Notas iniciais
Yoo minna-san, demorei para postar esse capitulo? Eu sei, demorei muito, mas ele ficou bem grande então espero que isso compense. Ah, e nesse capitulo eu tive a ajuda da minha amiga Lola Chan com algumas ideias da metade ( pessoal que gosta de Jerza, leiam a fic dela, o nome é Sem mais Armaduras)

Bem, é isso, boa leitura, nos vemos na notas finais o/

Um olhar triste, surpreso, incrédulo, melancólico, um misto de emoções, todavia nenhuma positiva, fora esse tipo de olhar que Natsu carregou durante todo o treino.

Em momento algum ele o deixou. Saber que a causa daquilo era eu fazia com que me sentisse ainda pior. Como se não bastasse a dor de ter que ficar longe daquele que eu amava também fui fadada a ver a tristeza que criei nele. Mas não havia retorno, aquela era minha decisão, querendo ou não nós dois teríamos que nos adaptar a ela, porque de qualquer forma um de nós sairia machucado, nenhuma solução seria plenamente satisfatória, aquela pelo menos era a decisão que mais facilitaria as coisas. Eu não teria que sofrer ao ficar ao seu lado e ele poderia ser feliz ao lado da mulher que amava.

Durante praticamente todo o treino eu senti que seu olhar estava direcionado para mim. Em alguns momentos arriscava-me a olhá-lo e nossos olhares se encontravam, criando assim uma situação um tanto quanto constrangedora.

Foi torturante vê-lo e não poder lhe dirigir nem sequer uma palavra, perceber que ele tentava falar comigo, porém eu tinha que ignorá-lo, fingir que não o ouvia e sair, deixando-o sozinho, parado ali, como se esperasse que eu fosse voltar e falar com ele, como se tudo fosse voltar ao normal, mas eu sabia que nada voltaria ao normal.

Algum tempo antes de ter que me afastar de Natsu eu aprendi que não importava o quanto o desejo de que as coisas voltassem a ser como eram fosse ardente, nada voltaria. O tempo, as ações, as coisas vividas não podem ser mudadas, não podem ser trazidas de volta uma vez que já aconteceram.

As semanas se passavam assim, com a cada dia nós nos afastando mais. A distância era como um horizonte que nos separava; estávamos tão perto, mas ao mesmo tempo tão longe um do outro. Era tão doloroso que eu pensava que não fosse aguentar, porém sabia que precisava resistir. Aquela situação fora criada por mim com o intuito de que pelo menos ele pudesse ser feliz. Minha principal intenção era que ele me esquecesse, e que eu me esquecesse dele também, como se nunca tivéssemos entrado na vida um do outro, porque assim seria mais fácil para que eu me afastasse dele. Para mim seria muito mais difícil, pois a partir do momento em que o nome de uma pessoa é cravado em um coração se torna praticamente impossível tirá-lo.

Eu pensava que com o passar do tempo ficar longe dele fosse se tornar mais fácil, mas o que aconteceu foi exatamente o contrário. A cada dia minha vontade de falar com ele, de lhe dizer tudo o que eu sentia apenas aumentava. Era sufocante. Eu tinha a ajuda de Loke, porém ainda não era suficiente, a dor não diminuía. Eu comecei a pensar em maneiras de aliviar aquele sentimento, e quando abri minha mochila é que uma ideia veio a minha mente; havia ali alguns papeis e uma caneta.

Peguei o papel, pensando em como poderia começar aquilo. Poderia parecer loucura, mas talvez realmente ajudasse, por isso comecei a escrever.

“Oi mamãe, como você está? E o papai? Está com ele? Bem, eu sei que não irei receber a resposta dessas perguntas, mas decidi fazê-las mesmo assim. Estranho não? Afinal, por que perguntar algo se não irei receber a resposta? Não faz muito sentido, mas foi a melhor forma que encontrei para começar a escrever.

Muita coisa mudou desde que você e o papai se foram, eu sinto tanta saudade de vocês, dos seus abraços carinhosos, do conforto que sentia quando você me envolvia em seus braços, eu sei que nunca mais irei sentir isso de novo, e ainda é doloroso viver longe de vocês, mesmo que já tenha se passado quatro meses.

