We Are The Jackson´s
16 Thalia
Notas iniciais
P.O.V Thalia
—Não olhem! -Disse me jogando por cima de Leo. Mas é claro que isso só piorou a situação. Se eles olharam mesmo assim?Bem...Eles olharam mesmo assim. Não tinha como não olhar. Seu pênis estava inchado e vermelho.
—Senhor! -Percy levou as mãos ao rosto. -Acho que...não vou conseguir dormir a noite .
—Esse....Esse... -Annabeth estava tão espantada que suas pupilas estavam dilatadas. Não vou mentir e dizer que não era assim tão feio mais...Tudo bem...Era feio. Estava horrível.
—Pinto Leo! -Jason gritou novamente.Tequila latiu acompanhando ele.-Papai! Pinto Leo.
Nesse momento não preciso dizer que todos congelamos. Annabeth voltou a seu estado normal em segundos foi como se aquela pequena palavra fizesse ela voltar a órbita.
Jason tinha chamado e apontado para Percy. Ele o chamou de Pai.
O silêncio foi quebrado com uma gargalhada estrondosa de Leo.
—Amo você! Você me Ama...Somos uma família feliz! Com um forte abraço e um beijo de te dei. Meu carinho é pra você.-Ele cantarolou jogando a cabeça para trás como se estivesse escutando um Rock Pesado o que no caso viria a calhar. -Barney!
—Leo. -Gritei tapando sua boca. -Fica quieto.
—Co-Como se ajeita isso Annabeth? -Percy questionou ainda encarando Jason no chão. -Tem que ter uma maneira.
—Cla-Claro... -Ela gaguejou desviando o olhar de Jason e voltando ele para o celular. -Aqui não temos Minipsina muito menos Soro Natural. Então...Bom...Só tem uma Opção.
—Só uma? -Engoli seco. -Quer dizer...Esta ao alcance?
—Está mais...Eu não me habilito pra isso.
—Qual é? -Percy disse de forma irônica. -Não pode ser tão difícil assim.
—Algum de vocês dois vai ter que urinar nele.
—O quê? -Dissemos em unissisio.
—É...Basicamente isso. -Annabeth assentiu.
—Ótimo. -Assenti. -Percy abaixe as calças.
—Essa coisa de ficar abaixando as calças já tá me dando nos nervos. -Ele disse semicerrando os olhos. -Por quê eu tenho que fazer isso?
—Por quê acha que uma de nós tem que fazer isso? -Annabeth disse cruzando os braços. -O Único capacitado aqui de fazer isso é você.
—Por quê eu? Todos aqui tem a capacidade de urinar no Leo!
[.....Meia Hora depois.....]
Decidimos seguir rumo até Monterrey no México. Não preciso dizer que o clima um pouco pesado surgiu entre Leo e Percy. Foram exatos quatro minutos e meio de choro e lamentações para que Percy urina-se em Leo.
Pura pressão minha e de Annabeth. A boa noticia foi que depois de alguns minutos o inchaço diminuiu e Leo esta voltando ao normal de pouco a pouco. A Má notícia foi que isso pode seriamente causar danos psicológicos em ambos.
Mais quem se Importa?
Meu celular vibrou.
—Volta Já. -Disse retirando o cinto de segurança e acenando para Percy ao meu lado que dirigiu ainda sem expressão alguma no rosto. Pulei por cima de Tequila que estava adormecida no chão.
Clair.
Corri até o banheiro e me tranquei nele. -Clair?
—Aonde está cara de pinheiro? -Ela gritou ao telefone. Conhecendo minha Irmã como conhecia ela provavelmente estaria segurando uma faca em mãos e acertando ela na tábua de madeira da cozinha. -Quer saber como a Tábua esta, Thals?
—Quanto Amor. -Sorri ao telefone. Clair era uma das únicas pessoas que se importam comigo. E as vezes, eu me esquecia disso. -Desculpe. Devia ter mandado uma mensagem.
—Mandado uma mensagem? Quem você acha que é Thalia?
—Eu sinceramente, não sei o que responder. -Disse revirando os olhos.
—Não sabe? -Ela sorriu irônica. -Sly! Ela acha que já se governa.Ela acha que já é maior de idade. Hahaha.-Ela riu de maneira grave e grossa. -Thalia Agatha Grace. Aonde você está!
—Isso menina Clair! Seja firme! -A voz de Sly surgiu na linha. -Seja firme.
