Notas iniciais
A maioria desse cap são dialogos. O harry vai aparecer no 4º ou 5º capitulo. Espero que gostem xoxo

-Como assim “eu vou ter que ser forte”? Eu quero ver minha mãe!

-Alice, sua mãe.... Ela.... Eu não sei como te dizer isto, mas sua mãe faleceu.

— Não é verdade (eu dizia enquanto lágrimas escorriam de meus olhos) Isto é impossível, minha mãe é forte. Você deve estar confundindo outro paciente com minha mãe.

-Infelizmente, é verdade. Sua mãe esta morta e você não pode vê-la no momento. Cadê seu pai?

-Ele m-mora em Lo-Londres. – não me aguentei. Comecei a chorar muito, como uma criança. Cai no chão de joelhos e desabei em choro. O médico e o policial me levantaram e eu disse:

-E-eu preciso li-ligar para meu pai. – peguei minha bolsa e sai pra fora do hospital. Senti aquele ar puro e limpo entrando em meus pulmões e me senti um pouco melhor. Peguei o telefone e liguei para meu pai.

-A-alo pai?

-Filha, você esta chorando? O que aconteceu? – comecei a chorar e meu pai só me ouvia, não falava nada.

-Pai, a mãe.... Ela... Ela morreu.

-Alice, não brinque comigo, o que esta acontecendo?

-Eu preciso que você venha para o Brasil AGORA! – ordenei. Meu pai ficou em silencio por alguns segundos.

-Pai, você está ai? Está me ouvindo?

-Filha, eu preciso entender o que esta acontecendo mas você não esta em condições de me dizer isto. Vou comprar uma passagem agora mesmo para ir ao Brasil. Chego ao de madrugada. Vá pra casa e descanse. Beijos, tchau.

-Tchau, pai. – eu disse em meio á lágrimas e soluços. Entrei novamente no hospital e comuniquei ao medico sobre a vinda de meu pai pro Brasil. Ele disse:

-Ótimo. Vá para casa e dê o telefone do hospital para seu pai quando ele chegar. O número esta neste cartão aqui. Tchau. – O medico me deu um cartão do hospital, eu agradeci e pedi para que o Oficial Robert me levasse para casa.

-Oficial Robert, você pode me levar para casa?

-Claro senhorita Alice.

Saímos do Hospital e entramos no carro de policia. No caminho de casa nenhuma palavra foi dita, o único barulho que ecoava dentro do carro eram meus soluços. O carro parou e o policial disse:

-Chegamos á sua casa. Adeus.

-Obrigada Oficial Robert. Adeus.

Entrei em casa e fui direto para o quarto de minha mãe. Assim que abri a porta e respirei, pude sentir o maravilhoso perfume de minha mãe entrando em meus pulmões enquanto mais lágrimas caiam de meus olhos. Deite-me em sua cama e adormeci. Eu realmente estava muito cansada pois havia sido um dia muito tenso. Acordei com o barulho da companhia e olhei no relógio. Eram 4:30 da manha. Desci as escadas correndo e abri a porta.

-Filha, como é bom ve-la.

-Pai, o que eu vou fazer agora. Estou sozinha. –eu disse enquanto abraçava meu pai.

-Não pequena, você não esta sozinha meu amor. Eu estou aqui com você. Vamos entrar e conversar. – ele entrou carregando duas malas e deixando uma sacola para tras, peguei e levei para dentro também. Deixamos tudo no quarto de minha mãe e descemos para a cozinha. Ele se sentou na mesa e eu peguei um copo d’água para minha e para ele.

-Filha, me explique o que aconteceu.

-Cheguei em casa e vi esse bilhete em cima da mesa (mostrei o bilhete que minha mãe havia deixado). Almocei e fui fazer minha lição mas fiquei preocupada pois já estava tarde e ela ainda não havia voltado do supermercado. Entao decidi ir ate o mercado ver se ela estava lá. Mas no caminho eu vi um acidente de carro e percebi que a envolvida no acidente era mamãe. Entao eu fui levada ao hospital por um policial e fiquei esperando até o medico chegar e dizer que..... Dizer que mamãe estava morta.

-Calma filha, tudo vai ficar bem. – meu pai disse mas eu não entendi. Como tudo poderia ficar bem? Minha mãe morrera não fazia nem 24h, como tudo ia ficar bem? Eu estava sozinha, ela tinha morrido e ninguém podia traze-la de volta pra mim.

Notas finais
gostaram?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.