Wake me up when september ends
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Outubro de 2012
Perseu estava sentado no sofá da sala assistindo televisão com seus enquanto sua mulher Annabeth preparava o almoço deles.
─ Pai o senhor acha que a gente por ir no parque mais tarde. ─ Perguntou seu filho mais novo o Taylor. O homem olhou para a criança e assentiu.
─ Podemos sim, é bom que aproveitamos e damos uma notícia a vocês dois. ─ Ele falou para os dois gêmeos depois de olhar rapidamente para sua esposa.
Seus dois filhos eram o Taylor e a Diana que eram gêmeos. A Diana tinha nascido dez minutos antes do Taylor e mesmo eles sendo gêmeos para Percy seu filho era mais novo.
Seus dois filhos tinham agora nove anos e estavam na fase em que queriam participar de tudo.
─ Isso mesmo o pai de vocês e eu temos uma notícia para dar. ─ Annabeth falou e viu os dois filhos se entreolharem.
O clima estava bom e expectativa das crianças irem para o parque era alto e tudo parecia perfeitamente bem até que o telefone tocou.
Percy olhou pra ele e franziu as sobrancelhas já que eles não esperavam nenhuma ligação e ainda mais àquela hora.
─ espera ai crianças, deixem o papai atender o telefone. ─ Ele disse e seus dois filhos tiraram a cabeça da perna dele e ele foi na direção do telefone o pegando. ─ Alo. ─ Ele disse.
Perseu ou Percy como gosta de ser chamado ficou no telefone algum tempo respondendo algumas coisas e isso fez a atenção de Annabeth se voltar para o marido.
Uns dez minutos depois ele desligou o telefone e olhou rapidamente para a esposa que estava também o olhando e ele deu um sorriso triste e ela sabia que algo não estava certo.
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Mais tarde naquele mesmo dia eles estavam no Central Parque brincando, as crianças se divertiam na grama junto com a cadela deles e assim que Annabeth viu que as crianças estavam entretidas ela olhou para o marido.
─ O que foi que queriam no telefone, desde que você recebeu aquela ligação ficou estranho. ─ Ela disse olhando para os olhos do seu marido.
─ O Major Ares ligou, eu estou sendo convocado para ir pro Iraque, tenho até a próxima segunda para me apresentar. ─ Ele disse olhando para sua esposa.
─ Logo agora que nós vamos ter outro filho. ─ Annabeth disse colocando a mão em cima de seu ventre.
─ Eu sinto muito Annie, não queria que isso acontecesse e você sabe o que pode acontecer caso eu não vá. ─ Ele disse para esposa que assentiu, Percy colocou a mão por cima da barriga dela e beijou a testa da mesma.
─ Temos que contar para as crianças. ─ Annabeth disse e beijou levemente os lábios do marido.
Não demorou muito para os filhos deles voltar com fome e sede e foi ai que a Annabeth e Perseu contaram aos seus filhos o que estava acontecendo.
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Três anos depois
─ Quando é que o senhor vem pra casa pai. ─ Taylor de agora doze anos disse olhando para a tela do computador onde via o pai do outro lado.
─ Não sei amigão, as coisas por aqui se acalmaram um pouco, mas é tudo muito instável. ─ Perseu disse olhando para o seu filho.
─ O senhor não pode nem pedir pra vir pra casa, está chegando natal. ─ Diana disse e Percy pode perceber que tinha um pouco de agua nos olhos dela.
─ Eu queria muito passar o natal com você, sua mãe e seus irmãos, mas eu não posso infelizmente. ─ Percy disse sorrindo e seu sorriso se alargou mais ainda quando viu o mais novo membro da família e apenas dois anos.
─ Percy, essa aqui é a Miranda a nossa mais nova filha. ─ Annabeth disse mostrando a menina que estava nos seus braços.
Perseu sorriu e colocou a mão na tela do computador e sorriu vendo o quão linda era sua filha.
─ Como estão as coisas ai e o Nico, a Thalia e todo os outros. ─ Ele pergunto eu logo sua esposa começou a falar como estava a vida em casa e como estava a vida de seus amigos e do seu irmão que era o Nico que tinha se casado com a prima deles.
A conversa estava boa até que começou uma gritaria, tiros e explosões. Annabeth arregalou os olhos e viu seu marido olhar para trás e dizer.
─ Tem alguma coisa acontecendo eu preciso amo vocês. ─ Ele disse e logo depois a tela do computador ficou preta e a mulher fechou o dela.
