Notas iniciais
meninas, eu sinceramente espero que vcs tenham relido o prólogo antes de vir aqui, porque, bem... eu meio que avisei que isso aconteceria ;-; bem, depois desse capítulo posso dizer que Bella Swan e Olivia Teller tem mais coisas em comum que apenas o rosto da Kristen Stewart leiam Redamancy! aqui, ouçam um Sign of The Times https://www.youtube.com/watch?v=DPMcpCf64P0

O tempo estava contra nós.

Estávamos reunidos na casa dos Cullens novamente e enquanto uma fervorosa discussão acontecia sobre a melhor forma de agir – Os Cullens totalmente contra a ideia de me usar como isca e os Winchesters a favor, receosamente, já que eu mesma havia sugerido.

Não havia sinal de Laurent ou Victoria em Forks, o que nos levou a concluir que o trio estava reunido em Phoenix, para o meu desespero. James fora bem claro em dizer para eu ir sozinha, e Charlie já havia sido levado como retaliação ao fato de eu não fazer o que foi mandado.

Eu nem queria pensar no que aconteceria se eles percebessem que estávamos todos lá.

Liguei várias vezes para Renée, esperando qualquer sinal de vida, que fosse apenas um blefe de James, mas foi o próprio que acabou atendendo, reforçando sua ameaça. Eu pedi, mais de uma vez, para falar com eles, mas ele não permitiu. Repetiu a ameaça e disse que era melhor eu me apressar.

E por algum motivo, que ninguém se importou de me explicar, fomos todos de carro até Phoenix. Horas e horas do norte ao sul, e todos conversavam como se eu nem estivesse ali, como se eu...

Nem devesse estar lá.

Eu estava no carro dos Winchesters, Alice sentada no banco de trás ao meu lado. Ela conversava com eles sobre James, mas eu me sentia muito área para prestar atenção. Meu estômago estava pesado e eu me sentia enjoada pelo nervosismo.

Um péssimo pressentimento era tudo o que eu tinha. Eles achavam que não precisavam chegar na surdina, que, estando em maior número, tudo o que precisavam fazer era um cerco e atacar de uma vez, mas algo me dizia que James era mais esperto que aquilo.

Ele não queria um confronto, não necessariamente. Ele só queria brincar conosco. Queria brincar comigo, obviamente. Ele sabia que eu não apareceria sozinha no estúdio de ballet e eu não podia arriscar as vidas dos meus pais. Talvez ele estivesse contando com isso.

Porque eu me oferecer como isca e entrar no estúdio seria burrice demais.

O primeiro lugar onde eu pensaria em procurar seria a casa de Renée. Se ele me queria, que fosse, mas eu precisava manter meus pais a salvo, e naquele grupo, só havia duas pessoas que poderiam entender o meu desespero de humana.

Precisava ser discreta, precisava de uma forma de burlar as visões de Alice.

Quando chegamos em Phoenix, nos hospedamos todos no mesmo hotel, em andares diferentes, a pedido meu.

Para a surpresa dos Cullens, eu não quis ficar com eles. Queria ficar o mais distante possível de Edward, então pedi, sem jeito, para ficar no mesmo quarto dos Winchesters. Era a forma perfeita de colocar meu plano de fuga em ação.

— Por que não quis ficar com a sua amiguinha do cabelo espetado? – Dean perguntou confuso assim que fechou a porta.

— Preciso de um tempo – respondi automaticamente enquanto procurava por papel e caneta.

— O que você...?

Ergui o dedo, sinalizando para que ele ficasse em silêncio. Sobre a mesinha de centro do quarto, um bloco de notas e uma caneta. Me sentei no sofá e comecei a escrever.

James não vai para o estúdio, é muito óbvio. Talvez ele esteja na casa da minha mãe. Preciso que me levem até lá.

Dean franziu o cenho, parecendo indignado.

Vai se oferecer como isca fácil pra ele?— rabiscou.

Peguei a caneta de volta e respondi.

Vocês tem como enfraquecê-lo com sangue de homem morto. Eu só preciso tirar meus pais do alcance dele. Vocês podem fazer o que quiser com James.

Dean franziu os lábios, me fitando por um momento.

E os seus amiguinhos lá em cima?— escreveu.

Quando Alice perceber o que decidimos, não teremos muito tempo— retruquei. Me ajudem a tirar meus pais de lá logo.

Sam, que estava acompanhando o nosso diálogo, trocou um olhar com o irmão e assentiu, virando-se para as mochilas que trouxeram consigo.

Me mostraram os vidros que continham o sangue de homem morto e as seringas que haviam trazido. Dean encheu uma e me entregou, no que eu assenti. Talvez, no fim, eu precisasse deixar James me morder, mas nenhum preço era muito alto para salvar meus pais. Era culpa minha que eles estivessem naquela confusão.

Se eu nunca tivesse me envolvido com Edward, nada disso teria acontecido.

Esperamos a noite cair. Troquei algumas mensagens com Alice a fim de disfarçar o que eu estava prestes a fazer.

Emmett, Jasper e Edward estão rondando o estúdio comigo— ela me disse. Carlisle, Esme e Rosalie estão à procura de Victoria e Laurent. Está tudo bem aí?

Sim— menti. Eles estão esperando o sinal de vocês.

Alice teria que me perdoar por aquela mentira.

