porém Rebecca tinha plena consciência de que a história dos dois estava morta e enterrada para o garoto. Além de que, consolava-lhe o fato de que não havia deixado de viver esses anos todos por conta desse amor. Claro que ela havia aproveitado a vida. Claro que sim, não era tão idiota a esse ponto e também seus amigos, Thomas e Melissa, não a deixariam definhar em um quarto escuro como tinha sido a sua vontade durante os primeiros meses. Embora a maioria das pessoas não aceitasse chamar aquilo de vida. Aquilo era existir, não era viver. Preste atenção na sutil diferença entre as duas coisas.
Rebecca encarava as estrelas artificiais que brilhavam fraquinhas no teto de seu quarto devido à luz da manhã que entrava pelas janelas, enquanto decidia se atendia ou não ao celular que tocava na cômoda ao lado de sua cama. Aquelas estrelas tinha sido ideia de Thomas, que dizia que serviriam para clarear até as noites mais escuras de sua melhor amiga. Ele era um fofo e aquele pensamento fez Rebecca sorrir e esquecer que aquele dia havia começado da pior maneira possível pra ela.
- Alô?! – Ela atendeu no último instante, com a voz ainda embargada pelo sono de uma noite mal dormida.
- Bom dia, Bela adormecida. Está lembrada do que temos pra hoje? – a voz de Thomas soava animada do outro lado da linha e fez com que Rebecca revirasse os olhos.
- Você é a única pessoa que eu conheço do mundo que acorda a ESSA hora da manhã com ESSA animação toda, Thom. – a mulher respondeu com um falso tom de indignação em sua voz. Das poucas coisas que a deixavam genuinamente feliz, Thomas era uma delas. O amigo sempre esteve ao seu lado.
- O que? Você sabe que horas é, mocinha? ESSA hora da manhã é onze horas da manhã. – Thomas imitou a ênfase que a amiga havia dado na palavra essa e começou a rir quando a ouviu xingar em protesto. – Eu sei que combinamos de fazer essas fotos para a festa só no final da tarde, mas hoje cedo recebi uma ligação da minha querida irmã me contando de certo acontecimento ai na casa que me deixou um pouco preocupado. E, como um ótimo melhor amigo que eu sou, resolvi que vamos sair pra fazer uma coisa diferente antes das fotos e que eu prometo que você vai gostar.
A voz de Thomas havia mudado para um tom sério e com uma dose de preocupação que ele tentou disfarçar sem muito sucesso.
- Melissa... – reclamou Rebecca sabendo que a amiga e companheira de apartamento havia relatado o seu pequeno episódio de mais cedo. Como poderia ter se iludido imaginando que ela não tinha escutado os seus gritos mal abafados no travesseiro? Aquela criatura tinha o sono mais leve do mundo ou pelo menos tinha adquirido essa habilidade nos últimos anos. – Ai, Thom... Eu to bem. Sério, não foi nada. Eu juro.
- Ok, Becs. Se importa se eu quiser conferir?! – assim que ele terminou de falar o som da campainha preencheu o apartamento.
- Eu não acredito que você tá ai fora... – Rebecca bufou enquanto levantava chutando o lençol na tentativa de livrar suas pernas daquele emaranhado e foi se arrastando até a porta. Abriu sem nem olhar no olho mágico e deu um sorriso amarelo para o moreno parado a sua frente.
Thomas empurrou carinhosamente o corpo da amiga para conseguir entrar e logo fechou a porta atrás de si enquanto Rebecca já esperava pelo sermão que viria quase tão certo quanto o calor do sol.
Mas pra sua surpresa o garoto apenas deu uma tapa de leve em seu quadril e mandou que ela fosse tomar um banho para que os dois pudessem sair. Rebecca sorriu com o jeito de Thomas — por mais amigos que os dois fossem o rapaz sempre ficava sem jeito na hora de dar-lhe uma tapinha no traseiro e sempre optava por desferi-lo um pouco mais acima — e correu para o chuveiro esquecendo por hora das explicações que teria que dar sobre o que havia acontecido naquela madrugada.
--x--
Thomas e Rebecca estavam sentados um de frente para o outro em um restaurante de comida Italiana que o moreno havia escolhido para o almoço por ser o tipo de comida que sua amiga mais amava. Ambos estavam se encarando, um tentando decifrar o olhar do outro, sem trocar nenhuma palavra enquanto o garçom colocava os pratos e os servia.
- Tudo bem, eu sei que você está se segurando para falar alguma coisa. Pode dizer... – Rebecca murmurou assim que percebeu que o garçom já estava longe e que os dois tinham privacidade suficiente para conversar qualquer assunto.
