Warriors
2 Alô?
Notas iniciais

Warriors
Capítulo 2
Por Teylla
Tarde demais o conheci, por fim; cedo demais, sem conhecê-lo, amei-o.
William Shakespeare
And the walls kept tumbling down
In the city that we love
Gray clouds roll over the hills
Bringing darkness from above
Bastille — Pompeii
— Que horror Sakura! Você não tem nem um pingo de curiosidade sobre isso? — perguntou Hinata.
— Na verdade não, o que importa é o dinheiro entrar — respondeu e riu.
— Dinheiro, dinheiro. — Hinata fez uma cara má e voltou a se concentrar no seu trabalho.
Sakura digitava o relatório que Naruto havia pedido e ao terminar se levantou e se dirigiu para a sala de impressão. Colocou os papeis dentro de uma pasta e se dirigiu a sala dele, deu duas batidas leves.
— Entre — sua voz rígida causou arrepios na rosada.
— Aqui o relatório que você pediu, Sr. Naruto — disse e entregou a pasta.
— Muito bem, Srta. Sakura — ele que até agora olhava para umas folhas soltas em cima da mesa, levantou seu olhar para ela.
Que olhar...
— Então eu estou indo... — começou a dizer.
— Certo, por favor, Sakura, chame a Hinata — pediu e rodopiou sua caneta preta com adereços dourados e olhou para a folha de papel.
— Como quiser — concordou.
Caminho com passos lerdos até sua amiga, sentou-se antes de começar a falar.
— Hina — chamou.
— Sim, Saky? — indagou com os olhos presos na tela do computador.
— O Naruto está te chamando na sala dele — olhou de relance para a amiga e observou sua reação.
Primeiro Hinata piscou os olhos e depois se afastou do computador, empurrando a cadeira um pouco para trás, logo estava corada.
— O que você disse, Saky? — perguntou.
— Que o Naruto... — A expressão de Hinata estava apreensiva e isso era engraçado. — está te esperando na sala dele.
— E-Ele está? Eu fiz alguma coisa de errado? — Levantou e ajeitou sua saia preta colada.
Hinata caminhou até a sala do Uzumaki e bateu apenas uma vez, baixo, mas o suficiente para que ele escutasse e dissesse um “entre”.
Ela girou a maçaneta e respirou fundo.
— Você mandou me chamar, Sr. Uzumaki? — perguntou ao fechar a porta.
— Sim... por favor, sente-se — pediu.
Hinata sentou-se em um dos sofás que tinha dentro da sala e Naruto levantou ajeitando a gravata. Acompanhou a morena e se sentou na sua frente.
— Você está bonita hoje, Hina — disse primeiramente e Hinata sentiu seu coração pular.
— Ah... obrigada, Sr. Uzumaki... — agradeceu timidamente. — Mas... não foi para dizer isso que você mandou me chamar, certo? — indagou e cruzou as pernas.
Ele deu uma gargalhada gostosa de ouvir.
— Está certa, como sempre — respondeu. — Sabe... — Se levantou e andou com as mãos no bolso até sua janela, olhando para o movimento da rua. — Eu ouvi certos rumores sobre o filho do presidente...
Hinata piscou os olhos surpresa ao saber que ele sabia disso.
— Sim... — afirmou.
— Você acha que eu sou o filho? — indagou.
— Sim... eu acho — respondeu sinceramente.
— Interessante. — Andou até ela e mostrou um dos seus melhores sorrisos. — Por que acha isso?
— Eu acho que... é meio óbvio... — respondeu.
— Entendo... E se eu não for? — arguiu.
— Perdão? — estava surpresa.
— E se eu não for o filho do presidente? — Sentou-se.
— Se você não for...? Isso é impossível, Sr. Uzumaki. — Deu um sorriso bobo.
— Por que seria impossível? — questionou.
— Porque... o presidente te trata como um filho, ao menos da última vez que ele veio aqui, foi isso que mostrou — retrucou.
