Warriors

1 Sex on fire


Notas iniciais
YOOOOOOOOOOOOO MEU POVO!!!!!!!!!!*todo mundo grita de felicidade*Isso ai, estou dando inicio a mais uma fanfic, diva e maravilhosa! u.u Warriors está ai, para todos lerem e se divertirem! Espero que vocês me acompanhem nessa também, como me acompanham em Noiva por engano e Catch fire s2Entrem nesse grupo, tá? *O* >>> https://www.facebook.com/groups/178366319041101/?fref=tsBoa leitura para vocês, meus lindos! s2

Warriors

Capítulo 1

Por Teylla

Se você obedece todas as regras, acaba perdendo a diversão.

Bob Marley

The dark of the alley
The breaking of the day
The head while I'm driving (I'm driving)
Soft lips are open
Nuckles are pale
Feels like you're dying (you're dying)

Kings of leon — Sex on fire

O dia estava muito lindo lá fora daquele pequeno apartamento, apesar disso, Sakura Haruno não poderia vislumbrá-lo, já que, sua cortina grande cobria a janela de seu quarto, mantendo tudo escuro.

Seu relógio vintage começou a apitar de uma forma irritante, o que a fez pegar seu cobertor e o por até o rosto. Tinha que trabalhar, mas havia perdido a noite em uma festa badalada com suas amigas, ela não queria perde-la de qualquer maneira. Estava com uma puta ressaca e imaginava que tinha bebido bastante ao ponto de ficar super bêbada.

O seu maior medo era de ter pegado todos e o pior, transado com qualquer estranho de lá, resmungou com o pensamento e rezou baixinho esperando que não tivesse feito nenhuma besteira lá. Não tinha problema em transar com apenas um cara, já não era mais virgem mesmo, a única coisa que a fazia se sentir temerosa era se poderia ter feito com mais de um ou ter pego alguma doença sexualmente transmissível.

Tirou o cobertor do rosto e o deixou no ombro, virou para o outro lado se aconchegando no colchão fofinho que tinha e pensou em como iria trabalhar, estava cansada demais, apenas queria passar a tarde toda na cama sem se preocupar com ninguém.

E toda vez que tentava se lembrar da noite passada, sentia sua cabeça latejar de dor.

— Argh! — resmungou e retirou o edredom de cima de si, se ergueu e espreguiçou-se.

Havia decidido levantar rapidamente, sabia que se ficasse ali por mais tempo não conseguiria. Andou até sua janela e segurou a cortina para olhar pra fora, permitiu que os raios solares tocassem vagamente sua pele e sentiu-se um pouco aquecida.

Fechou sua cortina, deixando-a do jeito que estava antes e ajeitou sua blusa longa que usava. Nem se lembrava de como tinha chegado em casa e nem como tinha conseguido trocar de blusa, porque esse sim era o grande mistério. Devia ter feito tanta merda na noite passada que preferia nem lembrar.

Vagarosamente, foi até o seu banheiro e entrou de baixo do chuveiro. A água fria que tocava seu corpo parecia cortá-la de tão gelada que estava.

Arrependeu-se por ainda não ter colocado o chuveiro quente. Ao terminar, dirigiu-se até seu pequeno closet e tirou uma blusa branca, sua saia preta e um blazer da mesma cor. Jogou-os na cama e foi até a cozinha, preparando qualquer coisa comestível.

Tomou seu café com uma velocidade e escovou seus dentes, colocou sua blusa de manga branca, logo após sua saia e por último seu blazer. Penteou seu cabelo rosa e passou uma maquiagem leve.

— Meu cabelo rosa... Por que eu pintei mesmo? — perguntou-se.

Pegou sua bolsa e colocou seu celular lá dentro. Agarrou a chave em cima da bancada e foi até elevador, apertou o botão térreo e ao chegar lá viu que só tinha o porteiro e o segurança.

— Bom dia, Brian e Bom dia, Sr. Belson — disse ao dar um sorriso para eles.

— Bom dia, Sakura — falaram.

O porteiro, Sr. Belson como era conhecido, abriu o grande portão preto para ela passar. Caminhou pelas ruas frias de Nova York e ao chegar perto do ponto, avistou um táxi e correu para chamá-lo.

