Watashi no Me Wa Sumini Yuu Tameni Jirasai

2 Capítulo 1 - Algo que Não Sei de Mim


Notas iniciais
Bem, meu último dia não foi o melhor de todos, mas foi o dia mais agitado que já tive em anos... "T_T" Bem, meus dias não tem sido tão emocionantes mesmo depois de ter ouvido aquela voz que me foi familiar, mas tem sido monótonos por causa dos dias letivos e da insistência de meus pais em me fazer escolher que faculdade eu quero fazer mesmo antes de eu ter acabado o ginasial... Divirtam-se com minha desgraça diária... Pode lhes ser muito divertido hoje... “T_T”

Eu estava num lago seguindo uma luz ofuscante que me seduzia os olhos e então ouso a voz daquela noite uma noite em que ouvi alguém me chamar de Malifysence, uma noite em que vi uma pena branca cair em meus braços...

—Não... Não vá embora... Não vá... Não vá... Não vá!

Nessa hora eu acordei estranho e meus pais vieram correndo pensando que me tivesse ocorrido algo de ruim, mas logo perceberam que foi só um pesadelo e nada mais. Com meus pais retomando a rotina de sempre e eu acordado antes do horário de me arrumar pro colégio eu fiquei estagnado na cama suado e perplexo sem saber o que fora tal sonho.

—Quem era aquela luz?

Eu perguntava pensando que a voz daquela noite pudesse me responder assim como chegou de imediato, mas minhas esperanças se foram em poucos minutos. Fiquei pensando na voz, na luz, no lago, na noite, no nome e na pena, mas nada daquilo me fazia sentido nem a voz que me chamou de um nome que nunca ouvi quanto à pena solitária que desceu de meu telhado para me avisar que a voz havia sumido.

—Acho que estou delirando... Eu não devo ter ouvido voz alguma, deve ter sido parte do meu sonho louco, mas parecia tão familiar... Parecia... Tão singela... Tão terna aquela voz... E mesmo assim tão triste...

Fui tomar um banho para ver se isso me acordava melhor que o susto que dei em meus pais, mas eu não parava de pensar na voz e na luz que pareciam um só. Quando deu meu horário de colégio peguei minha mangá e fui por meu caminho habitual até a escola.

—Bom dia Dachi-kun!

—Hã? O que faz aqui há essa hora Chris? Você devia ter ido pro colégio não para minha casa... E como você sabe onde é minha casa?

—Nossa você faz muitas perguntas e ainda não foi educado comigo... Por isso não vou responder!

—Ta... Desculpa... Bom dia Chris.

—Agora sim esse é o Koichi que eu conheço! Eu vim aqui por que ontem o Fujiyoka-senpai me falou que você morava perto de minha casa, então vim para irmos juntos pro colégio.

—Ah... Isso explica muita coisa, mas onde você mora?

—Ah! Não se preocupe com isso, depois eu te levo lá. Agora vamos ou iremos nos atrasar pro colégio!

O jeito alegre de Chris me tirou a atenção de meus pensamentos confusos e me trazia uma paz que a muito não sentia, mais parecia que éramos crianças de novo indo brincar no parque. Quando chegamos ao colégio nós ficamos conversando sobre o que nós mais gostávamos de fazer e assim passamos o tempo entre a espera da chegada dos alunos e o início da aula.

—Koichi... Eu queria te dizer uma coisa...

—O que foi?

Nessa hora eu pensei que ele fosse se declarar a mim e me preparei como pude para ouvir as palavras dele e responder da maneira mais educada possível.

—Você...

—O que?

—Você tem alma?

—Hã? Como assim alma?

—É algo que diante do mundo é mais importante que tudo...

—Eu... Eu acho que não...

Ele me lembrou a voz e a luz do sonho, mas não iria dizer isso a ele assim.

—Eu também não... Meu maior desejo e ambição é achar minha alma nesse mundo... Não sei bem o que ou quem é, mas assim que eu o encontrar eu vou guardá-lo como a um tesouro.

—Bem...

