Notas iniciais
Se você está lendo este capítulo quer dizer que se interessou pela história. Fico feliz por isso. ^^ Boa leitura. xD

No dia seguinte, cheguei à sala em cima do horário, por isso fui direto para minha carteira, apenas acenando para Miyabi. Por sorte, a classe pareceu me ignorar, mas, quando me aproximei de Aoi e Misae, elas desviaram o olhar, o que me fez desistir de cumprimentá-las. Hanajima-sensei e Kouta-sensei entraram e nossa regente disse: – “Bom dia turma! Tomarei 5 minutos do Kouga-sensei para falarmos sobre a peça. Decidi que faremos uma releitura da ópera ‘Carmen’ adaptada para a Era Meiji.” – nesse momento houve várias exclamações de surpresa e alegria – “A personagem Carmen será interpretada por Himemiya Miyabi-san e o personagem Dom José, por Sakamoto Tomo-san.” – dessa vez a turma ficou em completo silêncio.

“Isso será um vexame! Elas não merecem esses papéis, sem contar que Dom José deveria ser interpretado por um homem!”

O comentário de Yoshikawa foi bastante grosseiro e eu tive que me segurar para não retrucar, mas percebi que Miyabi sorriu confiante. “Yoshikawa-san, está duvidando da minha decisão?” – Hanajima-sensei perguntou, deixando-a calada. – “Foi o que pensei. E não pense que me esqueci do que aconteceu ontem. Enfim, vamos ao sorteio. Sakamoto-san, venha aqui me ajudar.”

“Hai*.” – de todos os alunos ela escolheu justo a mim. Não podia ser só coincidência.

“Para os papéis restantes, eu vou anunciar o nome do personagem e a Sakamoto-san irá retirar um nome desta caixa. Quem for sorteado poderá escolher entre atuar ou ajudar nos bastidores. Entenderam? Então, a pessoa que poderá escolher interpretar a Micaela será...”

Assim que todos os alunos tiveram seus papéis definidos, a sensei me pediu para distribuir os roteiros para cada aluno e, como esperado, Miyabi foi a única que me agradeceu. Depois disso, pude voltar ao meu lugar.

“É isso, todo sábado à tarde faremos os ensaios gerais. Comecem a treinar suas falas o quanto antes porque só teremos 2 meses até o Festival Cultural. Esforcem-se e boa sorte!”

“Hai, Hanajima-sensei!” – a turma respondeu.

Assim que a Hanajima-sensei saiu, fomos jogar queimado nos últimos 40 minutos de aula. Como eu, Miyabi e Yoshikawa ficamos do mesmo lado, fiquei com um mau pressentimento. Virei para Miyabi e sussurrei:

“Tome cuidado.”

“Não se preocupe, sou boa em esquivar.”

Não pude comentar mais nada porque Kouga-sensei deu um aviso final antes de começar a partida. – “Garotos, controlem a força, ok? Podem começar!”

Como era de se esperar, ambos os times focaram as mais fáceis de acertar, o que não incluía Miyabi. Porém, à medida que ficava mais difícil de alguém ser atingido, o time adversário passou a focar mais nela e alguns garotos pareciam não aliviar com ela. Isso me fez participar mais do jogo; saí da linha de fundo e passei para a de frente, interceptando as bolas quando podia e tirando alguns desses garotos do jogo.

Faltando 15 minutos para o término da aula, o número foi reduzido para 5 do lado deles, sendo apenas Misae, Aoi, uma garota do clube de vôlei e mais dois garotos; já do nosso lado, restava somente eu, Miyabi e Yoshikawa, o que já era esperado, pois ninguém tentava acertar a Yoshikawa (ninguém além de mim, em jogos anteriores).

Consegui queimar mais um garoto adversário, mas, na tentativa seguinte, eles conseguiram a posse da bola. Assim que começamos a nos preparar para o contra-ataque, vi Yoshikawa sutilmente derrubar Miyabi, então percebi que Omura Shido estava com a bola e se aproximava dela o máximo possível. Corri na direção de Miyabi, afinal, ela era um alvo fácil e ele parecia ter uma intenção nada boa. E eu tinha razão. Ele jogou a bola com toda a força em direção de Miyabi e... PAF! Caí inconsciente.

