Warzone Dimensions Interativa
6 Quanto tempo mais precisa para entender? Isso não é um sonho
Notas iniciais
(Senku): O universo se rachou de muitas formas diferentes; um colapso gigante entre tudo sobre o conhecido e o desconhecido; eu nunca poderia ver a estátua da liberdade jogada em meio a selva como posso ver daqui de cima! E aquelas naves de mais cedo, huh? É questão de lógica simples que se entende, esse não é o nosso mundo, nada aqui é normal de uma forma que possamos compreender; mas chegar na resolução que os universos se chocaram em um único plano, é algo para um cérebro como o meu pensar e encontrar esta conclusão!
O gênio revelava ao companheiro do lado:
(Astrum): Ah! Que incrível!
Senku sorria ao saber que ele entenderá:
(Senku): Você não parece uma criatura normal, sinto uma vontade enorme de simplesmente deitar no chão e dormir até amanhã, você é impressionante!
(Astrum): Ahn!? Então...você notou?
Num suspiro ele revela:
(Astrum): Eu não sou um ser humano normal, é tudo o que eu posso dizer já que não entenderia se dissesse o resto.
Ele se conforma com o pouco que lhe é dito; caminhando uma pequena trilha que leva abaixo do penhasco:
(Astrum): Onde vai?
(Senku): Eu não vou ficar parado, tem muitas coisas caindo do céu e que não estão certas de onde caíram; além disso eu tenho muito o que explorar nesse mundo novo que me desenrolou um tapete vermelho sem eu nem ter que pedir! Se quiser vir comigo, adoraria companhia.
Sem pensar duas vezes, o garoto veio ao encalço dele:
(Astrum): Legal da sua parte não me deixar pra trás!
(Senku): Não deixaria alguém pra trás, quero te estudar, e ver qual a forma mais eficiente que você vai me servir
(Astrum): Que?
(Senku): Nada, nada, não fica pra trás...
Disse apertando o passo sobre o descampado
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POV: ??????
Os olhos dela estavam descansando sobre o sol, mas a repentina troca de iluminação acabou despertando-a por completo; recebendo uma visão de uma cidade até que em perfeito estado, mas no céu? Ainda mais, estava em movimento, lento mas movimentando; olhando ao redor e sentando sobre o pequeno lago ao qual havia adormecido, procurava suas roupas; achando penduradas na árvore seca que realmente havia deixado, mas onde estava sua maleta?
Vestida, o sol brilhou sobre seu rosto, obrigando cobri-lo com a mão estranhando aquele fenômeno, o horizonte era coberto pela luminosidade do gigante de fogo como se amanhecesse, porém com um sol de meio-dia. Estudando o que poderia estar acontecendo, acabou encontrando sua maleta num telhado dos prédios daquela cidade; deveria ter gravidade aquela área? Nisso conseguiu compreender, invocando seu cajado, voou até aquela região e pousou sobre o telhado, finalmente entendendo; estava ela num pedaço de terra com gravidade própria e rotacionava no próprio eixo, de uma forma que o dia "acabasse" e "nascesse" em questão de alguns poucos minutos.
"Que lugar é esse?" Pensava sozinha enquanto estudava ao redor, vendo algumas casas e lojas, a construção e design daquelas coisas, era bem diferente do que uma vez foi acostumada; e o que eram aquelas coisas com rodas feitas de ferro? Carroças? Porém, o que mais chamava a sua atenção era um grande tufão que começava a se formar no céu, algo roxo misturado ao azul marinho, cheio de trovoadas por dentro e por fora dele, parecia um enorme funil feito de nuvens.
Curiosa com o que pudesse ser, retornou a voar em direção ao que quer que fosse aquilo; já bem próxima, começou a perder um pouco das forças, sendo repelida por algum tipo de campo magnético que não conseguiria identificar; mesmo assim, usou tudo o que tinha para poder avançar, o que resultou em ser, quase que literalmente, jogada brutalmente para o lado contrário, atingindo o chão com força suficiente para abrir uma cratera na rua da Broadway. Ela ficou uns doze minutos com a cabeça presa dentro da terra tentando sair, sorte que a feiticeira era resistente.
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POV: IKARI
O garoto, Graham, fazia de tudo para sair da lâmina daquela assassina impiedosa que se demonstrava ser Akali, ele usava as árvores para se proteger e todos os pontos cegos que qualquer vegetação poderia conceder. Mesmo assim, a morte parecia se aproximar a todo momento que dava um passo, não adiantava se esconder, ela parecia saber toda vez que escolhia um esconderijo novo, ela aparecia juntamente com uma cortina de fumaça, o surpreendendo com rajadas cortantes cada vez mais velozes e mortais.
Assim que ele se viu sem escapatória, escorado em uma parede de rochas, os olhos sanguinários o encontrando uma última vez…
(Hayabusa): Já deu Akali…
As duas adagas da assassina corroem as rochas bem acima da cabeça do garoto, impedindo que sua vida acabasse naquele momento:
(Akali): Desculpa, acho que me empolguei um pouco…
(Graham): Um pouco!?
Haveria ao lado uma pequena plateia:
(Himiko): Buuuu! Não teve sangue!!
(Sofia): Eu acho que…essa não era a ideia…
(Himiko): Mesmo assim!
O menino se põe a frente delas, suado e acelerado:
(Graham): Você tava torcendo para quem, mal me pergunte??
(Himiko): Não era pra quem fosse sobreviver, e acho que pra você ganhar faltava meio mundo, não acha?
Incrédulo, ele se sentava ao lado das meninas e, se possível, o mais longe que conseguisse de Toga:
(Hayabusa): Gente, isso é apenas uma série de prática que o Kakashi montou para nós; o treinamento é para aperfeiçoar os profissionais e ensinar aos novatos…
(Graham): Valeu desbancar assim…
O garoto murmura:
(Hayabusa): …não é uma ignorância da minha parte, é a verdade. Se eu não me engano, todos que estão aqui são pessoas sedentárias que mal sabem levantar a perna sem se apoiar em uma parede.
(Akali): Pessoas desse tipo me enojam…
(GBZ): Ei! Não ofenda a gente assim!
(Akali): Sério? Então vamos ser realistas agora…
Ela se aproxima rapidamente de GBZ e põe a lâmina sobre a sua garganta:
(Akali): …situação hipotética, digamos que você é um guerreiro andarilho cansado após uma longa viagem e tem inimigos jurados após uma guerra entre famílias que você teve atividade prolongada e efetiva…
(Hayabusa): Eh…Akali, eu acho que você…
(Akali): ENTÃO, uma noite, você está sobre sua fogueira tentando descansar, mas é abordado por um grupo destes seus inimigos, que lhe deixam nessa situação…
Ela fala mais alto, ignorando o ninja adjacente à esquerda:
(Akali): …o que você faria?
O menino tinha perdido completamente a capacidade de falar, o choque da lâmina sobre sua garganta o deixava muito nervoso, completamente sem forças nem para reagir, apenas o deixando úmido pelo suor constante de sua testa:
(Akali): Foi realmente o que eu pensei…
Ela se afasta:
(Akali): Vocês todos pensam que isso é uma brincadeira, um mundo de conto de fadas, mas isso aqui é mais real. Aqui se você morre, você morre!
Ela eleva a voz, retornando o olhar a todos:
(Akali): Seus heróis existem, junto com seus demônios; se deixarem a noção do perigo se esvair, pelo menos uma vez…
Ela brande sua lâmina com velocidade, fazendo ela tilintar com sons de ferro:
(Akali): …conseguiram entender?