Depois dessas palavras percebi que assim como ele eu desejava a mesma coisa e até faria a mesma coisa, mas não pude deixar de perceber que ele não gostava de Soihiro e aquilo mais me pareceu uma declaração de solidão.

—Bem, eu também não sei o que faria se encontrasse minha alma...

—Alma é? Mal chego e vocês já estão conversando assim? Acho que tenho de mudar de carteira para não atrapalhar a conversa empolgante que vocês estão tendo...

—Bom dia Fujiyoka-senpai! Seu irmão virá hoje?

—Acho que sim.

—Bom dia Fujiyoka e que papo é esse de “atrapalhar a conversa empolgante”?

— (risadas) Melhor você continuar assim... Bem inocente... Assim como o Chris, talvez vocês formem um bom casal.

—O que você disse? (Chris e Koichi vermelhos de fúria)

—Calma, calma, foi só uma brincadeira... Vocês levam tudo a sério demais...

Durante a aula eu não conseguia desviar meu olhar de Chris, isso até me custou uma prova especial de dificuldade B, na qual eu não posso passar se não tirar uma nota igual ou maior que 70% da prova. Bem isso para mim não era problema eu não era o mais aplicado, mas era amigo dele e com o que estudava eu já tirava notas quase maiores que o proposto pelo professor e acabei sendo motivo de risada da turma...

—Nossa... Koichi eu já não sei mais... Não sei se é de você ou de Chris que sinto mais pena...

—E por que sentiria pena de Chris ou de mim?

—Pensa que não percebi seu olhar de abutre em direção ao Chris? Eu sei que você gosta dele... E acho que ele gosta de você... (um soco no queixo dele)

—O que você acha que está falando? E sobre quem você acha está falando? Hein? Seu fricote? (olhos mudados de pretos para azul esquerdo e amarelo direito)

—O que houve com você Koichi? (rosto demonstrando medo e espanto)

—O que estou fazendo? Eu bati no meu melhor amigo...

—Cara, se você não quer que eu implique contigo bastava me falar que eu me calava, mas seus olhos mudaram de cor... Eu estou com medo de você, cara...

—Desculpa... Eu não tive noção do que fiz... Eu agi por impulso... Não sei bem o que fiz... Eu te machuquei?

—O que houve com Fujiyoka-senpai?

—Ele caiu por que o piso estava molhado! É foi isso...

—Piso molhado? Mas o chão está seco...

—É por causa do... Calor! É! Com esse calor que está fazendo hoje o piso secou rapidinho...

—Hum... Certo, mas melhor levá-lo até a enfermaria e...

—Não, não é preciso! Deixa que eu levo ele lá!

—Hei... Será que eu não tenho opinião aqui?

—Melhor não falar muito... Você está com o queixo machucado! (piscar de olhos)

—Taaaaa... Que dor... Ai! Eu vou morrer... Eu vou morrer...

Chris não entendia nada, mesmo depois das minhas desculpas esfarrapadas que não tinham fundamento e ele pode perceber que lá fora estava nevando. Depois da aula eu evitei me aproximar de Chris para não aparecer como um mentiroso, mas fui direto para casa. Bem, eu já sabia que hoje teria o dia inteiro de solidão lá em casa, então fui me deitar no sofá do jeito que sempre gostei e que meus pais detestavam que eu fizesse (de cabeça para baixo com as pernas no encosto do pescoço). Mas alguns minutos depois de começar a assistir a TV, eu ouço a companhia tocar.

—Já vai! Quem pode ser?

—Koichi sou eu!

—Hã? Chris?

—É! Posso entrar?

—Sim, eu irei abrir a porta espere um instante!

Eu não acho que não estava raciocinando quando ele me chamou, mas eu pensava em apenas ver Chris naquela hora. Quando abri a porta eu o vi me olhando como a um criminoso e perdi meu sorriso.

—Piso molhado é? Calor é? Diga-me por que fez aquilo!

—Bem... Eu não sei... Eu só me dei por mim quando já o tinha feito... Mas eu não queria dar um soco no queixo do Soihiro, eu juro!

