We Are Family !

4 Ep2: Que cilada! - prt 2


Notas iniciais
Segue a continuação.

Warrick queria saber quem tinha sido a criatura nefasta que escreveu seu nome erroneamente, pois sua namorada não devia ter sido. Ela sabia muito bem como se escrevia seu nome.

Warwick é a mãe! É o WARRICK!

Rick detestava que errassem seu nome daquele jeito.

O moreno queria naquele momento sumir dali. Uma festa onde só havia gente que ele não se dava nada e que ainda por cima, escrevem seu nome errado, definitivamente ele não queria estar ali!

Resolveu ir atrás de Tina que lhe abandonou pra papear com os amigos. Ele encontrou a namorada numa rodinha e pediu gentilmente que ela viesse com ele porque queria lhe dizer uma coisa.

Ela o seguiu até a cozinha do apê, onde não tinha ninguém pra poderem falar sem ter outras pessoas os olhando.

_Olha só ... me diz uma coisa ... por que não convidou meus amigos pra essa festa? — ele estava sério e insatisfeito.

_Ah, amor, porque eles são espalhafatosos, barulhentos e não gostam de mim, principalmente as garotas.

_Isso não é verdade, Tina.

Pior que era! Nenhuma das três ia com a cara de Tina principalmente, Catherine. Mas não diziam a verdade a Warrick pra não magoarem o amigo.

_E ainda que fosse ... você devia tê-los convidado, pois são meus amigos. Coisa que esses que estão aí fora não são!

_Ah, meu amor, chega! Não fala assim comigo! Vem ... vamos aproveitar a festa, se divertir.

_Não quero me divertir com estranhos.

_Warrick deixa de besteira, vem! — ela saiu puxando o namorado que foi nada contente com aquilo. _A maioria que está aqui são meus amigos do tempo do colegial.

_Meus amigos também são desse tempo!

_Warrick, por favor, não vamos brigar nessa data especial, gatinho!

Ele suspirou e decidiu dá um desconto para a namorada.

_Ok!

_Se quer saber? Meus amigos te adoram, ao contrário dos seus .

_Eu estou vendo como eles me adoram. Eles me olham de um jeito estranho e pior, nem sabem escrever meu nome. Por que aposto que foi outra pessoa que fez aquela faixa ao invés de você não foi??

_Sim, foi a Lana, mas foi sem querer que ela errou.

_Então diz pra ela e os demais que é Warrick, Tina e não Warwick.

_Ok! Agora chega disso, Rick, vem!

...

Sara andava pela exposição vendo com certa curiosidade e um pouquinho de estranheza, as fotos de tamanho grande expostas e espalhadas pelo enorme salão da galeria que se encontrava com um bom número de visitantes, a sua maioria mulheres.

A morena parou diante de uma fotografia e ficou olhando-a sem entender bem que parte do corpo era aquela que via.

''O que diabo deve ser isso ?'', pensou Sara.

Andou mais até outra que trazia uma boca carnuda saboreando um pequeno morango e achou interessante. Distraída observando essa fotografia, Sara levou um pequeno susto ao ouviu palmas. Olhou para frente, era o fotografo Erick que acabava de entrar no salão pra vir falar com os convidados.

Quando ele viu Sara entre os presentes, sorriu imediatamente pra ela que assim como as demais pessoas que ali estavam, batiam palmas pra Erick.

O fotografo fez um breve discurso onde agradecia a presença de todos em sua mais nova exposição. Em seguida, ele foi cumprimentado por umas pessoas e assim que se viu livre delas, foi em direção a Sara que apenas lhe observava.

_Sara! Que bom que veio. — ele lhe cumprimentou com um rápido abraço e um beijo no rosto. Logo depois , seus olhos acinzentados mediram a morena de cima a baixo.

Sara gostou de receber aquele olhar, significava que sua produção toda estava arrasadora e ele havia aprovado-a.

_Eu não perderia isso por nada!

_Você veio sozinha ou trouxe alguém?

Erick quis saber. Tinha planos nada inocentes com a bela morena e se ela estivesse acompanhada daria com os ''burros n'água''.