Depois de muitos que passaram, por fim, uma alma bondosa decidiu parar.

— Por favor, para a empresa M & U — pediu.

Pegou seu celular para ver que horas eram e ficou aliviada de que ainda faltava um tempo para não chegar atrasada. Sua amiga Hinata deveria ter sido uma das primeiras a chegar, ela sempre era na verdade.

Amaldiçoou-se por ter ido para a festa na noite passada.

A viagem estava sendo tranquila e não tinha tanto congestionamento pela frente, agradeceu a Deus por isso.

As ruas de Nova York pela manhã sempre tinha algum tipo de engarrafamento, mas, apenas hoje estava tudo o.k.

Tinha tanto trabalho para fazer e pensar nisso só dava dor de cabeça, massageou a região dolorida e encostou-se no vidro.

— Srta. Chegamos — avisou o motorista.

— Obrigada — agradeceu e olhou no aparelho para ver quanto tinha dado a viagem, pegou a carteira de sua bolsa e deu o dinheiro. — Tenha um bom dia — disse ao sair e fechou a porta delicadamente.

Respirou fundo e a passos rápidos entrou na empresa. Era bem grande e espaçosa, tudo ali era bem chique e deveria custar o preço da casa de Sakura. Riu com o pensamento e andou até o elevador.

Apertou o botão do andar correto e ao sair de lá cumprimentou algumas pessoas que passavam com grandes caixas.

Andou até a sua mesa pessoal — que ficava ao lado da Hinata — e sentou-se, colocou sua bolsa em cima da mesma e ligou o computador, tinha trabalho a fazer, afinal.

— Claro, eu farei sim, não precisa se preocupar — escutou a voz da Hinata. — Bom dia, Sakura. — Abraçou a rosada.

— Bom dia, Hinata. — Sorriu e retribuiu o abraço.

Hinata se sentou ao lado da amiga e o seu perfume — que era forte —, provavelmente ficou impregnado no cabelo de Sakura. Hinata era o tipo de quase todo o homem, certinha, meiga e amável. Essa era a amiga dela.

— Saky, as meninas estão querendo se encontrar hoje — começou a dizer e Sakura assentiu para que ela continuasse. — na sua casa.

Analisou a frase mais uma vez e respirou fundo.

— Tudo bem, mas vocês vão me ajudar a arrumar, porque eu não mereço ficar organizando a bagunça de vocês — disse.

— Claro Saky, não se preocupe — retrucou.

— É bom — falou e virou-se para encarar o computador.

— Sabe, o filho do chefe é um mistério. Parece que daqui á alguns meses o mesmo vai tomar conta de tudo isso aqui — escutou uma das funcionárias conversando.

— Isso está na cara, mas ele nunca apareceu aqui, não é como se víssemos o dono também... Só quem encontramos é o Naruto, mas fora isso... — complementou a outra.

— É verdade. — Riu. — Mas de qualquer forma...

E as duas sumiram do corredor, provavelmente indo para seção delas.

Porém elas falaram a verdade, desde que Sakura havia entrado nessa empresa, a única pessoa que conhecia como líder nato, era o Naruto Uzumaki, quer dizer, o dono já havia dado as caras por lá... mas nada comprometedor, acreditava que o Naruto seria filho do mesmo, porém, ele não negava e também não afirmava.

Vai saber o motivo disso.

— Ei, Saky — escutou Hinata chamar.

Olhou para ela sem soltar o mouse.

— O que você acha do Naruto? Eu acredito que ele seja o filho do dono, quer dizer, isso é tão óbvio — perguntou e se complementou.

— É... — Soltou o mouse e encostou-se na cadeira para fitar o teto. — Eu também acho isso — respondeu.

— Só queria entender porque aquela sala — Hinata olhou para um cômodo a sua frente, ele estava vazio, porém tinha uma divisa de vidro que mostrava o que tinha dentro. — fica sempre vazia, digo... se o Naruto é o filho do dono, ele deveria ficar lá, certo?

Sakura também olhou para o espaço.

— Isso é verdade... mas por tanto que eu esteja sendo paga, para mim tanto faz — respondeu e voltou sua atenção para o computador.

Notas finais
O que acharam? u.u