(Sofia): Sim, conseguimos entender, desde que saímos do casarão, dá pra falar de algo que a gente não saiba?
Ela abaixa a lâmina:
(Akali): É que parece que vocês ainda não conseguiram compreender, que vocês não vão ter algo milagroso que salvaram vocês no último instante. Não tem vida extra, não tem segunda tentativa, não porcaria de Buff ou qualquer outra coisa de momento que vocês ficam falando que vão aparecer por pura conveniência quando mais precisarem; se nós não podermos estar lá para combater os perigos por vocês, estão mortos!
Um silêncio constrangedor fica com eles por um tempo, até Hayabusa cortá-lo novamente:
(Hayabusa): Eu acho que você tá pegando um pouco pesado…
Chamando a atenção da assassina para si, ela bufa odiosa:
(Akali): Eu só vou estar satisfeita, no momento em que eu puder parar de diferenciá-los pela fuça de metidos a besta, e as roupagens comuns; porque todo mundo que aparentemente sabe fazer alguma coisa, tem um estilo de vestimenta bem exótico…
(Kula): Puxa! Que dó dessas pessoas com roupas esquisitas…
Disse a garota que usava uma jaqueta de couro longa e rosada:
(Wolverine): Ei, o que tá rolando aí embaixo?
Chegava o mutante, deslizando o morro de terra que subiu a algumas horas com Kakashi:
(Hayabusa): Tá tudo certo, mesmo que esteja um pouco difícil de manter assim.
(Wolverine): Precisa de ajuda? Eu consigo concertar com duas ou três palmadas.
(Hayabusa): Não, tá suave. Algum problema?
Logan, observa cada um dos garotos ali, sua expressão era igualada aquela que levava aos alunos do colégio Xavier:
(Wolverine): Vamos subir acampamento; já temos nossa próxima parada.
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POV: LUDWIG
No quarto do andar inferior, ele conseguia abrir os olhos ao brigar alguns minutos contra o sono; Davis se levantava devagar no silêncio do cômodo, se ajeitando para mais um dia.
Ao abrir a porta do quarto, foi abrangido de um caos matinal; sinceramente, o som abafado de mobília arrastada e conversa alta foi o que o acordou. Assim que despertou completamente, cruzando o sofá que estava sendo erguido até o segundo andar por teias, foi arrumar um lugar na mesa junto com aqueles que ainda comiam o café da manhã, entre cereais e pães:
(Sonic): Espera um minuto, vocês então montaram uns grupos de exploração e se meteram dentro do mato? É isso?
(Marco): Bem, foi o que nos disseram pra fazer…
Sonic tentava não debochar da decisão estúpida que eles acabaram por tomar:
(Sonic): Tem criaturas sinistras rondando a região, o Apocalipse rolando, e eles mandam crianças pra fazer missão de reconhecimento? Eles estão muito desesperados, ou são muito burros!
(Dinney): Não chama o terceiro Hokage de burro! Ele é um dos mais sábios ninjas da aldeia da folha!!
(Klaus): Se você tá dizendo…
Murmura enquanto bebe um pouco do café recém feito com o que tinha por ali:
(Mineta): Verdade, o meu plano era muito melhor que este projetinho meia boca que eles fizeram!
(Mordecai): Plano? Que plano? Você ficou calado o tempo todo e não disse uma palavra sequer; se eu não me engano ficou pertinho das garotas que estavam por lá…
(Marco): É verdade, toda vez que alguém falava “fizemos tal coisa” “fizemos aquilo ali”, você ficava se gabando que “aí, eu faria melhor umas dez vezes”. Eu duvido que você faça algo realmente impressionante…
O menino de cabelos roxos batia o pé sobre a cadeira, qual não poderia se sentar caso quisesse que todos o vissem de igual pra igual:
(Mineta): Faço sim!
(Marco): Ah sério?
(Mineta): SÉRIO!!
(Marco): O tal All Might era uma montanha de pessoa, quer que eu acredite em você?
(Mineta): Porque ninguém me leva a sério??
Faz um beicinho, aquele tipo de situação devia claramente ser recorrente:
(Mordecai): Cara, você tem o tamanho do texugo azul do seu lado, o único que consegue te levar a sério é a sua mãe. OHHHHHHH!!
Os dois começavam a debochar do garoto; sem perceber que ofendiam o pequeno Ouriço:
(Sonic): Texugo? Porque ninguém me chama de Ouriço? Já foi gato, coelho e agora texugo? Eu realmente pareço um texugo!?
(Dinney): Bem…se olhar de certo ângulo…
(Sonic): FOI UMA PERGUNTA RETÓRICA!!
(Angel): Yeee! Caos!
A mocinha batia as mãos na mesa como uma aluna de escola torcendo para uma briga acontecer.
David que só queria paz, no seu caso:
(David): Olha, resumo da opera, a gente tá aqui por mandado, a ideia é o bem de todo mundo que cair desnorteado no país das maravilhas de Chernobyl, se você é contra isso, beleza. Se não, melhor ainda; ninguém precisa ficar discutindo e se ofendendo por conta de decisões que não foram nossas.
(Sonic): Tá falando isso comigo? Eu só critiquei um pouco a ideia desse tal “Hokage”, aí de repente me sou comparado por um texugo, me transformando em chacota, pra um moleque descabelado, uma espécie de galinha listrada e uma rapariga amostrada?
(Angel): Oi!? Eu não te ofendi pra me julgar assim não ow!!
Ela bate a mesa novamente, mas com violência dessa vez:
(Mordecai): E quem é a galinha listrada aqui?
(Sonic): Já se olhou no espelho? Cê é preto e branco e todo desajeitado, balançando essas suas asas pra lá e pra cá, espalhando essas suas penas. E você já viu suas pernas? Cara! São as pernas mais esquisitas que eu já vi na minha vida, e eu já vi muita coisa em pouco tempo…
(Mordecai): Eu vou te mostrar a perna pequena na tua fuça!
(Sonic): Ah é? Cai dentro então se for macho!
Os dois iam se encontrar aos socos, porém a espada de Shinigami os impediram da tolice:
(Ichigo): Aqui vocês dois, até segunda ordem, somos uma equipe! Caso um dos dois estejam dispostos a sair do grupo e se virar por conta própria, fiquem a vontade, daí sim eu aceito a briga entre os dois; só que, assim que sair, vira inimigo nosso, pois vai estar invadindo o nosso espaço. Então vão ser todos dos nossos, contra um de vocês; alguém se candidata?
Mordecai acabou por se sentar na cadeira, e Sonic recuou alguns passos; ambos estavam muito a flor da pele pelos últimos dias. A Zangetsu logo era retornada a bainha do ceifeiros, clicando ao se encaixar no seu local de origem:
(Ichigo): Foi o que pensei, e isso vale pra todo mundo, caso não tenho ficado claro…
Se vira a todos na mesa, antes de sair da cozinha e continuar nos afazeres juntos aos outros.
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POV: DAVIS
Ele estava perplexo, o clima ficou meio tenso tão de repente naquele cômodo que até perdeu a vontade de comer:
(Angel): Eu fico calada da próxima vez também…
Escutou a moça dizer emburrada. O menino, por sua vez, devagou com o olhar sobre o resto da casa, observando o que podia da abertura pra sala, conseguia ver o pessoal ajeitando e mudando as coisas de lugar. Mas ao pé da escada, poderia ele ver uma mocinha meio chateada, de cabelos coloridos e em adornos de azul e ouro como vestimenta. A aparência chamativa não estava combinando com a expressão mórbida da garota:
(Davis): Qual o problema daquela ali?