Mas pra alegria de Erick, Sara lhe disse que estava sozinha, pois a amiga que ela convidara não pode vir porque teria um compromisso naquela noite.

_Que pena! — ele lamentou fingidamente.

_É! ... Mas olha, suas fotos são incríveis, de verdade!

_Obrigado. Ficou contente que elas tenham te agrado, Sara.

_Ah, agradaram mesmo! Sabe de todas, a que eu mais gostei foi esta aqui.

Ela apontou para a que estava ao lado da que mostrava a boca carnuda com o morango.

_Ela é ... instigante! Me diz, como pode achar beleza em um ... simples braço com sombra?

Erick sorriu.

_Sara isso não é um braço.

_Não?? — ela o olhou espantada. Jurava que aquilo era um braço.

_Não! ... Isso é uma bunda!

_Oh! — a morena arqueou as sobrancelhas sem graça.

Uma bunda?? Que coisa!

_É uma grande e bonita bunda, amor!

_Ou! ... Claro! ... Me desculpe, é que eu não tava ligando o nome a pessoa! — brincou a morena fazendo Erick rir de seu bom humor.

Eles ficaram em silêncio só se olhando por uns segundos até que Erick disse que Sara estava lindíssima naquela roupa. Ela agradeceu e o questionou se as 'musas' das fotos dele estavam por ali.

_Digamos que algumas sim e outras nem sabem que poderiam ser minhas musas. — ele respondeu olhando fixamente pra Sara que apenas lhe sorriu.

...

_A Patchamama nos brinda com as gemas semi-preciosas que nos trazem equilíbrio neste mundo de negatividade.

O professor do curso de gemologia disse a sua turma de iniciantes. Logo em seguida, ele pegou seu violão e começou a tocá-lo enquanto cantava um mantra.

No meio da cantoria dele, Morgan apareceu correndo no jardim onde acontecia a aula. Sua entrada intempestiva ali, chamou a atenção de todos e fez o professor parar imediatamente de cantar.

A loira chegou correndo porque estava atrasada. Havia se atrasado por causa que não achara suas chaves da moto e viera de táxi. E como se não bastasse isso, ela e o taxista quase não acham o endereço do lugar por causa que o nome da rua estava escrito errado no papel.

_Me desculpem, mas é aqui que o curso das pedras meditativas?

_É gemas! — corrigiu o professor com uma expressão séria.

_Oh, claro!

_Está atrasada, mocinha.

_Eu sei, mas não sabe o trabalho que me deu pra achar esse lugar.

Morgan então começou a relatar ao professor todo o perrengue que passou pra estar ali naquele lugar onde acontecia o curso.

_Sugiro que a pessoa que faz a distribuição de informações, cheque antes o endereço do lugar porque senão ninguém vai conseguir chegar aqui ... — Morgan dizia rapidamente. _... E como era a primeira vez que eu vinha aqui, então fiquei perdidinha. O taxista também não conhecia o endereço então foi horrível! Mas por fim estou aqui! ... Amemos uns aos outros, meus irmãos ... — ela fechou os olhos e abriu os braços. _... E daremos conta de que quando você entrega o amor e seu coração de verdade ... tudo é felicidade! E aí, isso é onde está a verdadeira energia! — ela enfim terminou seu monologo.

O professor que esteve o tempo todo ouvindo calado a tudo que Morgan disse, mandou-a sentar-se imediatamente logo que ela acabou de falar e ainda lhe mandou ficar bem caladinha, sem dar nenhum piu sequer.

A jovem fez prontamente tudo isso já que o homem ''pediu'' com um jeitinho tão carinhoso pra não dizer o contrário.

O professor então retomou a aula e começou a falar sobre uma tal de Patchamama, também sobre estrelas, energia, gemas, vibrações e uma infinidade de coisas mais que Morgan e os demais alunos iam anotando.

_As gemas captam seu sinal. — ele disse andando pelo jardim onde havia cerca de doze alunos somente assistindo a aula. Todos eles se encontravam sentados na grama, formando um circulo. _Compreendem iniciantes?

A turma respondeu em coro um 'sim', mas na verdade, não haviam compreendido nada do que o professor dizia. Pra ser sincero, a maioria dos alunos incluindo Morgan, começavam a achar o professor meio maluco e lunático, pelas coisas sem sentido que ele dizia.