Naruto riu, mas dessa vez uma risada estranha e triste.
— Ah, Hina... você é divertida — disse e levantou de supetão. — Nossa família tem tantos segredos... — o semblante triste em seu rosto deixou Hinata com o coração na mão.
A morena levantou e o abraçou por trás.
— Por quê...? — indagou.
— Você está triste... você tem direito a um abraço — respondeu timidamente.
— Entendo... obrigada então, Hinata — agradeceu.
— Não há de que, Sr. Uzumaki — retorquiu.
Naruto deixou um sorriso plantar em seu rosto e olhou para o céu, lembrou-se de sua paixão. Ah... aquela mulher...
Alguns minutos depois Hinata o soltou e saiu da sala em silêncio, deixando o loiro perdido em pensamentos, o mesmo nem havia se dado conta do sumiço repentino da garota.
Sakura havia ido em uma das máquinas que oferecem comida e escolheu um biscoitinho, voltou para o seu lugar e abriu o biscoito, colocou um na boca de qualquer forma.
— Saky? — indagou Hinata assustada.
— O quê? — questionou com a boca cheia.
Mastigou o biscoito devagar enquanto digitava.
— É estranho ver você comendo assim — respondeu rindo.
— Ah... nossa... obrigada — agradeceu ironicamente.
— De nada, é o meu dever te avisar — retrucou.
— Por que demorou tanto na sala do chefinho, hein? — Sakura aderiu um sorriso safado e brincalhão.
— Sakura! — repreendeu.
— Tá bom... tá bom... Porém, o que ele queria? — arguiu novamente.
— Como você é chata, viu? — Revirou os olhos e bufou.
— Olha, uma de nós tem que ser. — Riu.
— Tá, ele de alguma forma sabe dos rumores dentro da empresa — começou a falar. — e ele veio me perguntar se eu achava que ele era o filho do dono, eu respondi que sim, claro, e depois...
— E...? Continua mulher! — reclamou.
— Você está curiosa demais para o meu gosto. Depois eu o abracei, pronto, falei — disse e fingiu estar ligada no que tinha que fazer.
— Olha, olha... a Hinatinha abraçou o Naruto, isso é um milagre de Deus, é pra levantar e glorificar! — Sakura levantou os braços e Hinata riu.
— Sua ridícula — disse.
As meninas esperaram o expediente acabar, Sakura pegou sua bolsa juntamente com Hinata e foram para casa da rosada.
— A Ino e a Temari vão chegar daqui a pouco — disse Hinata de roupa trocada.
— Tudo bem — gritou Sakura do banheiro.
— Vai demorar? Não, certo? — indagou se jogando na cama.
— Acredito que não, por quê? — questionou ao passar o shampoo pelo cabelo.
— Não me diga que você está lavando o cabelo, Srta. Sakura! — repreendeu.
— Ué, por que eu não posso? — arguiu.
Hinata estreitou os olhos e os revirou.
— Porque você leva um ano para sair do banheiro, simples assim — respondeu.
— Olha o exagero... eu só... — começou a falar.
— Não dê mais um piu, eu irei fazer alguma coisa... quando sair, você me avisa — cortou.
— Tudo bem — concordou.
Hinata se levantou da cama e foi até a cozinha, pegou um copo d’água e ao terminar o lavou. Sentou-se no sofá, esperou alguns minutos passarem e pegou uma revista para ler.
Se deitou e pôs as pernas pro alto, encarando o teto branco. O lustre pendurado muitas vezes parecia que ia cair, mas Hinata sabia que era coisa da cabeça dela.
Escutou o destrancar da porta do banheiro e seguiu para o quarto da Sakura.
— Até que enfim, pela sua demora, eu já fiz 30 filhos! — Hinata ironizou.
— Cadê os “little babys”? Não os vejo aqui... — Sakura entrou na brincadeira e fingiu procurá-los.
Hinata deu uma risada gostosa. — Idiota — deu língua ao dizer.
