We Found Love
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Todos continuavam a dançar, no ritmo da música. Sophie e Sarah estavam sentadas tentando ignorar a felicidade que reinava naquele local. ”Porque todos estão tão felizes?” se perguntava Sarah, mas é claro, seu pensamento estava correto, se a noiva não estava feliz... Porque os outros estavam. O objetivo do casamento não é primeiramente, fazer os noivos felizes? Acho que ninguém naquele salão, nem mesmo Hera, entendo do verdadeiro casamento.
Eros olhava diretamente para a sua amada, ele a observava cada detalhe de suas ações, seu jeito de sorrir, e seu jeito delicado de afastar homens indesejáveis. Até mesmo seu próprio irmão, Apolo. Sim, era ela... Ártemis. Ele a observava faz mais ou menos um mês, nunca contou isso para ninguém, nem mesmo para sua mãe.
Então, de repente, Hefesto – completamente bêbado – agarra Ártemis por trás, ela tentou sair dele, mas nada funcionava. Eros logo chegou perto, para falar com aquele mecânico de quinta.
- Da licença – Eros cutucou Hefesto, e o próprio se virou. Eros lhe deu um soco no rosto, e ele cai para trás – Vem – Ártemis o seguiu sem hesitar nenhuma vez.
Eles chegaram ao jardim, Ártemis se sentou num banco e pediu para que Eros se sentasse ao lado dela. O próprio se sentou, ficou alguns minutos de silencio até que o cupido fala alguma coisa.
- Você está bem ?
- Sim, obrigada – disse Ártemis – Você deveria saber que essa não é a primeira vez que eu passo por isso, não é mesmo?
- Claro quem mandou se tão bonita?
- Agora ser bonita é algo ruim?!
- NÃO! – gritou Eros – Não foi isso que eu quis dizer... É... Que... – ele já estava gaguejando.
- Tudo bem – Ártemis riu, e foi chegando mais perto dele e tão perto que seus narizes já estavam encostados – Tudo bem mesmo!
Eros, sem pensar, tomou os lábios de sua amada. Ártemis estava completamente bêbada para pensar em algo que a pudesse impedir de provar os lábios do lindo deus cupido. O halito de bebida divina não incomodava Eros, ele não pensava em nada além de “como ela é linda”.
As meninas continuavam no mesmo lugar, fazendo a mesma coisa. Conversando com seus familiares. Logo apareceu Poseidon, ele estava com a blusa branca desabotoada e algumas marcas de batom vermelho pelo rosto e pelo abdômen. Com certeza ele estava com Atena em algum quarto.
- Filha – disse Poseidon sério – Nem pense em deixar aquele pervertido do Apolo tocar em você. Peça para ele seguir meu exemplo, nunca toquei em mulher alguma sem ser sua mãe.
- Então de onde veio do Percy Jackson? – perguntou Sophie com sarcasmo.
- Corrigindo: Nunca toquei em uma mulher se a permissão dela.
- E a Medusa, como ela vai? – novamente Sophie pergunta com sarcasmo.
- Nunca toquei eu mulher alguma!! – diz Poseidon mais bêbado ainda e passando do lerdo, para o burro.
- E de onde veio a Sarah?– disse Sophie.
- Ah menina! Não complica!
Então Poseidon saiu de perto deles caindo um pouco a cada passo. Ainda bem que ele não vai se lembrar de nada amanhã. Atena, Perséfone também passaram por lá. Depois de alguns minutos, vários convidados começaram a sair. Isso era um sinal de que a festa estava acabando e a tão temida lua de mel estava chegando.
- Felicidades – disse Zeus e Hera, as ultimas pessoas da festa – A carruagem está aqui me frente. Já vamos indo.
Apolo chega por trás de Sarah e a conduz a carruagem, Hermes fez o mesmo com Sophie. Sarah e Apolo, logo chegam a um grande quarto cheio de rosas vermelhas espalhadas pelo chão.
- Eu uso o banheiro primeiro! – disse Sarah antes de sair correndo em direção ao cômodo.
Quando a mesma chegou ao banheiro à primeira coisa que fez foi trancar a porta, sabia como Apolo era tarado. Tirou seu vestido de noiva com cuidado, depois tirou toda a maquiagem e os acessórios. Logo após, colocou sua camisola longa branca. Já estava começando a se reconhecer.
Então sai do banheiro. Apolo estava sentado na cama, com uma calça de moletom verde e sem camisa. Ele estava tendo toda a atenção para a televisão que falava algo sobre os deuses olímpicos, mas, após ouvir a porta ser aberta, teve a atenção a sua esposa. Ele sempre a achou linda, mas agora, sem nenhuma coisa artificial no seu rosto (maquiagem ,chapinha etc.), ela estava perfeita!
Apolo se levantou e a encurralou na parede, passou seu nariz entorno do pescoço daquela maravilhosa deusa. E a começou a beijar, Sarah ficava pensando em como isso é errado, mas como é bom. Logo após se lembrou da sua mãe, de como ela consegui resistir a isso. Se sua mãe podia, ela também.
Sarah deu um leve empurrão em Apolo, logo ele percebeu que não era bom forçar a barra.
- Desculpe – disse Apolo – Não queria te forçar a nada, ainda mais quando estamos tentando nos dar bem.
Se instalou um grande silêncio pelo quatro.
- Tudo bem – disse Sarah por fim – Vamos só dormir.
Sarah se deitou do lado direito, e Apolo no esquerdo. Cada um com as costas viradas para o outro.
Já num outro quarto, estava Sophie e Hermes. Sophie estava colocando o pijama quando a porta do banheiro foi aberta.Hermes tinha aberto(N/A: Avá?!Achei que tinha sido o Papai Noel!!) a porta, bem na hora em que Sophie estava colocando a sua calça. Hermes olhou para a bunda da deusa e assoviou.
- Redondinha, né? – disse Hermes.
Sophie colocou rapidamente sua calça e jogou seu salto alto em Hermes. Ele, como é rápido, desviou e o salto ficou grudado na parede.
- Droga, Afrodite vai me matar – praguejou Sophie.
- Você não é imortal? – perguntou Hermes.
Sophie virou lentamente sua cabeça em direção a Hermes e lhe lançou o melhor olhar aterrorizante que poderia conseguir. Para Hermes, deu certo. O deus logo engoliu o seco.
Hermes se deitou na cama e ficou esperando sua esposa, ele adorava irritá-la. Era uma coisa divertida quando ficava totalmente vermelha de raiva. Ou quando umas de suas veias pareciam que iam pular de seu corpo.
- Então – começou Hermes – quando eu vou ver de novo essa bunda?!
“Calma Sophie, matar esse desgraçado não vai te ajudar em nada... Oque eu to falando?! É claro que vai!!”
- Faz o seguinte – disse Sophie – Deita, dorme e SONHA ÓTARIO!
Ela deitou e se pois a dormir. Hermes achou melhor fazer o mesmo, logo após uma patada dessas
Fale com o autor