Perguntava até que alto, sem reconhecer a menina:
(Dinney): Aquela ali? É a Zoe! Sabe? Aquela pimpona, animada, semi-deusa, aspecto do crepúsculo…não?
Negava sem nem saber do que ela estaria se referindo:
(Dinney): League of Legends? Não conhece?
(Davis): Ihh…não, essa eu passo…
Já deixava claro que aquele universo não era o seu forte:
(Klaus): Se essa aí é a toda poderosa semi-deusa, então porque ela não constrói algum tipo de cabana divina ou coisa do tipo?
(Dinney): Porque, ô bolo fofo, por algum motivo ela tá sem os poderes, alguma coisa a deixou apenas com o Receptáculo dela; ela não consegue voar, criar portais e nenhum dos disparos de energia dela…
Os dois a olhavam com o cenho franzido, sem compreender exatamente o que ela estava falando por não terem experiência com o assunto:
(Klaus): Nerdola você não é?
(Dinney): Aí, se enxerga garoto! Todo mundo aqui é, falou?
(Klaus): Fale por vocês…
Virou o copo de café pra dentro, enquanto tentava manter distância daquela conversa. David virou mais uma vez na direção da “semi-deusa”, a expressão triste o incomodando de alguma forma profunda, a única coisa que quebrou sua observação foi Kirby o cutucando com uma colher:
(David): Ei! Para com isso, me cutuca com o cabo da colher, não com a concha! CAFÉ É QUENTE!!
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POV: Em algum lugar deste vasto mundo novo
As planícies estavam quietas, até que mais um dos visitantes chegou, uma enorme criatura feita de metal e circuitos caía ao chão. Assim que o tocou, seu corpo se contorceu, transformando-se em um caminhão azulado e vermelho, caminhando alguns metros antes de se transformar novamente em sua versão bruta de robô gigante; pela sua forma de olhar desesperadamente para todos os lado, como se procurasse algo, poderia se perceber que estava devasso pela paisagem distópica que se encontrava:
(Optimus): O que!? Mas…onde está Lockdown? E a cidade de Tóquio? O que ele fez!?
Sem encontrar quem precisava, começou a correr pela floresta, procurando incansavelmente pelos seus semelhantes.
Por outro lado, no caminho contrário, encontrava o trio que se conheceu alguns textos atrás. A trilha que saia sobre as árvores, dava em uma bela vista do descampado verde do local, além de uma beira qual poderia esmiuçar de uma cidade até que bem vivida, diferente do resto que tinha pelos arredores:
(Crono): Uau! Que vista!
(João): Caramba! Verdade, olha só!
Os dois garotos se aproximavam do penhasco para poder vislumbrar o lugar e, mesmo que inutilmente, encontrar algum morador de algum prédio de lá. Mas a droíde não via tamanha admiração nisso:
(Uzi): Ah, vamos logo, a gente tá muito exposto aqui fora! Temos que achar algum lugar pra passar a noite antes que alguma coisa apareça tentando arrancar nossa cabeça fora na base do dente…
(João): Ah qual é, relaxa, deve ser meio-dia agora!
Era duas horas da tarde naquele momento:
(Crono): Se você quer um lugar pra ficar, ali embaixo deve ter alguma coisa mesmo que temporariamente…
O ruivo sugeria, ao retornar pra perto de Uzi, João ainda esperançoso ficou esperando um pouco a mais, querendo ver alguém:
(Uzi): Não é má ideia, só complica se não houver uma forma que não nos mate de queda pra chegar lá.
(João): Ué? É só dar a volta, se continuar a seguir a trilha a gente chega lá embaixo em questão de alguns minutos.
Relutante, a adolescente robô chega ao pé do penhasco fazendo um rápido cálculo para a rota mais fácil; descobrindo o longo a caminho ainda a percorrer:
(Uzi): Minutos, é mesmo?
(João): Melhor do que nada! Não tem outro lugar por perto que não seja esse; se encontrarmos algo melhor pelo caminho, a gente se estabelece. Melhor do que nada, não é aquela situação que podemos ficar escolhendo muito.
As palavras estavam fazendo a cabeça de Uzi, ou nesse caso, o seu computador neural.
(Uzi): Tá! Vamos fazer do seu jeito.
Ela cede, tomando a liderança do caminho que voltava a trilha de antes:
(Crono): Caso vamos sem descansos, apenas com paradas assim que encontrarmos algum rio pra beber água, chegamos antes do anoitecer, eu acho.
(João): O que!? O único rio que a gente encontrou da última viagem foi depois de umas três horas de caminhada; O ÚNICO!!
(Uzi): Eu acho inútil, não preciso de água pra sobreviver…
Assim que disse isso, sua tela brilhou informações rapidamente, em roxo e amarelo, obrigando a pôr sua mão sobre o rosto; imediatamente, um líquido negro escorreu pela boca, limpando antes que alguém percebesse.
Nenhum dos dois pode perceber tal coisa, mas um gemido de dor vindo da mesma chamou a atenção do mais velho:
(João): Tudo bem aí?
(Uzi): Agh…sim, eu tô…
Com um pigarro, ela retornou ao normal e continuou o passo:
(Uzi): …vamos, antes que eu me arrependa disso.
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POV: “Feiticeira”
Tinha algumas horas que partia da cidade em ruínas, de mais cedo.
Aquele mundo era muito estranho, mesmo assim a fascinava por suas irregularidades naturais e o surrealismo exagerado estampado aos céus e à sua volta. Campos verdes por uma extensa caminhada sobre o sol quente e refrescante unificado pela brisa suave fazendo seus cabelos dançarem; era um passeio de veraneio matinal ao qual já estaria acostumada.
Algumas horas a mais a levava dentro de uma floresta densa, poderia achar até uma construção de pedras abandonadas; haveria um baú por ali e, para seu infortúnio, quando sua curiosidade a fez querer abrir, o baú se revelou ser um mímico que tentou devorar sua cabeça. Ela passou um bom tempo presa na boca daquele maldito mímico.
Depois de se encontrar em viagem novamente, finalmente se viu em algo familiar: uma vila.
Casas de madeira, pessoas, carroças e música ao vivo bem próximo ao centro de tudo; demorou bastante, mas finalmente havia encontrado…
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POV: Meta Knight
…civilização?
A fumaça de uma chaminé quente os trazia até uma pequena cidade, pelo menos o que sobrou dela, civilizada das mais diversas criaturas existentes dentre pequenas fadinhas até soldados embriagados da segunda guerra:
(Meta Knight): Onde viemos parar?
A bolota amarela que os acompanhavam indica uma placa:
“Bem-Vindos a Emon”
(Meta Knight): Ah…enfim, quem lidera esse lugar?
(Luke): Acho meio óbvio não ter um líder…
O carcereiro opina, sem se importar muito no que o resultado daquela bagunça levaria. Seguidamente, uma loba albina caminhava pela estrada de pedra, chamando a atenção do grupo:
(Meta Knight): Até animais passam por aqui…
Parecendo ofendida, acabou por retrucar:
(Amaterasu): Me perdoe, mas não me junte contra a gentalha…
Luke se surpreendeu com a capacidade de fala do animal, exaltando surpresa ao tentar se aproximar dela:
(Luke): Laelaps?
(Amaterasu): O que? Olhe para mim? Pareço com alguma constelação para você?