Foram quatro longos meses, principalmente esse último que se passou. Depois que vocês se foram eu obedeci às ordens do papai. Peguei o que era necessário e parti em direção ao acampamento para sobreviventes, é onde estou agora.

Foi estranho quando cheguei aqui, não sabia em quem confiar e pensava que teria que carregar aquela dor por toda a eternidade, que nunca mais poderia sorrir, mas então eu o conheci, Natsu. Ele foi minha salvação, e também o meu mais novo problema.

Quando conheci o Natsu eu sentia algo estranho, acho que era inveja; inveja por ele conseguir sorrir mesmo tendo o conhecimento de que uma guerra estava acontecendo. Eu era muito tola por pensar assim, admito que isso seja verdade. Ele me ensinou a sorrir mesmo que a situação fosse ruim, me mostrou que devemos seguir em frente, não importando o quão doloroso tenha sido o passado. Se não fosse por ele eu acho que teria continuado a sofrer. Ao lado dele tudo ficava divertido, eu quase esqueci de que havia uma guerra acontecendo.

Durante três meses as coisas ficaram bem, eu não me preocupava tanto com a guerra, pois sabia que estava segura, e me divertia ao lado dele e dos outros amigos que consegui, mas então algo terrível aconteceu: eu me apaixonei pelo Natsu. Se você estivesse aqui acho que perguntaria como se apaixonar pode ser terrível, não é, mamãe? É simples, ele ama outra garota, eles namoram há um mês. Seria doloroso demais ficar perto dele, por isso decidi que me afastaria, e foi isso que fiz, mas isso não tem sido nada fácil mamãe, ficar longe dele é tão doloroso quanto ficar perto dele sabendo que seu coração pertence a outra.

Tem sido sufocante, eu gostaria que você estivesse aqui para poder me dizer o que fazer, porque realmente não sei.

Outra coisa tem me incomodado. Quando eu estava com o Natsu não tinha nenhum pesadelo, mas desde que me afastei dele essas cenas ruins tem invadido meu sono. São como retratos da guerra, como se eu visse o que está acontecendo fora do acampamento; a cada dia fica pior, porém eu consigo suportá-los, só não entendo o que eles significam, se é que realmente significam algo.

Estou com saudade de você e do papai...”

Eu iria continuar escrevendo, por mais estranho que parecesse escrever aquela carta para minha mãe estava me fazendo sentir aliviada. Todos aqueles problemas estavam me sufocando e contá-los a ela, mesmo que por meio de uma carta e sabendo que ela nunca leria, aliviava um pouco a tensão. Mesmo que eu contasse meus problemas ao Loke, falar com ele não era a mesma coisa do que escrever para a minha mãe. Eu queria continuar desabafando, porém uma fina voz chamou minha atenção.

― O que você está fazendo?

Levy, a pequena garota dona da cama ao lado da minha estava parada ao meu lado, era ela a dona da voz.

― Apenas escrevendo ― Eu disse fingindo um sorriso. Guardei a carta, não queria que ninguém a visse, aquilo era algo pessoal.

― Você gosta de escrever? ― Ela me perguntou, sentando-se na sua cama. Estávamos em horário de almoço, por isso não havia problema algum em estar ali.

Lembrei-me de quando morava com meus pais, eu havia começado a escrever um livro, queria ser como minha mãe, uma grande escritora. Ela desistiu de seus livros por ter que cuidar de mim quando nasci, mas de qualquer forma continuei a me inspirar nela.

― Sim, até comecei a escrever um livro, mas ele provavelmente agora está destruído por causa da guerra.

― Ah, que pena. Eu gostaria de lê-lo. Sou uma amante dos livros, não importa qual o tema.

― Bem, talvez algum dia escreva outro, meu sonho é ser uma grande escritora, assim como minha mãe foi.

― Sua mãe escrevia? ― Assenti, dando-lhe uma resposta afirmativa ― Sério? Quem ela era?

― Layla Heartfilia.