- Não... Não vou dizer nada. Se quiser e tiver alguma coisa pra me contar eu estou aqui pra ouvir. – O moreno respondeu com o olhar sério, mas logo depois deu um sorriso leve tentando tranquilizar o clima e a amiga. Por mais que no fundo quisesse muito falar alguma coisa, ele se segurou como pôde.
Thomas enrolou o macarrão no garfo com calma enquanto fitava a própria comida antes de levá-la à boca. Aquilo deixava Rebecca nervosa. Por que ele não tinha simplesmente falado todas as verdades que ela precisava escutar? Assim a amiga poderia ter gritado com ele sem se sentir culpada e de alguma maneira teria conseguido se convencer de que era o garoto quem estava errado. Que ele não tinha o direito de julgá-la assim, que por mais que tivesse vivido todo aquele passado doloroso com ela ele nunca entenderia completamente o que se passava dentro dela. Mas não, Thomas estava calado esperando que ela despejasse tudo o que ela sabia que tinha para falar.
- Thom... Foi horrível. Eu tive aquele sonho de novo... – Rebecca pausou e respirou fundo buscando o ar e a coragem para continuar. – Dessa vez foi tão claro, tão claro quanto na primeira vez. Foi como se eu estivesse vivendo aquilo tudo de novo.
Rebecca passou os dedos pelos fios negros e puxou com uma força exagerada, como que pra se punir por estar sentindo aquilo. Thomas permaneceu calado dando espaço para que ela continuasse.
- Era frio, era desesperador... Eu... Eu. Aquele olhar dele pra mim. Eu senti a presença dele e gostei no começo. Você sabe o que acontece depois... Tantas outras vezes eu tive esse mesmo sonho. E tantas outras vezes você e a Mel estiveram ao meu lado. – Rebecca pausou e voltou a olhar para cima, procurando os olhos castanhos esverdeados do amigo, tomando fôlego novamente – O estranho, Thom, foi que dessa vez eu não consegui chorar. Nenhuma gota sequer de lágrima. Eu queria chorar, queria secar até a última gota que eu senti presa aqui dentro de mim. Mas eu não conseguia, só conseguia gritar e pensar que eu queria buscar o prazer. Um prazer que fosse maior do que essa dor que eu sinto. Eu quero ser feliz, mas eu não consigo. Não consigo parar com esses pequenos prazeres que são só medidas paliativas que eu encontrei pra diminuir a dor.
- Você tem medo de amar de novo? – Thomas perguntou a última coisa que Rebecca esperava ouvir do amigo naquela hora. Definitivamente ele estava surpreendendo-a com aquelas reações novas. Rebecca sabia que Thomas não concordava que o que ela sentia e sentiu por Jeremy fosse amor. Pra ele amor não era aquilo. Mas parecia que o rapaz não queria mais discutir com ela sobre aquilo.
- Eu não consigo amar de novo, Thom... – Ela respondeu simplesmente e voltou sua atenção à comida em seu prato. Sem derramar nenhuma lágrima. Outra vez.
Os dois não falaram mais sobre aquele assunto durante todo o resto do almoço. Na cabeça de Thomas era inconcebível o que a amiga havia dito. Ele realmente não conseguia chamar a relação que ela teve com seu antigo melhor amigo de amor. Aquilo era doença, paixão, excitação, mas não era amor. Realmente havia desistido de fazer a amiga perceber daquela forma e não iria mais discutir com ela daquele jeito, afinal, se em sete anos não tinha surtido efeito, não seria agora que isso aconteceria. Não assim. Por isso resolveu focar a conversa em coisas leves e cotidianas na tentativa de fazer com que Rebecca se esquecesse do dia ruim que estava tendo.
Conversaram sobre a festa que teriam em uma semana e que Thomas iria tocar. Thomas tagarelou sobre sua felicidade em poder tocar violino para tanta gente e junto com a maravilhosa Lindsey Stirling, que pra ele era uma das violinistas mais incríveis da atualidade. Rebecca estava genuinamente feliz com a alegria do amigo e até conseguiu se animar para o evento, que seria uma festa temática sobre a cultura Celta.
- E então, vamos ou não vamos bater essas fotos? – perguntou Rebecca antes de acenar para o garçom pedindo a conta. – E olha... Posso até fazer a edição para o cartaz. Que tal? Estou precisando de uma distração saudável, certo? E tá tudo meio em cima da hora pra você fazer, que é bem mais ocupado do que eu.
