Notas iniciais
Bem, esse como o prólogo é pequeno, mas espero que gostem!

Prólogo...

Pov. Sophie

Estava andando de um lado para o outro no quarto com a porcaria do teste em minhas mãos.

-O que você fez com sua vida, senhorita Sophie? E por que tinha que ser ele?- Perguntei a mim mesma em tom baixo, logo depois soltando um grito de raiva.

— O que foi?!- Ouvi a voz de meu irmão soar urgente com quando abriu minha porta, ofegante e preocupado. Imediatamente joguei o teste na cama e sentei-me em cima dele.

— Não foi nada, apenas achei que tivesse visto um bicho... — Menti descaradamente. Tyler começou a rir sem parar.

-Menina fresca, credo!- Desdenhou entre risos, o que me deixou furiosa.

— Vai ver se você esta em algum jornal, imbecil!- Esbravejei o fazendo achar mais graça.

— Claro que estou, veja bem meus maravilhosos olhos verdes!- Zombou ligando a TV, onde estava passando justamente uma matéria sobre ele.

Sorri. Esse provavelmente era um dos piores dias de minha existência, mas Tyler me fez sorrir, idiota.

Desliguei a televisão e caminhei tranquilamente até a porta, abrindo-a e colocando o braço para fora.

-Saia- Disse com o semblante serio.

— Esta pedindo para o seu amado irmão mais velho SAIR?- Perguntou dando ênfase no “sair” e fingindo estar ofendido.

-Não... – Falei com a mesma expressão no rosto- Estou mandando meu amado irmão mais velho sair AGORA- Completei por fim.

Tyler bufou e suspirou algo que soou como “TPM” antes de sair.

Tranquei a porta e escorreguei as costas na madeira, sentando-me no tapete branco no chão. Comecei a chorar, tenho certeza que nunca na vida chorei tanto, nem mesmo no enterro de minha avó, era desesperador.

Peguei a toalha e entrei no banheiro, me coloquei em baixo da água, ainda abalada. Sai e coloquei uma roupa quente, blusa de manga longa, calças escuras, uma bota e uma touca.

Tinha muita gente com quem precisava conversar o quanto antes, mas havia uma em especial, Camilly, ela sim seria importante em um momento como esse...

Desci as escadas correndo feito doida e me concentrando para não tropeçar em meus próprios pés, fui para a entrada, todos os dias dava graças a deus por minha melhor amiga ser minha vizinha.

Toquei a campainha sem delicadeza alguma, estava com pressa, ninguém atendeu, já estava enrolando uma mecha de cabelo de modo desesperado quando Camilly abriu a porta descabelada.

-Tenho algo para lhe contar, e é muito sério. — Disse fazendo ela me olhar preocupada.

[...]

Notas finais
Nada a declarar...