No momento seguinte a reação de Levy foi, no mínimo, curiosa. Ela arregalou os olhos e permaneceu olhando fixamente para mim, percebi que ela tentava falar, mas nenhum som saia de sua boca; eu me assustei com a sua reação, porque até então não entendia a que ela se devia, somente consegui compreender quando ela conseguiu voltar a se pronunciar.

― V-V-Você é filha da Layla Heartfilia?!

― S-Sim.

Levy se levantou subitamente da cama e abriu um sorriso ainda maior do que os que Natsu costumava ter estampados em seu rosto.

― Eu era a maior fã da sua mãe! Ela era genial com as palavras, sabia usá-las perfeitamente. Uma pena que tenha publicado apenas três livros, eu gostaria tanto que existissem mais deles.

― Na verdade existem, ela não chegou a publicar alguns ― Vi o rosto de Levy se iluminar ainda mais por alguns segundos, acho que não deveria ter mencionado sobre os livros não publicados ― Porém os livros ficaram na minha antiga casa e, assim com o que eu comecei a escrever, provavelmente estão destruídos agora.

O sorriso no rosto de Levy sumiu.

― Oh, isso é uma pena, mas é compreensível; tudo o que essa guerra fez foi destruir coisas boas, acho que não seria diferente com isso.

Levy estava certa. Se a guerra não tivesse acontecido eu pelo menos estaria com meus pais e nunca teria conhecido o Natsu. Ele também nunca teria perdido o pai adotivo e poderia ser feliz ao lado da Lisanna.

― Nee, Lu-chan, posso te chamar assim, não é? ― Assenti ― Se você escrever mesmo outro livro, posso ser a primeira pessoa a lê-lo?

― Claro, Levy-chan. ― Eu respondi sorrindo.

― Obrigada, Lu-chan! Se você tiver o mesmo talento que a sua mãe tenho certeza de que será um livro incrível.

A partir daquele dia eu passei a me aproximar mais da Levy. As pessoas que eu mais convivia eram ela e o Loke. Continuei afastada do Natsu, porém meus sentimentos por ele insistiam em não desaparecer. Eu conseguiria controlá-los se não tivesse que todos os dias olhar para ele, vê-lo.

Eu e Levy estávamos conversando perto do riacho. A conversa ia bem, até ela tocar em um dos meus assuntos mais delicados.

― Nee, Lu-chan, eu não entendo uma coisa, você e o Natsu se davam tão bem e agora nem se falam, o que aconteceu?

Levy se tornou minha melhor amiga, não havia razão para mentir, não para ela.

― Eu cometi um erro.

― Erro? Que erro?

― Eu me apaixonei por ele, mas então ele começou a namorar a Lisanna, eu achei que seria melhor me afastar.

― Bem, eu entendo que você se sinta mal, mas não parece que ele tenha ficado muito feliz com isso, faz tempo que ele não sorri, quero dizer, um sorriso verdadeiro. Pelo menos eu o vejo assim. Você contou isso para ele?

― É claro que não! Seria somente um problema a mais.

― Lu-chan, você não sente falta dele?

― É claro que sim. O Natsu me ensinou a sorrir quando eu pensei que nunca mais conseguiria fazer isso, não poder estar perto dele, ouvir sua voz – Tentei segurar as lágrimas, mas foi impossível. As lembranças ao lado dele vieram a minha mente e um medo de que aquelas coisas nunca mais se repetissem me invadiu. E eu sabia que elas nunca mais poderiam acontecer, porque eu não podia me aproximar dele tendo esse sentimento guardado em meu peito, por mais que eu tentasse, ele não me deixava ― é horrível Levy-chan... e a pior parte é ter que conviver com esse sentimento.

― Lu-chan...

― Lucy, Levy, vocês estão aqui, eu estava procurando vocês ― Loke se aproximava de nós. Eu tentava esconder minhas lágrimas dele toda vez que chorava, mas naquele momento não seria possível disfarçar ― Lucy... é por causa dele novamente?

― Eu vou voltar para o acampamento, Lu-chan.

Levy retornou, deixando apenas eu e Loke ali.

― Não é nada demais Loke. Vamos voltar.

Eu tentei voltar para o acampamento, porém Loke me segurou.