(Luke): Agora que você falou, realmente não há semelhanças…
A raposa revirou os olhos, assim devotado sua atenção ao cavalheiro adjacente:
(Amaterasu): Enfim, depois do que ocorreu em minha batalha contra Orochi, suspeito que não estou mais na minha terra. Vocês são naturais daqui?
(Meta Knight): Bem…não, no caso, após alguns dias de estudos e teorias, acabamos por aceitar que ninguém é originário deste local. Aquelas fissuras lá em cima já deixam muito claro.
(Amaterasu): Sim sim, é muito nítido.
Concorda ao olhar para as nuvens irregulares:
(Amaterasu): Eu só espero que aquela cobra maldita não venha corromper este mundo ainda mais sensível.
Se martiriza indiretamente pela sua falha em derrotar o monstro antes do acontecido:
(Meta Knight): Desculpe, mas quem seria Orochi?
Ela suspira profundamente se lembrando da vila Kamiki e do sangue derramado:
(Amaterasu): Um demônio horrível em forma de uma cobra de seis cabeças elementais, que quer derramar um reinado de escuridão sobre todo o mundo conhecido…
A raposa não falava fisicamente, sua voz ecoava na mente daqueles que assim desejasse que escutassem seus dizeres:
(Luke): Uma espécie de Hidra, por assim dizer?
(Amaterasu): Infelizmente, ainda não o encontrei por aqui, mas estou seguindo uma energia divina muito poderosa, que me fez chegar até essa cidade; mas ainda não consegui alcançar a fonte dela, então não posso terminar minha viagem…
Diz a loba, ao se lembrar de seu objetivo:
(Luke): Energia divina?
Se pergunta se ele era quem chamava a loba, mas se ela ainda não havia chegado em sua verdadeira fonte, então poderia ser um equívoco. Porém, sua afinidade poderia ser um auxílio:
(Amaterasu): Sim, filho de Hermes, adoraria sua ajuda se possível.
(Luke): O que? Mas eu nem disse nada!
(Amaterasu): Você não precisa…
Ela disse, passando entre o grupo e seguindo seu caminho a passos lentos:
(Amaterasu): Vocês vem?
Perguntou se virando para os meninos mais uma vez; Luke levou a atenção para seu “líder” já que estava amordaçado e não iria tão longe sozinho, era óbvio em sua feição que estava se corroendo para poder ajudar a deusa do sol. O cavalheiro entendia a possível situação, mas procurava algo sobre o que aquilo poderia significar diante do novo mundo ou da atual missão que lhe foi indicada. E o Pac-Man era só “Paka Paka”:
(Meta Knight): Vamos sim…
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POV: DUTCH
(Peach): Entendido, tomem cuidado e retornem assim que possível.
A princesa desliga o comunicador que Meta Knight havia a concedido após o mesmo ter tomado a viagem longínqua:
(Saria): O que vamos fazer princesa? Não podemos passar outra noite neste bosque, é muito perigoso!
Na última noite, um número considerável de Gremlins invadiu o acampamento enquanto descansavam do dia anterior, não à toa o vestido da princesa estaria enlameado e rasgado pelo seu esforço em conter a ameaça:
(Peach): Hoje vamos manter um pouco mais a viagem para conseguirmos abrigo antes do anoitecer. Ao menos tentar, tudo bem?
Ela se direciona a equipe, qual não parece muito disposta ou animada com tal decisão:
(Peach): Me perdoem, mas é necessário, eu tenho certeza e fé que chegaremos em algum lugar seguro esta noite; consigo sentir!
Na sua tentativa de levantar as energias desesperançadas; pode-se ouvir um som de panela novamente. Um toad, com caras de poucos amigos, estaria com Zenitsu bem aos seus pés…desacordado…
(Toad): Desculpa, ele ia ficar naquela gritaria e começar toda essa desgraça de novo!
Imaginar Toad com esse linguajar nunca foi tão difícil…
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POV: IKARI
(Mizuki): Deixa ver se eu entendi…
Disse a menina seguindo a formação de Leona em meio às irregularidades que encontravam pelo caminho; dentre rochas jogadas e aclives sinuosos, a menina se esforçava a subir durante um debate com o colega de equipe:
(Mizuki): …se o Goku e o Sanji estiverem no mesmo lugar, você não vai saber quem está falando com você se não olhar para um deles? Isso é ridículo!
(Diogo): Não é não! Presta atenção, os dois tem a mesma voz! Não percebeu isso ainda?
(Mizuki): Poxa, mas no japonês eles tem vozes diferentes um do outro!
(Diogo): Mas eles estão falando em português! Eu não sei falar nem entender japonês…eu não tô ficando louco!
(Mizuki): Mas eles…e se…ué…peraí…
Se perdia sobre os pensamentos, tentando compreender tal situação, no mesmo momento ouve uma movimentação agitada entre as folhagens que chamou a atenção da chefe de equipe:
(Leona): Ei! Quietos!
Imediatamente, todos abaixaram suas posturas, tentando ficar o mais fora de vista possível:
(Leona): Sem movimentos bruscos, dependendo da situação, todos deem meia volta ao meu sinal!
Sussurrava de forma que o entendimento fosse geral; nem Mizuki nem Diogo se sentiam prontos para um embate naquele momento, sentiam-se inexperientes ainda com suas novas habilidades e as recém aprendidas técnicas de combate, assim como os outros da equipe.
Felizmente, ou não, a única coisa que saiu sobre a vegetação foi um pequeno pássaro de penugem amarronzada e bico rosado. Uma ave que tinha cabelos avermelhados e caminhava aos pequenos saltos:
(Leona): Uma…ave?
(Mizuki): Não é qualquer ave!! É um Pidgeotto!!
Exclamou a menina ao ver um pokemon vivo; uma fã quase que descontrolada da franquia não pode se conter muito ao ter um contato visual com uma criatura fantástico como aquela pela primeira vez; tanto que disparou para poder se aproximar do pássaro:
(Mizuki): Eu não acredito! Esse é um dos clássicos!!
(Leona): Mizuki!?
Passando por debaixo dos braços da soldado, a ingenuidade da garota a fez imaginar que seria possível sequer tocar na ave. Essa, por sua vez, abriu voo e desapareceu novamente no mato, sem rastros:
(Mizuki): Ah…eh…sem um pra poder abater ou fruta pra chamar a atenção, fica difíc-
(Leona): Mizuki! Que tipo de atitude inconsequente foi essa?
Pergunta aborrecida:
(Leona): Estamos em um local onde tudo pode ser uma ameaça, correr sem pensar é a última coisa que se deve fazer em um lugar como esse!
(Mizuki): Mas…eu…
(Leona): Mizuki! Para trás de mim! Agora…
Exclama para terminar a conversa de vez, deixando a garota completamente constrangida pelo erro. Leona poderia ser rígida se quisesse, mesmo mantendo uma linha compreensivel até certo ponto, e isso estava sendo testado naquele momento.
Mizuki, ao passar pela sua líder, acabou sentindo um pouco de frio, além da floresta escurecer um pouco. Uma sombra tomou conta de sua posição, a fazendo instintivamente procurar pelo reprodutor e dar de cara com uma gigante serpente cósmica de pele esverdeada como esmeralda:
(Mizuki): Chefe, cuidado!
Ela se joga contra a mulher quando o Pokémon se choca contra o solo, destruindo tudo ao redor e causando um deslizamento de rochas, terra, árvores e os integrantes da Ikari.