Annabeth olhou para o lado e agradeceu por seus filhos não estarem mais ali e não terem visto nada daquilo. Ela levantou a cabeça respirou fundo e levantou-se do sofá em que estava sentando indo até o quadrado ali, colocando seu filho e voltando a fazer os afazeres na cozinha.
Evitando pensar no que tinha acabado de acontecer para não pensar o pior e acabar ficando louca.
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1 ano depois
─ Você já teve alguma notícia do Percy desde aquele dia Annie. ─ Thalia perguntou para sua melhor amiga. A mulher negou e suspirou.
─ Às vezes eu não sei se é melhor não ter ou ter alguma notícia dele, porque eu não tendo nenhuma notícia e ninguém vindo aqui pra falar nada eu sei que ele está vivo, as vezes quando batem na porta me dá um frio na barriga Thalia. ─ Ela disse e deixou lagrimas vierem a seus olhos.
Thalia olhou para a melhor amiga e colocou a mão no ombro dela.
─ Tia Sally também está ficando louca já que ela também não sabe de nada. ─ Thalia falou e Annabeth sorriu triste.
Às vezes ela ligava ou levava os filhos para verem o falarem com a avó que ficava feliz quando os via, ela só chorava quando via o Taylor já que era um retrato exato do pai quando tinha a mesma idade.
─ Eu não posso me deixar abalar Thalia, enquanto notícias ruins não vierem eu tenho que me manter firme pelos meus filhos e por ele que está lá lutando por nós. ─ Annabeth falou e logo sorriu para a amiga limpando as poucas lagrimas que tinham caído dos seus olhos.
A morena assentiu e voltou a prestar atenção nos filhos das duas que brincavam na grama do parque de algo que só eles entendiam.
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Dois anos depois.
─ Major Perseu. ─ O coronel Marte chamou o homem até a tenda em que ele estava. Rapidamente Percy seguiu atrás do homem calado sem saber ao certo o que ele queria. ─ Eu acabei de receber um comunicado do pentágono. ─ Ele disse.
─ Pode falar senhor. ─ Percy disse.
─ Graças aos seus esforços durante aquele ataque a dois anos atrás e seu comando a tropa depois da morte de seus superiores e suas outras façanhas o Pentágono resolveu lhe dar uma chance como diretor do FBI em Nova Iorque. ─ Marte falou.
Perseu arregalou os olhos surpreso com o que o Coronel tinha falado.
─ Ainda estou meio perdido o senhor poderia repetir de novo. ─ Percy disse e o Coronel assentiu e repetiu tudo que tinha falado a alguns momentos.
─ Você aceita a nova missão. ─ Ele perguntou e rapidamente o homem em sua frente assentiu e disse.
─ Sim senhor, senhor. ─ Ele falou e bateu continência saindo de lá de onde estava e foi até perto de seus amigos que estavam querendo saber o que o Coronel tinha falado a ele.
Percy depois de ter falado aos seus companheiros o que tinha acontecendo na tenda do Coronel ele foi para sua barraca e ainda estava meio cético sobre o que tinha acontecido.
Assim que ele colocou a cabeça em seu colchonete e fechou os olhos a única imagem que veio de da sua família que lhe esperava na cidade que nunca dorme e com isso ele pode finalmente sorrir porque estava a uma semana de voltar para casa.
E foi pensando em voltar para casa e que ele levantou e foi até o computador para fazer uma ligação e assim uma surpresa.
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1 semana depois
─ Você tem certeza que está tudo certo Nico. ─ Ele perguntou quando ligou para o amigo de longa data
─ Claro que eu tenho Percy, já falei com o diretor da escola dos meninos e tudo vai acontecer como planejamos, Quíron vai chamar o Taylor e a Diana para a quadra antes do jogo começar com a desculpa de que vai dar uma premiação a eles e como a Annabeth não perde um jogo do filho ela com certeza vai estar lá e Quíron disse que vai dar um jeito de chamar ela também. ─ O homem falou para seu melhor amigo.
─ Tudo bem, se você e o Quíron planejaram tudo não tenho que ter medo. ─ Ele falou e logo depois ficou um tempo calado e algumas vozes de fundo eram ouvidas.
─ A onde é que você está Percy. ─ Nico perguntou e um tempo depois a voz dele disse.
─ Já estou em Nova Iorque, estou apenas pegando alguns papeis de dispensa e transferência ai te encontro na frente da escola. ─ Percy falou e logo depois da confirmação do amigo ele desligou o telefone.
Nico olhou as horas em seu relógio e resolver ir tomar banho porque faltava pouco mais de duas horas para a surpresa de Annabeth e de seus afilhados.
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Em fim chegada a hora
─ Que demora cara, pensei que você iria se atrasar mais que isso e iria ser preciso cancelar tudo. ─ Nico disse quando viu Percy sai de um taxi ainda fardado.