— Estão todos fora do hotel – disse à Dean.

— Tá na hora – ele chamou Sam, que estava cochilando no sofá. – Vamos repassar o plano – Dean me encarou. – Você entra primeiro, nós estaremos logo atrás de você. Se James aparecer primeiro, você enfia essa seringa nele a aperta com toda a sua força. Se vir seus pais primeiro, dá um toque com o celular e nós entramos pra te dar cobertura.

— Tá – assenti.

— Tem certeza de que quer fazer isso? – Sam me fitou.

— Absoluta – engoli a seco. Não queria que eles percebessem que minhas mãos estavam tremendo naquele momento.

Os irmãos trocaram um olhar que me pareceu de preocupação, mas apenas pegaram suas coisas e nós deixamos o quarto do hotel, descendo os andares até o estacionamento e entrando no Chevy Impala de Dean. O guiei pela cidade enquanto ele dirigia, até chegarmos na entrada da casa de Renée.

Olhamos ao redor por um tempo, à espera de qualquer sinal de movimentação. Não havia ninguém na rua, tudo estava quieto.

— Olha, Bella, se quiser voltar para o hotel, eu te deixo lá – Dean me olhou pelo retrovisor.

— Porque isso tá parecendo cilada, não é? – o encarei. – Se tá parecendo, é porque deve ser, mesmo.

— Não acho que seja uma boa ideia você entrar sozinha, agora – Sam comentou enquanto observava a rua.

— É, eu também não – Dean concordou, checando a seringa que estava no bolso de sua jaqueta.

— Apenas vamos logo, por favor – pedi ansiosa.

Ambos saíram primeiro, e eu fui em seguida, me certificando de que a seringa estava pronta para ser usada quando eu precisasse. Dean e Sam estavam armados, e com lanternas. Eu fui na frente, procurando pela chave reserva que eu supus que estivesse em baixo de um dos vasos de plantas de Renée, mas, no fim das contas, nem foi necessário.

A porta estava entreaberta e eu engoli a seco.

Eu tive que prender a respiração assim que empurrei a porta para entrar. O cheiro de podridão quase me fez vomitar ali mesmo, meus olhos lacrimejando, Dean e Sam igualmente enjoados com o cheiro forte.

Mantive a seringa perto da minha perna para o caso de precisar tirar a tampa e enfiar em James. Procurei por interruptores para acender a luz da sala de estar, mas elas não estavam funcionando. Reuni coragem para chamá-los.

— Mãe? Pai? Vocês estão aqui?

Ouvi um baque e então algo passou rapidamente por nós. Sam foi lançado contra a parede, desmaiando imediatamente, no que seu facão caiu no chão, e Dean não perdeu tempo para começar a atirar no que quer que estivesse se movendo entre as sombras.

Mas tudo aconteceu rápido demais.

Quando me dei conta, James estava pressionando o pescoço de Dean contra a parede, tirando dele a arma, a lanterna e a seringa.

— Sangue de homem morto – James sorriu. – Esperto, mas não o suficiente. Larga isso – ele me encarou, se referindo à seringa. – Ou eu quebro o pescoço dele.

— Não, Bella, enfia logo nele! – Dean tentou falar, mas começou a ser sufocado.

— Vamos, não tenho a noite toda – o vampiro me encarou.

Engoli a seco, encarando Dean por um momento. Larguei a seringa no chão e fiz um gesto de rendição, no que ele empurrou Dean contra a parede.

— Você é realmente mais boba do que eu pensei – James riu baixinho, se aproximando de mim. – Realmente achou que despistando aquele exército conseguiria seus pais de volta? Bella... – segurou minha mandíbula, me forçando a recuar para a cozinha. – Eles estavam perdidos no momento em que você me desobedeceu.

Segurando meu rosto, ele me forçou a me virar para frente e acendeu a luz da cozinha. Arregalei meus olhos quando os vi, sentados à mesa, como grandes bonecas pálidas de olhos abertos. Em seus pescoços, marcas de dentes, sangue seco em suas bocas.

— Você é tão ingênua, Isabella. Me pergunto de qual deles você herdou isso.

Eu não conseguia falar, eu não conseguia me mover.

Charlie estava...! Renée...!

— Sabe, eu não resisti. Se você é assim, tão apetitosa, imaginei que eles também eram, e olha, eu não estava errado. Os dois foram deliciosos de beber – sussurrou em meu ouvido. – E mal posso esperar para beber você também.

— Ei, idiota! – ouvi Dean falar.

Então, um tiro. James me soltou subitamente, imediatamente partindo para atacar Dean. Sam continuava desacordado no chão.

Eu precisava me mover.

Eu tinha que fazer algo.

Mas o meu corpo... Ele não obedecia...

— Bella! – ouvi Dean me chamar.

Me lembrei da seringa no chão. Com a luz da cozinha acesa, vi onde havia a derrubado. Me obriguei a me mexer e a peguei, tirando a tampa dela e aproveitando a distração de James para enfiar a mesma nas costas dele, apertando todo o conteúdo para fora.

Dean empurrou um desacordado James para o chão, e então ouvimos Sam grunhir e se mexer.

— O que foi que eu perdi?

Notas finais
edit: eu literalmente queria fazer bellass (bella e castiel) e vcs todas shippando ela com o dean kkkk heeeelp as opções que eu ofereço são: cas e bella ou trisal kkkk