We Two, Together.
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Voltando com a minha fanficion ♥
POV's Harry ~
Acordei no outro dia, com a pior sensação do mundo: Eu fiz mal pra uma pessoa que eu sabia que era inocente, e mais, ela é minha pequena, e eu a amo muito.
Levantei e fui até a cozinha. Preparei algumas torradas, e fiz um suco. Quando estava indo levar as coisas na mesa, me surpreendi.
– Ah! Desculpa, não sabia que você estava aqui — Isabelle disse tampando os olhos, e sorrindo — ainda mais... Só de cueca! — Rimos.
– Desculpa — Falei deixando as coisas sobre o balcão — Me desculpa, por ontem, meu amor, eu sei que você e muito menos o Zayn fariam uma coisa dessas. Desculpa não confiar, em você, eu te amo, e... — A essa altura eu já estava chorando, quando ela me abraçou.
– Ei amor, não precisa implorar, eu te amo, e esperei tantos anos pra te ter comigo... Não ia acabar com esse sonho por causa de uma coisa tão boba!
Ela colocou a mão no meu pescoço, quando eu vi uma coisa terrivel, totalmente terrivel!
– O que é isso, Isabelle? — Falei segurando o braço dela.
– Nada, Harry...
– Sei, me fala, você fez isso por mim? Tem outros motivos, me fala, confia em mim!?
– É que... — Falei passando a mão eu seu rosto. Uma lágrima escorreu — toda vez... que eu tô bem, tô feliz... alguém me magoa. E eu não sei, faz muito tempo que eu me corto, já tentei parar, mas não dá. Eu preciso de ajuda, mas ninguém nunca se ofereceu com o coração pra me salvar. Por favor, Harry, me tira desse vicío! — Ela falou apertando minha mão.
– Vou te ajudar, meu amor. Só quero te ver bem... — A abraçei — Agora, vai tomar um banho... Vamos tomar café no Starbucks aqui de perto!
Ela foi pro quarto, trancou a porta. Ok... Peguei meu celular e liguei pra "Clínica Ramos" uma clínica de psicologia que eu e os meninos vamos quase todo mês.
– Clínica Ramos, bom dia! — Uma moça disse.
– Oi... Eu gostaria de marcar um, horário, se possivel com a dra. Sophia... Pra hoje, você tem horário?
– Sim, tenho pra hoje ao meio-dia, pode ser? — Respondeu.
– Ok. Marca, para... é... Isabelle Pereira.
– Anotado.
Desliguei o telefone, e fui tomar banho.
POV's Isa ~
Entrei no quarto, separei minhas coisas, e fui pro banho. Procurei não pensar naquelas coisas. Coloquei a roupa que havia separado, e fui ver se o Harry já estava pronto.
– Harry... Tá pronto?
– Sim! — Ele disse abrindo a porta — Uau! Você gosta de Ramones? — Falou surpreso.
– Claro! Adoro! Desde pequena! Eu sei que você também gosta, ok? E eu gosto de Beatles também! — Falei sorrindo.
– Que legal! — Ele falou pegando uma caneta e deixando um bilhete pro Louis — Vamos? — Falou pegando na minha mão.
Chegamos no Starbucks e fomos cercados por paparazzis novamente. Dessa vez foi pior ainda. Harry retrucou, o que perguntavam:
– Não, não fui traido, confio nela e no Zayn, não importa o que vocês dizem. Pronto! Respondidos? — Ele falou me puxando pra dentro da cafeteria.
Paz, finalmente. Os paparazzi agora tinham sua resposta, logo foram embora.
– Eai, princesa, vai querer o que? — Harry disse.
– Hum... Chocolate quente!
– Só isso? — Falou.
– É o que eu "como" — falei fazendo aspas no ar — de manhã.
– Ok!
Harry foi até o caixa, e logo voltou com os pedidos nas mãos.
– Ei, amor... Quer ir andando? Conhecer esse pedaço da cidade... — Harry perguntou.
– Sim! Vamos! — Sorri.
Fomos andando por um tempo de meia hora, até que o Harry parou, em um hospital, ou algo assim.
– Vem cá, amor! — Gritou me chamado, e eu caminhei até lá.
Entramos no local, e Harry falou que agora eu iria começar com um tratamento pra parar com esse vicío. Fiquei feliz, claro, ele queria realmente cuidar de mim.
Logo a doutora me chamou. Foi uma sessão bem tranquila, até. Ela me perguntou sobre causas de eu me cortar... 50 minutos depois, ela falou que eu teria de ir até a clínica dia-sim e dia-não.
– Tudo bem? — Harry perguntou.
– Sim, foi bom. Me sinto melhor, já! — Sorri.
Fomos andando até o carro novamente. Harry me levou até um restaurante (apesar de já ser 15:48), não muito longe. Almoçamos, e fomos até uma praça, muito bonita. Tinha umas máquinas, muito caras, em que as pessoas podiam usá-las sem pagar nada, muito bacana.
Era 20:00, já estava dando fome. Até que o Harry começou a dirigir em um lugar meio monótono. Ninguém por perto...
Até que ele estacionou, em uma espécie de parque. Tinha uma lagoa, uma barraca meio afastada, e alguns lampiões.
Harry abriu a porta pra mim, e nós fomos até a barraca. Me sentei nas almofadas do chão.
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