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POV: CHIKARA
Lá dentro, lá no fundo, já tinha noção do ocorrido; estava livre, livre daquele garoto idiota, livre de qualquer corrente, livre de qualquer vontade superior a sua; a única coisa adversa ao seus planos atuais, era onde caralhos ele estava.
Era o que Shukaku pensava antes do Guerreiro Z atravessá-lo após um golpe:
(Goku): Droga! Eu não consigo acertar um chute sequer!
(Sanji): É porque ele é feito de areia seu imbecil!
Sanji caminhava para tirar os mais frágeis naquela bagunça desértica; sua prioridade, obviamente, era a garota indefesa que discutiu há alguns minutos contra Gaara; após o ataque surpresa, estava gravemente ferida e precisava de auxílio o mais rápido possível:
(Sanji): Não se preocupe senhorita, você está a salvo agora…posso perguntar o seu nome?
(?????): S-S-Shan…tae…
Como estava fraca, não conseguiria dizer de uma forma mais límpida que aquela:
(Sanji): Entendido direito? Seu nome é Shantae?
Ela afirma com um gemido, mal poderia manter os olhos abertos:
(Sanji): Aguente firme, logo vamos cuidar de você…
(Samus): Ei, sobrancelha de “redimoinho”, dá pra se ligar? Precisamos de auxílio aqui!
Samuel estaria com a armadura completa, porém seus ataques também não tinham efeito sobre a bijuu de cauda única:
(Sanji): Ah senhorita Aran, eu tenho olhos para você também, não se preocupe!
(Samus): Agh! Seu escroto! Não é disso que eu tô falando!!
Ela utiliza um chicote de energia para poder puxar o homem junto a meia-gênia para não serem pagos em cheio pelo ataque de areia:
(Samus): Abre o olho!!
(Sanji): Para você eu sempre estarei sim!
(Samus): Argh…Hyoga? Como está aí?
(Hyoga): Ainda vai demorar um pouco! Continue pressionando ele!
Depois que Hyoga mencionou poder congelar a Bijuu, foi criado o plano, mas ele teria que acumular um pouco de seu cosmo, a energia espiritual que atravessa as constelações, essa energia que percorria o espírito do cavalheiro; nesse período, eles deveriam aguentar os ataques de Shukaku:
(Edward): ENTÃO VÊ SE CONSEGUE ACELERAR COM ISSO AÍ!!
Elric salta após quase explodir em areia pela Bijuu, conseguindo aterrisar com segurança, ele afunda a mão contra a areia e fecha os olhos:
(Edward): Vamos, vamos!
Logo depois ele consegue fazer com que a areia inicie uma movimentação irregular, avançando como uma onda contra a criatura e a perfurando com uma projeção feita de vidro:
(Edward): Isso! A lei da troca equivalente existe aqui! Eu posso-
Imediatamente ele recebeu um golpe inferior feito de areia, o arremessando longe:
(Hyoga): Não perca o foco seu idiota!
(Edward): DESCULPA SE EU TÔ PROCURANDO UMA ESTRATÉGIA DIFERENTE ENQUANTO O TIOZINHO TÁ OCUPADO DEMAIS ACUMULANDO CONSTELAÇÃO!
(Hyoga): Se chama cosmos, seu ignorante!
(Edward): POUCO IMPORTA!
Com uma bufada, a atenção do cavalheiro se direcionava a sua retaguarda:
(Hyoga): Uraraka! Vocês estão bem aí atrás?
(Uraraka): Sim senhor! Estamos todos aqui!
A heroína tinha sido encarregada de proteger os indefesos da situação, a maioria do U1 (Universo 1) e aqueles que não possuíam poderes ou técnicas de combate como pernalonga de exemplo.
Gaara estaria junto com todos atrás de Uraraka, sua energia havia se esgotado após a separação com Shukaku:
(Gaara): Vocês não tem chance contra ele! Apenas desistam logo de uma vez!
(Cat): Seu idiota! Sabe com o que estamos lidando? Criaturas de anime e desenho animado! Quanto mais dizer que nós não vamos conseguir, mais chances nós temos!
(Peter): Você tá contando muito com isso!
O garoto exclamou, a sorte não estava do lado deles naquele momento. Em seguida, a areia foi espalhada após o cozinheiro finalmente chegar ao lado da retaguarda:
(Uraraka): Sanji!
(Sanji): A senhorita Shantae não está nada bem, ela está muito machucada…
Colocava gentilmente a garota sobre a areia quente, não podendo fazer muito sobre ela e pedindo uma ajuda quase que desesperada com o olhar:
(Uraraka): Eu...eu…
A menina respirava profundo, ela não queria ter que sentir alguém morrer ali de novo com eles:
(Uraraka): …não sei tudo, mas eu sei o básico de primeiros socorros, eu…aprendi na academia…
Eram as principais aulas da U.A., os primeiros socorros era o básico de todo herói e suas aulas eram mais que essenciais para as provas práticas e teóricas; mas até aquele momento, ela nunca pode colocar em prática:
(Sanji): Você pode cuidar da Shantaezinha?
(Uraraka): N-N-Não! Quer dizer, posso sim mas…eu não tô dizendo que eu posso fazer algo significativo pra ela, quer dizer…
Ela não sabe exatamente o que dizer, tinha medo de que pudesse piorar as coisas:
(Sanji): Precisamos de você agora! Você consegue!
O loiro a incentivava, deixando alguns dos meninos às suas costas, um pouco incrédulos por ele não ter um pingo de conhecimento de medicina ou, como no caso de agora, primeiros socorros:
(Sanji): Eu cuido de nós, agora vai!
Exclama ao se jogar para cima em uma acrobacia, mantendo qualquer ataque longe do alcance deles:
(Uraraka): Tá tá…ok…eu…meu deus…preciso de uma…
O suor dela não a deixava pensar muito, a mantendo um pouco nervosa e suscetível ao erro:
(Uraraka): Eu...preciso de…ahn…tecido, isso! Tecido!
Ela pede ao pessoal ali, um pouco desesperada.
Na contracena, poderia já se observar uma verdadeira cena de guerra, até que no radar de Samus houve uma informação um pouco desanimadora:
(Samus): Gente! O Shukaku está se dividindo em Minions!
(Kevin): Puetatô?
Os Minions presentes perguntavam sobre si a serem mencionados:
(Samus): Vocês não!
Grita para os pequenos amarelados:
(Samus): Nomeando temporariamente as criaturas de Sandlings!
Como havia dito, as pequenas criaturas de areia começavam a se dispersar do original; correndo atrás de todos os seus oponentes:
(Goku): Merda! Asta, una-se com Elric e proteja Hyoga!
(Asta): HayHay capitão!
O Mago tem de cortar areia, como se fosse possível, para conseguir chegar ao alquimista; mas antes de conseguir alcançá-lo, um pilar de areia o levou para cima, tão alto que mal podia respirar:
(Asta): WAAAAAAA!!
(Samus): Um minuto!
Um tiro de sua blaster fez a areia se dispersar por completo, derrubando o garoto no chão com tudo; mas rapidamente, ela começou a se reunir novamente, puxando o menino pra dentro do que quer que estivesse se criando ali:
(Asta): Não! Nananananananana-
Da forma que podia, Elric fez com que toda a superfície que Asta estava se tornasse vidro sólido, o mantendo agora a salvo da areia:
(Asta): Misericórdia…
(Edward): Eu…já tô ficando cansado…
Elric tinha que depositar muita energia para moldar a matéria daquela forma, isso se não sacrifica-se algo mais caro:
(Samus): Então evite fazer algo tão complexo ou grande demais!