— Obrigada — agradeceu, estava com o cabelo enrolado com uma toalha e seu roupão branco de sempre. — Sabe o que estava faltando nesse momento? — indagou com um sorriso.
— O quê? — questionou.
— Uma taça de champanhe. — Hinata estreitou os olhos. — O quê? É sério! Imagina, eu aqui toda trabalhada no poder, com uma taça de champanhe? Pura riqueza!
— Terra chamando Sakura — disse.
Riram.
— As meninas vão demorar? — perguntou Sakura curiosa.
— Elas devem estar em algum engarrafamento por ai, sabe como é — respondeu olhando o celular. —, mas acredito que já devem estar por perto.
— Espero — disse escolhendo uma das roupas para vestir.
Sakura vestiu um vestido vermelho simples e jogou-se no sofá acompanhada de Hinata. Em um momento estavam sentadas normalmente e no outro estavam deitadas com a perna pra cima. Só se ouvia o barulho do “tic tac” no relógio grudado na parede. As duas olhavam fixamente para o mesmo.
— Oh, Hinata... — começou Sakura.
— O que é, Sakura? — indagou, segurando as mãos em cima da barriga.
— Você... não acha que elas estão demorando demais? — questionou batendo os pés na parte alta do sofá.
— Bom, sim — respondeu com um suspiro. — Será que elas vão demorar demais? — arguiu e encarou a amiga.
— Você que deveria saber, cabeçuda — respondeu ao revirar os olhos.
— Hm, é verdade — disse por fim.
Ficaram mais um tempo naquela posição e se olharam com um sorriso.
— Pizza? — se perguntaram ao mesmo tempo, o que fez as duas rirem.
— Acho uma ideia perfeita! — Hinata foi a primeira a levantar.
— Eu também acho, já estou com fome — retrucou e foi atrás da morena.
Hinata pegou o telefone e discou o número da pizzaria que elas amavam.
— Alô? — perguntou Hinata ao ouvir a voz do outro lado da linha. — Sim, tem... Está com o nome de Sakura Haruno. Sim. Duas pizzas, o mesmo sabor de sempre. Sim. Cartão. Obrigada — disse e logo desligou o telefone.
— Vai demorar? — questionou Sakura se sentando em um banco alto de sua cozinha americana.
— Essa é a primeira vez que eu pergunto e escuto tantos “Vai demorar?” — Hinata ignorou a pergunta e riu. — Disseram que vai levar uns 40 minutos — respondeu e suspirou.
— Sério, cadê as meninas? — indagou Sakura se estirando no balcão branco.
— Eu não sei, ligue para elas — respondeu Hinata entregando o telefone para ela.
— Por que eu? — questionou.
— Por que eu ligaria de novo? Elas iriam querer me matar — perguntou e respondeu.
— Tá, tá... — Sakura discou o número de Ino.
— Alô? — Sakura reconheceu a voz estridente da amiga.
— Alô, vaca — respondeu como de costume.
— Que isso, mal atendi e você já vem me ofendendo? Coisa feia, Sakura — perguntou.
— Onde. Você. Está? — indagou pausadamente.
— Eu? Eu estou perto do seu apartamento, por quê? — arguiu.
— Por quê? Porque você demorou um ano para chegar! — respondeu ríspida. — Eu estou com fome, sabia?
— Calma, flor. Eu já estou chegando — disse e desligou.
— O que foi que ela disse? — Hinata perguntou.
— “Calma, flor. Eu já estou chegando” — imitou a voz da Ino. — Eu juro que se ela demorar mais um pouco, eu vou arrancar todos os fios de cabelo que ela tanto preserva! — resmungou.
— Calminha ai, Sakura. Elas já estão chegando, certo? Então, esperar é o que nos resta — disse Hinata dando de ombros.
— A cadela ainda desligou na minha cara! — balbuciou.
Hinata riu e se dirigiu a geladeira, pegou uma jarra d’água e pôs um pouco da água no copo para beber.
— Aliás, o que nós iremos fazer nessa noite maravilhosa? — questionou Sakura com ironia ao se endireitar.