Foi por pouco, mas consegui entrar na frente da bola, sendo atingida no lado esquerdo do rosto com tanta força que me tirou os sentidos. Não sei por quanto tempo fiquei desacordada, só me lembro que, quando abri os olhos, vi Miyabi ao meu lado me chamando desesperadamente, meus colegas ao redor sussurrando e Kouga-sensei se aproximando enquanto berrava alguma coisa para alguém. Eu ainda estava tonta quando o sensei me perguntou:

“Sakamoto? Consegue se levantar?”

“Eu... acho que... acho que si... Argh!” – enquanto tentava me sentar, comecei a sentir as dores. Sentia meu pescoço, minha cabeça, principalmente do lado esquerdo, mas o pior era meu pulso direito, o qual achei que havia torcido ao cair em cima dele.

“Não se mexa. Vou levá-la à enfermaria.”

Antes que ele pudesse me pegar no colo, o impedi – “Espere, sensei! Eu posso ir sozinha.” – pelo menos era o que eu pensava, pois estava acostumada em me machucar com esportes, mas ao tentar me levantar perdi o equilíbrio e fui amparada pelo sensei.

“Pode nada! Você mal consegue ficar em pé! Pare de ser teimosa.”

“Tomo-chan só está com vergonha de ser vista sendo carregada pelo sensei.” – Miyabi tentou explicar e foi aí que pude ver se ela estava bem.

“Miyabi! Seu joelho!”

“É só um arranhão, Tomo-chan, não se preocupe.”

Kouga-sensei pareceu não dar importância à minha vergonha.

“Deixe a timidez de lado. Vamos, se apoie em mim.” – assim ele me segurou no colo e se dirigiu aos outros alunos. – “Omura, quero você correndo até o final da aula. Os outros estão dispensados. Voltem para a sala de aula e aguardem lá!

Quando chegamos à enfermaria, Kouga-sensei me colocou em uma das camas e, antes de sair da sala, falou para Yoshida Isae-sensei o que havia acontecido. Assim que ele saiu, Miyabi e, para minha surpresa, Aoi e Misae entraram para ver como eu estava.

Yoshida-sensei pediu para Aoi cuidar do joelho de Miyabi e pediu ajuda à Misae para que pudesse me examinar. Depois de limpar o sangue que tinha no canto de minha boca, o qual eu não tinha percebido até aquele momento, de enfaixar meu pulso e me deixar deitada na cama com uma bolsa de gelo no rosto, ela falou:

“Seu pulso não parece fraturado, deve demorar no máximo três semanas para se curar, mas é melhor você não movimentá-lo muito essa semana, ou seja, não poderá treinar. A pancada na cabeça foi forte, então é possível que durante um ou dois dias você ainda sinta dores de cabeça e no pescoço e até mesmo uma leve tontura, mas nada grave. O melhor a fazer é ficar aqui e descansar. Vamos esperar até o intervalo para vermos se preciso te dispensar das outras aulas.” – ela deu uma pausa e suspirou. – “Quem foi que te acertou?”

“Omura Shido.” – respondi.

“O quê!? Shido-san, o arremessador do clube de beisebol? No que ele estava pensando? Aquele cérebro de passarinho! Só porque você faz parte do clube de kendô, não quer dizer que é de ferro.”

“Na verdade, Tomo-chan levou a bolada no meu lugar.” – Miyabi explicou.

“Hime-chan? E por que ele faria isso com você?”

“Não sei.”

Misae interveio – “Eu sei. Yoshikawa falou que quem a machucasse, poderia sair com uma das ‘Top Five’.”

“Mas isso não é motivo para querer machucar alguém desse jeito.”

“É verdade, mas Omura-san também queria se vingar. No primeiro dia de aula ele chamou a Himemiya-san para sair, mas ela o recusou e, no dia seguinte, quando ele foi cumprimentá-la, ela não se lembrava dele.

