Nunca pensei muito em como morreria. Eu sempre ponderei pensar com cuidado no meu futuro, e pensar em como morreria não me parecia agradável.

Menos ainda era a ideia de pensar em como eu perderia meus pais. Nada que eu pudesse ter imaginado ou simulado em minha mente me prepararia para aquilo, absolutamente nada. Quaisquer sacrifícios que eu pudesse me dispor a fazer, todos de bom grado, nenhum deles significou coisa alguma quando o pior aconteceu sem que eu, em minha fraqueza e estupidez, pudesse impedir. Morrer no lugar deles era algo que eu teria aceitado de bom grado, e, no entanto, aquela opção nunca me fora dada.

Se eu soubesse que me mudar para Forks me conduziria pela trilha de tragédias em que eu agora me encontrava, eu jamais teria sugerido tal estupidez a minha mãe, pois tudo o que eu conseguia sentir era arrependimento por todas as decisões que haviam colocado Edward Cullen em meu caminho e destruído minha vida.