— Eu não sei, as meninas que estão trazendo uma novidade — respondeu ao dar um gole na sua água.
— Uh, odeio quando me fazem esperar — disse por fim.
Um tempo depois escutaram a campainha e Sakura se levantou de supetão, andou com passos vagarosos até a porta e a abriu com um sorriso.
— É, mandaram te entregar isso — um garoto de aparentemente oito anos disse e entregou uma caixa enfeitada para Sakura.
— Oh, obrigada — agradeceu e fechou a porta. — Dá pra acreditar nisso? Ainda não são elas! — resmungou e pôs a caixa em cima do balcão.
— Devem estar chegando, calma — disse Hinata.
Ouviu a campainha tocar novamente.
— Não disse? — indagou Hinata com um sorriso doce.
— Espero que seja realmente elas — respondeu e andou até a porta, abrindo-a.
— Olá, little girls — Ino surgiu na porta com a Temari atrás.
— Um ano depois, você aparece — disse Sakura revirando os olhos e fechando a porta.
Temari abraçou Sakura e Hinata, Ino fez o mesmo.
— O que vocês ajeitaram para hoje? — questionou Sakura dando um bocejo.
— Uma surpresa e que vai envolver você! — respondeu Temari entusiasmada.
— Eu tenho até medo de saber o que é, então nem vou perguntar novamente — disse e se sentou no chão, junto com a Hinata.
Ino pegou duas caixas de pizza e algumas cervejas, colocou-as no chão e deu um sorriso.
— É... vocês trouxeram pizza? — Hinata perguntou e arregalou seus olhos.
— Sim... você é cega, amiga? — indagou Ino com uma risada.
— A gente pediu pizza também — respondeu com preocupação.
— Liga logo para a pizzaria, o que você tá esperando? — Ino entrou em desespero.
— Eu... espera — Hinata levantou e pegou o telefone.
Alguém tocou a campainha.
— Acho que a pizza chegou, meninas — anunciou Sakura com um certo desapontamento.
Como dito, o rapaz entregou as pizzas e Sakura pagou, levou as duas caixas para o centro e sentou-se, logo após, Hinata também se sentou.
— Comam a pizza das primeiras caixas, elas estão quentes — ordenou Sakura.
As meninas comeram e começaram a beber as garrafas de cerveja, Hinata começou a contar sobre o que havia ocorrido entre ela e o Naruto, Ino fingiu estar com inveja, mas no fundo estava feliz pela amiga que tinha vencido a timidez.
Temari inventou de jogar “Imagem e ação”, as imitações que a mesma fazia, eram cômicas.
Depois de um bom tempo, já estavam bêbadas, Ino decidiu falar o que haviam planejado, pegou um jornal que estava na sua bolsa e abriu na página certa.
— Sakura, eu irei te dizer agora o que você tem que fazer — começou Ino com uma risada gostosa.
— O que é? Fala logo — perguntou Sakura, curiosa.
— Você... — Ino e Temari trocaram olhares perversos.
— Você o quê? Desembucha, Ino porco — indagou ao apontar para a loira.
— Você vai ter que passar um trote para um garoto de programa e nós já decidimos quem vai ser — respondeu com um belo sorriso maldoso.
— Ah... é só passar um trote para um garoto de programa... O QUÊ? — Sakura como estava bêbada, demorou para analisar a situação. — Você está louca, totalmente louca.
— Vai recusar, é? — Temari provocou.
— Não, claro que não — Sakura respondeu firme.
— Ótimo, você vai ter que fingir estar interessada — disse e pegou o jornal que estava na mão de Ino. — O cara é esse aqui — apontou para o anuncio que havia.
If you're horny lets do it
Ride it my pony
My saddle's waiting
Come and jump on it
Pony — Ginuwine
— Sasuke... Uchiha? — indagou Sakura ao ler, espremeu um pouco os olhos.
— Sim, sim — respondeu Ino satisfeita. — Ele parece que é bem bonito.