“Oh! Então era ele...” – Miyabi comentou com um leve rubor na face. – “Quando ele me chamou para sair, ele estava com o cabelo um pouco comprido e rebelde, e depois, estava bem curto. Sem contar que ele nunca se identificou.”

“Ele só pode ser um cabeça de bagre que se revoltou por nada. De qualquer forma, é melhor deixarmos a Tomo-san descansar. Vou falar com Kouga-sensei e, quando voltar, é bom que as três já tenham voltado para a sala de aula.”

“Vou ficar e fazer companhia para a Tomo-chan.” – Miyabi falou.

“Hime-chan, é bom que vocês ficaram amigas, mas...”

“Tomo-chan ficou assim por minha causa!”

“Ok, ok, entendi. Vou avisar ao Kouga-sensei e espero que vocês, Aoi-san e Misae-san, não demorem.”

Assim que ela saiu, Misae falou: – “Tomo, sentimos muito por termos ignorado você. Não queríamos arranjar problemas, principalmente com aquelas cinco. Mas você é nossa amiga e não deveríamos ter te tratado daquele jeito.”

“Tudo bem, eu entendo.”

Dessa vez foi Aoi quem falou: – “Você tinha razão, Himemiya-san é uma boa pessoa. Se vocês precisarem de alguma coisa, podem falar com a gente. Tomo, cuide-se para melhorar o mais rápido possível, ok?”

“Isso mesmo. Além do mais, esse seu pulso é uma mina de ouro.”

As duas se despediram e voltaram para a sala, então Miyabi comentou: – “O comentário que Suzuka-san fez sobre seu pulso foi porque o Torneio Nacional de Kendô é daqui a um mês, certo?” – a possibilidade de não participar do evento me horrorizou, o que não passou despercebido por ela. – “Desculpa! Por favor, não fique assim! Yoshida-sensei disse que não vai demorar mais do que três semanas para sarar, né? Tenho certeza de que você vai conseguir participar.”

Ela parecia que estava ficando deprimida e que se culpava pelo o que aconteceu, por isso eu me sentei, joguei o gelo no lixo e coloquei minha mão boa em seu ombro.

“Tudo bem, Miyabi, você não fez nada de errado. Minha reação que foi exagerada, desculpa. É que esse é o primeiro torneio nacional que participo e eu realmente quero ajudar nossa escola a ganhar esse título.” – expliquei um tanto envergonhada.

“Se não me engano, esse é um título que nossa escola não tem ainda. E será a primeira vez que seremos a sede.”

“É sim. No ano retrasado, nossa escola conseguiu o segundo lugar, mas no ano passado não conseguimos participar porque a equipe deve ser formada por no mínimo três do 2º ano, mas só tínhamos a Eriko-senpai.”

“Eriko-senpai? Quer dizer a capitã do clube, Chiba Eriko-senpai?”

“Ela mesma.”

“Não sabia que vocês eram tão próximas a ponto de chamá-la pelo primeiro nome.”

“Não é que sejamos próximas. Chiba-senpai prefere ser chamada pelo primeiro nome porque seu pai é um famoso lutador de kendô.”

“Entendi. Bem, acho melhor você descansar, Tomo-chan.”

“É... Só espero que essa dor de cabeça passe.” – deitei. – “Pode voltar para a sala se quiser, acho que é entediante ficar ao lado de alguém dormindo.”

“Mas se fosse eu, eu gostaria de acordar e ver que tem alguém ao meu lado. É o mínimo que posso fazer.”

“Obrigada, Miya...” – adormeci antes de completar a frase (ou será de desmaiei?)

Senti como se tivesse dormido uma noite inteira e fui acordando aos poucos. Algo macio e quente cobria minha mão esquerda. Quando abri os olhos, me deparei com uma Miyabi sorridente que falou:

“Acordou bem na hora, Tomo-chan.” – nesse instante o sinal tocou e deduzi que era intervalo. Olhei para descobrir o que cobria minha mão e vi que eram as mãos de Miyabi e como de costume enrubesci. – “Ah! Desculpa.” – ela me soltou imediatamente. – “Não me entenda mal, eu só...”

