Notas iniciais
oie gente! agradeço muito muito muito muito a tooooodas vocês pelos reviews. bossa, surtei quando vi!

obrigada a minha migs Mell, jeehcullen e Yachiru-chan pelas pecomendações. Surtei mais ainda quando as vi *pulando de alegria*

espero que gostem, beijos.

Acordei e vi que Tomás não estava no quarto. Olhei para o berço e Theo estava acordado, mexia as mãozinhas e olhava na minha direção, me levantei e o peguei, voltei a me sentar na cama com ele em meus braços.

Ouvi baterem na porta, falei para entrar mas não tirei os olhos de Theo, só quando ouvi aquela voz:

- Oi Anya, eu posso entrar? — perguntou Gabriel, relutante.

- Entra — falei e me ajeitei na cama.

Entrando, fechou a porta e com as mãos no bolso da calça veio até minha cama. Parou ao pé da mesma e fitava o chão. — Pode se aproximar Gabriel. — ele me olhou e veio até mim, ficou ao meu lado e assim que pôs os olhos em Theo, sorriu.

- É o meu...

- Sim — ele me olhou e franziu a testa.

- Ele é lindo Anya.

- Tem sua boca — falei olhando para Theo.

- É, e tem seu nariz — olhando-o, sorriu. Sei que Gabriel me fizera sofrer, me abandonara e me acusara de enganá-lo, mas quem eu seria se não o desse uma chance?

- Você me perdoa? — pediu, me encarando. Notei arrependimento em seu olhar, e uma angustia que eu nunca vira nele. Ele me fitou esperando minha resposta, Theo começou a chorar e eu o balançando, comecei a cantar uma cantiga de ninar. — Posso segura-lo? — Gabriel perguntou.

- Tudo bem. — assenti e deixei que ele o pegasse. Com cuidado, pus Theo no colo dele. Ao ver pai e filho juntos, não pude deixar de sorrir. Eu amara aquele garoto, e eu tinha um filho com ele. Theo parou de chorar quando Gabriel o pegou, ele o fitava e a expressão de Gabriel o olhando era de, como explicar, orgulho — Eu te perdôo. — falei.

- Obrigado Anya, eu fui um estúpido, um tremendo babaca e ... — suspirou — E agora, vendo-o — olhou para Theo — Acho que agora eu sei o que perdi.

- Devia ter pensado nisso antes.

- Eu sei — falou e me entregou Theo.

- Você não precisa ser ausente na vida dele, sabe disso.

- Sim, eu sei. Mas não como eu gostaria. — me fitou colocando as mãos no bolso da calça.

- Sabe que eu estou casada não é?

- Sim. Meus parabéns — felicitou-me. Sorri. — Tomás é um cara de sorte. Coisa que fui um dia — lamentando-se, me deu um beijo na testa e foi embora.

z88;

****

Finalmente eu estaria indo para casa com Theo e Tomás. Eu não agüentava mais ficar naquela cama de hospital, para mim não pareceu 3 dias, e sim uma eternidade.

- Pronta para ir pra casa mamãe? — perguntou-me Tomás, abrindo a porta do carro para mim.

- Mais do que pronta. — entrei no carro e Tomás dando a volta, entrou também. Partimos de volta pra casa.

Ao chegarmos, Tomás pegou Theo para que eu saísse do carro. Depois me devolveu-o, pegou a bolsa de Theo e trancou o carro. Entramos em casa e minha mãe estava lá.

- Ah, como está meu netinho lindo — falou ao me ver. Pegou Theo no colo e se sentou no sofá.

- Vem, tenho uma surpresa — falou Tomás me levando até o andar de cima.

Fomos até meu quarto, Tomás tampou meus olhos e abrindo a porta, me fez entrar. Destampando, me deparo com um berço.

Era feito de madeira na parte debaixo e nas duas pontas, uma manta pendia por ele. Pude notar que, se quisesse eu poderia balançá-lo.

- É.. É lindo! — exclamei indo até o berço e o tocando. Deixei minha mão sentir cada parte daquele beicinho, a manta, o colchão onde Theo dormiria.\"\"

- Gostou? — perguntou me abraçando.

- É perfeito. Obrigada — o abraçando, toquei nossos lábios. — Você vai ficar não é?

- Tenho outra surpresa. — falou. Pegando minha mão descemos as escadas, minha mãe ninava Theo que adormecera. — Sogrinha, vou mostrar a outra surpresa para Anya. — sorri ao “sogrinha”. Só Tomás mesmo.

- Tudo bem, eu cuido de Theo. — saímos de casa e andamos alguns quarteirões. Paramos em frente a uma casa. Cercada eu pude ver árvores recém plantadas na frente dela, de dois andares. É uma casa clássica. Com garagem e perfeitamente estruturada.

- Sim, uma casa... — o olhei e dei de ombros.

- Gosto de nossa nova casa? — perguntou-me. O olhei chocada e não sei, mais comecei a pular e abraçá-la, eu o beijei, beijei. Quase o esmaguei.

- Sério? Nós.. Nós vamos morar aqui?

- Sim.

- Seu maluco! Quando você...?

- Meu pai tinha um investimento, e acabou me dando o dinheiro, como presente de casamento, então a comprei. É a nossa cara, não?

- Eu amei amor. Eu... Não sei o que fiz para te merecer..

- Você falou comigo e...- franziu a testa como se lembrasse de algo — Me deixou comprar as castanhas. — bati nele e o beijei ao mesmo tempo, eu estava feliz, extasiada, completamente apaixonada.

Notas finais
reviews?

ps.: tô aqui chorando gente, tá no finaaal :/