_Agora quero pedir a vocês que ... tirem as roupas! — decretou o homem após explicar mais algumas coisas.

Morgan arregalou os olhos na hora.

...

Greg chegou pra jantar num restaurante, na companhia de uma das várias garotas que conhece e que fazem parte da sua recheada lista telefônica.

A garota chamada Mimi ficou espantada com o lugar fino ao qual Greg havia lhe trazido. O restaurante era o mesmo em que Sara trabalha, um dos lugares mais escolhidos pra se jantar em Vegas.

_Nossa! Aqui é lindo, Greg. — a moça comentou sentando-se em sua cadeira que gentilmente Greg havia puxado pra ela.

_É, sim! Tenho uma amiga que trabalha como hostess aqui, mas hoje ela está de folga e não se encontra aqui, o que eu prefiro. — ele acomodou-se em sua cadeira que ficava de frente pra Mimi.

_Por que prefere?

_Ah, porque ela é fofoqueira e intrometida.

Se Sara lhe ouvisse dizendo essas mentiras a seu respeito, Greg era um sujeito morto!

O garçom veio atendê-los e cada um fez seu pedido Depois disso, começaram a conversar.

...

De volta a Warrick...

O moreno já estava saturado de estar ali naquela festa e principalmente, estava saturado daquela gente toda que teimava em lhe chamar de Warwick, mesmo o moreno dizendo que seu nome era WARRICK, caramba!

Rick foi até o parapeito da varanda, debruçou-se um pouco e observou a rua lá em baixo. De repente, dois sujeitos se postaram um de cada lado dele.

Um sujeito Warrick não conhecia já o outro era o afeminado que lhe cantou um tempo atrás.

_E aí Warwick, gostou da festa surpresa que Tininha e nós, amigos dela, preparamos? — o sujeito afeminado quis saber.

_É o Warrick! — corrigiu pela enésima vez naquela noite, seu nome. _E sim, gostei ... muito! — mentiu.

_Eu trouxe isso aqui pra você brindar junto comigo e o Michael, pelo seu 'niver' com a Tininha. — o afeminado estendeu a Warrick um copinho de tequila.

_Ah, obrigado, mas não curto Tequila.

_Não precisa beber então, mas ao menos brinda com a gente, cara! — o tal Michael que era um sujeito marombado, pôs a mão sobre o ombro de Warrick e o apertou com certa ... forcinha, na clara intenção de intimidá-lo a aceitar a bebida e isso funcionou, pois Warrick mais que depressa pegou o copo da mão do afeminado.

Os três brindaram e em seguida, os dois caras saíram deixando Warrick sozinho, porém antes de irem os dois lhe disseram só de provocação:

_Felicidades ... Warwick!

_É ... WARRICK! — o moreno vociferou por entre os dentes.

...

Grissom estava no bar de uma boate com a garota com quem tinha saído. Fazia horas que estavam ali e de tanto virar o copo a garota já se encontrava bêbada pra desgosto de Gil.

_Olha já deu! Vamos embora. — ele anunciou vendo-a entornar de uma vez só outra dose de vodca.

_Ah, não, Gil! — a garota protestou com a voz enrolada. _Vamos ficar mais ... toma ... pega sua bebida. Você nem tocou nela. — ela estendeu o copo pra ele.

_Não, eu não quero beber mais. — ele pegou o copo da mão dela e o pôs sobre a bancada do bar.

Que raiva ele sentia de ter saído com aquela garota que não sabia beber. Já tinha até perdido a vontade de curtir a noite.

_Baby, vamos. Eu te deixo na sua casa. — ele segurou-a delicadamente pelo cotovelo pra saírem dali.

_Não! — ela puxou seu braço. _Já disse que não quero ir! — elevou o tom de voz.

_Não precisa falar alto porque não sou surdo, baby!

_Desculpa, Griszinho. — a garota o beijou rapidamente.

_Sério ... vamos pra sua casa, baby. Você já está 'alegrinha' demais pro meu gosto.

Essa seria a primeira e última vez que ele ia chamar aquela ... alcoólatra pra sair.

