Notas iniciais
Estou de volta... Sei que demorei muito. mas, estava sem tempo e com uns probleminhas. Mas, vamos voltar. Pois, Jibbs não pode morrer!

Depois da sua conversa no escritório Abby e Jenny estavam descendo as escadas rindo ao mesmo tempo que o elevador estava chegando com Gibbs e Mann.

Todos olharam para cima reparando como a ruiva ficava diferente desse jeito, mas mais surpreendido estava Gibbs, pois tinha um tempo que não a via dessa forma. E internamente, ficou feliz, pois achava lindo quando ela sorria.

— Já que estão todos aqui gostaria de informá-los que sábado terá uma bola e antes que pergunte é obrigatório a presença de todos. Falou Jenny olhando conscientemente para Gibbs.

— Podemos levar uma data? Perguntou Tony.

— Pode sim... Respondeu Jenny já se preparando psicologicamente para aguentar a noite de sábado olhando para Jetro e Mann. — Então é isso! Iremos na quinta a tarde Abby. Falou Jenny olhando para todos e voltando para escritório.

— Viu, Diretora... Estou ansiosa!Falou Abby pulando para cima e para baixo e chamando a atenção de todos.

Quando Tony percebeu que a diretora estava no escritório ele virou para Abby e fez a pergunta que estava na mente de todos.

— O que tem quinta a tarde, Abs?

— Nada demais, Tony. Uma coisa entre mim e a diretora. Falou Abby virando as costa e saindo para seu laboratório.

— Então eu já vou, Gibbs. Nos vemos a noite? Perguntou Mann

— Vou ver, Hollis. Se der eu te aviso. Falou sem um pingo de entusiasmo.

— Tudo bem então. Até! Falou Mann indo na direção do elevador.

Durante a próxima hora todos ficaram trabalhando no caso. Vendo se conseguiam encontrar mais alguma evidencia.

Enquanto isso no escritório da diretora...

Jenny estava perdida em lembranças de um tempo em Paris

— Sabe o que lembrei agora meu marinho? Falava Jenny olhando fixamente para o homem e dando um sorriso malicioso.

— O que, Jen? Pergunta o Jetro sem saber onde aquela conversa ia chegar.

— Hum que quando você estar assim super irritado ou que nada esta dando certo. Eu fazia uma coisa que te acalmava. Lembra meu amor?! Falava ela se aproximando mais do raposa de cabelos prateados e dando um selinho no mesmo.

— Claro que lembro e tem muito tempo que você minha linda não faz mais isso. . Falava Gibbs sem acreditar que realmente ela fosse fazer isso.

— Hummmm. Verdade, mas hoje você merece . Fala ela ligando o som e se preparando para acalmar o rude marinho.

A batida da música começou e ela se aproximou dele e disse sensualmente.

— Let's go, Boss! Come on! A música começou e ela cantava com a testa colada na dele e mirando nos olhos.

Jen nesse momento deu as costas a Gibbs e começou a sair do banheiro. Depois virou para ele apontando o dedo e fazendo sinal que ele a seguisse. Colocou o dedo na boca e começou a rebolar sedutoramente sem tirar os olhos dele e vendo que o amigo do mesmo já dava bastante sinal de ter acordado.

Ele a observava cantar, dançar, rebolar e a olhava com o desejo pulsando em seu corpo. Sua vontade era tomá-la para si naquele momento e fazê-la gemer bastante o nome dele, mas ele sabia que a ruiva era o cão quando queria e se ele fizesse isso. Ela sairia dali e o deixaria na mão. Então ficou ali a observando como uma presa que ele estava doido para dar o bote, mas estava esperando o momento certo. E que aprovaria com requinte de crueldade. Só de pensar essas coisas seu amigo pulsava mais ainda.

A ruiva parou um pouquinho foi em direção à cama olhou sedutoramente . Deu uma virada de 45° o olhou novamente, mordeu os lábios e deu um tapa bem dado no bumbum. Gibbs nessa hora rosnou para ela tamanha era sua excitação.

Ela subiu na cama e passou a mão por todo seu corpo sensualmente sempre cantando e olhando-o fixamente. Depois parou um pouco rebolou na cama até o colchão e o encarou mordendo os lábios inferiores. Vendo o Boss apertar seu amigo que estava parecendo que ia voar. Ela se deliciava com aquela imagem parecia que estava provando do melhor banquete da sua vida.

Ela continuava rebolando e passando a mão no corpo. Depois faz outra pausa e o chama com o dedo para que ele se aproxime. Quando ele ameaça subir na cama. Ela faz sinal que ele pare e desce da cama sensualmente e passava a mão no corpo bem próximo a ele cantando bem próximo do ouvido do mesmo.

Jen se aproximou mais e deu um selinho que há essas horas já levava um tapa na mão, pois tentava passar a mão nas coxas da amada. A ruiva rebolava, se abaixava como se estivesse hipnotizando o homem (se é que precisava, rs). Depois, só para provocar mais ainda pegou a mão dele e levou até seu braço e depois suas coxas e fez com que ele passasse as mãos bem ali. Sentindo como ela estava quente de desejo e tesão por ele.

— Jen, você quer me matar? Falava ele rosnando.

Ela nada disse só continuava dançando e provocando.

Depois, eles se aproximaram e as mãos corriam soltas e livres, tanto as dele quanto as dela. Em seguida, ela virou de costas e ele a agarrou pela cintura e começaram a rebolar na mesma batida. Ela deu uma abaixada que enlouqueceu o homem e o empurrou com a própria bunda. Fazendo com que os mesmos se separassem.

Ela novamente subiu na cama e chamou o mesmo com o dedo. Quando o homem subiu ela lhe deu um beijo cinematográfico e disse de forma bem sedutora ao mesmo tempo que dava as últimas batidas da música:

— Faça o que quiser comigo MEU MARINHO! O homem rosnou e a agarrou pelos cabelos.

— Agora eu vou lhe mostrar que não se provoca um homem assim. Principalmente se esse homem for eu Jenny Sheppard!

Ela foi tirada das lembranças pelo próprio homem que a olhou e parece que leu sua alma, pois sabia exatamente o que estava pensando, pois olhou para ela conscientemente e sorriu aquele sorriso de lado que a fazia ficar bamba.

Notas finais
Digam o que acharam Pretendo voltar essa semana!