─ Eu tive que ir resolver alguns outros assuntos. ─ Ele falou e logo depois os dois entraram na escola e foram na direção da quadra do colégio.
Ao chegarem lá já tinham visto que Quíron estava no meio da quadra falando algumas coisas e quando ele olhou rapidamente para a entrada que ficava ao lado ele viu que tinha chegado a hora.
─ Estamos aqui hoje também não apenas para aproveitarmos o jogo de hoje, mas para presentearmos duas pessoas aqui com um prêmio do qual eles merecem.
─ Taylor e Diana Jackson venham aqui ao meu lado por favor. ─ Ele falou. Rapidamente os dois se levantaram e foram ao lado do diretor do colégio que sorriu. ─ Muitos aqui são amigos de vocês e sei que vocês falam com todo mundo nesse colégio, exatamente igual aos pais de vocês dois quando eram mais novos.
─ Percy e Annabeth eram os mais populares da escola sem fazerem nada e os filhos deles estão no mesmo caminho onde está ela, venha aqui Annabeth. ─ O senhor chamou e logo a loira também se levantou e mesmo achando estranho foi até seus filhos e ao seu velho diretor de escola e amigo.
─ O prêmio que vocês dois vão receber hoje, também vale para os três e vocês sabem quem é o prêmio. ─ Ele perguntou e nesse final ele errou as palavras e como inteligente que é Annabeth já tinha sacado tudo e virou procurando ele. ─ Olhem pra trás. ─ Quíron disse.
No mesmo momento Taylor e Diana olharam para trás e viram o pai deles ali parado e sorrindo.
Annabeth levou a mão a boca e lagrimas começaram a sair de seus olhos, Diana estava parada e logo depois de cair a ficha começou a correr na direção do pai chorando e o filho foi logo atrás.
A garota assim que chegou perto do pai se jogou nos braços dele e colocou o rosto na curvatura do pescoço chorando alto e sem se importar se alguém a via assim.
Taylor chegou logo depois da irmã e também abraçou o pai chorando e como a sua irmã também não se importava se alguém estivesse vendo ou se iria ser zoado depois.
Já Annabeth que até pouco tempo não tinha conseguido se mover virou na direção da arquibancada e andou até lá, Thalia notando o que a amiga queria desceu as escadas e deu a ela a mão da filha mais nova da família e começou a andar com ela na direção do pai.
Diana e Taylor saíram do abraço do pai e se viraram para a mãe que estava com a irmã deles de seis anos.
Percy se abaixou e esperou a mulher chegar junto com a menina que olhava para Percy curiosa e se perguntando de onde tinha visto ele.
─ Mi, eu quero que você conheça seu pai, Perseu Jackson. ─ Annabeth disse quando chegaram perto o suficiente. A garota olhou pra mãe e depois para Percy e disse.
─ Papai. ─ Perseu assentiu e pegou a filha nos braços dando beijos e mais beijos nela já que nunca a tinha conhecido cara a cara.
Logo depois que todos os filhos tinham sido cumprimentado ele finalmente se virou para esposa e sorriu para ela.
─ Eu só não te mato por me fazer chorar tanto assim no meio das pessoas porque estou feliz demais em te ver. ─ Ela disse e logo depois se jogou nos braços do marido.
Isso foi o derradeiro para toda a quadra aplaudir.
─ Se você for sair mais uma vez para alguma coisa eu não vou deixar, mesmo que eu mate quem está por trás desse comando você não vai mais passar dois meses longe de mim Perseu Jackson. ─ Annabeth disse e isso fez o homem rir e a mulher lhe lançar um olhar mortal.
─ Eu vou trabalhar como diretor da sede do FBI aqui em Nova Iorque e isso quer dize que vou ficar todos os dias do ano aqui e não vou para mais que alguns quilômetros para longe de você. ─ Percy disse.
Annabeth olhava para ele surpresa e com um olhar questionando se o que ele falava era verdade, o homem sorriu e assentiu recebendo um beijo profundo da esposa.
─ Eu te amo cabeça de algas. ─ Ela disse para ele depois de se separarem.
─ Eu sei, e também te amo sabidinha, amo todos vocês e foi isso que me deu forças para sobreviver aquele lugar. ─ Percy disse.
─ Vamos sair daqui que o jogo tem que começar. ─ Annabeth falou e puxou a mãos do marido para a arquibancada para junto de sua melhor amiga e o marido dela.
Feliz por ter o seu amigo, amante e confidente de voltar e sua família está mais uma vez toda reunida.
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