— Cabelo preto, olhos cor de ônix, corpo malhado, tamanho (F) 13,6 e 19,5 (E). Faço tudo o que desejam. Número para contato: 21215-99032-13 — Sakura leu e deu ênfase ao tamanho. — Vocês querem me matar?
— Não, você não vai se encontrar com ele — respondeu Ino. — Só... se você quiser. — Deu um sorriso malicioso.
— Tá, me dá logo esse telefone — disse ao revirar os olhos.
Temari discou o número e entregou o telefone para Sakura que estava ansiosa.
“Uh, frio na barriga” pensou Sakura.
Chamou quatro vezes.
— Alô? — O sotaque misturado com um tom de voz frio, deixava qualquer garota louca. Era uma voz bem máscula do outro lado.
O coração de Sakura parou.
“Que voz sexy!” pensou.
— Ah... Alô — respondeu.
— O que você gostaria? — indagou com uma voz rouca dessa vez.
Sakura sentiu seu coração acelerar, definitivamente teria que se encontrar com esse homem.
— Ah, é que... — pigarreou. — Eu quero um programa com você — respondeu e Ino sorriu.
— Tudo bem, para quando? — questionou.
— É... para... — pensou em um dia. — Amanhã à noite — respondeu.
— Ok. — Ficou em silêncio o que deixou Sakura constrangida, era só aquilo? — Por favor, espere um instante. Irei olhar na minha agenda.
— Ah... Sasuke... — Escutou uma voz feminina do outro lado e se arrepiou. Eles estavam transando?
Sakura tampou a parte de escuta do telefone.
— Tem uma mulher com ele, eu acho que eles estavam transando — sussurrou para as amigas.
— Qual o seu nome, querida? — perguntou depois de um tempo.
— Sakura, Sakura Haruno — respondeu com um leve susto.
— Ok, Sakura Haruno — parecia estar escrevendo. Ouvir o seu nome ser pronunciado pela aquela voz sexy, fez seu corpo todo estremecer. — Bom. Você está com sorte. Estou disponível para amanhã — disse por fim.
— Ah, jura? — questionou e sentiu um alivio.
— Sim, o que você vai querer fazer amanhã, Sakura? — arguiu.
— Bom... o que você sugere? — retrucou com uma pergunta.
Silêncio.
— Você quer ir jantar antes? Se você quiser, podemos ir jantar e logo após, transarmos — perguntou e se completou.
Sakura não pode deixar de corar ao escutar a palavra “transarmos”.
— Ok, para mim está ótimo — concordou.
— Certo, e... você tem algum desejo sexual? — questionou.
— Quê? — Se assustou com a pergunta. — Ah, não. Não tenho — respondeu.
— Qual o número do seu telefone? Amanhã te ligarei para mais detalhes — perguntou.
— Meu número é 2129320-503957 — respondeu.
— Ok, anotado. Então, até amanhã, Sakura — disse.
— Até, Sasuke — retorquiu.
— Agora estou livre para você, querida — escutou Sasuke dizer e logo após vieram gemidos.
A ligação foi desligada.
— Você vai realmente se encontrar com ele amanhã? — Ino perguntou, tirando toda aquela tensão.
— O que você acha? — questionou Sakura com um sorriso.
— Ah, safada. Você não perde tempo — respondeu e todas riram.
Se com apenas a voz, Sasuke conseguiu deixar Sakura naquele estado, imagina pessoalmente.
Sakura sorriu.
— Oh, Deus! — exclamou com preocupação.
— O que foi, Sakura? — Hinata perguntou.
— Eu me esqueci de perguntar quanto ele cobrava — respondeu com os olhos arregalados.
— Ah, relaxa — disse Temari.
— E se ele for caro? — indagou Sakura.
— Não deve ser — respondeu Ino.
Sakura suspirou.
“Espero que ele realmente não seja caro, imagina, eu, Sakura Haruno, indo encontrar um garoto de programa” pensou e riu pelas narinas.
Fale com o autor