Novamente a garota protestou e disse que não iria a canto algum. E eles começaram um pequeno cabo de guerra, com Grissom dizendo a garota pra irem enquanto ela retrucava que não.

Algumas pessoas próximas a eles já observavam a discussão dos dois que já durava há alguns minutos.

_Vamos, Nathy! — agora Grissom falou sério e isso parece ter surtido efeito, pois a garota resolveu ceder.

Só que antes de irem Nathy disse que precisava fazer uma despedida do lugar.

Antes que Grissom perguntasse que raios de despedida era essa, ele viu Nathalia subir e ficar de pé no balcão onde o barman colocava as bebidas para os clientes.

_Pelo amor de Deus, Nathy, desce daí, maluca!

Nathy não fez isso. Grissom olhou ao redor e viu com insatisfação que grande parte das pessoas agora olhavam pra garota em pé no balcão.

Novamente Gil pediu a Nathy que descesse dali, mas ela nem lhe deu bola e começou a dançar ali pra desespero e vergonha de Grissom, pois a garota enquanto dançava disse em alto e bom som que aquele show que ela estava fazendo era pra ele, o namorado dela e depois, ainda completou gritando pra ele um: ''Te amo, meu amor!''.

A vontade de Grissom nessa hora foi de querer sumir dali e deixar aquela maluca bêbada ali mesmo.

...

Catherine estava numa especie de sala de estar daquela enorme casa. Por fim, a loira havia conseguido escapulir daquelas duas malucas das primas de Eddie que só falavam e falavam mais até do que ela, Catherine quando estava nervosa.

Até aquele momento a loira ainda não havia falado com seu namorado e estava possessa com isso.

_Que gata o Eddiezinho conseguiu!

Catherine ouviu alguém dizer atrás de si e se assustou, pois não percebeu a presença do sujeito que preferiu tais palavras.

_Ela parece uma atriz ou modelo de tão linda não é Jay? — comentou o outro sujeito que se encontrava com o primeiro que havia falado com Cath.

A loira que havia se virado e encarava os dois sujeitos morrendo de vontade de enfiar a mão na cara de ambos por ver a forma 'predadora' com a qual eles lhe encaravam, não disse nada aos dois.

_Realmente ela parece uma atriz ou modelo. Uma coisa linda!

Cath já ia mandar aqueles dois pastarem com aquelas cantadas baratas deles, quando Eddie apareceu ali.

_Amor até que enfim eu te achei!

Ela deu graças a Deus de seu namorado ter surgido ali.

_Minhas primas me contaram só agora que você chegou. Vem que eu vou te apresentar aos meus pais.

_Claro vamos!

_É uma gata a sua garota, Eddiezinho! — o tal Jay murmurou para o loiro que assentiu sorrindo para o amigo de infância.

Catherine foi conduzida por Eddie até o jardim onde os pais dele se encontravam cumprimentando alguns convidados.

A festa era em comemoração aos 30 anos de casamento deles.

O rapaz assim que chegou aos pais tratou logo de fazer as devidas apresentações.

De cara a mãe de Eddie não gostou nada de Catherine. Achou a namorada do filho pálida demais e magra demais, e externou isso para desespero de Eddie e raiva interna de Cath.

_Mãe??

_O que?? Eu só disse o que achei. Você sabe que eu não tenho papas na língua, Eddie.

_Me desculpe, pela minha mãe, Cath. Ela não tinha nada que dizer essas coisas deselegantes. — ele olhou sério para a mãe que só deu de ombros, não se importando nada com aquilo.

_Tudo bem, Eddie.

Catherine deu sorriso forçado, bancando a fina.

Mas na verdade não tava nada bem. A loira estava espumando de raiva e com vontade de avançar naquela velha e arrancar os cabelos dela fio por fio.

_Você faz o que da vida, Catherine? — a mulher questionou com certo ar de arrogância.

_Estudo na Universidade de Las Vegas, senhora!

_Não trabalha?

_Não ... senhora! Logo começará meus estágios da Universidade então, não adianta muito arranjar emprego agora pra daqui a pouco largá-lo.

_Hum ... E se não trabalha, como se mantém?