“Tudo bem, não se preocupe. Eu só não estou acostumada com esse tipo de gesto.”

“Ufa, que bom.” – ela sorriu – “Já é intervalo e a Yoshida-sensei trouxe nossas malas.” – me sentei enquanto ela pegava nossos bentôs*. – “Consegue comer assim?”

“Acho que sim.”

Quando abri meu bentô, Miyabi exclamou: – “Nossa! Que incrível! Foi você quem fez?” – concordei com a cabeça. – “Incrível! Parece que além de tudo, você também é boa na cozinha!”

“Hehe. Nem tanto.” – peguei meu hashi*, mas quando fui pegar a comida, senti uma dor que me fez soltá-lo.

“Viu, você não consegue. Deixa que eu ajudo.” – ela deixou seu bentô de lado e pegou um pouco de comida do meu para de dar na boca. – “Pronto, diga ‘Ah’.”

Fiquei super envergonhada. – “E-eu posso comer sozinha. Posso usar a esquerda.”

“Assim é mais fácil. Ora, vamos, não seja tímida.”

“Mas você também tem que comer.”

“Se o problema é esse, então...” – ela comeu o que estava me oferecendo. – “Huum! Que delícia! Não conte para minha mãe, mas está mais gostoso do que o dela! Agora é a sua vez.”

Me rendi. Apesar de ser bem desconfortável comer daquele jeito, foi divertido. Dividimos nossos bentôs e conversamos trivialidades. Quando terminamos de comer, perguntei:

“Aonde está Yoshida-sensei?”

“Ali.”

Ela apontou para a cama da frente e me deparei com o rosto divertido da sensei. – “Quer dizer que estava tão distraída recebendo comida na boca que nem notou minha presença?”

“Não! Eu... er... eu... há quanto tempo está nos observando?”

“Não muito. Na verdade acabei de acordar.” – olhei confusa para ela. – “Não me olhe assim, eu tive uma manhã estressante. Deixando isso de lado, como você está se sentindo, Tomo-san?”

“Melhor. Só com um pouco de dor de cabeça ainda.”

“Entendo. Conversei com Ayaka-san e Kouga-san sobre o ocorrido e eles suspenderam Shido-san por três dias e Shizu-san por uma semana, além de ela ficar responsável pela limpeza da sala na semana seguinte da suspensão. Infelizmente, nós professores não conseguimos evitar brigas e desavenças entre os alunos, mas tentamos amenizá-las ao máximo. Se vocês tiverem algum problema, não hesitem em nos contar, ok?” – Yoshida-sensei nos perguntou, bastante preocupada e, é claro, nós concordamos. – “Bom, muito bom. Vou liberá-las das aulas de hoje, mas tenham cuidado para voltar para casa.”

Yoshida-sensei assinou os papéis de liberação das aulas e das atividades do clube e depois nos levou até a entrada do colégio. Após nos despedirmos dela, Miyabi perguntou:

“Tomo-chan, será que seus pais poderão vir te buscar?”

“Minha mãe está visitando meu pai em Boston.”

“Nossa que legal! Ele mora por lá? O que ele faz?”

Contei para Miyabi sobre meu pai. Ele era jogador profissional de beisebol do Boston RedSox e se mudou para os Estados Unidos quando eu tinha 8 anos. Ele começou sua carreira muito jovem e veio para cá tentar um lugar num time grande. Desde que começou a competir, ele gostava de comemorar a vitória de uma partida com comendo um Katsudon*.

Meu pai era um atleta bastante promissor e não demorou a ser convocado pelo time principal da cidade. Na primeira vitória no novo time, os colegas dele o levaram ao restaurante Umai que era famoso por ter o melhor Katsudon da região. Foi lá que ele conheceu minha mãe, que era a chef de cozinha e dona do restaurante.