Dizia devotando sua atenção aos inimigos cada vez mais próximos:
(Samus): Estou captando uma transformação física para sólida quando eles nos atacam! É algo de poucos segundos mas nós fornece uma pequena abertura para contra-ataque!
Os informa ao disparar contra as criaturas e desfazer seus corpos de areia:
(Edward): DE QUE ADIANTA FICAR ATACANDO SE ELES NÃO VÃO PARAR DE JEITO NENHUM?? FICAM SE REMONTANDO MESMO ASSIM!!
(Asta): PARA DE GRITAR SEU SURTADO, NÃO AJUDA MUITO!!
(Edward): SURTADO?? QUEM É O SURTADO?
(Samus): CHEGA!!
A mulher recebe um golpe contra a cabeça, espalhando areia para todos os lados, caindo sobre o chão com um são de grãos misturado a chapa metálica da armadura:
(Hinata): SAMUS!?
Seus movimentos estavam um pouco lentos, mas conseguia se levantar sozinha, sua respiração abafada poderia ser escutada a distância; estava tão quente dentro daquela armadura, tantas informações pipocando na sua tela, e agora os dois gritando não ajudava em nada naquela situação:
(Samus): Estamos…sobre…ataque…vocês conseguem…SER MAIS…PROFISSIONAIS??
Ela surta, atirando contra uma criatura que avançou contra si:
(Edward): Asta…eu vou te dar suporte…
(Asta): HayHay señor…alquimista?
(Edward): Pode ser Elric ou Ed!
(Asta): Valeu Ed!
Sem descanso, Shukaku atacava novamente, só que dessa vez, Asta aparava corretamente:
(Asta): Desculpa, senhorita Aran; vamos trabalhar como equipe dessa vez!
Surpresa, Samus apenas se levanta com ajuda de Hinata e retorna para a linha de frente. Outra onda de areia ataca o grupo, mas Asta mais espalha do que apara ela, jogando tudo nos companheiros ao lado:
(Edward): Ei!
(Asta): Foi mal! Tenta você ficar calculando como cortar uma areia!
Ele faz o que pode para manter a areia longe; enquanto isso, Uraraka ainda tentava ajudar Shantae…
(Uraraka): Passa pela curva…por baixo…e…o que eu faço?
(Cat): Tá mandando bem!
(Uraraka): Não fala comigo! Eu…posso perder minha concentração!
Suas mãos tremiam, e ela só tinha que fazer uma atadura nela:
(Shantae): Uraraka? É…e-esse seu nome?
Ela nota Shantae chamar sua atenção:
(Shantae): R-Relaxa…você tá indo bem…
Ela tenta sorrir mediante a situação que se encontrava, mesmo assim, sua pele começava a ficar pálida e perdia um pouco da consciência:
(Uraraka): Shantae! SHANTAE!?
Ela tentava fazer tudo mais depressa; até parar por um momento e respirar profundamente, claramente estava começando a ter uma crise, não a permitia pensar direito no que estava na sua frente, era fácil, a situação que deixava tudo muito tenso:
(Uraraka): Vamos Ochaco…foco…
Enxugava a testa e dessa vez se sentiu, mesmo que o pouco do momento, mais leve; ainda pressionada pela vida em suas mãos, elas tremiam, só que agora com as aulas, pouco a pouco, sendo lembradas:
(Uraraka): “Número 10: Aplicar tensão igual em cada volta da atadura…então número 11: Colocar algodão hidrófobo sobre as proeminências ósseas”…no caso eu vou usar…
Ela acaba colocando as mãos por dentro da roupa e, após um pouco de esforço, ela tira uma porção de cotton, um tecido macio que preenchia seu sutiã:
(Uraraka): Dobrando assim, acho que dá!
Terminava a atadura, antes de ser bombardeada por mais areia:
(Asta): Desculpa!!
(Sanji): Qual o seu problema, seu cabelo de bosta de pom-
(Uraraka): Tudo bem Senhor Sanji! Eu já aprontei tudo por aqui…
Diz se levantando, arfando com um cansaço notável, ela olha para o pessoal ainda intocado atrás de Sanji:
(Uraraka): Eu não consigo…eu…ainda não sou a heroína que queriam que eu fosse…
Todos ali ficam um pouco em choque com a expressão repentina da garota que tinha uma expressão derrotada, machucada e cansada; começava a se perguntar se realmente era aquilo que queria para sua vida, algo meramente semelhante àquilo de novo estaria muito longe de sua capacidade atual, não conseguiria atuar daquela forma novamente.
(Goku): KAMEHAMEHAAAAA!
Seu poder atravessava o deserto, criando um canyon para separar a criatura de seus amigos, o que não durou muito já que as próprias criaturas conseguiam reconstruir o caminho novamente. Consequentemente fazendo o Guerreiro se reunir com eles:
(Goku): Eu não consigo parar eles, não importa o que eu faça!
(Asta): Interessante, eu sei muito bem o que é isso!
Diz ele quem perdia muito de sua energia ao sol do fim de tarde, arfando pela areia sobre os cabelos esbranquiçados:
(Hyoga): Todos vocês! Se afastem! Está na minha vez!
O cavalheiro ordena, quando suas mãos começam a se congelar em uma fina camada de gelo, tão branco que brilha sobre o sol:
(Hyoga): TROVÃO AURORA….
Todos saem do caminho, convenientemente, a trilha de vidro feito por Elric cria uma pista direta a Shukaku:
(Hyoga): …ATAQUE!!!
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POV: CASARÃO
(Lápis-Lazuli): Que droga! Eu não consigo fazer uma conexão de quarteirão!
Praguejava tentando criar um equipamento de comunicação, assim como foi pedido pelo senhor Hokage:
(Lápis-Lazuli): Hong, me passa aquele martelo por favor:
(Hong): Aqui, senhorita Lazuli!
Ele puxa o pedaço de madeira amarrado numa pedra, o máximo que ela conseguiu fazer até hoje:
(Walker): Nada?
(Lápis-Lazuli): Eu estou martelando parafusos, o que você acha?
(Walker): Deixa quieto…
Tantos fios e placas de vídeo espalhadas por todo o local e nenhum avanço até agora, era nisso que se encontravam:
(Walker): O que a gente faz agora? Nenhum de nós sabe mexer com essas coisas…
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POV: Senku
O garoto agarrava a uma raíz solta para fora da terra, conseguindo se puxar e ajudar o semi-deus a conseguir subir:
(Senku): Para uma divindade, eu esperava algo maior de você, sinceramente.
(Astrum): Ah…não…é exatamente assim que funciona!
Os dois faziam seus esforços para conseguirem subir no topo do morro:
(Senku): Entendi…bem, este exercício te faz pagar todos os anos de sedentarismo que uma vez teve.
(Astrum): Ei! Eu também não sou assim…
Diz ele antes de se contemplar com a vista assim que finalmente chegavam ao topo:
(Astrum): Espera…tem pessoas por aqui?
(Senku) O que? Sua mente vazia realmente pensou que estaríamos só neste vasto mundo com nossas presenças? Sinceramente, você está me desapontando muito, Deus da inferioridade!
O garoto diz, procurando uma forma de descer até lá embaixo;
(Senku): Siga-me meu bom camarada, vamos descobrir se realmente aquela casa é habitada.
Astrum concorda, vindo logo ao encalço.