- Agradeço a oferta, senhorita. – Thomas falou na hora em que se levantava para roubar a conta que o garçom havia entregado para a amiga. – Eu convidei, eu pago. E não está aberto a discussões. – Disse assim que percebeu que Rebecca iria protestar. – E, sim, adoraria ter suas fotos e sua edição. Sem dúvidas ficará tudo perfeito.
O moreno entregou uma quantia suficiente para pagar o almoço e ainda deixar algum dinheiro para o garçom que os havia atendido. Estendeu a mão para Rebecca e sorriu quando ela pegou mesmo tendo revirado os olhos antes.
- Venha, quero te levar para um lugar antes das fotos.
--x--
Thomas estacionou seu Ford Cortina MK3 vermelho em frente à biblioteca central de Londres. Uma das coisas que ele e sua amiga mais tinham em comum era sua paixão pelo clássico. Como exemplo do carro do moreno, que era uma versão bastante conservada da década de 80, e do amor pelo ambiente que as bibliotecas e os bons livros tinham a oferecer.
Não eram exatamente os estereótipos de pessoas cultas e nem gostavam de serem definidos por algum estilo especifico. Amavam ler, amavam festas, amavam música e arte em geral, mas, ao mesmo tempo em que poderiam ser reconhecidos como pessoas centradas, ambos conseguiam ser extremamente “baderneiros” quando o assunto era uma boa festa, bebidas e amasso.
Rebecca e Thomas se dividiram entre as sessões da biblioteca, combinando de se encontrarem ali no hall principal somente depois que cada um encontrasse pelo menos uma coisa interessante para levar e “presentear” o outro. O moreno logo foi em busca da sessão de áudios enquanto a amiga se dirigia para a prateleira onde se podia encontrar desde livros da Jane Austen até os de James Joyce.
A mulher estava imersa em uma dimensão paralela enquanto procurava algo que na sua cabeça fosse agradar o amigo. Aquilo era um bom exercício de distração para a sua mente atordoada e a deixava feliz saber o quanto o amigo se importava e a compreendia. Queria mostrar que também o conhecia bem, mas não queria dar nada que já soubesse que ele gostasse. Rebecca queria escolher algo que ele pudesse passar a apreciar, então, ela resolveu escolher algo que figurasse em sua lista do top cinco melhores livros da vida. E, como não poderia ser diferente, até um pouco clichê, escolheu “Orgulho e Preconceito”.
Quando puxou o livro da estante os olhos âmbar de Rebecca focalizaram em uma cabeleira ruiva, que parecia natural, de fios finos, lisos e de um comprimento que ia até a altura do queixo da menina sentada do outro lado da sessão. A ruiva tinha sua cabeça baixa e por isso os cabelos da franja caiam desajeitados por seus olhos indo até um pouco acima do lábio superior. Um lábio que, para Rebecca, parecia ser bem macio, só por sua cor naturalmente rosada.
Rebecca estranhou a atenção que seus olhos deram a menina e franziu o cenho incomodada com aquela constatação. Logo voltando a observar o livro em suas mãos. Ficou olhando para o livro sem realmente ver alguma coisa. Sua mente se perguntando o motivo de não ter se movido ainda e ido encontrar com Thomas onde havia sido combinado, já que já tinha achado o que procurava.
Confusa ela deu outra olhada para o lugar onde tinha visto a menina e percebeu a contragosto que não queria desviar o olhar daquele rosto tão delicado e tão doce que não parecia ter nem 18 anos. Soltou uma risada que saiu meio estranha pela sua garganta se perguntando se isso faria dela uma maníaca pedófila por estar encarando uma garota que parecia ser, pelo menos, oito anos mais nova do que ela. Não! Não a estava olhando daquele jeito. Não existia malícia... Só estava achando a menor um tanto quanto fofa.
No momento em que Rebecca já estava se decidindo por ir embora, percebeu uma lágrima escorregando pelo rosto da ruivinha. Aquilo de alguma maneira fez seu coração apertar e sentiu a garganta se fechando com a agonia e o sentimento de que tinha uma bola de gude presa ali. E quando se deu conta de seus atos já estava sentada na mesinha de frente para a menina e com sua mão sobre a dela, apertando-a de leve, tentando passar alguma espécie de conforto.