—O que? Um soco? Mas do que você está falando? Eu só perguntei o porquê você tinha mentido para mim, não sabia de nenhum soco em queixo de ninguém.

—Droga... (Fujiyoka você me paga) Eu acho que lhe devo explicações, não é?

—Sim, e eu não irei para casa antes delas!

—Bem melhor entrar, não acha que está frio ai fora, não?

Ele entrou em minha casa e ficou admirado com seu interior, mas eu achei a curiosidade dele um tanto bela... Parecia-me inocente e puro... Quase não achava humano... Foi algo angelical ao som de “Kiss From a Rose” de Ângela Aki... Mas logo sua curiosidade inocente se tornou aquele olhar furioso de novo e eu só pude me explicar pouco a pouco.

—... Aí ele me falo que viu meus olhos mudarem de cor e sentiu medo de mim, foi ai que me dei por mim e percebi o que eu tinha feito com meu melhor amigo.

—Nossa... Você fez isso por que ele te chamou de Homo?...

—É... Foi por isso... (Vocês achavam mesmo que eu... Do jeito que fico estático de frente a Chris iria falar a verdade na cara dura? Poupe-me...)

—Por esse lado eu não te dou razão, mas também farei o mesmo com Soihiro amanhã. E que você não faça isso de novo nunca mais! Entendeu?

—Sim, mamãe... (risadas mútuas)

Depois de me explicar parecia que o tinha conhecido de novo como ontem, mas parecia que aquelas risadas me purificavam e eu comecei a rir de imediato quase não me segurando mais.

—Hei Koichi! Vamos jogar Videogame?

—Hã? Claro, mas por que isso tão de repente?

—É que o meu quebrou na viagem por que estava solto dentro de uma das malas no avião e só volta funcionando amanhã.

—Ah... Mas eu fico com o primeiro controle!

Aquela foi uma tarde que durou, mesmo que pouco e ainda assim bastante o suficiente para que nós nos divertíssemos e nos despedíssemos sem nenhum drama, ainda no ritmo dos jogos. Fui tomar meu banho, mas dessa vez me pareceu tão sereno e purificante que para mim eu estava nas águas cristalinas da fonte da vida, mas depois desse banho fascinante cai no sono ainda nu em minha cama.

—‘Mortal’...

—“Quem está falando”?

—‘Você já sabe... Eu estou dentro de você’...

—“Dentro de mim? Mas como? E quem é você”?

—‘Sou o anjo caído que tu pronuncias o nome em vão... Sou aquele a quem você acordou com tua voz’...

—“Não sei do que está falando”.

—‘Pobre mortal... Mal sabe quem é e ainda assim não vê que a verdade está a sua frente’...

—“Verdade? Do que fala”?

—‘Eu sou a luz que você vê em seus sonhos, sou o anjo caído que chamou com seu coração... Sou Malifysence, o anjo caído’...

—“Anjo? Você é aquele que a voz chamou naquela noite estranha! Quem era aquela voz? E por que você está dentro de mim”?

—‘Não posso dizer... As correntes que me prendem a sua alma não me deixam falar mais em seus sonhos, mas posso ainda lhe mostrar onde estou’...

Quando percebi, eu estava num lugar coberto por chamas azuis que não me faziam sequer mal, mas me assustavam, só de estar por perto. Lá eu pude ver uma pessoa presa por correntes que pareciam materializar-se das chamas que cercavam o lugar. Para mim mais parecia um inferno de cor azul turquesa onde um anjo sem asas estava acorrentado de tal forma que as correntes enrolavam-se em seus braços e depois em seu tronco até cobrir metade de seu corpo consigo.

—“Então você é Malifysence”?

Ele levantou a cabeça e me olhou nos olhos, eu pude ver claramente que o olho esquerdo era azul safira, mas seu outro olho era incomum... Era amarelo como de um felino, mas ainda assim humano como qualquer outro e sua face mesmo que tivesse cicatrizes e arranhões ainda era imponente como a de um guerreiro vigoroso, ainda que mostrando pouca dor dava para perceber em seu suor que lhe banhava o rosto por completo e uma pena no chão de frente a ele que era muito diferente daquela que encontrei na janela de meu quarto. Ela era cinza como uma rocha, mas bela e leve como uma pluma.