Vamos concordar, eu e você já poderíamos ter uma noção que lá embaixo estaria o Casarão e seus moradores seriam a Catedral.
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POV: IKIGAI
O grupo caminhou até o anoitecer, assim que viram os portões da cidade que teriam marcado como sua parada, respiravam aliviados:
(Kula): Eba! Finalmente um lugar civilizado!
(GBZ): Porque sempre tem que ser japonês? Que droga…nem pra poder ser carioca…
(Graham): Um três oitão na fuça? Tô fora…
Conforme mais adentravam no lugar, mais escuro ficava, já que nenhuma iluminação a não ser a natural abrangia seus arredores.
(Kakashi): Caramba, não consigo ver quase nada…
Andando em meio a penumbra, ele encontra um azulejo para luminária com um escopo de lanterna; como aqueles em restaurantes japoneses. Trazendo para junto do grupo, ele puxa algumas pedras e as bate dentro com a pólvora quase seca que, por sorte, acendem, iluminando mais o local:
(Kakashi): …agora sim!
(GBZ): Mestre do fogo, olha só! Nada mais que o grande Kakashi poderia fazer…
(Graham): Puxa saco…
Com a vista melhorada, mesmo que pouco, poderiam ver os arredores e perceberem que tudo era feito com madeira e toldos de seda, predominantemente vermelho e preto; as portas de correr de modelo Shoji, com desenhos de árvores bonsais avermelhadas na seca.
Infelizmente, o que mais chamava a atenção não era todo aquela bela decoração chamativa que tinha cheiros afrodisíacos em suas portas e janelas, mas sim o cheiro podre de cada cadáver que poderia se encontrar pela cidade inteira, faltando membros e até órgãos de seus interiores:
(Wolverine): Eh…parece que alguém estava se divertindo bastante nos últimos dias…
Enquanto olhavam ao redor, Kula acabou encontrando uma luz acesa em um dos cômodos mais altos da cidade:
(Kula): Olha! Tem alguém aqui!
Todos olham diretamente para as janelas iluminadas, havia uma sombra caminhando por ali:
(Hayabusa): Deixa comigo!
(Akali): Deixa comigo!
Ambos saltaram até o telhado, cada um em um prédio diferente para poder alcançar o mais alto dos cômodos; porém, no primeiro salto, Hayabusa acabou sendo surpreendido por uma mão pálida que atravessou a superfície de madeira, o derrubando do telhado:
(Hayabusa): Mas qu-
Alcançando o chão com segurança, até porque sua maestria não o deixaria cair inteiramente, foi logo recebido por Sofia:
(Sofia): Tudo bem?
(Hayabusa): Não deveria ser eu sua preocupação…
Akali, que estava em uma posição um pouco mais alto, pode ver claramente; havia realmente uma mão se erguendo através do teto, e que unhas mais bem feitas eram aquelas!
(Akali): O que é…
Logo, mais uma mão se ergueu de lá, depois acabaram se revelando um braço por completo, eles agarravam ao acabamento exterior do telhado e, apenas com uma guinada, retiravam uma pessoa por inteiro de lá, a pele branca conseguia refletir a luz lunar antes que pudesse se colocar de pé com os saltos exageradamente altos clicando contra a madeira:
(????): Finalmente! Eu finalmente consegui levantar! Depois de uma noite inteira me regenerando, meu corpo finalmente pode se levantar!!
Sua risada ecoa pela cidade, assim levantando a cabeça e revelando o par de olhos esquisitos com dizeres em japonês, suas vestes a deixavam seminua, os cabelos negros dançavam contra o vento e fitas rodeavam seu corpo, mesmo assim se demonstrava alguém atraente e conservada:
(????): Aí, eu posso sentir cheiro de carne…podre, mesmo assim, o cheiro ainda me cativa!
Os garotos aqui de baixo compreendiam onde haviam se metido, dando alguns passos para trás. Ao notar isso, Kakashi discretamente se colocou à frente dos meninos:
(Akali): E você é a famosa quem?
Perguntou com um relevo na voz, já que estava meio longe de todos ali. Em contrapartida, a mulher misteriosa levava apenas o olhar para a assassina:
(????): Hum, parece que desconhece a minha pessoa, mas tudo bem. Afinal, não podemos culpar a existência dos leigos na face da terra, ou dos ignorantes. Meu nome é Daki, deve me conhecer como Warabi-Hime, a Oiran de múltiplas casas do distrito da luz vermelha!
(Akali): Nunca ouvi falar de você…
Daki fazia uma cara de espanto:
(Daki): eh? Nunca…?
“Que humana idiota…” Daki pensava sozinha.
Já Sofia, ao ficar remetendo às palavras da Oni, começou a olhar sobre o seu redor e percebia aos poucos:
(Sofia): Distrito da luz vermelha?
Todos que também tinham noção, também puderam perceber:
(Sofia): Distrito…do entretenimento!! Nós estamos aqui? Como não peguei isso!?
(Ellen): Não tinha como enxergar, pode-se entender por isso…
(Daki): Ah…então você conhece!
Ela se virou totalmente para a garota com as mãos sobre a cintura e um sorriso de orelha a orelha:
(Sofia): C-Conheço…também te conheço…mas, não como a Hime…
(Daki): Bem, nesse caso, você não poderia saber e tem noção disso…
A menina dava mais dois passos para trás, suando frio, de compras com a mãe para uma situação como aquela?
(Daki): …então, eu só me contento com pessoas belas; se vocês forem fortes, pelo menos consigo ter uma refeição com um sorriso sobre o rosto.
Comenta, já salivando acima da sensação de saciar sua fome inesgotável, não antes de algo chamar sua atenção, algo que vinha à distância:
(Daki): Ah…claro! Esse cheiro realmente chama a atenção, não me surpreende nem um pouco que tantos viriam…
(Wolverine): O que quer dizer com “tantos”?
Akali que poderia ver ao longe, pela iluminação natural da lua, seguiu o olhar de Daki e encontrou o que ela havia achado, criaturas, milhares, senão milhões deles! Por cheiro de cadáveres? Impossível reunir tantos por um motivo tão sórdido!
(Akali): Problemas, temos uma companhia nada amigável, aparentemente.
(Daki): Tenha certeza que não são…
(Akali): Você…tem algo haver com isso não é?
(Daki): Eu!? Calúnia!
Diz sorridente em um sarcasmo evidente:
(Daki): Mas então, já que eles estão vindo desvairados e ao trote, vou acelerar um pouco por aqui.
Ela se agacha em posição, faria alguma coisa, pela pose travada, com certeza iria avançar, e Akali percebeu isso:
(Akali): Cui-
Mal conseguiu falar, ela saltou em direção a todos em uma velocidade avassaladora:
(Akali): Como é rápida!?
A mão dela iria esmagar Sofia…é o fim…?
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POV: Grupo Uzi
O trio teve de parar no meio do caminho para poder descansar um pouco, após muitas horas de caminhada; mas Crono se revirava pelo chão de terra, sua respiração estava tão irregular e irritada, não demorou muito para se levantar e ficar sentado na quietude.
Não conseguia dormir pelos pesadelos e visões que o assombravam, visões de uma cratera se abrindo sobre o chão, morte de pessoas com gritos de pavor ao fundo, destruição de sua casa e de seus amigos; o fim do mundo. E no centro de tudo, uma criatura encouraçada e tentaculosa, ele interpretava aquele como Lavos, mas não tinha certeza.
Depois de um tempo, João acabou abrindo um de seus olhos, vendo o ruivo sentado na escuridão:
(João): Crono? Tudo certo?