—Sabe que se essa for sua tentativa de ser dura comigo não esta dando certo né? -Me apoiei na pia a minha frente. -Estou em algo.
—Esta em Algo? Thalia aonde você está?
—Digamos que um pouco fora do alcance de Nova York.
—O quê? -Ela gritou novamente e um barulho foi ouvido na linha.-....Eu sei...Tudo bem...Sly! Preciso de outra tábua.
—Tudo bem menina Clair.
Ouve um breve silêncio na linha.-Thalia. Aonde você está?
—Clair eu não posso contar. Sinto muito. -Suspirei. -E não tente me rastrear por quê eu desativei o GPS do meu celular.
—Thals... -Ela disse em meio a um sussurro. -Nós perdemos o Jordan.-Sua voz soou embargada e eu semi cerrei os olhos tentando não chorar. -Não quero perder você.
—Não vai me perder Clair.
—Não é o que parece.
—Tenho que desligar. -Disse rapidamente. -Você pode rastrear a ligação.
—É...Thals?
—O quê? -Voltei o olhar para o espelho encima da Pia. Meus olhos estavam vermelhos. -Fala.
—Eu te Amo.
—Eu Também... -Suspirei. -Te Amo.
Desliguei o Telefone. Meu olhar caiu sobre minhas feições no espelho.Se eu amava minha irmã? Sim. Era uma das únicas pessoas a qual eu realmente demonstrava algum sentimento .E eu odiava fazer ela sofrer. Mas o que eu podia fazer?! Dizer que estava indo com um traficante, uma Stripper, meu Ex-namorado e um bebê para o Brasil receber um carregamento de drogas?!
—Thals? -Ouvi a voz de Leo bater a porta. -Tudo bem?
—Só um minuto. -Abri a torneira e lavei o rosto rapidamente e joguei a água contra meu rosto. -Tudo bem. -Abri a porta e rapidamente fui jogada para trás.
Pisquei os olhos tentando entender como Leo Havia entrado no banheiro tão rápido e como ele fechou a porta colocando a chave dentro das calças e o mais importante....Por quê ele estava se aproximando de mim com passos curtos.
—Leo?
Ele sorriu. Um sorriso bobo e metido que eu só vi durante um tempo.
O tempo em que Namoramos.
Leo já estava a centímetros de meu corpo quando eu me desequilibrei e me choquei contra o boxe do banheiro. Ele foi rápido me segurando pela cintura.
—O que está fazendo? -Sussurrei encarando seus lábios. Ele apertou seu corpo contra o meu. Senti o boxe frio entrar em contato com minhas costas. -Le-Leo? -Gaguejei observando seu rosto se aproximar do meu.
—Acho que os desejos sexuais não passaram. -Ele disse quase num sussurro. Seu hálito próximo ao meu me traziam recordações que sinceramente, doíam. -Thals?
—O-O quê? -Disse voltando o olhar para seus olhos que observavam minha boca. -O quê?
—Eu ainda não superei.
—Como assim?
—Ainda não superei você.
Seus lábios tomaram conta dos meus.
Devo dizer que aquilo era prazeroso. Sentir sua língua quente passar pela minha. Sentir ele próximo a mim novamente. O beijo se intensificou.As mãos de Leo subiam e desciam por minha cintura como uma perfeita sincronia ao mesmo passo que nossos arquejos ficavam mais altos e nosso ar se acabava.
Separamos nossos lábios ainda deixando nossas testas coladas.
Fechei os olhos e sorri para ele.
—O quê?
—Eu também não superei.
Ele soltou um riso abafado. -Quer ficar aqui sem superar isso, por mais alguns minutos?
—Depende... -Mordi o Lábio inferior descendo a mão até o feixe de suas calças. -Você ainda tem desejos sexuais?-Passei a mão por dentro de sua calça e puxei a chave. -E então?
—Não me provoque, Grace.
—Longe de mim atentar tal ato? -Sorri irônica passando a mão pelo boxe e o abrindo. Leo sorriu para mim. Colocou novamente as mãos em minha cintura e eu dei um pequeno pulo entrelaçando as pernas em sua cintura.
Ele entrou no boxe comigo se chocou as costas contra a parede deslizando ela comigo em seu braços.
—Quanto tempo...Vamos levar...para superar? -Ele perguntou entre beijos.
—O tempo...que for...necessário.
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