O que diabos ela estava fazendo ali? E que merda tinha dado na sua cabeça para abordar uma estranha daquele jeito em plena Londres? Onde as pessoas são mais frias do que a neve que cai ali durante o inverno? E que — -
Rebecca perdeu a linha de seus pensamentos no momento em que, tomada pelo susto do toque inesperado, o rosto da ruivinha se levantou e seus olhos prenderam-se nos dela. PUTA QUE PARIU. Foi tudo o que Rebecca conseguiu pensar no início. E não conseguiu pensar em um motivo aceitável para continuar encarando a menina por um tempo que pareceu uma eternidade, nem conseguiu encontrar algum motivo que explicasse o porquê de a outra também não ter desviado o olhar. Aquele olhar azul da cor do céu no início de uma noite de outono, aquele olhar expressivo e desconcertante que ela só lembrava-se de ter visto uma vez na vida. Em outra pessoa.
A ruiva abaixou o olhar e fitou a mão da mulher, que estava em cima da sua. Sentiu um calor estranho e bem vindo com o contato. Então alguém tinha finalmente parado para se importar com ela? Não, provavelmente não. Ela não queria se permitir acreditar naquilo, não deixaria seu coração bobo se enganar de novo, principalmente porque a mulher de cabelos negros ainda estava parada como uma estatua sem dar nenhum sinal de que o motivo de estar ali era uma real preocupação com ela.
-Err... Hmm. Oi? – a ruiva tentou chamar a atenção da morena e suas bochechas coraram quando os olhos âmbar da outra ganharam vida novamente. Ela abaixou a cabeça e mexeu na franja tentando disfarçar o constrangimento enquanto outra lágrima teimava em descer pelo seu rosto.
Rebecca saiu da hipnose em que havia entrado ao ouvir a voz da menina, tão doce quanto o seu rosto. E percebeu o movimento da menina entendendo aquilo como um desconforto, afinal, aquilo era Londres não era? E estranhos não fazem isso. Estranhos são apenas estranhos. Lembrou que estava com a mão sobre a da menina e a retirou pensando ser esse o motivo do desconforto da outra.
- Me desculpe... – sussurrou enquanto virava para se levantar e não chegou a ver a expressão de decepção que cruzou o rosto da menor. Porém não chegou a deixar o contato com a cadeira e virou novamente para a ruiva tomando coragem para dizer alguma coisa na tentativa de fazê-la parar de chorar. – Eu não devia dizer isso, mas você fica muito bonita chorando.
A ruivinha do olho azul ficou sem entender, mas seus lábios se esticaram em um meio sorriso sem ela nem saber por quê. Então a outra havia achado que ela era bonita?
Mas que merda?! De onde tinha vindo isso? Rebecca voltou a reclamar interiormente de como aquela menina havia a deixado sem jeito e imaginou que fosse pelo fato daqueles olhos azuis serem tão parecidos com os de Jeremy. Provavelmente fosse isso mesmo. Por que outro motivo uma garota a deixaria desconcertada?
- Quer dizer... Eu não devia dizer isso também, mas você fica ainda mais bonita quando sorri. – Rebecca disse em um tom quase inaudível e já ia reclamar novamente do fato de não conseguir controlar a própria fala, quando viu o sorriso da menina ruiva crescer e ela simplesmente não conseguiu processar mais nada além de que ela realmente ficava muito mais bonita ainda quando sorria.
- Obrigada... Eu acho. – a menina passou as duas mãos pelo rosto e secou as lágrimas.
- Ai está você, Rebecca. – O som da voz masculina tão conhecida por Rebecca tirou as duas do universo paralelo em que se encontravam. Thomas parou de frente para a sua amiga e ficou alternando o olhar entre ela e a outra. – Está na hora ou vamos perder o horário ideal para as fotos. Se soubesse que ia demorar tanto teria deixado pra trazer você aqui só depois.
Thomas riu brincalhão e estendeu a mão para Rebecca sem deixar de notar que ela ainda olhava vez ou outra para a menina sentada a mesa com ela.
- Você quer vir com a gente...? – O moreno perguntou chamando a atenção das duas.
- Emily. Meu nome é Emily. – A menina sorriu e olhou rapidamente para a menina dos cabelos negros que havia descoberto o nome: Rebecca.
E então aqueles dois estranhos realmente estavam dispostos a fazer companhia a ela? Emily não conseguiu conter o sorriso e nem impedir que seu bobo coração desse um pulo lembrando que Rebecca achava o seu sorriso bonito. “Ela poderia sorrir mais vezes então”, foi o pensamento estranho que a ocorreu.
Notas finais
Quem não quiser pode mandar uma mensagem privada. Mas mandem. É realmente importante ter a opinião de vocês.
Obrigada. Cheiro pra vocês.
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