― Não, espere. Isso não pode continuar assim, Lucy.

― Mas o que eu posso fazer? Nada do que eu tento para deixar de amá-lo funciona.

― Então me deixe te ajudar! Me deixe te ajudar a esquecê-lo, eu prometo que irei secar suas lágrimas toda vez que elas ousarem cair, seja por causa dele ou por qualquer outra coisa, farei qualquer coisa para te ajudar, hime, só me dê essa oportunidade.

Ele aproximou seu rosto do meu; eu estava pasma demais para fazer qualquer coisa, para ter qualquer reação, quando percebi seus lábios já estavam encostados nos meus.

-------------------------------------------------Lucy pov off----------------------------------------------

O garoto já a tinha procurado em todos os lugares. Mal almoçara para que tivesse tempo de procurá-la, porém não conseguia encontrá-la em lugar algum. Precisava encontrá-la e tentar, novamente, conversar. Todas as vezes que tentava, ela simplesmente desviava, como se não notasse sua presença. Ele queria explicações do porquê dela ter se afastado tanto, e também queria acabar com aquilo, pois era sufocante, ele não sabia o porquê, mas ficar longe dela era sufocante.

Já fazia quase cinco meses que ela se mantinha afastada dele. Tentativas para acabar com a distância não faltaram da parte dele, mas ela não colaborava. Faltava pouco tempo para o horário de almoço se encerrar, ele tinha que se apressar. Seus pés o guiaram até aquele lugar em que uma vez havia feito uma surpresa no aniversário da garota, mas o que viu não foi o que esperava.

A garota que ele tanto procurava estava beijando Loke. Ele decidiu deixar aquele lugar e voltar para o acampamento, e foi isso o que fez. Porém aquela cena o fez se sentir diferente, um misto de emoções. Sentia raiva, porque aquele era o lugar dos dois e apenas deles, dele e da Lucy, de mais ninguém, ninguém além deles poderia estar ali. Ele pensava que a raiva vinha daquilo. Também estava confuso, pois em seu peito sentia algo de errado com seu coração, uma tristeza que surgiu sem explicação.

Pelo menos pensou ter encontrado o motivo que levou Lucy a desfazer a dupla, ela queria passar mais tempo ao lado de Loke, mas mesmo assim não explicava o porquê dela ter se afastado dele.

Ele se sentia completamente confuso, nunca se sentira daquela maneira em toda sua vida.

------------------------------------------Lucy pov on--------------------------------------------------

Assim que percebi o que acontecia afastei Loke.

― Não, Loke. Me desculpe, mas não posso fazer isso. Admito que conviver com isso é horrível, mas não posso te usar para esquecer o Natsu, eu me sentiria ainda pior se aceitasse, não é certo. Eu não conseguiria te amar, estaria apenas te enganando e te usando.

― Tudo bem, eu entendo, mas se mudar de ideia eu ainda estarei aqui, sempre estarei pronto para te ajudar.

Eu o agradeci por oferecer sua ajuda, e logo depois me pus a caminhar de volta ao acampamento. Realmente preferia ter que conviver com aquele sentimento do que enganar o Loke. Magoaria a ele e o sentimento com certeza não desapareceria, portanto aquela alternativa estava completamente fora de questão.

-----------------------------------------Lucy pov off---------------------------------------------------

Já passava das duas da manhã e Natsu ainda não havia conseguido dormir, algo o incomodava: Lucy. Sentia falta da garota, e a cena que vira no dia anterior também tirava seu sono. Levantou-se, o chão gelado em contraste com seu pé quente provocou um arrepio. Naquele lugar, onde se localizava o acampamento, todos os dias fazia frio, ainda mais a noite.

Caminhou até a cama de Lucy e se agachou, apoiando seus braços na cama e sua cabeça neles. Ficou apenas observando o rosto da garota por algum tempo, até que uma única e solitária lágrima escorreu pelo seu rosto.

― Por que está fazendo isso comigo? Por que não conversa, ou pelo menos fica perto de mim? Por que, Lucy?

Ele não sabia quanto tempo mais permaneceu ali, mas só saiu porque logo Erza os acordaria e seria ruim se ela o visse ali.