Pergunta se ajeitando ao chão:
(Crono): Ahn…sim, eu estou…
Resposta concedida, se virou para o canto e tentou pegar no sono novamente:
(Crono): Aí Zoom…
Com uma bufada se virou novamente:
(João): Quié?
(Crono): Quantos anos você tem?
(João): Ahn? Eh, dezoito, porque a pergunta?
(Crono): Uh…você é mais velho…caramba…
O garoto se levanta para poder escutá-lo direito:
(João): Quantos anos VOCÊ tem?
(Crono): dezessete…não é muito diferente mas, pra mim, eu…
Ele não conseguia falar exatamente o que passava em sua mente, as experiências o deixavam estressado:
(Crono): Já teve aquela sensação de que, literalmente tudo, parece estar caindo nas suas costas e tem que segurar para não desabar na cabeça de alguém?
(João): Na verdade…já…só que eu descobri que o problema não era meu e deixei cair na cabeça de quem merecia…
(Crono): Tá…deixa eu tentar de novo…
Ele o olha profundamente:
(Crono): Já teve um momento que você pôde falhar com alguém e que isso teria uma consequência tão grande que você nunca se perdoaria?
João teria uma resposta idiota na ponta da língua, com certeza. Mas aquela pergunta, logo aquela, o fez se calar completamente, nenhuma palavra sequer saiu da língua afiada do menino:
(Crono): Eai?
(João): Ah…eu…eh…eu, não sou nenhum herói, então…
(Crono): Sim, entendo. Quer dizer, as coisas rolarem pra você é meio complicado, “a conveniência não é evidente nem recorrente”, você quem disse…
Ele cerra os lábios, Crono veio com assuntos profundos assim tão de repente:
(João): Verdade…
(Crono): …é que, quando você é posto em algo tão grande, com uma missão tão importante…você se sente especial, só que, ninguém pensa “como será que ele está”? Entende? Te chamam de herói…e simplesmente esquecem que você não passa de um ser humano comum…
Ele desabafa, tudo o que sentia nos últimos dias:
(Crono): Eu escuto o que as pessoas esperam de mim, que desejam que eu as salve…e se eu não for capaz…quem me salva?
Ao escutar o menino, ele virava a cabeça, em um suspiro fraco:
(João): Eu…não sei te responder isso…
Não queria olhar pra Crono daquela forma, a ideia de que ele era alguém poderoso lhe deixava um pouco calmo, mesmo que ele tivesse uma velocidade suprema; jamais poderia combater a arte da espada de Crono.
Quase que involuntariamente, bateu o olho onde Uzi deveria estar; deveria, pois seu espaço estava vazio:
(João): Crono?
Chama ele, aquilo o deixava um pouco relaxado já que não precisam retornar naquele assunto tão cedo; mesmo assim, era uma questão séria:
(Crono): Uhh…
^_. ._^
Caminhavam a algum tempo, João tinha um isqueiro e com isso conseguiu fazer uma tocha improvisada:
(Crono): Porque ela sairia de noite assim? No meio do nada?
(João): Eu sei lá! Ela é maluca, não consigo entender as intenções dela nem ferrando.
Nas suas observações, Uzi não passava de uma adolescente rebelde sem causa, reclamona de boca suja. Ela simplesmente sair sem avisar nada, não o surpreende.
Já estavam um pouco distantes de onde repousaram, mas não havia nada de valor ou necessário ficando para trás, então estava tudo bem, avançavam o caminho e isso até que era algo bom.
De repente, eles acabaram escutando alguma espécie de silvo úmido, algo tão estranho que é até difícil de se identificar exatamente como se descreveria algo do tipo:
(João): Ouviu isso?
(Crono): Sim…
Eles olham ao redor na procura do que quer que estivesse fazendo aquele som, apenas com o olhar de Crono pode perceber entre a penumbra…
(Crono): Ali!
O garoto levava a chama na direção correspondente, encontrando finalmente com Uzi.
Mas ela parecia…diferente?
(João): Uzi?
Suas mãos tremiam um pouco, foi nesse instante que a cabeça guinou duas vezes para o lado. Seu tronco deu uma volta completa de seu eixo, rasgando ainda mais o moletom já completamente lascado, jorrando óleo ao chão e retorcendo metal cada vez mais. Sua cabeça tomba mais uma vez com um sorriso sádico e com um símbolo estranho sobre o rosto, que fez o garoto se arrepiar por completo:
(Uzi): Essa é a parte em que vocês correm…
Asas demoníacas surgiam sobre suas costas quando a língua robótica da droide descia de sua boca, se mantendo suspensa para aquietar mesmo que por pouco tempo a insaciável e egoísta fome que a movia naquele momento:
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A lua sempre observa, mas nunca interfere
Mesmo quando tudo parece perdido
Mesmo quando tudo tem que ser mudado
Mesmo quando aqueles olhos verdes a deslumbram
Caminhando pela floresta e, após passos, saindo em um campo
Feito de flores
Flores azuis
Iguais às que ele gostava
Flores que falavam em silêncio com ela
De segredos que apenas ela sabia
Sobre os ventos da distância
Espadas cruzavam entre relâmpago e tecido
Ikigai erguia sua lâmina contra a escuridão
Contra os demônios sanguinários famintos
(Daki): Você é um saco, sabia?
Akali havia afastado a Oni da garota que teria se tornado seu alvo, mesmo assim, o golpe dela tinha estilhaçado a arma da assassina e quase a tornado invulnerável caso não tivesse uma segunda que usava sempre:
(Akali): Demônio Ordinária…
Daki bufava:
(Daki): Merda! Eu odeio matar pessoas feias e fracas; mas eu quero muito matar você! Muito!
(Akali): Você nem é tão bonita assim viu, senhorita sanguessuga de cetim!
A garota pálida as mãos bem feitas sobre as bochechas ao se sentir ofendida ao extremo com aquele comentário:
(Daki): Não sou BONITA?? Como você diz algo assim!? Sua ogra!!
Ikari sangra sobre o ataque contra os demônios antigos
As ondas incessantes chamavam muita atenção
Tanta atenção que poderia ser escutada ao longe
Não apenas daquela pequena janelinha que todos esperavam aparecer
Mais ao longe
Os pés nus caminhavam a toda velocidade
A grama rasteira amaciava todo o caminho
E após o grande salto que seu corpo poderia proporcionar
Se colocou de pé sobre as telhas revelando seu cabelo rosado
Akaza se coloca no campo de batalha
Observando o caos se espalhar durante o brilho do luar
Longe dali, a febre entre carne e código aflora
Assusta o espadachim e o velocista
As asas alçam vôo e aceleram até a dupla
Os gritos de horror machucam as almas inocentes
O óleo gotejando, o sangue pulsando
A pergunta sem resposta…
Para ela, nada tinha um sentido exato
A guerra passou, mas deixou pegadas em cada silêncio.
O chão não sangra mais, mas ainda treme quando alguém chora.
Lembranças não pedem licença
Invadem como soldados sem rosto
Revivem abraços que viraram ausências
Prometem e jamais retornam
Há olhos que não brilham
Viram demais
Há corações que batem
Sem saber o motivo
E quando tudo parece calmo
Ao cheiro de ervas da luz azul
O sentimento vem à tona
Trazendo tudo consigo de uma vez
Foi por isso
Que as bochechas da feiticeira se umedeceram com lágrimas quentes…
A lua sempre observa…
…mas nunca interfere.
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