Waldorf Desconhecida
1 Prólogo
– Por favor, senhorita, Waldorf ou Woldorf?
Eu a encarei com um sorriso irônico, ela só podia estar brincando!
– WALDORF – gritei – mulherzinha burra, me dê aqui essa caneta. – Estava tremendo de raiva, me empenhando para não enfiar a caneta no olho daquela desnecessária. – Diga “adeus” a seu trabalho.
Matriculada, não na Constance, mas na Bayside em San Francisco, não no Upper East Side, longe de NY e da Elite Manhattan, o inferno de qualquer Waldorf: A escola pública.
Quase estampado em um outdoor “Flagra: Rainha de Manhattan andando entre a classe C, quanto tempo até cair? Um dia? Dois? Talvez três... Façam já suas apostas!”.
– “Gossip Gênio” adora me incluir mesmo não estando presente, sempre sou notícia para os fracassados. – Senti meus olhos girarem nas órbitas, duas semanas eram o fim!
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