Não sei o que aconteceu naquele dia, se eles se encontraram antes ou depois de meu pai experimentar o Katsudon, porque meus pais sempre contam uma história diferente. Mas não demorou muito para eles se apaixonarem e se casarem. Eu nasci um ano depois.

Quando ele recebeu a proposta de se mudar para os Estados Unidos, minha mãe não podia simplesmente fechar o restaurante e ir com ele. Por isso, meu pai resolveu ir sozinho e voltar para casa quando ele estivesse de folga nos treinos e torneios. Eu e minha mãe fomos visitá-lo umas quatro vezes quando estávamos de férias, mas dessa vez ela foi para lá sozinha porque o restaurante estava em reforma.

“Nossa! Que história incrível! Meus pais se conheceram quando estavam no ginásio e se casaram logo depois que terminaram o colégio. Como minha mãe ficou grávida logo em seguida, ela preferiu se tornar dona de casa e meu pai se tornou médico.”

“A história de seus pais também é impressionante.”

Houve uma pausa, antes de comentar: – “Vou chamar minha mãe para vir nos buscar.”

“Se é por minha causa, não precisa. Eu consigo ir andando.”

“Mas é melhor você não se esforçar.”

“Estou melhor depois de dormir, sem contar que é o meu pulso que não tenho que forçar. Caminhar não tem problema.”

“Mas você ainda não está com dor de cabeça?”

Ficamos nessa discussão durante um tempo, até eu conseguir convencê-la de que estava tudo bem voltar para casa a pé. Assim que passamos pelo portão do colégio, percebi que era o segundo dia seguido que ela não ficava para uma atividade extracurricular.

“Miyabi, você está em algum clube?”

“No ano passado eu estava no clube de artes cênicas, mas neste ano não estou em nenhum. E agora que você comentou... ontem você não tinha treino?”

“Eriko-senpai achou que eu estava me sobrecarregando, por isso ela praticamente me expulsou dos treinos nas quartas-feiras e falou para eu nem aparecer no dojo*.”

“Hahahaha. Não posso dizer que estou surpresa com isso.”

“O que você quis dizer com isso?”

“Nada não. Ah! Nós podíamos ensaiar para a peça amanhã na minha casa! Dessa forma estaremos mais preparadas para o ensaio de amanhã. O que acha?”

A animação dela foi tão contagiante que não pude deixar de sorrir.

“Acho que é uma boa ideia. Espero que assim eu não pague um mico tão grande no sábado.”

“Não se preocupe. Ninguém espera que tudo seja perfeito no primeiro dia de ensaio.”

Aquilo não me tranquilizou muito, mas preferi não comentar mais nada sobre minhas inseguranças. No resto do caminho, Miyabi me contou sobre seu tempo no clube de artes cênicas e o que ela aprendeu sobre atuar.

Antes de nossos caminhos se separarem, ela me fez prometer que eu mandaria uma mensagem assim que chegasse em casa, então nos despedimos. O resto daquele dia foi bastante entediante, o qual se resumiu em tirar alguns cochilos e a ler o roteiro. Só pelo conteúdo que li, eu tinha a impressão que teria algumas surpresas no ensaio na casa de Miyabi.

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– Traduções:

1 – Hai: significa sim ou sim senhor(a).

2 – Bentô: é um tipo de marmita japonesa para uma pessoa. Um bentô tradicional contém arroz, peixe ou carne e legumes cozidos ou em conserva como acompanhamento. São servidos em bandejas próprias que possuem repartições.

3 – Hashi: são os palitinhos usados para comer.

4 – Katsudon: é um prato japonês, constituído por arroz coberto por tonkatsu (lombo de porco empanado) temperado com molho próprio e envolto por ovo bem cozido ou não.

5 – Dojo: é o local onde se treinam artes marciais japonesas. Muito mais do que uma simples área, o dojo deve ser respeitado como se fosse a casa dos praticantes. Por isso, é comum ver o praticante fazendo uma reverência antes de adentrar.

Notas finais
Gostaram? Espero que sim. :D Até a próxima o/