—“Me diga! Quem era aquela voz”?

Mas não adiantava ele apenas me olhava nos olhos sem mexer seus lábios para me responder. Atrás dele eu vi uma sombra, mas pouco a pouco eu pude perceber que estava acordando aos poucos e tudo que vi foram fios loiros como ouro e asas de penas brancas como a que achei naquela noite, depois disso eu acordei.

—Filho você está bem?

—Hã? Malifysence!

—Como? Quem ou o que é Malifysence?

—Hã? Não é nada não... Foi só algo que sonhei não se preocupem comigo... Mas mãe você não deveria estar em Okinawa visitando a vovó?

—Filho que horas você acha que são?

—Sei lá... Umas cinco da tarde?

—São dez da manhã... Eu e seu pai vimos você deitado em sua cama dormindo de toalha e pensamos que você tinha tomado um banho antes de dormir, mas estava com preguiça para se arrumar e caiu na cama de sono, mas pelo que parece você está ai a mais tempo do que as dez da noite, não é?

—Droga! Eu dormi tanto assim?

—Bem, você dormiu que horas?

—Acho que quatro e meia, depois de meu banho.

—Nossa... É você dormiu muito tempo, mas hoje é sábado e não tem aula você pode tomar um banho para se lavar e curtir seu sábado.

O dia foi chato, mas logo eu fui me encontrar com Chris como ele havia combinado de irmos ao parque de diversões e depois eu iria conhecer a casa dele.

—Bom dia Koichi!

—Bom dia Chris...

—Bom dia para vocês!

—Hã? Por que você esta aqui Fujiyoka?

—Eu o chamei para vir conosco! É que eu não sou tão corajoso para ir à montanha russa só com um amigo, mesmo ele sendo você Koichi, mas acho que quanto mais, melhor, não é?

—Se você diz...

—‘Não se preocupe Koichi eu não vou estragar o seu encontro com o Chris estarei por perto só para ME divertir’...

—‘Maldito... Por que você fala essas coisas? E logo no meu ouvido’?

—Bem, quem está pronto para um dia de diversão no parque?

—Melhor nos apressarmos se não só o Fujiyoka vai chegar ao parque de diversões e nós vamos ficar comendo a poeira dele! (rosto de criança alegre)

—Ai... Por que eu ainda estou junto desses dois?

O parque foi ótimo, mesmo com o chato do Fujiyoka na minha cola tentando me pegar dando um amasso no Chris, coisa repugnante a qual eu nunca faria, mas ainda assim o parque foi muito legal. Nós nos despedimos de Fujiyoka quando ele disse que tinha umas coisas para fazer em casa e não poderia conhecer a casa conosco, mas eu me aliviei de não ter mais aquele idiota me dizendo a cada instante que eu devia seguir pro sinal vermelho.

—E está é minha nova casa, não é como lá na Florida, mas é aconchegante!

—Nossa... É duas vezes o tamanho de minha casa! E ainda por cima tem eletrodomésticos que nunca vi na vida!

—O que? Isso? Ah, são algumas extravagâncias de meus pais... Eles adoram eletrodomésticos esquisitos... Bem, não é a melhor qualidade deles, mas eles têm coisas que são muito úteis!

—‘Koichi... Deixe-me falar com ela’...

—Hã?

—O que foi Koichi? Há algo estranho?

—‘Não eu só estou aqui como você me chamou... Irmã’...

—Do que você está falando?

—Desculpe... Deve ser culpa dos doces do parque, acho melhor eu ir ao banheiro...

—Está tudo bem com você? Deixe-me levá-lo até o banheiro?

—Não, melhor não, pode ser que eu vomite em você. Você não vai gostar de me ver vomitar e seria uma indelicadeza contigo, meu anfitrião. Basta dizer-me onde é o banheiro...