Os dias seguintes foram iguais, com Lucy o ignorando e ele tentando conversar com a garota.

----------------------------------------Lucy pov on-----------------------------------------------------

Naquela noite tive um pesadelo ainda pior, tão forte que acordei subitamente; um líquido salgado escorria pelo meu rosto, minha respiração estava acelerada, assim como meus batimentos cardíacos, e quando tentei me lembrar que sonho fora aquele lágrimas começaram a escorrer dos meus olhos, porém nenhuma imagem vinha a minha mente. Nenhuma memória do pesadelo permaneceu, o único vestígio que ele deixara fora aquela sensação ruim.

Levantei-me, não conseguiria mais dormir, por isso decidi caminhar. Meus pés me guiaram até o lugar onde uma vez Natsu havia me feito uma surpresa de aniversário. Como se meu problema com ele já não bastasse, aquele pesadelo surgiu, como se fosse um presságio.

Sentei-me no chão e olhei para o céu. As estrelas pareciam ainda mais brilhantes naquele dia, olhá-las me trazia um pouco de paz. Perdi a noção do tempo, somente desviei meu olhar quando escutei a voz de alguém que se sentou ao meu lado.

― Você gosta mesmo das estrelas, não é?

Natsu, não sabia há quanto tempo ele estava ali, mas pela sua fala não havia acabado de chegar.

― Sim, elas me acalmam.

Ele me olhou surpreso, provavelmente por eu ter lhe direcionado algumas palavras ao invés de esquivar-me como fazia todas às vezes. Sentou-se ao meu lado.

― E porque precisa se acalmar agora? O que aconteceu?

― Nada de mais, só tive um pesadelo. Acho que é melhor eu voltar.

Não aguentaria permanecer ali, conversando com ele, por muito mais tempo, por isso tentei me levantar, mas ele segurou minha mão.

― Pode, por favor, parar de fazer isso?

― Isso o que? ― Perguntei, como se já não soubesse do que ele falava. Ele me olhava com aquele mesmo olhar melancólico, o olhar que eu tanto odiava, pois fazia com que eu me sentisse a pior pessoa do mundo.

― Fugir de mim! Todas as vezes em que eu tentei falar com você nesses últimos cinco meses você apenas me ignorou e se esquivou, eu não aguento mais isso Lucy! Se não pode voltar a ser como antes, pode pelo menos me responder uma pergunta? O que foi que eu fiz para que você começasse a agir assim?

Eu me esforçava para segurar as lágrimas, tudo o que eu menos queria era fazê-lo sofrer, eu só queria que ele pudesse ser feliz ao lado da pessoa que amava. Decidi que de nada adiantava mais manter segredo sobre o que eu sentia, pelo menos ele teria uma explicação.

― Nada, você não fez nada. Fui eu quem fiz.

― O que você fez?

― Eu... – Estava pronta para falar, mas um grande estrondo me interrompeu ― O que foi isso?

― Eu não sei, veio do acampamento.

Natsu e eu nos levantamos e corremos em direção ao acampamento, e quando chegamos...

― Mas o que é isso?!

Notas finais
Eu adoro drama *_* acho que vocês já perceberam isso né. Minna, deixem um review se gostaram do capitulo, falem comigo, por favor (yes, i am forever alone) digam o que acharam, iria me deixar muito feliz, muito mesmo.

E por ultimo, mas não menos importante, posso pedir para vocês lerem minha nova fic? O link é esse http://fanfiction.com.br/historia/325131/Angel_Of_Destiny eu tenho grandes planos para essa nova fic e por isso estou divulgando tanto, garanto a vocês que vou fazer o possivel para torna-la a melhor que já escrevi, se puderem pelo menos dar uma olhada no primeiro capitulo e verem se gostam já seria muito bom. Acho que o pessoal que lê minhas outras fics já está enjoado de me ver divulgando essa né? Mas é que é necessário, porque, como eu disse, eu tenho grandes planos para essa fic e uma fic sem leitores não tem sentido algum né.

Bem, é isso, já falei demais, não esqueçam do review ok? >.<

Até o próximo minna o/