Notas iniciais
Eba! Meus pais vão me deixar entrar o tanto que eu estudar! :D
Voltando com a minha fanficion ♥

POV's Harry ~

Acordei no outro dia, com a pior sensação do mundo: Eu fiz mal pra uma pessoa que eu sabia que era inocente, e mais, ela é minha pequena, e eu a amo muito.

Levantei e fui até a cozinha. Preparei algumas torradas, e fiz um suco. Quando estava indo levar as coisas na mesa, me surpreendi.

– Ah! Desculpa, não sabia que você estava aqui — Isabelle disse tampando os olhos, e sorrindo — ainda mais... Só de cueca! — Rimos.

– Desculpa — Falei deixando as coisas sobre o balcão — Me desculpa, por ontem, meu amor, eu sei que você e muito menos o Zayn fariam uma coisa dessas. Desculpa não confiar, em você, eu te amo, e... — A essa altura eu já estava chorando, quando ela me abraçou.

– Ei amor, não precisa implorar, eu te amo, e esperei tantos anos pra te ter comigo... Não ia acabar com esse sonho por causa de uma coisa tão boba!


Ela colocou a mão no meu pescoço, quando eu vi uma coisa terrivel, totalmente terrivel!


– O que é isso, Isabelle? — Falei segurando o braço dela.

– Nada, Harry...

– Sei, me fala, você fez isso por mim? Tem outros motivos, me fala, confia em mim!?

– É que... — Falei passando a mão eu seu rosto. Uma lágrima escorreu — toda vez... que eu tô bem, tô feliz... alguém me magoa. E eu não sei, faz muito tempo que eu me corto, já tentei parar, mas não dá. Eu preciso de ajuda, mas ninguém nunca se ofereceu com o coração pra me salvar. Por favor, Harry, me tira desse vicío! — Ela falou apertando minha mão.

– Vou te ajudar, meu amor. Só quero te ver bem... — A abraçei — Agora, vai tomar um banho... Vamos tomar café no Starbucks aqui de perto!


Ela foi pro quarto, trancou a porta. Ok... Peguei meu celular e liguei pra "Clínica Ramos" uma clínica de psicologia que eu e os meninos vamos quase todo mês.

– Clínica Ramos, bom dia! — Uma moça disse.

– Oi... Eu gostaria de marcar um, horário, se possivel com a dra. Sophia... Pra hoje, você tem horário?

– Sim, tenho pra hoje ao meio-dia, pode ser? — Respondeu.

– Ok. Marca, para... é... Isabelle Pereira.

– Anotado.


Desliguei o telefone, e fui tomar banho.


POV's Isa ~

Entrei no quarto, separei minhas coisas, e fui pro banho. Procurei não pensar naquelas coisas. Coloquei a roupa que havia separado, e fui ver se o Harry já estava pronto.

– Harry... Tá pronto?

– Sim! — Ele disse abrindo a porta — Uau! Você gosta de Ramones? — Falou surpreso.

– Claro! Adoro! Desde pequena! Eu sei que você também gosta, ok? E eu gosto de Beatles também! — Falei sorrindo.

– Que legal! — Ele falou pegando uma caneta e deixando um bilhete pro Louis — Vamos? — Falou pegando na minha mão.


Chegamos no Starbucks e fomos cercados por paparazzis novamente. Dessa vez foi pior ainda. Harry retrucou, o que perguntavam:

– Não, não fui traido, confio nela e no Zayn, não importa o que vocês dizem. Pronto! Respondidos? — Ele falou me puxando pra dentro da cafeteria.


Paz, finalmente. Os paparazzi agora tinham sua resposta, logo foram embora.

– Eai, princesa, vai querer o que? — Harry disse.

– Hum... Chocolate quente!

– Só isso? — Falou.

– É o que eu "como" — falei fazendo aspas no ar — de manhã.

– Ok!


Harry foi até o caixa, e logo voltou com os pedidos nas mãos.

– Ei, amor... Quer ir andando? Conhecer esse pedaço da cidade... — Harry perguntou.

– Sim! Vamos! — Sorri.


Fomos andando por um tempo de meia hora, até que o Harry parou, em um hospital, ou algo assim.

– Vem cá, amor! — Gritou me chamado, e eu caminhei até lá.


Entramos no local, e Harry falou que agora eu iria começar com um tratamento pra parar com esse vicío. Fiquei feliz, claro, ele queria realmente cuidar de mim.

Logo a doutora me chamou. Foi uma sessão bem tranquila, até. Ela me perguntou sobre causas de eu me cortar... 50 minutos depois, ela falou que eu teria de ir até a clínica dia-sim e dia-não.

– Tudo bem? — Harry perguntou.

– Sim, foi bom. Me sinto melhor, já! — Sorri.


Fomos andando até o carro novamente. Harry me levou até um restaurante (apesar de já ser 15:48), não muito longe. Almoçamos, e fomos até uma praça, muito bonita. Tinha umas máquinas, muito caras, em que as pessoas podiam usá-las sem pagar nada, muito bacana.

Era 20:00, já estava dando fome. Até que o Harry começou a dirigir em um lugar meio monótono. Ninguém por perto...

Até que ele estacionou, em uma espécie de parque. Tinha uma lagoa, uma barraca meio afastada, e alguns lampiões.

Harry abriu a porta pra mim, e nós fomos até a barraca. Me sentei nas almofadas do chão.