—É a terceira porta a direita, mas cuidado com as escadas, podem ser somente três degraus, mas para uma pessoa apressada pode ser uma passagem pro hospital!

Eu corri como um louco sem me importar com o que pudesse me acontecer no caminho ou até naquele banheiro.

—Por que você quer falar com Chris?

—‘Chris... Que belo nome minha irmã adotou como humana? Mas seu nome real é Serenith e ela quer me encontrar, pois é dela aquela voz que você me falou no sonho’...

—Serenith? Mas é ele e não ela! Ou será ela e não ele? Droga! Não me confunda Malifysence!

—‘Essa não é minha intenção, mas ela quis me achar e agora está aqui mais perto do que pode imaginar’...

—Koichi! Está tudo bem ai dentro?

—Só um minuto Chris...

Eu pensei e achei melhor que ele cuidasse do assunto que se ligava a sua irmã, mas eu não pude acreditar que ela era Chris ou que Chris era ela. Mas antes de deixar Malifysence falar com Chris eu tinha que explicá-lo sobre o que eu iria fazer, mas como?

—Eu vou entrar ai Koichi!

Eu abri a porta e o olhei nos olhos, lá eu pude ver a mesma silhueta que vi atrás de Malifysence e vi que ele podia ter razão.

— (Tudo bem, mas que você desperte sua irmã antes de falar com Chris) espere um instante que eu vou te mostrar uma coisa Chris...

Eu adormeci, mas Malifysence, como daquela vez tomou meu corpo por esse tempo, mesmo que eu pudesse ouvir e ver o que eles faziam ou conversavam. Antes de começar a falar Malifysence fez uns movimentos com as mãos que me foram muito mais que estranhos e depois Chris fechou os olhos como num transe. Quando ele abriu-os, eu vi que os olhos dele que eram azuis estavam verdes.

—Há quanto tempo... Irmão...

—É verdade... Muito tempo mesmo, mas me diga por que você desceu até o mundo mortal... Não pode ter sido por que você estava entediada, ou era?

—Na verdade desci por você depois que eu li na biblioteca sagrada o destino dos anjos guardiões eu não pude deixar você cair no Caos de qualquer maneira!

—Como assim Serenith? E por que eu cairia no Caos?

—Era por isso que eu havia descido. Quando nós descemos para nos unir a uma vida humana, nós completamos o vazio dos corações mortais para que possam ir à busca de seu verdadeiro coração...

—Sim, isso eu já sabia...

—Mas quando o humano o encontra ele liberta a alma do anjo que o completou para dar lugar ao novo e verdadeiro coração e assim ele garante o direito de ir a Ângelus, a cidade celeste para ganhar suas asas...

—Sim, isso eu também já sabia...

—Mas quando o humano morre sem ter achado seu coração ele acaba no Caos...

—Sim, e o anjo volta a Ângelus para depois quando ele descer novamente ele recomeçar sua sina...

—Não, quando o humano não liberta o anjo por que não encontrou seu coração ele leva o anjo consigo para o Caos onde só há esquecimento... Por isso eu vim... Para não te deixar morrer com seu humano... Assim como não quero morrer com o meu...

—Irmã?...

Depois disso eu voltei a mim e Chris também.

—Então?... Você não ia me mostrar algo?

—Ah, esquece... Acho que não deu certo... (Droga! Por que você está certo? Por que não podia ter errado?)

Depois disso eu e Chris jogamos um pouco de videogame e depois eu fui para casa às sete horas. Cheguei em casa ainda perplexo pela certeza de não ter entendido nada do que vivi nesse dia, a não ser o próprio parque de diversões e meus conflitos com meu melhor amigo. Meus pais perceberam o meu efeito retardado de quando eu estou muito pensativo e tentaram não se dirigir a mim e eu fui dormir.

Notas finais
Mais um dia mais tortura... "T_T" E eu achando que algo estranho me ocorreu ontem... meus dias agora estão mais conturbados do que nunca... Será que terei descanso? "-_-"
Acho que não... "-_-"