Catherine não deixou de perceber como aquela mulher lhe encarava com cara de quem comeu e não gostou.

_Mãe chega de interrogatório pra cima da Cath.

_Eu estou tentando conhecê-la já que você fez questão de me apresentá-la, querido. Então, mocinha, não vai me responder?

_Querida, deixe a moça!

_Otton estou apenas conversando com ela.

Catherine nunca desejou tanto mandar alguém para o inferno como naquele momento.

Buscando lá no fundo de sua alma uma dose extra de paciência e calma ... muita calma, Catherine respondeu a pergunta da mãe de seu namorado.

_Meu pai me dá uma boa mesada mensal pra que eu me mantenha, senhora.

Isso foi a pior coisa que Catherine poderia ter dito!

_Ah ... quer dizer que você, uma moça feita, ainda vive de mesada do papai? Isso é o cúmulo!

...

Poucas foram as pessoas que aceitaram tirar algumas peças de roupas como pedira o professor de Gemologia. Morgan foi uma das que se negou veemente a fazer aquilo.

Onde já se viu, tirar a roupa e ficar só de peças intimas na frente de um bando de desconhecidos? Ela não tava louca e nem era depravada pra fazer isso!

Em duas especies de macas havia duas jovem que haviam topado tirar completamente a roupa pra servirem de voluntárias pra parte prática da aula.

As duas jovem se encontravam deitadas de bruços nas macas e com uma toalha cobrindo apenas o bumbum delas.

O professor avisou que as gemas tinham que estar em uma temperatura alta. E com as mãos cobertas por luvas pretas e grossas, ele se postou diante de uma das macas onde se encontravam uma das jovens, pegou uma das pedras (gemas) que se encontravam imersas em água quente dentro de uma vasilha de porcelana e colocou-a nas costas de uma das moça. A jovem no mesmo instante gemeu alto de dor. O professor pra calma-la, beijou suas costas e lhe sussurrou algumas palavras que apenas ele e ela souberam.

De seu lugar Morgan fez uma cara de desespero ao ouvir aquele gemido da moça.

_Quando a pessoa amada se encontra diante da gente devemos colocar três gemas nessa parte do corpo.

O professor apontou para as costas da outra moça na maca e também colocou nela, as gemas.

Essa segunda garota assim como a primeira, também gemeu de dor quando a pedra quente foi posta no centro da sua costa.

Depois de ter posto a gema, o homem se dirigiu para a turma que já assistia a aula prática com medo por conta daqueles gemidos altos que as pobres garotas davam, e lhes explicou o seguinte:

_Quando a pessoa amada está entre nós, as forças aleatórias vibram e colocamos nessa parte do corpo (no caso as costas), três gemas. — pôs mais uma pedra no alto das costas da primeira garota.

Novamente ele se dirigiu aos alunos e explicou que sendo postas ali nas costas, as gemas atraem sua vibração e sua força.

O homem contou que as gemas também podem ser colocadas sobre o peito e quando ia explicar o que significava colocá-las ali, Morgan o interrompeu. Mas ele tratou logo de corta sua fala dizendo que naquele instante, ainda não era hora para perguntas.

Retomando sua explicação, ele disse que se colocava as gemas naquela região porque ali, se encontram todas as forças maiores.

Novamente Morgan o interrompeu pra insatisfação do professor que dessa vez deixou que a aluna fizesse sua pergunta.

_Como vou fazer um cara que nem conheço direito, deitar-se em frente a mim, seminu, só porque quero lhe colocar umas pedras quentes?

_São gemas e não pedras!! E você tem que dá um jeito de conseguir isso.

_Ótima resposta! ... Mas, e se eu queimá-lo quando lhe colocar as gemas?

O professor a encarou bem.

_Você pergunta demais, sabia?

_Sabia!

_Creio que seja o momento de você fazer sua iniciação e nos servir de voluntária, senhorita atrasadinha! ... Tirem a roupa dela agora.

_NÃO!! Não ... Não ... Não! Nem se atrevam a fazer isso.

Morgan se pôs de pé rapidamente e agarrou suas roupas enquanto encarava os demais alunos que vinham em sua direção.

Continua...

Notas finais
A noite só tende a piorar.